Papa Francisco



Papa envia mensagem sobre a Copa

“Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana”, disse o papa Francisco em mensagem aos brasileiros por ocasião da Copa do Mundo 2014 que tem início hoje, 12. O papa afirmou ser preciso superar o racismo e que o futebol deve […]

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Palavras do Papa no encontro com os presidentes de Israel e Palestina

Íntegra do texto proferido pelo Papa Francisco no encontro de oração pela paz realizado na tarde de domingo, 8 de junho, nos Jardins Vaticanos, com os presidentes de Israel e Palestina. Senhores Presidentes, Com grande alegria vos saúdo e desejo oferecer, a vós e às ilustres Delegações que vos acompanham, a mesma recepção calorosa que […]

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Um ano de pontificado do Papa Francisco

O ministério do Papa Francisco foi marcado desde o dia em que aparece na sacada da Basílica de São Pedro, por um papado diferente. 

Ele começou o serviço pastoral dizendo: “Parece que os meus irmãos cardeais foram buscar-me quase até ao fim do mundo. Mas aqui estamos”.
Em seguida disse: “E agora gostaria de dar a bênção, mas primeiro quero pedir-vos um favor. Antes de o bispo benzer o povo, peço que rezem ao Senhor para que me abençoe. Façamos esta oração em silêncio. Agora, vou abençoar-vos e a todo o mundo, a todos os homens e mulheres de boa vontade”.

Nunca na história dos últimos papas se viu e ouviu tamanha humildade e aproximação. Esse seria o estilo, o rosto da Igreja a partir daquele 13 de março de dois mil e treze.  O Francisco do século XXI, que vem do “fim do mundo”, surge para dar uma nova veste às estruturas, iluminando com seu sorriso, atraíndo a todos com seu jeito de ser e falar.

É um papa que fala aos corações. Gestos, atitudes, posturas, que sustentam cada palavra que se encaixa como luva nas mãos, de todos nós, nada se perde.  A missão de ser o homem de Deus no meio do povo não é outra a não ser o que ele disse na chegada ao Rio, para a Jornada Mundial da Juventude 2013: “Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo! Venho em seu Nome, para alimentar a chama de amor fraterno que arde em cada coração; e desejo que chegue a todos e a cada um a minha saudação: “A paz de Cristo esteja com vocês!”
O estilo Francisco é o estilo de Jesus, que se impõe sem longos discursos ou recomendações teológicas.

Com sua inteligência aguda e ágil vinha desde a ordenação episcopal, observando a vida e a estrutura da Igreja na cúria romana, mesmo sem nunca ter morado em Roma. Tudo era uma escola na qual foi aprendendo o que não deveria acontecer, seja em Buenos Aires, como agora no Vaticano.
Por isso tem a força de mudar as estruturas ultrapassadas sem agredir, acusar, encontrar culpados. Estabelece uma verdadeira revolução simplesmente pelo seu jeito diferente de ser.

Diante da pergunta de uma criança que quer saber porque não foi viver nos aposentos pontifícios ele simplesmente disse: “Tenho problemas psiquiátricos, não consigo viver sozinho”. Por isso o clamor em criar a “cultura do encontro” o aproximar-se das pessoas, o “sentir o cheiro das ovelhas” o livrar-se das regalias e pompas de um chefe de Estado, enfim um novo rosto da Igreja para o mundo.

As mudanças se fazem sentir aos poucos, principalmente na transparência da economia e administração dos bens do Vaticano. A missão dos cardeais, bispos, sacerdotes e religiosos que trabalham na Cúria Romana, já não é só um trabalho burocrático e sim pastoral, inclusive saindo para as paróquias romanas para celebrar os sacramentos, principalmente a confissão.

O retiro de quaresma deste ano aconteceu fora do Vaticano, numa casa de retiros onde todos estavam o tempo todo, com o Papa. Ele foi junto com todos, no mesmo ônibus. Antes se fazia o retiro dentro do Vaticano, todos ouviam as meditações e cada um ia para o seu trabalho.

