Mês: outubro 2017



Ética Médica Nazista. Porque Lutamos? Shalom!!!

Experimentos Nazistas Na Segunda Guerra ( Foto ).

Maringá, 31 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 11 de Heshvan de 5778 .

   ” Porque Lutamos ? Fala Impactante do Seriado Irmãos de Guerra . Direção Tom Hanks “

O estudo desses princípios próprios da nova “ética médica” tornou-se obrigatório no currículo das faculdades de medicina alemãs entre os anos de 1934 a 1945. Essa ética médica deu origem a um documento que pregava que os direitos coletivos da sociedade eram mais importantes do que os direitos humanos individuais. O conceito de eugenia1 passou a ser difundido na cultura nazista, em que se prezava o sadio “perfeito” e forte. Havia uma falta de apreço pelo doente e o fraco.

Por exemplo, em 1933, foi promulgado um programa de prevenção de doenças hereditárias, “incentivando” os portadores dessas enfermidades à esterilização involuntária. Em aulas de currículo médico, eram constantes as noções de “higiene racial”, “eliminação de doenças hereditárias da população” e promoção da “raça superior ariana”, em que o coletivo superava o individual em todos os cenários. Fritz Klein, médico da SS, costumava afirmar que assim como um apêndice inflamado necrosado deveria ser retirado do corpo humano para o paciente não ter graves complicações, os judeus, como tal, deveriam ser eliminados da espécie humana.

Rudolf Ramm, médico clínico alemão que escrevia sobre leis médicas, era um dos maiores propagadores da ética médica nazista e do movimento contra a miscigenação racial. Ele criticava o crescimento populacional de “elementos inferiores e patógenos”, incluindo nesse grupo os portadores de doenças hereditárias e os judeus. Preconizava, também, que o nazismo trouxera a “restauração de um elevado nível de ética profissional”. Ele exultava o fato de que “a profissão tivesse sido amplamente depurada de elementos politicamente não confiáveis, estranhos à nossa raça” (a dizer, médicos judeus alemães). Ramm era editor-chefe da revista da Associação Médica Alemã, Deutsches Ärzteblatt, e publicou um livro texto, Ärztliche Rechts- Standeskunde (Legislação Médica e Saúde).

Cena Cinematográfica de Soldados e Enfermeiros Alemães, Durante Pausa – Segunda Guerra. ( Foto ) 

Na ética médica nazista, a força política do partido era o elemento primordial que atropelava os direitos individuais, independentemente do juramento médico. Artigo recente do médico Florian Bruns, do Hospital Charité, da Universitätsmedizin de Berlim, na Alemanha, e Tessa Chelouche, da University of Haifa, em Israel, discutiu justamente essa conduta antiética dos médicos durante o período nazista. Em estudo colaborativo, publicado em Lectures on Inhumanity: Teaching Medical Ethics in German Medical Schools Under Nazism, os autores fizeram uma pesquisa histórica de documentos, por meio da qual foi possível confirmar a presença de aulas obrigatórias sobre ética médica sob a ótica nazista, inclusive na prestigiosa Faculdade de Medicina de Berlim. Essas aulas eram dadas por jovens médicos filiados ao Partido Nazista, ideologicamente confiáveis aos olhos dos dirigentes nazistas.

 

O CLÍNICO KARL BRANDT, NO CENTRO, FOI UM DOS 23 MÉDICOS ALEMÃES JULGADOS EM NUREMBERG, EM 1946, POR CRIMES DE GUERRA E CRIMES CONTRA A HUMANIDADE ( Foto ) 

 

No artigo, Bruns e Chelouche citam um clínico filiado à medicina nazista, que era responsável pelo Grafeneck Castle, centro de tratamento de doentes mentais. Estima-se que mais de 10 mil doentes foram “tratados” por meio da câmara de gás e cremados. Para esse médico, o quinto mandamento, “Não matarás”, seria uma ficção judaica e não um mandamento de D’us.

Após o término da guerra, entre 1946 e 1947, diversos médicos nazistas que praticavam durante a guerra foram julgados em Nuremberg, onde 23 réus foram condenados. Sete deles, à morte. Rudolf Ramm não sobreviveu para ser um dos réus no famoso “Julgamento dos Médicos”, em 1947. Havia sido julgado por um tribunal militar russo, condenado e executado em 1945. Vale a pena frisar que poucos desses médicos mostraram remorso. Eles acreditavam estar moralmente corretos.

Nem todos os médicos da medicina nazista foram condenados. Alguns conseguiram escapar e, entre eles, Hans Reiter, cujo nome é lembrado hoje por dar título a um tipo de artrite – a doença de Reiter. Outro exemplo é a doença de Wegener, primeiro descrita por Friedrich Wegener, que teve seu nome mudado para Poliangeíte Granulomatosa (GPA) para não homenagear alguém com tão estreita colaboração com o nazismo. Esse médico chegou a ser homenageado pelo Colégio Americano de Tórax. Por seu passado nazista, há pedidos de que as doenças mudem de nome, para que suas histórias como nazistas se tornem mais relevantes do que quaisquer descobertas médicas que venham a ter desenvolvido.

