Mobilidade Urbana!!! 28 minutos entre Jerusalém a Tel Aviv !!!

 

Maringá, 22 de Agosto de 2017 .

Jerusalém, 30 de Av de 5777 .

 

Israel, sai na frente no quesito mobilidade Urbana! E traz aos moradores mais uma facilidade e avanço urbanístico!

Esse importante passo irá contribuir em vários setores estreitando os laços entre essas principais cidades e o Turismo irá se beneficiar grandemente!!! Mazal tov ! Parabéns ! Israel!!!

 

28  minutos no final. Foi o tempo que levou para um trem sem passageiros para fazer a viagem de Tel Aviv a Jerusalém no domingo na primeira corrida de testes da nova ligação ferroviária de alta velocidade que liga duas das principais cidades de Israel.

Uma nação de passageiros ficará encantada com a notícia do teste bem-sucedido. A rota, que será inaugurada em abril de 2018, reduzirá significativamente o tempo atualmente exigido para viajar de Tel Aviv para Jerusalém central por estrada.

A ferrovia de alta velocidade está em construção desde 2001 e complementará o caminho-de-ferro mais lento e existente de Tel Aviv – seu ponto de partida original foi nos arredores de Jaffa – a Jerusalém. Os trens que viajam na estrada de ferro construída otomano do século XIX, que serpenteiam entre colinas pitorescas, levam aproximadamente 80 minutos para chegarem ao destino final na estação ferroviária Malha de Jerusalém. Muitos passageiros optam por viajar de carro ou ônibus.

Elogiando o teste, o ministro dos Transportes, Israel Katz, disse no domingo: “O trem de alta velocidade … assegurará o status de Jerusalém e a capacidade de as pessoas viverem lá e abrir negócios. Isso mudará completamente a relação entre Jerusalém e o resto do país “.

Obrigado pela leitura!!!

 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom !!!

 

 

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Shavua Tov! Boa semana à todos! Shalom!!!

 

Maringá, 21 de Agosto de 2017.

Jerusalém, 29 de Av de 5777 .

 

 

Os ensinamentos do kabbalah center!!!

Tirando todos os seus bens materiais, seu dinheiro, seu estudo e suas realizações, o que resta é o que você é. Pense nisso hoje. O que você é, em essência?

2) Quando você deseja alguma coisa, o universo lhe ajuda a chegar lá, sem selecionar pensamentos positivos ou negativos. Por isso, cuidado com o que você deseja.
3) Não devemos nos satisfazer com o bem que fazemos dentro da nossa natureza, devemos nos motivar a fazer aquilo que está além da nossa natureza.
4) Muitas pessoas ficam atoladas na escuridão. Mas há também os que ficam atolados na Luz. Ficamos contentes por estar em um “bom lugar” e não nos esforçamos para seguir em frente. É preciso subir sempre.
5) Estamos nesta vida para crescer constantemente, e nossa meta deve ser deixar este mundo sendo uma pessoa melhor do que a que entrou.
6) Achamos que as metas que definimos são o objetivo, mas o verdadeiro objetivo é o processo e a transformação pela qual passamos.
7) Concentre-se totalmente em ver suas situações negativas como oportunidades positivas. E deixe que pensamentos positivos dominem sua mente.
8) Hoje, pondere suas palavras antes de permitir que elas saiam da sua boca. Cinco segundos de reatividade podem destruir uma amizade de dez anos.
9) Não leve tudo para o lado pessoal. Você não é o centro de tudo que acontece. Quanto mais você conseguir domar sua forma de pensar egocêntrica mais feliz você será.
10) Seja paciente consigo mesmo se você não estiver onde gostaria de estar. Lembre-se: há um processo.
Confira 10 “ensinamentos” do Kabbalah Center (frequentado por Madonna) que fizeram dessa filosofia uma das mais procuradas do momento.
Agradecimento especial!!! Kabbalah Center, Desde 1974 ensinando de uma forma democrática os leigos e interessados!
Obrigado pela leitura!
Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!
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Presença Judaica Na Escócia! Shabat Shalom!!!

Interior da sinagoga de Garnethill, Glasgow .

 

 

Maringá, 18 de Agosto de 2017 .

Jerusalém, 26 de Av de 5777 .

 

 

Vida judaica na Escócia

Há referências históricas da presença judaica na Escócia no final do século 17, mas a primeira comunidade foi criada em Edimburgo, em 1816, e a segunda, em Glasgow, sete anos mais tarde. A população judaica foi crescendo no século 19 com a chegada de judeus vindos da Europa do Leste. Em meados do século 20, viviam no país cerca de 20 mil de nossos irmãos, mas hoje são cerca de seis mil.

 

País de deslumbrantes paisagens, a Escócia cobre o terço norte da ilha da Grã-Bretanha e, desde o início do século 18, quando se uniu com a Inglaterra, é um dos países do Reino Unido1. A Escócia faz fronteira ao sul com a Inglaterra e o Oceano Atlântico, ao leste com o Mar do Norte e a sudeste com o Canal do Norte e o Mar da Irlanda.

Em termos numéricos, a presença judaica jamais foi significativa, sempre representando menos de 1% da população, mas seus membros contribuíram amplamente para o desenvolvimento econômico da nação. Em uma sociedade em que não havia barreiras legais, eles deram significativa contribuição em todos os campos, produzindo cientistas e doutores, juízes e membros do Parlamento, ministros do Governo, artistas, escritores e músicos famosos e campeões nos esportes e destiladores de whisky.

Os judeus se tornaram a maior minoria não cristã a viver na Escócia, “um clã judaico” entre os muitos clãs que compõem a sociedade tradicional escocesa. Em março de 2008 foi desenhado um tartan – um padrão de trama xadrez – especial para o “clã judaico”, encomendado pelo rabino do Chabad de Glasgow, e certificado pela Autoridade de Tartans da Escócia. Na Escócia, os membros dos diferentes clãs são reconhecidos pela padronagem de xadrez geralmente utilizada na confecção dos kilts. Cada clã tem seu próprio conjunto de cores e uma trama diferente. As cores do xadrez do “clã judaico” são azul, branco, prateado, vermelho e dourado. De acordo com o rabino: “Os azuis e brancos representam as cores das bandeiras da Escócia e de Israel; a linha central dourada representa o ouro do Tabernáculo, a Arca da Aliança; o prateado, a decoração que enfeita os Rolos da Lei e o vermelho representa o tradicional vinho do Kidush”.

