CNBB



Campanha para a Evangelização

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As coletas das missas dos dias 13 e 14 de dezembro na Arquidiocese de Maringá serão destinadas à Campanha para a Evangelização da Igreja no Brasil, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Este ano, a iniciativa completa 16 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja. A mobilização nacional buscará promover iniciativas que visem superar a violência e edificar a paz, além de articular gestos concretos na sociedade por meio das ações evangelizadoras da Igreja.

https://www.youtube.com/watch?v=25ahgFe5SEQ

Lema

“Cristo é nossa paz” é o lema da CE 2014, apropriado para o tempo litúrgico do Advento. Neste período de preparação ao Natal, entre pessoas, famílias e na sociedade em geral, existe um clima de confraternização na busca pela paz.

Criada em 1998 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a iniciativa busca mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja.

A Campanha para a Evangelização (CE) tem o slogan “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar e mostra a urgência da evangelização e da cooperação de todos.

A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com.

Por CNBB

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A nossa reforma política

De forma corajosa e muito prudente a CNBB, OAB e mais de cem entidades se uniram em defesa do projeto da reforma política democrática. A proposta é baseada em quatro principais pontos: Proibição do financiamento de campanha por empresas e adoção do Financiamento Democrático de Campanha; eleições proporcionais em dois turnos; paridade de sexo na lista pré-ordenada e fortalecimento dos mecanismos da democracia direta com a participação da sociedade em decisões nacionais importantes.

Em Maringá, com a OAB, nossa arquidiocese pretende coletar, no mínimo, 50 mil assinaturas para esse projeto. No Brasil precisamos de 1 milhão e 500 mil assinaturas. Já conseguimos esse feito em outras iniciativas, como, por exemplo, na lei da Ficha Limpa. Hoje, graças a Ficha Limpa, muitos políticos “ficha suja” estão fora da disputa eleitoral.

Creio fortemente que atitudes como essa são um dever das igrejas, dos cristãos. Nós cristãos, temos que ser sal e luz neste mundo. Nossa vida deve ser precedida pela oração e, cheios do Espírito Santo, somos chamados a enfrentar estruturas mais complexas, como o campo político.

Por apoiar o projeto de reforma política também estamos sendo muito criticados por determinados grupos. Não seria surpreendente se as críticas partissem dos políticos corruptos ou das empresas que financiam suas campanhas.

Mas, surpreendentemente, estamos sendo criticados por alguns grupos cristãos e que, em alguns momentos, de forma raivosa têm nos agredido por defender esta reforma.

Como Igreja, na espiritualidade do Espírito Santo, assim como tem pregado nosso querido Papa Francisco, creio que nosso Deus age para promover a unidade. Quando nos dividimos, é o inimigo de Deus quem toma conta.

No projeto de reforma política da CNBB e OAB, houve a articulação com mais de 100 entidades. Cada uma tinha um pensamento, uma proposta. Cada uma defendia uma coisa. E depois, com muita paciência e oração, foi possível organizar um projeto que sabemos: não é o ideal, mas é o possível para o momento.

Esse projeto foi amplamente discutido com os bispos do Brasil inteiro. Foi apresentado em nossa assembleia geral, sob a liderança de Dom Joaquim Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte.

Sabemos que se o projeto fosse exclusivamente “católico” não teríamos nele alguns pontos, ou a redação talvez seria diferente. Mas o tempo da radicalidade política já passou. Já tivemos experiências mundiais em que o pensamento único levou o povo à morte.

Precisamos ser maduros o suficiente para entender que o Brasil precisa de uma ampla e profunda mudança. E isso só será possível se, juntos, conseguirmos uma real mudança no sistema político. Não é um projeto socialista, comunista, como alguns críticos têm apregoado. A Igreja sempre defendeu e sempre defenderá a vida, a vida humana.