No ano seguinte ao término do Tribunal internacional Militar de Nuremberg, os britânicos iniciaram uma onda para que se procurasse determinar e definir a regulamentação de crimes de guerra de natureza médica, expandida a seguir pelos americanos. Os franceses procuraram estabelecer um segundo tribunal internacional de crimes médicos de guerra, mas novamente começou-se a observar uma influência do poder político dos comunistas franceses da época em cenários de ética médica – o que levou os americanos a assumir a direção das normativas e ao estabelecimento da cultura do termo de informed consent, ou “consentimento informado”.1

Paul Weindling, um renomado especialista na história da medicina nazista, retrata com detalhes diferentes aspectos deste sensível tópico em um dos seus livros, “An informal Trilogy on German Medical Atrocities”. Seus dois livros anteriores foram “Health, Race and German Politics between National Unification and Nazism, 1870-1945”, publicado em 1989, e “Epidemics and Genocide in Eastern Europe”, publicado em 2000.

O que ocorreu na Alemanha nazista deve servir de advertência. A ética não é nem deveria ser um elemento frágil de prática médica, muito menos sujeita a influências políticas e sociais. Foi o que ocorreu na medicina nazista, em que os direitos individuais foram manipulados por meio da “flexibilização”, ou da total aniquilação da ética médica. Com o crescente número de novas escolas médicas no Brasil, atenção deve ser dada para que o lado humano da prática médica faça parte dos novos currículos, principalmente levando em consideração a explosão tecnológica, de forma que os avanços da ciência médica não fragilizem os princípios rígidos da ética.

No hospital Charité de Berlim foi criado o projeto “Responsabilidade na Ciência” (GeDenkOrt Wissenschaft in Verantwortung), sob a direção do professor Florian Brums. O intuito é justamente chamar atenção para esse tema, a fim de conscientizar médicos e estudantes para a necessidade de vigilância constante da violação dos princípios éticos e direitos individuais do ser humano por forças políticas.

 

 

Obrigado pela leitura! 

Fonte de Apoio e Agradecimento Especial: Revista Morashá de Cultura – acesse – www.morasha.com.br

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Israel, Aliah e Como Vivem Os Judeus Brasileiros!

Museu do Holocausto de Jerusalém, Ilustríssimo Senhor Yosef Hilel ( Foto Arquivo Pessoal )

 

Maringá, 29 de Janeiro de 2017 . 

         Jerusalém, 9 de Heshvan de 5778 .

Aliah Israel!!!

A Alguns Meses O Senhor Yosef Hilel, judeu brasileiro após, anos de preparação e ter conhecido boa parte do planeta com suas atividades profissionais em especial o ( Coaching ), distribuindo sua simpatia e conhecimento por onde passa.

*Curiosidades….  Israel, segundo pesquisas está em os povos mais alegres e vibrantes do Mundo!!!

Yosef Hilel, só imprimi voa impressão de Israel, de todos lugares e vilarejos e lugares tradicionalmente conhecidos de Forma Milenar!  Que na maioria das escolas ocidentais aprendemos na Escola Ou No Ensino Superior .

Yosef, relata que é um pais muito organizado acolhedor e com economia de primeiro mundo.

A Línguas Faladas São: Hebraico, Árabe e Inglês – idioma coringa em boa parte do planeta.

Ao Chegar no pais, tem trinamento e aperfeiçoamento do Hebraico, Fala-Escreve-Lê.

Além, de um código muito interessante quando é um Turista ou Novo Cidadão Israelense, no pais. Nosso amigo e familiar assim, que nos judeus, nos dirigimos uma família grande e milenar! Divide seus tempo em estudos da lingua local, trabalho, práticas religiosas e Os Mandamentos as Mitzvots !!!

E, ainda, tem aproveitado a fazer sempre que possível passeios pelo pais como balneários, praias, mercados de antiguidades, Mercados de Frutas Tipicas e Legumes. Nosso ilustríssimo foi a Israel, só aparentemente sem Mulher & Filhos. Mas, em compensação encontrou mais de 8 Milhões de Pessoas, conforme a população atual do pais.

Muito comum, o contato desde a pessoas mais simples, artistas de rua, profissionais de comunicação até ministros 7 lideranças do primeiro escalão da politica!

Nos daqui do Brasil, desejamos toda sorte e felicidade a a nosso amigo ! E, quando formos ao Oriente Médio ou primordialmente em Israel, esperamos encontra-lo e se hospedar em sua casa ou de outros amigos mais próximos! Mazal Tov ! O$hêr vê O$hêr – Riqueza & Felicidade!