 

 

O Reino da Escócia

A Escócia é uma nação cuja história é tão fascinante quanto violenta. Os primeiros registros remontam à ocupação do Sul e do Centro da ilha da Grã-Bretanha pelo Império Romano. O território que equivale atualmente à Inglaterra e ao País de Gales passou a ser a província romana da Britânia, no século 1, mas os romanos não conseguiram dominar o norte da ilha, habitado pelos pictos, e no século 5 deixaram a região.

Segundo a tradição, o Reino da Escócia foi fundado em 843 com a união das tribos dos pictos e dos escotos, e, nos séculos seguintes, os escoceses lutaram ferozmente contra quem quer que fosse – vikings, anglo-saxões e ingleses – para manter sua independência.

O que se sabe sobre a presença judaica na Escócia no período que vai da Antiguidade e até o final da Idade Media são suposições históricas, pois são escassas as evidências concretas. É provável que os judeus se aventurassem na Britânia na época em que Roma dominava a região, pois eles costumavam se deslocar para comercializar em praticamente toda a extensão do Império.

E, durante a Idade Média, sabe-se que mantinham interesses comerciais na região sem, porém, lá se estabelecer. Na época, o comércio entre a Escócia e a Europa Continental era intenso, e mercadores de Aberdeen e Dundee mantinham fortes vínculos com os portos bálticos na Polônia e Lituânia. É, portanto, provável que comerciantes judeus tenham ido à Escócia para fazer negócios.

Os judeus são mencionados, em 1180, numa regulamentação oficial do bispo de Glasgow que proibia os cristãos de “contabilizar os benefícios auferidos com dinheiro tomado emprestado aos judeus”. Há dúvidas se esta determinação oficial se refere a judeus que viviam na Inglaterra e emprestavam dinheiro aos escoceses, ou se foi promulgada após a chegada em Glasgow de judeus em fuga face aos distúrbios antissemitas que estavam ocorrendo na Inglaterra. No século 13, os judeus ingleses enfrentavam perseguições por parte da Coroa que culminaram com o Édito de Expulsão de 1290, outorgado pelo rei Eduardo I. É provável que alguns se tenham refugiado na Escócia, na época um reino independente e inimigo dos ingleses.

Praticamente quatro séculos vão-se passar sem que haja evidências da presença judaica na Escócia.

A Escócia nos  século 17 e 18

A história da Escócia deu uma guinada no século 17. Em 1603, o rei da Escócia, James VI, torna-se também rei da Inglaterra, com o nome de James I, e passa a governar as duas Coroas embora as nações permaneçam independentes.

Ainda no século 17 acontecimentos econômicos e políticos mudam o curso da história mundial e pavimentam o surgimento do mundo moderno. Na Europa, Estados Nacionais entram numa acirrada competição econômica, política e colonial. As nações ibéricas perdem sua hegemonia e a França surge como nação dominante, mas, no final do século, a Holanda e a Inglaterra passam a rivalizar seu poder. Ademais, na Inglaterra estavam ocorrendo profundas mudanças agrícolas e comerciais  que abriram o caminho para a Revolução Industrial da qual o país foi pioneiro.

No início do século 18, a Escócia era um dos países mais atrasados e pobres da Europa Ocidental.  Suas classes dirigentes estavam cientes de que não haveria o desenvolvimento econômico sem a participação da Escócia no comércio internacional.  Além de não ter domínios coloniais, o país tampouco possuía uma Marinha capaz de  dar assistência a seus navios mercantes. Essas considerações  os levaram a aceitar, apesar de a medida ser altamente impopular, uma união política com a Inglaterra. A união trazia vantagens para os dois lados. Dava aos ingleses o tão almejado controle político da Escócia e abria aos escoceses o comércio em todas as regiões sob influência inglesa.

A União foi oficializada em 1707. Os reinos da Inglaterra e Escócia deixaram de ser independentes, sendo criado um novo Estado: o “Reino da Grã-Bretanha”. A Escócia manteve a religião presbiteriana, não adotando a anglicana, e um sistema jurídico independente.

Para os judeus, isso significava que quem fosse se estabelecer na Escócia estaria sujeito às leis que regiam a vida judaica na Inglaterra.  Em 1656, os judeus haviam recebido a permissão de voltar a viver na Inglaterra, porém seu status civil e jurídico se manteve informal e ambíguo até 1664, quando novas leis foram criadas para limitar o acesso à vida pública a qualquer cidadão, judeu ou cristão, que não fosse protestante.

Durante todo o século 18 a Escócia floresce, tornando-se uma das potências econômicas e intelectuais da Europa. A industrialização, principalmente do setor têxtil, o comércio de tabaco, açúcar e algodão, a mineração e a construção naval levaram o país a um rápido crescimento econômico e à urbanização. Glasgow tornou-se um dos polos industriais mais importantes do mundo. Em 1740 viviam na cidade cerca de 20 mil habitantes; 60 anos depois, eram mais de 84 mil.

Os primeiros judeus

Apenas no final do século 17 um pequeno número de judeus se estabeleceu em Edimburgo. Em 1691, as minutas do Conselho Municipal da cidade registraram o pedido do judeu David Brown para lá se estabelecer e comerciar.

Havia também um pequeno número de estudantes e professores que gravitavam em torno da Universidade de Edimburgo, atraídos por sua reputação nas áreas científicas e médicas. E, diferentemente do que acontecia nas universidades na Inglaterra e em outros países da Europa, na Escócia os estudantes não eram obrigados a fazer um juramento religioso (cristão). Durante todo o século 18,19 e 20 a Escócia abrigou estudantes judeus de medicina.