São mudanças que para nós de fora não se faz notar, mas isso é profundamente novo. Todos nós já demos conta de que um novo rosto, um rosto latino-americano veio para ficar estampado em toda a Igreja. Rezemos sempre pela saúde de nosso Papa Francisco, a fim de que possa consolidar em todas as estruturas da Igreja o rosto de Jesus e do Evangelho vivido, expresso em sua belíssima Exortação Apostólica Evangelho da Alegria. Que Deus abençoe você e sua família! Boa Semana!

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá-PR

 

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Línguas de serpente

No domingo passado, o Papa Francisco explicando o quinto mandamento da Lei de Deus, fez uma aplicação tão concreta que é demais; ele fala direto e exatamente o que precisamos ouvir: “Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo” (vv. 21-22). Com isto, Jesus nos recorda que também as palavras podem matar! Quando se diz que uma pessoa tem língua de serpente, o que quer dizer? 

Que as suas palavras matam! Portanto, não só não se deve atentar contra a vida do próximo, mas também não lançar sobre ele o veneno da ira e atingi-lo com a calúnia. Nem falar mal dele. Chegamos às fofocas: as fofocas podem matar, porque matam a fama das pessoas! É tão bruto fofocar! No começo pode parecer uma coisa agradável, até divertida, como chupar uma bala. Mas no fim enche o coração de amargura e envenena também nós.
Digo-vos a verdade, estou convencido de que se cada um de nós fizesse o propósito de evitar as fofocas, no fim se tornaria santo! É um belo caminho! Queremos nos tornar santos? Queremos viver atrelados às fofocas como hábitos? Então nada de fofocas! Jesus propõe a quem O segue a perfeição do amor: um amor cuja única medida é não ter medida, ir além de todos os cálculos.
O amor ao próximo é uma atitude tão fundamentada que Jesus chega a afirmar que a nossa relação com Deus não pode ser sincera se não queremos fazer as pazes com o próximo. E diz assim: “Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão” (vv. 23-24). Por isso, somos chamados a reconciliar-nos com os nossos irmãos antes de manifestar a nossa devoção ao Senhor na oração”.
Diante dessa reflexão, recordei-me do Salmo 51, que diz: “Por que é que glorias da maldade, ó injusto prepotente? Tu planejas emboscadas todo dia, tua língua é qual navalha afiada, fabricante de mentiras! Tu amas mais o mal do que o bem, mais mentiras que a verdade! Só gostas das palavras que destroem ó língua enganadora! Por isso Deus vai destruir-te para sempre e expulsar-te de sua tenda; vai extirpar-te e arrancar tuas raízes da terra dos viventes! (Sl 51,1-8).
Nunca será feliz diante de Deus aquele que por mentiras e calúnias sobe na vida, ou consegue poder de governar através do crime. Estamos para participar como eleitores nas escolhas daqueles e daquelas que irão determinar os rumos de nossa história. Preparemos os ouvidos para fechar à voz do desmando e das falácias sem limites. Infelizmente quem chega ao pódio, nem sempre são os mais honestos.
Estamos num mundo do “quem pode mais chora menos”. Os conchavos e artimanhas já vêm sendo construídos desde a última eleição, na surdina e na calada da noite, ou até mesmo na luz do meio dia.
As tramas são sempre em vista das vantagens pessoais e nunca em vista do bem comum. A esperança que nos anima sempre é a de que, agora vai ser melhor, porque vai entrar gente nova, cabeça diferente, programas verdadeiros.
Porém, passa o tempo, o tempo se vai, e mais uma vez a decepção e o descrédito assumem o lugar da esperança de um mundo justo e solidário.
Eu acredito que a verdade triunfará, e a mentira será queimada no fogo do inferno. Matar, destruir, acabar com a vida não se faz só com armas, mas também com a língua de serpente, cuja ação e efeito não têm limites.
Que o Deus da vida, que nos fez a sua imagem e semelhança, nos ajude a defender a dignidade de cada ser humano, através dos verdadeiros valores da terra e do céu.
De tudo isso, entende-se que Jesus não dá importância simplesmente à observância disciplinar e à conduta exterior. Ele vai à raiz da Lei, com foco, sobretudo, na intenção e, portanto, no coração do homem, de onde provêm as nossas ações boas ou más.
Para ter comportamentos bons e honestos, não bastam as normas jurídicas, mas são necessárias motivações profundas, expressão de uma sabedoria oculta, a Sabedoria de Deus, que pode ser acolhida graças ao Espírito Santo.
E nós, através da fé em Cristo, podemos abrir-nos à ação do Espírito, que nos torna capazes de viver o amor divino. À luz deste ensinamento, cada preceito revela o seu pleno significado como exigência de amor, e todos se reúnem no maior mandamento: ama Deus com todo o coração e o próximo como a ti mesmo.