Shalom Yosef Hilel ! Shalom Eretyz Israel ! B”H!

Yosef Hilel, e sua alegria distribuída nas imagens e nas redes sociais. Relevante, lembrar que nosso entrevistado tem um ( Canal no Youtube ), trazendo grande assuntos e atualidade e quotidiano do nosso Querida & Eterna Israel!

Que o Eterno Lhe Guie Sempre! Baruch Hashem !

Obrigado pela leitura! 

Pesauisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman , Shalom!!!

Shavua Tov Lé Kulam – Boa Semana A Todos!!! 

 

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Dyaryo Dy Um Hebreu, Na Flim! Festa Literária ! Shalom!!!

 

Maringá, 26 De Outubro de 2017 .

Jerusalém, 6 De Heshvan de 5778 .

 

 

 

” O Conhecimento, Traz Luz, Dignidade, Poder e Direção aos Homens! Onde Encontrar ? Nos Livros !”

(Anônimo )…..

 

 

Com Grande Alegria que anuncio o a Abertura da FLIM , Festa Literária Internacional de Maringá.

É, hoje na Praça Renato Celidônio , Centro que que haverá a abertura do Maior Evento de Literatura de Nossa Cidade, Região Porque Não Do Estado. Com entrada” Franca”, todos os dias para o público .

Nesta ocasião acontecerá também simultaneamente, a Literatura , ” Artes Integradas “, vários tipos de segmentos da cultura na Atmosfera do Evento.

O Projeto Dyaryo Dy Um Hebreu, Que esta hospedado e faz Parte da Globosfera do Conceituado Jornal ” O Diário Do Norte Do Parana, fará sua participação de apoio à Cultura e destacar as Obras Judaicas que assim estiver em lançamento ou em evidência !

O Meu muito obrigado a todos que participam deste projeto cultural! Pois, num breve Futuro Este Projeto também estará eternizado ! Em Obra!  ( Dyaryo Dy Um Hebreu, Em Livro ) …

Excelente dia!

Shalom Lé Kulam Chaverim ve Mispachát !  Paz À Todos Seus Amigos & Familiares!

 

Obrigado pela leitura!

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

 

 

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Combate a Intolerância! Shalom!!!

Cidade de New York Imagem Divulgação!

Maringá, 24 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 4 de Heshvan de 5778 .

 

Ate Quando, Terá Que Se Debater e Se Preocupar com anti-semitismo ( Nazismo ) 

Vergonha!!!

 

Em entrevista ao Jerusalem Post, o ex-diretor de Comunicação da Casa Branca Anthony Scaramucci defendeu uma política de tolerância zero a qualquer manifestação de antissemitismo nos EUA. Scaramucci condenou o recente anúncio de venda on-line por um site americano de uma fantasia de Anne Frank para as festas de Halloween e a manifestação neonazista de Charlottesville, que causou uma morte. É inadmissível a tolerância com pessoas e grupos que exibem suásticas e repetem o gesto de Hitler nos Estados Unidos, disse. Scaramucci disse que se ainda estivesse exercendo a função de diretor de Comunicação da Casa Branca  ele deixou o cargo em julho, 11 dias após ter assumido – teria alertado o presidente Trump contra essas manifestações. É lamentável a realização de tais manifestações e o simples fato de elas ocorrerem é sinal de que algo está errado. É preciso ter uma política de tolerância zero com neonazistas, destacou.

Cidadã Americana Envolta e Bandeira Dos Estados Unidos …

 

Obrigado pela leitura!

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

 

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Cultura! Centenário de Violeta Parra ! Shalom!!!

Violeta Parra ( Foto Arquivo Pessoal )

 

Maringá, 21 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 1 de Heshvan de 5778 .

 

 

O show em homenagem ao centenário de nascimento de Violeta Parra vai ser transmitido ao vivo pela fan page da Unibes Cultural. Neste sábado (21/10), às 20h30, as cantoras Mônica Salmaso e TITA PARRA pagam tributo à cantora chilena. Os ingressos para a apresentação estão esgotados.

 

Bençãos Visuais

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno Nosso Deus, Rei do Universo, que executas atos da Criação.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno Nosso Deus, Rei Do Universo, que Fez o Grande Mar.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, que Te Lembras do Pacto, és Fiel ao Teu Pacto e Manténs a Tua Palavra.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, que nada Fez Faltar no Seu Mundo, e criou Nele Boas Criaturas e Boas Árvores, Para que delas desfrutem os Homens.

Baruch-  Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, Que Partilhaste Tua Sabedoria Com Os Que Te Temem.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, que concedeste da Tua sabedoria ao Ser Humano.

 

 

Fontes: Sidur Transliterado, Assessoria Unibes Cultural.

Obrigado pela leitura!