Mas, é no século 19 que realmente aumenta o número de judeus que se estabelecem na Escócia. As primeiras levas vieram da Alemanha e da Holanda e, a partir de 1860, da Rússia, Lituânia e Polônia, crescendo ainda mais na década de 1890, à medida que as perseguições na Europa Oriental tornavam a vida judaica cada vez mais sofrida e precária. O fluxo migratório continuou ao longo do século 20, principalmente após 1914.

As empresas escocesas de navegação atuavam cada vez mais no lucrativo transporte de imigrantes judeus e não judeus da Europa, através da Escócia, rumo à América. Para os milhares de judeus que chegavam aos portos de Leith, perto de Edimburgo, e Dundee, na costa leste, a Escócia era apenas uma escala. As condições de viagem não eram fáceis e muitos chegavam fracos e doentes. Muitos tiveram que ficar no país, pois não tinham condições de seguir viagem, ou de atender os requisitos de saúde exigidos na entrada aos Estados Unidos pelas autoridades norte-americanas. Havia os que, sem recursos suficientes para pagar uma viagem até o Novo Mundo, compravam uma passagem até a Escócia para, em seguida, trabalhar e economizar o suficiente para continuar a viagem. Outros desembarcaram enganados por capitães que os faziam acreditar  que já tinham chegado a seu  destino final na América.  Qualquer que fosse o motivo, milhares ficaram na Escócia. Edimburgo e Glasgow eram as cidades escolhidas pela maioria dos judeus. Até meados do século 19, essas duas comunidades eram numericamente semelhantes, mas o desenvolvimento comercial e econômico de Glasgow começou a atrair um número cada vez maior de judeus.

Edimburgo

Após a permissão dada ao judeu David Brown, em 1691, para viver e comerciar livremente, outros judeus tiveram permissão de fazer transações comerciais na cidade. Entre outros, Moses Mosias, em 1698, e Isaac Queen, em 1717.

Em 1795, Herman Lyon adquiriu um lugar para sepultamento, em Edimburgo. Oriundo da Alemanha, ele se mudara para a Escócia e prosperara. Ainda que o local da sepultura original, em Calton Hill, já não se possa encontrar, pois apenas restam alguns escombros e pedras, está marcado no mapa de 1852 da Agência Nacional de Mapas da Grã-Bretanha, como “Sepultura do Judeu”.

Duas décadas vão se passar antes de ser criada, em 1816, a primeira comunidade judaica organizada da Escócia: a Edinburgh Hebrew Congregation, composta por 20 famílias. Em 1817 foi estabelecida a primeira sinagoga na Escócia, em um quarto alugado em Richmond Street. E, três anos mais tarde, a comunidade comprou o terreno para o cemitério.

A maioria dos judeus que viviam na época em Edimburgo eram abastados comerciantes de origem alemã ou holandesa, mas o perfil da comunidade iria mudar com a chegada, nas décadas finais do século 19, de judeus vindos da Europa Oriental.

Em 1825, a Edinburgh Hebrew Congregation mudou-se para novas instalações, em Richmond Court, onde permaneceu durante 43 anos, até a inauguração da sinagoga em Park Place, próxima à Universidade de Edimburgo.

Os judeus, principalmente imigrantes, cuja condição social não era privilegiada e não tinham condições financeiras de viver nas ruas em torno da Universidade de Edimburgo, estabeleceram-se no porto de Leith e Dalry, na parte oeste da cidade. Como ocorre em toda parte, a sinagoga era o eixo central de cada comunidade.

O número de sinagogas e as mudanças na sua capacidade efetivamente marcam o crescimento e o declínio da população judaica em Edimburgo.

A sinagoga conhecida como Blecheneh Shul foi inaugurada em Dalry por artífices e operários, muitos vindos de Manchester.

Em 1898, a Edinburgh Hebrew Congregation abriu mais uma sinagoga na Rua Graham e, em 1913, foi ampliada. Em 1914 viviam na cidade 1.500 judeus. Essa sinagoga permaneceu sendo a principal até a inauguração da atualmente localizada na Rua Salisbury e aberta em 1932. Esta é a primeira e única sinagoga especialmente construída para esse propósito em Edimburgo. Acomoda 1.500 pessoas e representou a união das duas principais congregações judaicas locais. A nova construção era a prova da prosperidade e ascensão social dos membros da comunidade, cuja maioria à época já vivia nos subúrbios ao sul de Edimburgo.

Glasgow

Embora durante o século 18 vivessem em Glasgow alguns judeus – comerciantes e alunos da Universidade de medicina, não há nenhum registro de judeus que se tenham estabelecido permanentemente na cidade até 1812.

A imigração judaica para Glasgow faz parte de uma tendência mais ampla em que eles eram um dos inúmeros grupos que fizeram da cidade seu novo lar no século 19. Apesar de hoje ser a maior cidade da Escócia, e ter a maior comunidade judaica do país, a Glasgow do século 18 era uma cidade provinciana, com uma população de cerca de 20 mil habitantes, chegando a 80 mil no início do século 19. A população cresceu à medida que florescia o comércio com a América do Norte. A localização da cidade, com acesso à costa oeste da Escócia, é fator de atração para os comerciantes e empresários.

O primeiro judeu admitido como residente da cidade foi Isaac Cohen, um chapeleiro vindo de Londres. De acordo com uma lenda local, foi Cohen quem introduziu o chapéu de seda na Escócia. Nos anos seguintes, outros judeus foram-se estabelecendo em Glasgow, a maioria de origem alemã, holandesa ou londrina. Em 1850 havia apenas 200 judeus em Glasgow, mas à medida que a cidade crescia, o mesmo acontecia com o número de judeus. Em 1879, eram cerca de mil; em 1891, por volta de 2 mil; e, em 1914, já perfaziam 12 mil.

A florescente indústria da Glasgow vitoriana gerava oportunidades para os judeus recém-chegados, que ajudaram no rápido desenvolvimento industrial e comercial, em especial na fabricação de roupas, móveis e cigarros. Parte significativa dos membros da comunidade de Glasgow, assim como ocorria em outros locais, trabalhavam como mascates vendendo vários produtos para as comunidades da área de mineração.