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá

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Não Basta olhar. É preciso agir!

Dom Anuar - escola rural 1

Em setembro do ano passado o Papa Francisco em visita à Diocese de Caglari encontra com os pobres e presos e diz: “Sentimos aqui de maneira forte e concreta que todos somos irmãos. Aqui o único Pai é o nosso Pai celeste, e o único Mestre é Jesus Cristo. Então, a primeira coisa que desejo partilhar convosco é precisamente esta alegria de ter Jesus como Mestre, como modelo de vida. Olhemos para Ele. Aqui ninguém é melhor que o outro. Diante do Pai somos todos iguais, todos!”

Na última sexta-feira (14 de fevereiro) eu e o padre Manoel Silva Filho, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, fomos visitar as famílias abrigadas provisoriamente na escola rural Delfim Moreira – uma escola abandonada, sem as mínimas condições para abrigar seres humanos.

Neste caso – e em toda a problemática da falta de moradia popular – não se trata de buscar culpados e sim buscar a solução. Se alguém está passando fome, precisamos dar de comer. Se alguém está doente, precisamos encaminhar ao médico. A dignidade humana passa pelo estômago para chegar a uma moradia digna, à educação, à saúde, ao direito de viver.

Naquela visita o Papa Francisco recorda que, também em casos como este, o caminho é um só, o amor.

“Eis o caminho do amor: não há outro. Por isso vemos que a caridade não é um simples assistencialismo, nem sequer um assistencialismo para tranquilizar as consciências. Não, isso não é amor, é comércio, é negócio. O amor é gratuito. A caridade, o amor é uma escolha de vida, é um modo de ser, de viver, é o caminho da humildade e da solidariedade.

Não há outro caminho para este amor: ser humildes e solidários. Esta palavra, solidariedade, nesta cultura do descarte — o que não serve deita-se fora — para permanecer apenas os que se sentem justos, que se sentem puros, que se sentem limpos. Coitados. A humildade de Cristo não é moralismo, um sentimento.

A humildade de Cristo é real, é a escolha de ser pequeno, de estar com os pequeninos, com os excluídos, de estar entre nós, todos pecadores. Atenção, não é uma ideologia! É um modo de ser e de viver que nasce do amor, nasce do coração de Deus. Mas não é suficiente olhar, é preciso seguir! Jesus não veio ao mundo para fazer um desfile, para se mostrar.

Não veio para isto. Jesus é o caminho, e um caminho serve para caminhar por ele, para o percorrer. As obras de caridade com caridade, com ternura e sempre com humildade! Alguns apresentam-se bons, da sua boca só saem palavras sobre os pobres; outros instrumentalizam os pobres para interesses pessoais ou do próprio grupo. Eu sei, isto é humano, mas não está bem! Não é de Jesus. E digo mais: isto é pecado! É pecado grave, porque é usar os necessitados, os que estão em dificuldade, que são a carne de Jesus, para a minha vaidade. Uso Jesus para a minha vaidade, e isto é pecado grave! Seria melhor que estas pessoas ficassem em casa!” (Papa Francisco).