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom…

 

 

 

 

 

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Shabat Shalom Lé Kulam!

Judia No Inverno De Israel, Levando Produtos para o Sagrado Shabat ! ( Foto )…

 

Maringá, 20 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 30 de Tishrei de 5778 .

 

Devido a problemas de saúde Fiquei ausente das publicações mais intensificadas do Nosso Projeto ” Dyaryo Dy Um Hebreu “.

Mas, Graças ao Eterno Emuná – Fé! A noite ou na Próxima madrugada. Após, o Shabat e sua cerimonia trarei novidades a esta página!

Um abraço e um beijo a todos! Que acompanham e fazem deste projeto Existir!

Bendito Sejas, O Eterno que Nos Concedestes a Noite de Shabat Para Santifica-lô !!!

 

 

Obrigado Pela leitura! 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Estados Unidos, Deixa Unesco em Apoio À Israel!!!!

 

Maringá, 16 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 26 de Tishrei de 5778 .

 

Após, uma seria de atitudes que  o (  Organismo Internacional Uncesco ), vem promovendo sempre contra Israel, e por sinal sem embasamento algum ! Tudo de forma Arquitetada e Tendenciosa. Outros, importantes Governos e Potencias Mundiais estão fazendo o mesmo caminho! Ainda, bem que existem pessoas com bom senso e discernimento no mundo! Que sabem enxergar muito bem o Teatro Mal feito contra Israel, e povos de boa índole!

Projeto ISRAEL HOJE, POR ROBERTO GROBMAN, especial de Israel !!!

” Netanyahu elogia Trump pela decisão de não revalidar o acordo com o Irã “…

O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, elogiou o anúncio do presidente Donald Trump na sexta-feira de não recertificar o cumprimento pelo Irã do Plano Conjunto de Ação Integral de 2015 (JCPOA), mais conhecido como o Acordo Nuclear do Irã.

No domingo, Netanyahu disse à Fox News que Trump tomou um passo “histórico e ousado” para impedir o Irã de obter armas nucleares; parte do que ele chamou de desafio mais amplo apresentado pelo regime de Teerã.

“O Irã é o principal estado terrorista do nosso tempo”, disse Netanyahu.

“Eles enforcam os homossexuais, mandam os jornalistas para prisões, subjuga as mulheres, fomenta o terrorismo em todo o mundo. Para ter um regime como esse, cuja economia é 30 vezes maior que a Coréia do Norte – um regime desonesto como esse, adquiriu m arsenal de armas nucleares em 10 anos, o que o acordo prevê para o Irã fazer, é uma loucura terrível “.

“Então eu elogio o presidente por tomar uma decisão histórica e ousada para evitar este perigo a tempo. Ele poderia ter chutado a lata pela estrada; ele poderia ter dito que “não vai acontecer no meu mandato, então vou deixar isso pra lá”. Mas ele não fez, e ele enfrentou esse perigo. ”

 

 

Obrigado Pela Leitura! 

Agradecimento Especial! Roberto Grobman, Israel !

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Federação Israelita de SP Congratulam Educadores!

 

 

Maringá, 15 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 15 de Tishrei de 5778 .

 

Feliz dia Dos Educadores!

O Que é o Mestre Para Você? Um Apenas, transmissor de Conteúdos? Um homem ou uma mulher brava que te obriga a aprender? Pois, se pensa dessa forma está errado!

Os Então, educadores , Professores São Na minha Humilde Opinião?

Formadores de Cidadãos e formadores de Consciência. Principalmente do seculo XXI!

Em Nome do Jornal O Diario do Norte do Paraná, Projeto Blog e Coluna ” Dyaryo Dy Um Hebreu ” , vem através deste espeço e também a Federação Israelita de São Paulo-SP.

Externar nosso respeito e gratidão por tanta Dedicação! Nossa Reverência Por Esta Nobre Profissão!

Mazal Tov! Parabéns! 

A Federação Israelita SP e seu Vaad Hachinuch (Conselho de Educação) se congratulam com todos os nossos professores pelo seu dia.

Acreditamos fortemente que a educação é a principal ferramenta do desenvolvimento humano e a única saída para as diversas crises que a humanidade enfrenta nos dias de hoje.

Ser professor é dedicar sua vida a ensinar, educar e formar gerações que busquem transformar a sociedade em que vivemos em um mundo melhor.

Mazal Tov aos nossos mestres. Todos os dias devem ser comemorados em honra a vocês.

Chamamos os professores em hebraico de:
מורים – Professores – Morim
מוֹרֶה – Professor – Moré
מורה – Professora – Morá

Obrigado pela Leitura! 

Fonte de Apoio: Federação Israelita de São Paulo! 

Pesquisa , tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

 

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Shavua Tov Lé Kulam! Boa Semana À Todos! Shalom!!!