Em 1823 foi aberta a primeira sinagoga, em um pequeno apartamento de dois quartos, na High Street. À medida que a comunidade crescia, ia realizando seus serviços religiosos em diferentes locais. Em 1832 foi comprado o terreno para o primeiro cemitério.

Em 1859 foi aberta uma sinagoga para abrigar 200 fiéis, na George Street. Vinte anos mais tarde, em 1879, foi inaugurada uma suntuosa sinagoga em Garnethill. Era a primeira na Escócia construída especialmente com esse fim – um empreendimento de grandes proporções para uma comunidade de apenas mil membros. O interior da Sinagoga Garnethill era típico do estilo de “sinagogas catedrais”, construídos no período vitoriano. Predominantemente romanesco,  seu estilo é um exemplo do ecletismo do período. A sinagoga tem uma entrada espaçosa e sensacionais janelas em vitral, com painéis florais em cores vívidas. A área central de orações é praticamente uma basílica; o púlpito imponente colocado  no centro da plataforma em arco.  O armário sagrado para os Sifrei Torá, o Aron HaCodesh, é em madeira folheada a ouro, com uma cúpula e torres.

A maioria dos judeus vivia no Distrito de Gorbals, ao longo do Rio Clyde. Era a parte mais pobre da cidade, uma área habitada principalmente por imigrantes italianos e irlandeses. Foi em Gorbals que surgiu uma comunidade mais tradicional, cujo idioma principal era o iídiche. Em 1901, no coração dos Gorbals, foi aberta a Glascow Central Synagogue, a maior em toda a Escócia.

Os judeus se integraram à vida local e participavam das atividades da política. Michael Simons, um membro proeminente da comunidade de Garnethill e diretor de uma das principais empresas de importação de frutas, foi eleito para o Conselho de Glasgow, em 1880. Acredita-se que sua posição de destaque tenha influenciado na aceitação da comunidade judaica na sociedade maior.

Ao longo do século 20, Glasgow foi uma das principais comunidades judaicas da Grã-Bretanha, sendo superada apenas por Londres, Manchester e Leeds.

Dundee, Greenock, Ayr e Aberdeen

Apesar de sempre a vida judaica escocesa ter-se concentrado em Edimburgo e Glasgow, comunidades menores surgiram em Dundee, Greenock, Ayr e Aberdeen.  O cemitério judaico em Dundee indica ter havido uma congregação na cidade desde o século 19. Aliás, várias indústrias têxteis instaladas em Hamburgo, na Alemanha, abriram seus escritórios em Dundee, no início do século 19. Em Aberdeen, a então recém-criada comunidade judaica foi o centro da atenção nacional poucas semanas após sua fundação, em 1893, quando defendeu com sucesso uma ação contra a aplicação da shechitá2 movida pelo departamento local da Sociedade de Prevenção a Crueldade contra Animais.

Instituições de ajuda comunitária

A comunidade judaica escocesa sempre foi unida, com seus membros apoiando-se uns os outros. Além de fundarem sinagogas e escolas, criaram uma ampla rede de bem-estar social. As instituições de assistência social comunitária assumiram a responsabilidade pela parcela mais carente da comunidade, principalmente os imigrantes recém-chegados. Embora com a Lei para Estrangeiros de 19053 a Grã-Bretanha tenha limitado o número de imigrantes pobres autorizados no país, um número cada vez maior de judeus continuavam a chegar à Escócia nos anos que antecederam a 1ª Guerra Mundial.

O número crescente de recém-chegados levou ao estabelecimento de todo tipo de atividades assistenciais, muitas das quais coordenadas pelos próprios imigrantes. As instituições davam ajuda financeira, além de assistência médica e social.

A primeira instituição assistencial judaica foi fundada em Edimburgo, em 1838. Em Glasgow, em 1858, criou-se a Sociedade Hebraica Filantrópica, que possuía sua própria equipe médica e, em 1899, o Fundo Hospitalar Judaico. A partir do final do século 19, tanto em Edimburgo quando em Glasgow, foram abertos abrigos gratuitos judaicos e acomodações temporárias para os recém-chegados e para os viajantes em trânsito, e criadas sociedades de autoajuda ao custo de um penny semanal.

Um dos problemas enfrentados pela comunidade judaica escocesa foi o advento das missões cristãs escocesas para os judeus. A Igreja da Escócia4 desencadeara uma campanha acirrada para conseguir a conversão dos judeus, e investia somas consideráveis nesse “projeto”. Até a década de 1880 as missões focavam seu trabalho na evangelização dos judeus fora da Escócia, mas a partir desse período, passaram a atuar também dentro do próprio país. A conversão dos judeus tornou-se um dos mais importantes objetivos dos missionários, que ofereciam aos judeus, principalmente aos recém-chegados, ajuda financeira e assistência médica em instalações bem-equipadas, com médicos que falavam iídiche. Embora não obtivessem êxito em suas tentativas de conversão, estavam determinados a perseguir a evangelização dos judeus, provocando protestos e a ira da comunidade judaica.

 

 

Séculos 20 e 21

A comunidade judaica escocesa sempre foi ativa politicamente, tanto internamente quanto em relação aos acontecimentos mundiais, acima de tudo em relação ao destino de nosso povo.

Na década de 1890, o sionismo era a ideologia política dominante entre os judeus. Os grupos sionistas organizavam atividades sociais e esportivas. Foram criadas, também, sociedades de autoajuda, cujos encontros em Glasgow atraíam grandes públicos – até mil pessoas por evento, além de grupos sionistas para mulheres e jovens.  As salas de leitura organizadas pelos movimentos sionistas forneciam um espaço para a comunidade se encontrar, aprender sobre Eretz Israel e os primeiros pioneiros, além de oferecer aulas de hebraico.  Os pogroms perpetrados na Rússia, principalmente o ocorrido em Kishinev em 1905, deram um forte impulso aos esforços sionistas.

A Declaração Balfour, de novembro de 1917, indicando o apoio do governo britânico à criação de um Lar Nacional judaico na então Palestina, foi recebida com muito entusiasmo, fortalecendo ainda  mais as atividades sionistas e aumentando a arrecadação de recursos para assentamentos judaicos em Eretz Israel.