Diante do que vi e refletindo sobre as palavras do Papa, não podemos ficar de braços cruzados diante de situações graves como esta das famílias na escola rural Delfim Moreira.

A prioridade é dar dignidade às crianças, a começar pelo direito de frequentar a escola, de se alimentar com dignidade, de ter um lugar digno para dormir e brincar. Onde foi parar o Estatuto da Criança e do Adolescente?

É dever das autoridades constituídas trabalharem pelo bem comum de todos, principalmente dos mais vulneráveis. Volto repetir que não se trata de buscar culpados, e sim a solução. As crianças estão pagando um preço que nunca esquecerão. Eu repeti a eles as palavras de Francisco: “Coragem! Não vos deixeis roubar a esperança e ide em frente!”

Vamos olhar e agir. Que os inocentes não sejam moeda de pagamento pelos erros da nossa sociedade que exclui.

 

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá-PR

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Popularidade da Papa Francisco não é uma estratégia planejada

Dom Anuar com o Papa Francisco - 27 de julho de 2013 - Rio de Janeiro

 

O diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, recebeu na Espanha o prêmio outorgado pela Radiotelevisión Diocesana de Toledo, ocasião na qual assinalou que o “extraordinário interesse” que existe pelas Missas que a Papa Francisco celebradas na Casa Santa Marta, faz que suas homilias sejam traduzidas a 40 idiomas, destacando ainda que a popularidade do Pontífice não é uma estratégia do Vaticano.

O Papa Francisco tem “um extraordinário carisma de comunicação que compensa amplamente o conhecimento limitado de idiomas”, pois apenas domina o italiano e o espanhol, indicou o sacerdote durante a conferência realizada no Instituto Teológico de São Ildefonso de Toledo sob o título “Reflexões e experiências sobre a comunicação de três Papas”.

Sobre o Beato João Paulo II, o Pe. Lombardi destacou seu “amor pela verdade e não esconder-se de nada e de ninguém”. Sobre Bento XVI ressaltou seu “pensamento ordenado e conciso” e, sobre o Papa Francisco, assinalou seu grande carisma de comunicador e sua proximidade humana “franca e valente”.

O porta-voz assinalou também que o crescente interesse que o Papa suscita não é fruto de uma nova estratégia de comunicação iniciada pelo Vaticano. “Posso assegurar-lhes que em comparação com o Pontificado anterior não foi iniciada no Vaticano uma nova estratégia de comunicação no sentido de um estudo prévio das atividades, discursos ou gestos da Papa com o fim de chamar a atenção dos presentes e ter êxito. Não há uma nova estratégia planejada em um escritório”, expressou.

Conforme explicou, o interesse que despertou Francisco pode dever-se a que ele “atua com um enfoque pastoral e uma linguagem muito concreta, que é facilmente compreensível e acolhida pelas pessoas”.

O Pe. Lombardi reconheceu que a relação da imprensa com o Bento XVI “foi mais difícil”, mas apesar das dificuldades destacou que Bento sempre respondeu “com grande nobreza intelectual”, que “nunca descartou nenhuma pergunta difícil” e com uma “enorme capacidade de expressar seu pensamento límpido, de uma maneira clara, ordenada e concisa, sem inseguranças”, o convertia em “um professor da comunicação”.

Falando um pouco mais sobre o Papa Francisco, o Pe. Federico Lombardi elogiou a “proximidade humana, direta, franca e valente”, refletida nos “abraços e beijos que generosamente prodigaliza”. Entretanto, recordou a “grande preocupação” que teve quando soube que o novo Pontífice falava apenas espanhol e italiano. “Seus predecessores eram grandes poliglotas”, mas, logo se deu conta de que o Papa Francisco “não tinha intenção de multiplicar as saudações em diferentes idiomas nem nas reuniões internacionais, como a primeira audiência com os jornalistas depois de sua eleição”.