Judeu Ao Encontro Do Kotel Muro das a Lamentações ( Foto Retirada da Internet )

 

Maringá, 15 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 25 de Tishrei de 5778 .

 

Shavua Tov Lé Kulam Chaverim vê Mispachat – Boa Semanana À Todos Seus Amigos & Familiares…

Mais uma semana, se inicia e nos aguarda!

Esse é o Mundo que temos; este são os humanos que temos!

Portanto, vamos trabalhar e rezar para que tudo se transforme a começar por nós!

Esses São Os Votos de uma Semana De Muitas Conquistas e que o Eterno Deus, sejas , Nossa Bússola!

Bençãos Noturnas! Aconselha-se ! 

Tehilim 121-Salmo 121.

Obs: No Batente de Entrada de cada Judeu Praticante é fixada dentro da Mezuhah o Tehilim 23, Salmo 23.

Para Proteção das Correntes Externas & Energias Negativas Externas!

Por hoje, é isso nos vemos por ai!

Grande Abraço!

Obrigado pela leitura! 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom! 

 

 

 

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Renascer da Arte e Cultura de Israel! Shalom!

PÁTIO DA ACADEMIA BEZALEL, VENDO-SE BORIS SCHATZ, DE PALETÓ ESCURO E CALÇA BRANCA, EM PRIMEIRO PLANO, OLHANDO PARA A MÁQUINA

 

Maringá, 13 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 23 de Tishrei de 5778 .

 

Shabbat Shalom Lé Kulam – Paz No Sábado À Todos!!!

 

Em Bezalel nasce a nova arte israelense

 

 

“Então o Senhor disse a Moshé: ‘ Veja, Eu escolhi Bezalel, o filho de Uri, da tribo de Judá, e Eu o preenchi com o Espírito de D’us, com sabedoria, compreensão, conhecimento e todas as ferramentas humanas… para desenvolver todas  as modalidades de arte” (Êxodo 31: 1-5).


Em 1906, em um edifício alugado na Rua Abissínia, no centro de Jerusalém, a Escola Bezalel de Artes e Ofícios (Bezalel School of Arts and Crafts) iniciava suas atividades, constituindo mais uma das instituições israelenses criadas antes da fundação do Estado Judeu, em 1948. A primeira exclusivamente voltada ao universo artístico, tornou-se realidade graças à visão e determinação de Boris Schatz, escultor e pintor lituano que morreu em 1932 sem conhecer o sucesso que “sua” instituição alcançara. Começando com um pequeno número de professores e alunos – 30, apenas – a Escola Bezalel cresceu e se desenvolveu tornando-se a mais importante academia de arte em Israel, e uma das mais prestigiadas do mundo. Na mesma data, foi também criado o Museu de Arte Bezalel, precursor do Museu de Israel, um dos mais importantes do país.

Uma das principais características da instituição tem sido sua capacidade de se adaptar às mudanças culturais decorrentes dos vários fluxos imigratórios ao longo da história de Israel e, hoje, aos 110 anos, a Escola Bezalel é sinônimo de inovação e excelência acadêmica no país e no exterior. Combinando o conhecimento artístico tradicional com as mais modernas tecnologias em computação, a Bezalel possui um corpo docente composto por artistas talentosos. Responsável pela formação de centenas de artistas israelenses consagrados, a Escola se tornou o epicentro na vanguarda do cenário artístico israelense, sendo instrumento essencial na formação da identidade cultural nacional.

Moeda Israelita de 10 Shekel.

” Obs: Uma Média o Shekel é superior ao dólar americano, uma leve valorização de 5 à 6 % 

Numa Comparação: Quem ganha em torno de: $ 2300 dois mil e trezentos Sheqalins mês = U$ 2500 dois mil e quinhentos dólares americanos.” 

Primeiras influências

Boris Schatz nasceu na cidade de Vorno (atual Lituânia), em 1867. Viveu em Sofia entre 1895 e 1905, onde foi um dos fundadores da Academia de Arte Búlgara, criada com o objetivo de desenvolver um senso de unidade e identidade nacional. Estes objetivos seriam alcançados através da incorporação de imagens e elementos oriundos das tradições folclóricas búlgaras e sua integração com novas tendências artísticas e culturais europeias. O sucesso e a experiência obtidos nessa empreitada contribuíram para fortalecer seu ideal de realizar um projeto semelhante em Jerusalém – um centro para a nova arte da Terra de Israel que poderia atrair artistas e estudantes judeus de todo o mundo.

Manifestações abertamente antissemitas, como o Caso Dreyfus na França, em 1894, e os pogroms de Kishinev, em 1903-1905, aproximaram Schatz do Sionismo. Para ele, o fato mais importante da época foi o surgimento do mesmo como movimento político, com o objetivo central de reconstrução de um Lar Nacional Judaico e a possibilidade de se criar uma nova cultura judaica em Eretz Israel. Decidiu, então, apresentar sua ideia a Theodor Herzl, em 1903. Os debates sobre qual seria a essência da nova cultura em Eretz Israelestavam na agenda das reuniões do Congresso Sionista e Schatz viu seu plano de implantação de uma escola de artes em Jerusalém ser aprovado, no Congresso Sionista de 1905.