Após a ascensão nazista na Alemanha, em 1933, os esforços comunitários foram direcionados a ajudar refugiados judeus. E estima-se que em 1939, com a chegada dos refugiados da Europa, havia cerca de 15 mil judeus vivendo em Glasgow e pouco mais de 2 mil em Edimburgo.

A Escócia tornou-se lar para algumas das crianças do chamado Kindertransport, organizado para retirar crianças judias da Alemanha, Áustria e Checoslováquia.  A evacuação temporária acabou por se transformar, tragicamente, em permanente. Ao término da 2ª Guerra chegaram ao país os sobreviventes da Shoá, um horror cuja realidade chocaria a comunidade, dando-lhe novos incentivos para seu apoio à causa de Israel.

A fundação do Estado de Israel e a vitória na Guerra dos Seis Dias, em 1967, influenciaram de forma positiva a comunidade e a arrecadação de fundos para instituições israelenses tornou-se uma prioridade.

Situação atual

Na metade do século 20, viviam no país por volta de 20 mil judeus, a maioria de origem asquenazita. Mas a comunidade foi encolhendo e, no início do século 21, eram apenas 6.500. A maioria, por volta de 4.200, vivem em Glasgow, 950 em Edimburgo, a capital, e uma minoria em Dundee e em outras cidades do país.

A Escócia está assistindo o crescimento do antissemitismo, tendo dobrado em 2015 o número de incidentes contra judeus, de acordo com a Community Security Trust. Isso é muito perturbador num país que, como escreveu David Daiches, renomado historiador judeu escocês, em sua autobiografia, Two Worlds: An Edinburgh Jewish Childhood, é o único, em toda a Europa, que não tem uma história de perseguição oficial aos judeus. Não há atos de expulsão, como os ocorridos na Inglaterra e outras nações europeias, nem legislações discriminatórias.

A atuação do Parlamento nacional escocês está no centro das preocupações das lideranças comunitárias, pois o Partido Nacional Escocês (SNO), o principal do país, com 63 das 120 cadeiras do Parlamento, apoia os palestinos e conseguiu aprovar um grande número de moções anti-Israel. Entre maio de 2011 até o final do ano passado, das 355 resoluções sobre assuntos internacionais, 65 envolviam Israel, e, por exemplo, apenas 13 se referiam à Síria. Em 2015, a primeira-ministra Nicola Sturgeon reuniu-se com a liderança comunitária, tentando tranquilizar seus membros e garantindo que não serão tolerados no país incidentes antissemitas.

O Conselho Escocês de Comunidades Judaicas (Scottish Council of Jewish Communities-Scojec), após ter realizado inquéritos, em 2012 e 2014, concluiu que a forma como alguns pesquisadores e acadêmicos expressam seus pontos de vista sobre o Oriente Médio em sala de aula, em palestras e na mídia contribui para que estudantes judeus se sintam discriminados. Ademais, o movimento BDS e a Campanha Escocesa de Solidariedade à Palestina têm conseguido infiltrar-se em muitos setores da sociedade civil e nos campi universitários. Muitos estudantes judeus dizem esconder a sua religião em virtude das constantes demonstrações e atividades contra o Estado Judeu. Há relatos de estudantes intimados a prestar exames no Shabat ou então serem reprovados. Outros revelam que não têm mais estudado nas bibliotecas por medo de serem atacados, seja verbal seja fisicamente.

Em 2015 dez professores escoceses integraram uma lista de 300 professores universitários que anunciaram um boicote às instituições israelenses. O pastor Arthur O’Malley, grande defensor de Israel, chegou a afirmar que “BDS e outros grupos palestinos aproveitam todas as vantagens e invadem ativamente as universidades, conselhos municipais e espaços públicos, e têm obtido grande apoio no seio dos movimentos sindicalistas”. E continua: “Quando nossas principais cidades escolhem hastear a bandeira palestina em demonstração de solidariedade…isso demonstra o impacto que está sendo conseguido por esses grupos”, explica o pastor cristão, referindo-se a um incidente ocorrido em agosto de 2016 quando um setor inteiro de fãs no estádio do Celtic, em Glasgow, levantou bandeiras palestinas para protestar contra a “ocupação israelense”.

 

Agradecimento Especial & Fonte: Revista Morshá de Cultura, www.morasha.com.br

Imagens Retirada da Internet…

 

Obrigado pela leitura!!!

 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, : )

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Água!!! Um Exemplo Para Ser Implantado Urgente, no Brasil!!! Shalom!!!

 

Maringá, 16 de Agosto de 2017 .

Jerusalém, 24 de Av de 5777 .

 

Em 2008, Israel oscilava à beira da catástrofe. Uma seca de uma década tinha ressecado o Crescente Fértil, e a maior fonte de água doce de Israel, o Mar da Galileia, havia caído para poucas polegadas acima da “linha negra”, a partir da qual a infiltração de sal seria irreversível e arruinaria o lago para sempre.

Agora o país produz mais água do que consome. Essa notável reviravolta foi obtida através de campanhas nacionais para conservar e reutilizar os recursos hídricos escassos de Israel, mas o maior impacto veio de uma nova onda de usinas de dessalinização.

“A Justiça  no Brasil, na minha opinião e uma das mais cegas e absurdas!  Enquanto existem pessoas que clamam a Deus ou as forças espirituais para que se ganha uma Chuva ! O Poder a sua administração só comete abusos e deixando a população sem condições básicas de sobrevivência ( ÁGUA ), com uma estiagem que chega de 6 à 24 meses . Enquanto, que em países como Israel, isso ja foi resolvido com a implantação de uma usina de tratamento especial das Águas Marítimas … Sanando a necessidade de sua população. Alguns pessimistas dizem que é caro!!! Mas, a forma que caminha o Brasil, também não é caro a administração de aventureiros e corruptos? Segundo A ONU, estimasse um desvio de Mais de: 200 Bilhões, por ano. É, claro que cifras são superiores infelizmente! “
( Um Desabafo Pessoal Entre Aspas )