“As multidões vêm a Roma mais que antes, e o interesse pela Papa é muito alto em todas as partes do mundo”, assinalou o porta-voz vaticano.

Por isso destacou que o Papa Francisco tenha “um extraordinário carisma de comunicação que compensa vastamente o conhecimento limitado de idiomas”, e revelou um “extraordinário interesse” pelas homilias do atual Papa na missa diária matutina na capela da casa Santa Marta que chegam a ser traduzidas a 40 idiomas.

Por ACI Digital

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“Alegria do Evangelho”: exortação do Papa Francisco

papa exortacao

“Alegria do Evangelho”: exortação apostólica do Papa Francisco

 

Foi divulgada nesta terça-feira, 26 de novembro, o texto da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, a primeira de pontificado do papa Francisco. O documento já havia sido entregue, de forma simbólica, no último domingo, durante a celebração de encerramento do ano da Fé. Hoje, o texto foi publicado na internet em vários idiomas.

A exortação fala sobre o anúncio do evangelho no mundo atual. No texto, Francisco propõe “algumas diretrizes que possam encorajar e orientar, em toda a Igreja, uma nova etapa evangelizadora, cheia de ardor e dinamismo”. O pontífice toma como base a doutrina da Constituição dogmática Lumen gentium, e aborda, entre outros pontos, as transformação da Igreja missionária, as tentações dos agentes pastorais, a preparação da homilia, a inclusão social dos pobres e as motivações espirituais para o compromisso missionário.

Dividida em cinco capítulos, o também recolhe a contribuição dos trabalhos do Sínodo dos Bispos, realizado no Vaticano em 2012, com o tema “A nova evangelização para a transmissão da fé”. Para ler a tradução do texto em português, clique aqui   http://goo.gl/CTrc5s

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Maringá: Coleta em prol das Filipinas

Em Maringá, coleta da missa de encerramento do Ano da Fé será em prol das Filipinas

Domingo, 24, o Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, irá presidir a santa missa às 12h na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora  da Glória, por ocasião do encerramento do Ano da Fé. A coleta da celebração será enviada às Filipinas.

 

No Vaticano

O Departamento de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice informou que  durante a Celebração de encerramento do Ano da Fé,  no próximo domingo, 24, será realizada uma coleta em prol das vítimas do tufão que atingiu as Filipinas.

A celebração será presidida pelo Papa Francisco, na Praça São Pedro, às 10h30 (hora local). São esperados mais 150 mil peregrinos de todo o mundo.

Com informações da Canção Nova

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Mensagem do Papa a Dom Jaime

Em nome do Papa Francisco, Cardeal Tarcísio Bertone escreve mensagem por ocasião da morte de Dom Jaime

 

Por ocasião do falecimento do primeiro Bispo e Arcebispo de Maringá, Dom Jaime Luiz Coelho, o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcísio Bertone encaminhou a seguinte correspondência ao Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti:

 

“Recebida com grande pesar a notícia do falecimento de Dom Jaime Luiz Coelho, o Sumo Pontífice confiou-me certificar à Arquidiocese de Maringá da sua solidariedade neste hora de tristeza pela morte daquele que foi o seu primeiro arcebispo.

Ao relembrar a sua participação como Padre conciliar no Concílio Vaticano II e a sua abnegada e dinâmica obra de edificação dessa querida Igreja particular, destacando-se a construção da Catedral Diocesana, marco na paisagem dessa cidade, o Santo Padre assegura fervorosas preces em sufrágio pelo seu eterno descanso e implora do Todo-Poderoso, rico em misericórdia, abundantes graças de conforto e de esperança em Cristo Ressuscitado, enquanto envia a todo o povo fiel de Maringá uma propiciadora benção apostólica.

 

Cardeal Tarcísio Bertone

Secretário de Estado de Sua Santidade”.

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