Tamanho: 380 x 486. 

Arte Israelita, Pintores Israelenses, Arte Judaico, Expressivo, Patricia, Arte Contemporânea, Arte Moderna, Patricia Govezensky, Art Expressif

Para concretizar seu sonho, Schatz emigrou para Israel em 1906, com um grupo de professores e estudantes, começando a trabalhar em Jerusalém. Assim nascia a Escola de Artes Bezalel, nome escolhido por ele em homenagem a Bezalel Ben Uri, primeiro artesão judeu mencionado na Torá e escolhido por D’us para supervisionar o projeto e a construção do Tabernáculo.

Desde o início, a instituição atraiu jovens judeus de todo o mundo e de todas as regiões da então Palestina. As criações dos primeiros professores e alunos, no início dos anos 1900, são consideradas o ponto de partida para a trajetória das artes visuais israelenses ao longo de todo o século 20.

Os artistas formados pela Escola sempre tiveram liberdade para desenvolver sua imaginação e fundir diferentes estilos em um mesmo trabalho, combinando temas e figuras de períodos e contextos diversos. A combinação de diferentes técnicas, materiais e dimensões com a fusão de estilos antigos e modernos deu origem a uma arte singular e heterogênea.

O contexto da Terra de Israel de então permitiu às primeiras gerações de alunos e professores embarcar, por um lado, em novas aventuras explorando todas as suas possibilidades e influências – local, oriental, exótico e bíblico. E, pelo outro, acompanhar a estética ocidental, seus valores e a demanda dos mercados. Cores ricas, diversidade de formas e materiais, um estilo eclético e um senso de alegria na criação caracterizaram a produção de Bezalel, dando-lhe um charme singular.

Primeiros anos

Para Schatz, a Escola seria o berço da criação de um estilo de arte que conciliaria a arte clássica judaica com as tradições artísticas do Oriente Médio e da Europa. Como vimos acima, a primeira sede da Escola foi um edifício alugado na Rua Abissínia. Mas, já em 1907, se mudava para um complexo de edifícios, cercados por um muro de pedras, comprados pelo Fundo Nacional Judaico (Keren Kaiemet LeIsrael). Nesse campus ele viveu com sua esposa e filhos.

Desde a sua fundação, a Escola estava dividida em três setores: uma escola de arte, um complexo para seminários e um museu. Na época da abertura, a escola e o museu funcionavam em dois edifícios na esquina das ruas Bezalel e Shmuel HaNagid. As aulas e os ateliês eram realizados nos vários departamentos da Escola, divididos de acordo com as técnicas e materiais utilizados. Obras especiais eram desenvolvidas em conjuntos pelos vários departamentos.

Na época, além de escultura e pintura tradicionais, a Escola oferecia ateliês onde foram produzidos objetos decorativos em prata, couro, latão e tecido. Muitos dos artesãos eram membros da comunidade judaica iemenita, que mantinham a tradição de trabalhar metais preciosos como a prata. A ourivesaria era uma profissão tradicional e comum entre os judeus no Iêmen. Esta comunidade e seus hábitos, portanto, eram tema muito comum nos trabalhos artísticos produzidos.

Meir Gur Aryeh, Ze’ev Raban, Shmuel Ben David, Ya’ackov Ben-Dov, Zeev Ben-Zvi, Jacob Eisenberg, Jacob Pins, Jacob Steinhardt e Hermann Struck são alguns dos estudantes que se destacaram no cenário artístico do país. Marousia (Miriam) Nissenholt, que usava o pseudônimo de Chad Gadya, era, em 1912, a única mulher na Bezalel.

Os primeiros anos, de 1906 até 1914, às vésperas da 1a Guerra Mundial, foram marcados pelo sucesso: a cada ano abriam-se novos departamentos e novas tendências artísticas eram introduzidas. O número de estudantes e professores aumentava anualmente e seus trabalhos eram expostos na região e no exterior. Como vimos acima, o tema central das obras produzidas era a vida na Terra de Israel. Utilizando uma ampla gama de materiais – prata, cobre, bronze, marfim, madeira e terracota, entre outros, criaram placas e objetivos decorativos, filigranas, relevos e objetos cerimoniais, combinando a arte oriental e ocidental. Os primeiros trabalhos refletem o empenho em criar obras que representassem a Terra de Israel e seus vínculos com o povo judeu. São essas obras que fizeram parte da exposição “Crafting a Vision: The Bezalel School” (Criando uma Visão: A Escola Bezalel).