A dessalinização costumava gastar muita energia e custar muito caro, mas as avançadas tecnologias que estão sendo empregadas em usinas como a de Sorek, a maior do país, fora um “divisor de águas”. A água produzida pelo processo de dessalinização hoje, custa apenas um terço do que custava na década de 1990. A usina de Sorek pode produzir mil litros de água potável com 58 centavos. Famílias israelenses pagam cerca de US$ 30 por mês para ter água (Em Los Angeles, por exemplo, se paga US$ 58).
Talvez por isso mesmo a IDE Tecnologies, a empresa priavada que construiu as maiores usinas de Israel, recentemente conclui a construção da usina de Carlsbad no sul da Califórnia, e há muitas mais por vir.
Motivados pela necessidade, Israel está aprendendo a extrair água mais que qualquer outro país na Terra, e muito da aprendizagem para isso está acontecendo no Instituto Zuckerberg, onde os pesquisadores são pioneiros em novas técnicas de irrigação por gotejamento, tratamento e dessalinização de água. Eles desenvolveram sistemas bem resilientes para aldeias africanas e digestores biológicos que podem reduzir pela metade o uso de água da maioria
das casas.
Imagens: Retirada da Internet.
Obrigado pela leitura!
Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!
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Retrocesso nos Estados Unidos??? Shalom!!!

 

Maringá, 15 de agosto de 2017 .

Jerusalém, 23 de Av de 5777 .

Atos de intolerância deve acabar e os organizadores e participantes devem serem punidos com prisão !

Obs: Gostaria de todos os dias, trazer aos leitores de Dyaryo Dy Um Hebreu, assuntos mais leves e tranquilhos!Mas, não posso ficar calado ou fazer de conta que nada existe. Não se mata a serpente! Mata o Ovo dela antes, que ela cresça e se prolifere no consciente coletivo ! Excelente tarde a todos! Shalom – Paz !!!

 

Manifestantes da então supremacia branca de estrema direita!!!

Imagens: Retirada do Facebook.

A comunidade judaica de Charlottesville (EUA) contratou seguranças pela primeira vez em sua história. A cidade foi palco, no último sábado (12) de manifestação violenta de grupos da extrema-direita americana, que portavam bandeiras americana e nazistas. Uma mulher foi morta e dezenas de pessoas feridas, depois que um carro conduzido por um extremista avançou contra uma multidão de manifestantes contrários ao racismo O rabino Tom Gutherz, da Congregação Beth Israel, afirmou: “Tivemos que contratar seguranças. Ficamos tristes, mas não havia escolha”. Apesar das manifestações, a sinagoga manteve a programação. “Não deixaríamos que eles nos intimidassem, não podem nos afastar da nossa sinagoga”, contou ele ao jornal Haaretz. O prefeito da cidade, Michael Singer, que é judeu, criticou a postura do presidente Trump, que não condenou explicitamente os extremistas, no dia do ataque. Em resposta, o senador Bernie Sanders publicou: “Não, Sr. Presidente. Isso é um esforço provocativo de neonazistas para fomentar racismo e ódio e criar violência. Chame pelo nome certo”. Lideranças da comunidade judaica norte-americana condenaram as manifestações. O American Jewish Committee pediu a Trump que encontre “clareza moral”. O presidente do Congresso Judaico Mundial, Ronald Lauder, condenou a “violência inconcebível”: “É extremamente repugnante que tamanho ódio e fanatismo ainda estejam presentes nesse país”, afirmou. O rabino Rick Jacobs, presidente da União Reformista Judaica, declarou: “A presença perversa e retórica de grupos neonazistas que marcharam em Charlottesville é um lembrete da constante necessidade de boas pessoas, que seguirão firmes, falarão alto contra o ódio e agirão para deslegitimar aqueles que espalham as mensagens de ódio e defenderão aqueles que são alvos destas mensagens”. O Museu do Holocausto dos Estados Unidos afirmou que “o neonazismo, em qualquer uma de suas formas é contrário aos valores americanos e não tem lugar em nossa sociedade”.

Fonte:  Conib Brasil.

Obrigado pela leitura!

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom Lé Kulam – Paz A Todos!

 

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Shavua Tov Le Kulam! Boa Semana A Todos!!! Shalom!!!

Cidade Litorânea Israelense ( Foto ) , Local não informado …

 

Integrante do Exército Feminino ( IDF Woman ), acima foto saudando a com Shavua Tov – Boa Semana!

 

 

Maringá, 14 de Agosto de 2017 .

 

Jerusalém, 22 de Av De 5777 .

 

Venho desejar a todos meus amigos uma excelente semana!

Com muitas conquistas e luz na vida profissional e familiar!

Bendito Sejas Nosso Eterno Deus Que Prove Todas as Minhas Necessidades !

Shalom!!!

Obrigado pela leitura!

 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, : )

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Korea Do Norte Ameaça Israel! Shabat Shalom!!!

Ditador Norte Koreano Kim Jong Un,   E Seu Exército ( Foto ) .

 

Maringá, 11 de agosto de 2017 .

Jerusalém, 19 de Av de 5777 .

 

Será que Israel, É o primeiro Tiro Para Inciar uma Guerra Mundial e Nuclear ?

A China se já se manisfestou não apoiar a Korea, E Israel, tem total apoio dos Estados Unidos, e de outros países que não apoiam a ditadura atual naquela região….

O mundo não precisa e não quer um conflito com essa dimensão ! Líderes ou Políticos que pensam e agem dessa forma ao ponto de não levar em consideração a segurança do planeta e do ser ( HUMANO ) ….

Shalom Lé Kulam – Paz a Todos!!!

 

Soldado da IDF Realizando Suas Orações ….

O argumento de autodefesa para um ataque como esse não é em geral reconhecido como válido. Mas existem situações nas quais atacar primeiro pode ser interpretado como justificável em termos legais.

Michael Schmitt, professor do Colégio de Guerra Naval dos Estados Unidos e associado ao Programa de Lei Internacional e Conflitos Armados da Escola de Direito de Harvard, disse que três requisitos básicos precisam ser atendidos: o outro país precisa ter a capacidade de atacar; o comportamento do outro país precisa demonstrar que um ataque é iminente; e não existam outras maneiras de evitar esse ataque.