Graças a Deus a CNBB tem conseguido o engajamento de grupos políticos tanto da esquerda como da direita. Muitos, que estão cansados do atual modelo eleitoral, já começam a aderir a nossa coalização democrática. Evidentemente que em qualquer proposta de reforma política seremos sempre contra inciativas que proponham o aborto e outras práticas contra a Família. Mas para avançar precisamos dialogar sem nos fecharmos.

Conto com as orações de todos e convido os nossos fiéis para que, antes de assinarem o projeto (se assim se sentirem chamados) leiam a proposta e compreendam que o nosso objetivo, de forma muito bem contextualizada, é dar a nossa singela contribuição para que a nossa sociedade seja mais justa, sempre democrática e a favor da vida. Que Deus abençoe você e sua família. Boa semana!

Dom Anuar Battisti

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Pensando o Brasil

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou a mensagem “Pensando o Brasil: desafios diante das eleições 2014”, disponível nas Edições CNBB e nas livrarias católicas. O texto, aprovado durante a 52ª Assembleia Geral da Conferência, realizada em Aparecida (SP), entre os dias 30 de abril e 9 de maio, contém orientações sobre o […]

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Jogando pela vida – Mensagem da CNBB sobre a Copa do Mundo

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Direito humano de especial valor, o esporte é necessário a uma vida saudável e não deve ser negligenciado por nenhum povo. De todos os esportes, o brasileiro nutre reconhecida paixão pelo futebol. Explicam-se, assim, a expectativa e a alegria com que a maioria dos brasileiros aguarda a Copa do Mundo que será realizada em nosso país, pela segunda vez.

Fiel à sua missão evangelizadora, a Igreja no Brasil acompanha, com presença amorosa, materna e solidária, esse grande evento que reunirá vários países e protagonizará a oportunidade de um congraçamento universal, “na alegria que o esporte pode trazer ao espírito humano, bem como os valores mais profundos que é capaz de nutrir”, como nos lembra o Papa Francisco.

Os brasileiros, identificados por sua hospitalidade e alegria, saberão acolher aqueles que, de todas as partes do mundo, virão ao nosso país por ocasião da Copa. Nossos visitantes terão a oportunidade de conhecer a riqueza cultural que marca nossa terra, sua gente, sua arte, sua religiosidade, seu patrimônio histórico e sua extraordinária diversidade ambiental.

A Copa se torna, portanto, ocasião para refletir com a sociedade sobre as relações pacíficas e culturais entre todos os povos, bem como sobre os aspectos sociais e econômicos que envolvem o esporte que é harmonia, desde que o dinheiro e o sucesso não prevaleçam como objeto final, conforme alerta o Papa Francisco.

Lamentamos que, na preparação para a Copa, esse último aspecto tenha prevalecido sobre os demais, motivando manifestações populares que acertadamente reivindicam a soberania do país, o respeito aos direitos dos mais vulneráveis e efetivas políticas públicas que eliminem a miséria, estanquem a violência e garantam vida com dignidade para todos. Solidarizamo-nos com os que, por causa das obras da Copa, foram feridos em sua dignidade e visitados pela dor da perda de entes queridos.

Não é possível aceitar que, por causa da Copa, famílias e comunidades inteiras tenham sido removidas para a construção de estádios e de outras obras estruturantes, numa clara violação do direito à moradia. Tampouco se pode admitir que a Copa aprofunde as desigualdades urbanas e a degradação ambiental e justifique a instauração progressiva de uma institucionalidade de exceção, mediante decretos, medidas provisórias, portarias e resoluções.

O sucesso da Copa do Mundo não se medirá pelos valores que injetará na economia local ou pelos lucros que proporcionará aos seus patrocinadores. Seu êxito estará na garantia de segurança para todos sem o uso da violência, no respeito ao direito às pacíficas manifestações de rua, na criação de mecanismos que impeçam o trabalho escravo, o tráfico humano e a exploração sexual, sobretudo, de pessoas socialmente vulneráveis e combatam eficazmente o racismo e a violência.