Tempos difíceis

A instituição dependia do Conselho de Diretores sediado em Berlim, e isso era um problema, pois eles viviam em conflito constante com Schatz em relação à forma de administrar a Escola e, principalmente, à questão do tipo de arte que devia ser desenvolvido. Em função dessas disputas, em 1915, as verbas de Berlim foram suspensas. Embora a importância da Escola Bezalel fosse reconhecida e, apesar do apoio das associações de amigos em Hamburgo, Praga e Varsóvia, a maior parte da responsabilidade recaía sobre Schatz.

Israel Mão Lettering E Rabiscos Elementos De Fundo Arte vetorial …

Thinkstock416 × 416Pesquisa por imagem

Israel mão lettering e rabiscos elementos de fundo : Arte vetorial

 

Os últimos anos, de 1917 a 1929, quando a então Palestina estava sob Mandato Britânico, foram instáveis. Schatz lutou incansavelmente, procurando desenvolver atividades que impedissem o fechamento da Escola, pedindo apoio e suporte financeiro aos judeus da Diáspora. Sem perder a confiança, deu início a uma série de iniciativas para arrecadar fundos, entre as quais, a realização de novas exposições nos Estados Unidos dos trabalhos dos alunos e professores, e a edição de livros de luxo e álbuns, além de incentivar uma nova tendência na Terra de Israel – a pintura de tijolos de cerâmica, então muito usados para decorar as casas de Tel Aviv.

Apesar das dificuldades, em 1925 foi aprovada pelas autoridades do Mandato a abertura do Museu Nacional Bezalel – precursor do Museu de Israel. Antes da abertura, foi publicado o seguinte anúncio: “O Museu já funciona como ferramenta de aprendizagem para a Escola Bezalel e seus seminários artísticos… Desejamos reunir em um único lugar toda a criação da genialidade do Povo Judeu, local esse onde preservaremos esse acervo…”

Mas a Grande Depressão que atingiu o mundo ocidental, em 1929, e a consequente redução, cada vez maior, de recursos vindos do exterior levaram ao fechamento da Escola. Schatz, no entanto, não desistiu e, mesmo doente, visitou várias cidades norte-americanas em busca de auxílio financeiro. Mas, em março de 1932, ainda nos Estados Unidos e sem ter conseguido seu objetivo, faleceu aos 65 anos em um hospital em Denver, Colorado.

Depois que Hitler subiu ao poder, na Alemanha, o Conselho de Diretores pediu a Josef Budko, que fugira da Alemanha em 1933, para reabrir a Escola e assumir sua direção. A nova Escola de Artes e Ofícios Bezalel reabre em 1935, atraindo professores e estudantes judeus alemães, muitos vindos da Escola Bauhaus, na Alemanha, que fora fechada pelos nazistas. Com o nome de Nova Escola de Artes e Ofícios Bezalel, a instituição passa por várias mudanças, adotando objetivos e métodos que se distanciam das metas iniciais. Budko contratou Jakob Steinhardt e Mordechai Ardon para lecionar e ambos ocuparam a direção após seu afastamento.

Após a fundação do Estado de Israel, em 1948, o tema da formação artística entrou na agenda nacional e a Escola passa a ser vista como um elemento fundamental para a expansão do ensino das artes plásticas, no país. Em 1958, a instituição recebeu o Prêmio Israel para Pintura e Escultura, sendo a primeira vez em que a láurea foi outorgada a uma instituição. Em 1968, a maioria de seus departamentos são transferidos para a área da Universidade Hebraica de Jerusalém, no Monte Scopus e, em 1969, seu nome muda para Academia de Artes e Design Bezalel, quando passa a receber suporte financeiro do governo. Em 1975, foi reconhecida pelo Conselho para Educação Superior de Israel como um instituto de educação de nível superior.

Temas, símbolos e personagens

Os temas inicialmente presentes nas ilustrações e objetos decorativos nos trabalhos da Bezalel eram baseados na visão de Schatz e em sua tentativa de criar um “novo estilo judaico” que combinasse o glorioso passado bíblico com o ideal sionista de retorno à Terra de Israel. Heróis bíblicos, líderes do movimento sionista, como Joseph Trumpeldor, eram retratados ao lado de personagens do dia-a-dia de Jerusalém nas obras dos seus artistas. Inicialmente, os heróis bíblicos eram representados trajando o vestuário dos judeus iemenitas, persas e curdos, ou como os árabes de Jerusalém à época, que serviam de modelo para os pintores da Bezalel. Muitos personagens eram retratados como exemplo do “distante espírito do Oriente”, tão em moda entre os artistas europeus no início do século 20.