O poderio militar da Coreia do Norte parece satisfazer ao primeiro requisito. Mas nos termos do segundo requisito, “temos de determinar se as declarações de Kim são bazófias ou se ele pretende de fato colocá-las em prática”, disse Schmitt. Nos termos do terceiro requisito, “só se pode agir em autodefesa quando, se você não agir, seria tarde demais, e não existam outras opções”.

Esses requisitos já foram atendidos?

 

Presidente Dos Estados Unidos, Donald Trump ( Foto ) …

Embora a Coreia do Norte possa ter capacidade de atacar os Estados Unidos, há amplo ceticismo quanto à iminência de um ataque. E muitos representantes do governo norte-americano, entre os quais alguns dos principais assessores de Trump, disseram que as demais opções não foram esgotadas.
“Creio que a resposta a essa pergunta seja claramente negativa”, disse Kevin Jon Heller, professor de Direito na Universidade de Londres. “Não há direito de autodefesa contra uma ameaça não iminente”.

Se as condições legais que justificariam um primeiro ataque forem cumpridas, haveria justificação legal para a destruição da Coreia do Norte, algo que os críticos de Trump dizem que ele deu a entender ao ameaçar “fogo e fúria”?

Os especialistas legais afirmam que um ataque em autodefesa realizado nessas circunstâncias teria de ser “proporcional” – ou seja, concebido de forma a apenas bloquear a ameaça. “Não é uma carta branca para a destruição de outro país”, disse Schmitt.

Trinamento De Soldados da IDF, Israel …

 

Como sabemos que a ameaça de ataque de Kim aos Estados Unidos não representa perigo iminente?

Não podemos ter certeza. Mas a Coreia do Norte tem um pendor bem estabelecido por bazófias e declarações bombásticas, e por fazer ameaças sem cumpri-las.

“Kim diz loucuras de toda espécie, mas não há histórico de concretização dessas declarações incendiárias”, disse Anthony Clark Arendt, professor de administração pública e serviço exterior na Universidade de Georgetown. “Se a Coreia do Norte estivesse preparando um ataque, isso seria visível”.

Por que é importante que o governo Trump tenha justificativa sob as leis internacionais para um ataque inicial à Coreia do Norte?

Como no caso dos outros 192 países membros das Nações Unidas, a expectativa é de que Estados Unidos ajam de acordo com a lei internacional, o que é vital para sua credibilidade e relações básicas com outras nações.

Há algo na Carta das Nações Unidas que permita que um país ataque outro antes de ser atacado?

É uma questão aberta a debate. O artigo 2 da Carta proíbe países de usarem ou ameaçarem o uso de força uns contra os outros, enquanto o artigo 51 não proíbe “o direito inerente de autodefesa individual ou coletiva caso ocorra um ataque armado”. Mas o Artigo 51 já foi interpretado de diversas maneiras. Nos termos de uma interpretação restritiva, um ataque precisa acontecer antes que o Estado atacado possa usar força contra o atacante. Interpretações menos restritivas argumentam que um Estado ameaçado de ataque não precisa esperar para que possa executar legalmente um ataque preventivo.

O que define a iminência de um ataque?

Isso também é questão aberta a debate e interpretação. Na guerra de 1967 entre Israel e os países árabes, Israel ordenou um ataque depois que o Egito concentrou forças na fronteira do país, “e muita gente concluiu que era razoável que Israel concluísse que um ataque era iminente”, disse Ashley Deeks, professor da Escola de Direito da Universidade da Virgínia.

Mas em 1981, quando jatos israelenses destruíram um reator atômico no Iraque, e o governo israelense afirmou que ele representava uma ameaça ao país, Israel foi condenado unanimemente em uma resolução do Conselho de Segurança da ONU. Muitos observadores afirmaram que os critérios que definem ameaça iminente não haviam sido cumpridos.

E a definição de ameaça iminente se turvou ainda mais por conta de organizações terroristas, ataques cibernéticos e outras ameaças mais nebulosas. “Dialogamos com aliados e eles concordaram em que a ideia de iminência não quer dizer o momento em que uma arma esteja sendo lançada”, disse Deeks.

Qual é a origem da legitimidade legal de um ataque preventivo?

A maioria dos estudiosos aponta para uma doutrina estabelecida depois do chamado Incidente do Caroline, em 1837, que envolveu um navio de carga norte-americano suspeito de transportar suprimentos para canadenses rebelados contra o governo britânico. O navio, ancorado do lado norte-americano do rio Niágara, foi abordado por soldados britânicos, que mataram diversos norte-americanos, incendiaram a embarcação e soltaram sua âncora para que ela caísse nas cataratas do Niágara. Os britânicos afirmaram estar agindo em autodefesa, argumento rejeitado raivosamente pelo secretário de Estado norte-americano Daniel Webster.

A questão foi resolvida por meio de um acordo sobre as condições que constituem legítima autodefesa em antecipação de um ataque. Nas palavras de Webster, um Estado precisa demonstrar que “a necessidade de autodefesa é instantânea, esmagadora, e não deixa outra escolha de meios, ou tempo para deliberação”.

Brigada de Paraquedistas do Exército de Israel…

 

Obrigado pele leitura!

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Boa Tarde! Humor Judaico! Shalom!!!

 

 

 

Maringá, 08 de Agosto de 2017 .

Jerusalém,  16 de Av de 5777 .

 

Vamos Ao Humor!!!

 

Sugestão de Pauta: Senhor Valdecir Junior, Maringá-PR .

Uma piada que eu recebi!!!

No ventre de uma mulher grávida, dois bebês estão tendo uma conversa. Um deles é crente e outro ateu.

O Ateu: Você acredita na vida após o nascimento?

O Crente: Claro que sim. Todo mundo sabe que existe vida após o nascimento. Nós estamos aqui para crescer forte o suficiente e nos preparar para o que nos espera depois.

O Ateu: Bobagem! Não pode haver vida após o nascimento! Você pode imaginar como seria essa vida?

O Crente: Eu não sei todos os detalhes, mas acredito que exista mais luz, e talvez a gente caminhe e se alimente lá.