A sociedade brasileira é convidada a aderir ao projeto “Copa da Paz” e à Campanha “Jogando a favor da vida – denuncie o tráfico humano”. Seu objetivo é contribuir para que a Copa do Mundo em nosso país seja lembrada como tempo de fortalecimento da cidadania. Por meio destas iniciativas, a Igreja se faz presente na vida política e social do país, cumprindo sua missão evangelizadora. Ao mesmo tempo, conclamamos as Dioceses em cujo território estão localizadas as cidades-sede da Copa a oferecerem especial atenção religiosa aos seus diocesanos e aos visitantes.

O jogo vai começar e o Brasil se torna, nesse momento, um imenso campo, sem arquibancadas ou camarotes. Somos convocados para formar um único time, no qual todos seremos titulares para o jogo da vida que não admite espectadores. Avançando na mesma direção, marcaremos o gol da vitória sobre tudo que se opõe ao bem maior que Deus nos deu: a vida. Essa é a “coroa incorruptível” (1Cor 9,25) que buscamos e que queremos receber ao final da Copa. Então, seremos todos vencedores!

Que a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, nos agracie com sua bênção e proteção neste tempo de fraternidade e congraçamento entre os povos

 

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

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“Evitem bebidas alcoólicas em festas de igreja”

Carta dos Bispos do Paraná pede para que organizadores evitem bebidas alcoólicas em festas de igreja

 

Os arcebispos e bispos do Paraná, reunidos em assembleia de 16 a 18 de março, juntamente da Comissão Regional dos Presbíteros, assinaram, unanimemente, um documento referente ao consumo de bebidas alcoólicas em festas de igreja.

O texto, que é endereçado às dezoito dioceses, mais a Eparquia Ucraniana São João Batista, que juntas englobam 830 paróquias e mais de 9.700 comunidades católicas no Estado, pede que se “inicie uma caminhada de conscientização das comunidades, a fim de que sejam evitadas as bebidas alcoólicas nas festas abertas, almoços, jantares e em eventos promovidos pela Igreja Católica”.

“Cuidado com a embriaguez!” (Lc 21,34). Essa citação do evangelho de Lucas, na esteira do documento de Aparecida que convida a abandonar com coragem as estruturas e práticas não evangelizadoras, e ainda impulsionados pelos gestos proféticos do Papa Francisco, serviram de base para o diálogo que levou à redação do texto.

Não se trata de um decreto, nem mesmo de uma proibição, mas os arcebispos, bispos e padres fazem votos de que as festas de igreja sejam voltadas para a sadia convivência das famílias e, cada vez mais, o dízimo seja implantado e desenvolvido nas comunidades.

 

Leia a nota:

Conselho Episcopal Regional Sul 2 da CNBB

 

Considerações dos bispos do Regional Sul 2 sobre o consumo de bebidas alcoólicas em festas de Igreja

 

Os bispos do Paraná, reunidos em Assembleia, desejosos de uma maior fidelidade a Jesus Cristo, como propõe o Papa Francisco para toda a Igreja, depois de amplo diálogo, encaminham aos senhores um pedido: iniciar uma caminhada de conscientização de nossas comunidades, a fim de que sejam evitadas as bebidas alcoólicas nas festas abertas, almoços, jantares e em eventos promovidos pela Igreja.

O povo brasileiro é alegre e gosta de festas. As festas expressam a alegria de estar junto, a amizade e a fraternidade. Em algumas comunidades, a festa se tornou tradição, celebrada há muitos anos. As festas em honra aos padroeiros são urna riqueza imensa!

No entanto, temos visto crescer o consumo de bebidas alcoólicas em nossas festas, que assim se tornam um contra-testemunho, pois, prejudicam irmãos portadores da doença do alcoolismo, envergonham as famílias, mau exemplo para jovens e adolescentes, hoje cada vez mais cedo usuários de álcool.

Estragam o ambiente da festa com palavrões, obscenidades e até violência, tanto que é preciso de polícia em muitos casos.