As inscrições, no estilo da Art Nouveau ou com arabescos, estão quase sempre presentes nas obras, algumas vezes como parte central da decoração, outras ao lado de outros elementos, ou como legenda de uma ilustração. Era grande o interesse pelo alfabeto hebraico, nos primeiros anos, daí a criação de novas fontes, experimentos com símbolos e a combinação de diferentes tipos de letras hebraicas com o uso de letras duplas para criar novas formas, muitas vezes distantes da palavra original e de seu significado.

A representação dos locais sagrados – Torre de David, Muro das Lamentações, símbolos de Jerusalém, assim como o Túmulo de Raquel e o Monte Sinai, eram imagens também muito presentes na produção artística da Terra de Israel no século 19. Os artistas da Bezalel passam a incluir as paisagens que os cercavam e locais como Tel Hai, Tel Aviv, Yaffo, Tiberíades, a Universidade Hebraica de Jerusalém e cenas dos recém-criados kibutzim e moshavim. Na visão artística de Schatz, os edifícios da própria instituição também serviam de modelo, ocupando um status similar aos locais sagrados.

 

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Utilizando porcelana e argila, a artista israelita abusa da incorporação de bocas e dedos em locais não convencionais, criando peças de decoração bem …

Nos primeiros anos, a produção artística da instituição transforma-se em souvenirs, rapidamente imitados pela indústria de lembranças da Terra Santa. Em pouco tempo, artistas e artesãos judeus, muçulmanos e cristãos em Jerusalém e Bethlehem começam a criar objetos decorativos com os mesmos temas. As matérias-primas usadas incluíam madeira de oliveira, madrepérola, flores secas e também betume, conhecido como “pedra do Mar Morto”. Tais produtos industrializados eram erroneamente confundidos com objetos criados pelos artistas da Bezalel.

A atual Escola Bezalel

Sendo a mais antiga escola de artes do país de nível superior, a Escola Bezalel conta atualmente com mais de dois mil alunos nos vários cursos de graduação, entre outros de Belas Artes, Arquitetura, Comunicação Visual, Política e Teoria das Artes, e Design, em várias modalidades. Atualmente, seu campus está localizado no Monte Scopus, na área da Universidade Hebraica de Jerusalém, com exceção do Departamento de Arquitetura, que ainda funciona no edifício histórico no centro da cidade. Seu ambiente artístico, cursos, exposições e seminários têm contribuído fortemente para o desenvolvimento espiritual e cultural de Israel.

No decorrer dos anos, os artistas da Bezalel empenharam-se em “criar um estilo próprio da arte judaica” para a nova nação, retratando temas bíblicos e sionistas em um estilo influenciado pelo Jugendstil (Art Nouveau na Alemanha e Áustria) e a arte persa e síria tradicionais. O resultado foi o desenvolvimento de um estilo próprio, conhecido como a Escola de Bezalel.

Em junho de 2013 o executivo da Bezalel anunciou o recebimento da doação de US$ 25 milhões da Fundação Jack, Joseph e Morton Mandel, de Cleveland (Ohio), para o início da construção do novo campus da instituição. Com inauguração prevista para este ano de 2017, as novas instalações da academia terão aproximadamente 39 mil m2 e serão executadas pelo escritório de arquitetura japonês SANAA em parceria com a Nir-Kutz Architects, de Israel, vencedores de uma concorrência internacional. Em 2015 foi colocada a pedra fundamental para início da construção.

O novo campus no Complexo Russo1 foi uma escolha conjunta do governo de Israel, Prefeitura de Jerusalém e Academia Bezalel, por suas características multiculturais que integram a instituição ao ambiente singular e vibrante urbano, além de revitalizar a área central da cidade e atrair as gerações mais jovens.

Na abertura do evento que marcou o centenário da instituição, Yigal Zalmano, curador-chefe do Museu de Israel e da exposição comemorativa da data – “Boris Schatz: Pai da Arte Israelense” – afirmou: “Schatz foi um visionário cujo objetivo era criar, em Jerusalém, um centro cultural para o nascimento de uma nova arte hebraica. (…) Fundada em 1906, a Academia Bezalel atraiu estudantes de perto e de longe, dos assentamentos sionistas e da Diáspora judaica, e continua, até os dias de hoje, a promover o legado e as crenças de Schatz… Infelizmente, seu fundador não viu o grande sucesso de sua Bezalel, tampouco viu o Museu de Israel ou os milhares de artistas que a instituição preparou para a vida profissional, nem vivenciou a florescente cultura israelense de nossos dias”.

1Complexo Russo, em hebraico “Migrash ha-Russim”, é um dos bairros mais antigos de Jerusalém, fora da Cidade Velha, do qual fazem parte uma igreja ortodoxa russa, um hospital e antigos abrigos de peregrinos, alguns dos quais são usados como edifícios governamentais de Israel e o Museu dos Prisioneiros dos Movimentos Underground (Haganá, Lehi e Irgun).

 

 

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Fonte de Apoio & agradecimento especial: Revista Morashá de Cultura!

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom! 

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