O Ateu: Besteira! É impossível andarmos e nos alimentarmos! É ridículo! Nós temos o cordão umbilical que nos alimenta. Eu só quero mostrar isso para você: a vida após o nascimento não pode existir, porque a nossa vida, o cordão, já é demasiado curta.

O Crente: Eu estou certo de que é possível. Ela será um pouco diferente. Eu posso imaginá-la.

O Ateu: Mas não há ninguém que tenha voltado de lá! A vida simplesmente acaba com o nascimento. E, francamente, a vida é apenas um grande sofrimento no escuro.

O Crente: Não, não! Eu não sei como a vida após o nascimento será exatamente, mas em todo caso, nós encontraremos nossa mãe e ela cuidará de nós!

O Ateu: Mãe? Você acha que tem uma mãe? Então, onde ela está?

O Crente: Ela está em toda parte à nossa volta, e nós estamos nela! Nós nos movemos por causa dela e graças a ela, nós nos movemos e vivemos! Sem ela, nós não existiríamos .

O Ateu: Bobagem! Eu não vi nenhuma mãe semelhante; portanto, não existe nenhuma.

O Crente: Eu não posso concordar com você. Na verdade, às vezes, quando tudo se acalma, nós podemos ouvi-la cantar e sentir como ela acaricia o nosso mundo. Eu acredito fortemente que a nossa vida real começará somente após o nascimento .

 

Por, Rav Laitman .

Obrigado pela leitura!

 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!

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Exposição Pós Segunda Guerra! Shalom!!!

Maringá, 07 AGOSTO 2017

Jerusalém, 15 AV 5777

 

Mais de 600 objetos e pertences de vítimas e sobreviventes do campo de concentração serão expostos na Europa e América do Norte por um período de sete anos. Objetivo é conscientizar jovens sobre horrores do Holocausto. O Museu Estatal de Auschwitz-Birkenau irá levar uma exposição itinerante a 14 cidades da Europa e América do Norte com uma exposição única de itens do antigo campo de concentração nazista. “Auschwitz. Não muito tempo atrás. Não tão longe” será a primeira mostra itinerante organizada pelo museu instalado na Polônia e terá duração de sete anos. A maioria dos 600 objetos que fazem parte da exposição pertence ao museu de Auschwitz, mas alguns itens foram disponibilizados por sobreviventes, centros de preservação da memória do Holocausto e coleções espalhadas pelo mundo, incluindo itens do Museu Memorial do Holocausto, em Washington, e do Yad Vashem, em Israel. A exposição contará as histórias das vítimas por meio de seus itens pessoais, e também trará partes da estrutura do campo de concentração, como um barracão e um trem de carga que transportava judeus levados ao local. Cartas, depoimentos e uma máscara de gás também fazem parte da mostra. “Entender como aquele lugar veio a existir e o que isso significa para nossa visão sobre nós mesmos é uma das principais finalidades desse projeto”, diz a organização do museu em sua página na internet. O principal público-alvo são os jovens. A mostra passará por sete cidades europeias, começando por Madri, no final deste ano. As sete cidades na América do Norte que vão receber a exposição ainda não tiveram seus nomes divulgados.

 

Imagens:  Museus Temáticos Pelo Mundo Em Memória, Daqueles Que Perderam Suas Vidas Nos Horrores do Anti-Semitismo ( Nazismo ) …

 

Obrigado pela Leitura!

Pesquisa, Tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Empresa Alemã Versus Governo Militar, No Brasil! Shavua Tov!

 

Maringá, 05 AGOSTO 2017 .

Jerusalém, 13 AV 5777 .

 

Fundada no regime nazista como uma empresa estatal, a Volkswagen empregou milhares de trabalhadores escravos durante a Segunda Guerra Mundial e, no Brasil, atuou ao lado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) na repressão a funcionários ligados ao Partido Comunista Brasileiro (PCB). “Existia uma cooperação regular entre as equipes de segurança industrial da VW do Brasil e as forças policiais do regime”, disse à Folha o historiador Christopher Kopper, da Universidade de Bielefeld, que assumiu a função em 2016. O trabalho foi iniciado na esteira de revelações da CNV (Comissão Nacional da Verdade), que apontou os laços da empresa com o regime. Ele deve apresentar até setembro um relatório de conclusões. Segundo o historiador, seguranças da VW costumavam

espionar conversas e armários dos funcionários em busca de “subversivos”. Eles também auxiliavam em prisões e elaboravam relatórios regulares sobre os empregados – Kopper localizou mais de duas centenas desses documentos nos arquivos do Dops, que também possuía dados sobre funcionários que só poderiam ter sido coletados pela empresa. Em 1998, a VW concordou em indenizar milhares de trabalhadores que empregou na Alemanha sob regime de escravidão. Oficialmente, a matriz, que fica em Wolfsburg, ainda aguarda a publicação do relatório de Kopper para se posicionar sobre seu passado no Brasil. “No momento, temos que esperar para ver”, disse um porta-voz. Procurados pelos jornalistas alemães, alguns antigos executivos rechaçaram as acusações. “Não há coisas mais importantes para nos preocuparmos do que o passado do Brasil?”, disse Carl Hahn, ex-membro do Conselho da VW do Brasil nos anos 60 e 70 e depois presidente da matriz. Kopper deve deixar de fora do relatório uma acusação repetida há anos que envolve a VW e o nazista Franz Paul Stangl, antigo comandante dos campos de extermínio de Treblinka e Sobibor. Enquanto foragido, ele trabalhou na unidade de São Bernardo por oito anos até ser preso em 1967.  Para Kopper, apesar de ser escandaloso que a VW tenha contratado o austríaco Stangl, ele nunca passou de um mero chefe de setor na fábrica e não tinha relação com a segurança.

 

 

ATO ARQUIVO/ATO INSTITUCIONAL AI 5/30 ANOS/UNIVERSIDADE CATOLICA DE SAO PAULO BOMBAS E 2 MIL PRISÕES NA PUC FOTO ARQUIVO AE…..

 

Shavua Tov Lé Kulam! Boa Semana À Todos!

Obrigado pela Leitura!

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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