Há motoristas que saem da festa embriagados, pondo em risco a vida e a imagem pública da Igreja.

O álcool mata! Perguntamos: que espécie de honra prestamos a Deus, ou aos santos Padroeiros, com tais resultados? Algumas dioceses do nosso Estado já assumiram essa decisão, o que vivamente apoiamos.

A experiência das comunidades que decidiram  servir bebidas alcoólicas em seus eventos comprova que as festas se tornaram mais familiares e participativas e, com o passar do tempo, inclusive, mostraram-se economicamente mais vantajosas que antes.

O Documento de Aparecida nos convida a abandonar com coragem as estruturas e práticas que não são evangelizadoras. Não é este o caso?

O Evangelho adverte: “Cuidado com a embriaguez!” (Lc 21,34). E São Paulo aos Efésios recomenda: “Não vos embriagueis!” (Ef 5,18)

Em vista disso, os bispos do Paraná, lembram que a Igreja vem incentivando a Pastoral da Sobriedade como caminho para aqueles que lutam contra o alcoolismo.

Não vamos nós, nas festas, contradizer a Palavra de Deus.

Com o apoio da Comissão Regional de Presbíteros fazemos votos de que as festas sejam somente para sadia convivência das famílias e, cada vez mais, o dízimo seja implantado e desenvolvido nas comunidades.

O dízimo é um instrumento bíblico, fraterno e corresponsável, previsto para sustento da vida eclesial e expressão de maturidade da fé cristã.

Que Nossa Senhora do Rocio, Rainha e Padroeira do Paraná, nos torne corajosos para mudarmos, na Igreja, aquilo que só depende de nós.

 

Curitiba, 17 de março de 2014

 

Assinam os Bispos do Paraná e a Comissão Regional dos Presbíteros

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Fraternidade e tráfico humano

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) todos os anos faz coincidir a Campanha da Fraternidade coma Quaresma, unindo assim a necessidade de conversão e a conscientização de uma situação social urgente da sociedade.

A Campanha da Fraternidade sempre é uma reflexão, um roteiro de conscientização, prevenção, denúncia, reinserção social e incidência política para alertar a população. Este ano é o enfrentamento do tráfico humano. A Campanha tem como tema: “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema: “É para a Liberdade que Cristo nos libertou”, inspirado na carta aos Gálatas (5, 1).

Como objetivo geral a Campanha propõe: “Identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-lo como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus”.

O Tráfico Humano caracteriza-se pela ampla estrutura do crime organizado, em rotas nacionais e internacionais e internacionais, pela invisibilidade ajudada pela falta de denúncia e pelo aliciamento e a coação. Suas principais modalidades são: Tráfico para exploração no trabalho, para exploração sexual, para extração de órgãos, para adoção de crianças, para exploração da força de trabalho, para atividade ilícita.

O enfrentamento do crime do Tráfico Humano exige a cooperação entre os países, em áreas como a criminal, jurídica, tecnológica, econômica e de meios de comunicação. O Brasil adotou a “Convenção de Palermo” das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, o qual foi assinado um Protocolo Adicional conhecido como “Protocolo de Palermo”.

Esse instrumento legal internacional, o principal para prevenção, repressão e punição do tráfico humano, define o crime e aponta os elementos que caracterizam: Os atos mais comuns – o recrutamento; o transporte; a transferência; o alojamento; o acolhimento de pessoas. A principal finalidade – A exploração da pessoa humana sob várias formas: prostituição e outras formas de exploração sexual; a servidão; a remoção de órgãos.

É importante frisar que, para a configuração do crime de tráfico humano, o consentimento da vítima é irrelevante. Os traficados devem ser vistos como vítima e são protegidos pela lei brasileira; mas, ainda faltam leis mais abrangentes quanto ao crime de tráfico de pessoas. A Igreja é solidária com as pessoas traficadas e comprometidas com a evolução da consciência sobre o valor da dignidade humana, fundamentada na Sagrada Escritura. A ruptura dessas relações leva ao pecado da violência, da exploração do outro, agressões à dignidade humana como o tráfico de pessoas.

“É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1) é uma liberdade para o serviço (Rm 6, 22) e para o compromisso com a justiça do Reino (Rm 6, 16). A justiça e a liberdade verdadeira nos impele a vencer a idolatria do dinheiro, da ideologia e a tecnologia que se encontra na origem do pecado do Tráfico Humano, onde o TER se sobrepõe ao SER.

O Tráfico Humano não é somente uma questão social, mas também, eclesial e desafio pastoral. A Igreja é desafiada a ser advogada da justiça e a defensora dos pobres. Os três caminhos de ação que desponta são: prevenção, cuidado pastoral das vítimas e a sua proteção e reintegração na sociedade.

A Igreja é provocada a dar uma resposta de amor (1Jo 4, 19), por meio de todos nós discípulos missionários, defendendo sempre a dignidade dos pequeninos e injustiçados Todos são filhos e filhas do mesmo Pai, irmãos em Jesus Cristo. E o que se faz a um destes pequenos, se faz a Jesus (Mt 25, 31-46).

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá-PR

 

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Carta sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popoular pela Reforma Política

 

reforma politica

 

“Informo aos senhores que muitos veículos de comunicação não têm interesse na Reforma Política: mesmo acompanhando intensa movimentação naqueles dias, alguns veículos não noticiaram o fato.” – Carta sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popoular pela Reforma Política http://goo.gl/cEPiQr

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CNBB e entidades aprovam proposta única por Reforma Política Democrática no país

Dois documentos foram aprovados de forma unânime por 13 entidades, entre elas a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), durante reunião, na terça-feira, 28, em Brasília. A proposta de projeto de lei e o manifesto pela Reforma Política Democrática no país foram produzidos em parceira com representantes de diferentes setores da sociedade civil, que chegaram ao consenso de proposta única.

Após avaliação pelas entidades, os textos da proposta e do Manifesto da Sociedade Civil pela Reforma Política receberam contribuições e ajustes, chegando a uma redação final. Os documentos serão entregues ao Congresso Nacional, assinados por diferentes órgãos representativos, são eles: OAB, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Plataforma dos Movimentos Sociais pela reforma do sistema político, Frente Parlamentar pela Reforma Política com participação Popular, CUT, Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), CONTAG, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), UNE, Magistrados, Cáritas e Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP).

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação e da Comissão da CNBB para a Reforma Política, dom Joaquim Mol, fez a mediação na reunião com as entidades. O bispo destacou que o resultado positivo desta ação em conjunto é consequência de outros trabalhos anteriores e que agora está sendo concretizado.

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Assembleia da CNBB em Aparecida

Aqui em Aparecida digo que esta é uma Assembléia que marca um novo caminho, com um novo Papa.

Somos ao redor 300 bispos que desejamos criar comunhão e unidade para uma nova evangelização. Queremos contar com as orações de todos e nós aqui rezamos por todos. Juntos queremos caminhar, construir, e edificar um novo estilo de ser cristão no mundo. Deus vos abençoe!!!

Dom Anuar

Reportagem da Rádio Colmeia: http://arquimaringa.org.br/2011/noticias/noticias/id/1732

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Relação entre Estado e Sociedade

Foi aberto na manhã desta segunda-feira, 5 de novembro, em Brasília (DF) o Seminário “Relação Estado e Sociedade”, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento, que prossegue até a tarde desta terça-feira, reúne cerca de 100 pessoas, representantes de diversas instituições religiosas cristãs, entidades beneficentes e organizações sociais, em torno do debate sobre o Marco Regulatório que deverá definir as relações entre o Estado Brasileiro e estas entidades.

“Há um clima de ameaça, pois o Estado, que desonera a tributação de automóveis, fala também em tirar as isenções fiscais que nós temos”.

Na íntegra http://arquimaringa.org.br/noticias/noticias/id/1568

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