Mês: outubro 2017



Ética Médica Nazista. Porque Lutamos? Shalom!!!

Experimentos Nazistas Na Segunda Guerra ( Foto ).

Maringá, 31 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 11 de Heshvan de 5778 .

   ” Porque Lutamos ? Fala Impactante do Seriado Irmãos de Guerra . Direção Tom Hanks “

O estudo desses princípios próprios da nova “ética médica” tornou-se obrigatório no currículo das faculdades de medicina alemãs entre os anos de 1934 a 1945. Essa ética médica deu origem a um documento que pregava que os direitos coletivos da sociedade eram mais importantes do que os direitos humanos individuais. O conceito de eugenia1 passou a ser difundido na cultura nazista, em que se prezava o sadio “perfeito” e forte. Havia uma falta de apreço pelo doente e o fraco.

Por exemplo, em 1933, foi promulgado um programa de prevenção de doenças hereditárias, “incentivando” os portadores dessas enfermidades à esterilização involuntária. Em aulas de currículo médico, eram constantes as noções de “higiene racial”, “eliminação de doenças hereditárias da população” e promoção da “raça superior ariana”, em que o coletivo superava o individual em todos os cenários. Fritz Klein, médico da SS, costumava afirmar que assim como um apêndice inflamado necrosado deveria ser retirado do corpo humano para o paciente não ter graves complicações, os judeus, como tal, deveriam ser eliminados da espécie humana.

Rudolf Ramm, médico clínico alemão que escrevia sobre leis médicas, era um dos maiores propagadores da ética médica nazista e do movimento contra a miscigenação racial. Ele criticava o crescimento populacional de “elementos inferiores e patógenos”, incluindo nesse grupo os portadores de doenças hereditárias e os judeus. Preconizava, também, que o nazismo trouxera a “restauração de um elevado nível de ética profissional”. Ele exultava o fato de que “a profissão tivesse sido amplamente depurada de elementos politicamente não confiáveis, estranhos à nossa raça” (a dizer, médicos judeus alemães). Ramm era editor-chefe da revista da Associação Médica Alemã, Deutsches Ärzteblatt, e publicou um livro texto, Ärztliche Rechts- Standeskunde (Legislação Médica e Saúde).

Cena Cinematográfica de Soldados e Enfermeiros Alemães, Durante Pausa – Segunda Guerra. ( Foto ) 

Na ética médica nazista, a força política do partido era o elemento primordial que atropelava os direitos individuais, independentemente do juramento médico. Artigo recente do médico Florian Bruns, do Hospital Charité, da Universitätsmedizin de Berlim, na Alemanha, e Tessa Chelouche, da University of Haifa, em Israel, discutiu justamente essa conduta antiética dos médicos durante o período nazista. Em estudo colaborativo, publicado em Lectures on Inhumanity: Teaching Medical Ethics in German Medical Schools Under Nazism, os autores fizeram uma pesquisa histórica de documentos, por meio da qual foi possível confirmar a presença de aulas obrigatórias sobre ética médica sob a ótica nazista, inclusive na prestigiosa Faculdade de Medicina de Berlim. Essas aulas eram dadas por jovens médicos filiados ao Partido Nazista, ideologicamente confiáveis aos olhos dos dirigentes nazistas.

 

O CLÍNICO KARL BRANDT, NO CENTRO, FOI UM DOS 23 MÉDICOS ALEMÃES JULGADOS EM NUREMBERG, EM 1946, POR CRIMES DE GUERRA E CRIMES CONTRA A HUMANIDADE ( Foto ) 

 

No artigo, Bruns e Chelouche citam um clínico filiado à medicina nazista, que era responsável pelo Grafeneck Castle, centro de tratamento de doentes mentais. Estima-se que mais de 10 mil doentes foram “tratados” por meio da câmara de gás e cremados. Para esse médico, o quinto mandamento, “Não matarás”, seria uma ficção judaica e não um mandamento de D’us.

Após o término da guerra, entre 1946 e 1947, diversos médicos nazistas que praticavam durante a guerra foram julgados em Nuremberg, onde 23 réus foram condenados. Sete deles, à morte. Rudolf Ramm não sobreviveu para ser um dos réus no famoso “Julgamento dos Médicos”, em 1947. Havia sido julgado por um tribunal militar russo, condenado e executado em 1945. Vale a pena frisar que poucos desses médicos mostraram remorso. Eles acreditavam estar moralmente corretos.

Nem todos os médicos da medicina nazista foram condenados. Alguns conseguiram escapar e, entre eles, Hans Reiter, cujo nome é lembrado hoje por dar título a um tipo de artrite – a doença de Reiter. Outro exemplo é a doença de Wegener, primeiro descrita por Friedrich Wegener, que teve seu nome mudado para Poliangeíte Granulomatosa (GPA) para não homenagear alguém com tão estreita colaboração com o nazismo. Esse médico chegou a ser homenageado pelo Colégio Americano de Tórax. Por seu passado nazista, há pedidos de que as doenças mudem de nome, para que suas histórias como nazistas se tornem mais relevantes do que quaisquer descobertas médicas que venham a ter desenvolvido.

No ano seguinte ao término do Tribunal internacional Militar de Nuremberg, os britânicos iniciaram uma onda para que se procurasse determinar e definir a regulamentação de crimes de guerra de natureza médica, expandida a seguir pelos americanos. Os franceses procuraram estabelecer um segundo tribunal internacional de crimes médicos de guerra, mas novamente começou-se a observar uma influência do poder político dos comunistas franceses da época em cenários de ética médica – o que levou os americanos a assumir a direção das normativas e ao estabelecimento da cultura do termo de informed consent, ou “consentimento informado”.1

Paul Weindling, um renomado especialista na história da medicina nazista, retrata com detalhes diferentes aspectos deste sensível tópico em um dos seus livros, “An informal Trilogy on German Medical Atrocities”. Seus dois livros anteriores foram “Health, Race and German Politics between National Unification and Nazism, 1870-1945”, publicado em 1989, e “Epidemics and Genocide in Eastern Europe”, publicado em 2000.

O que ocorreu na Alemanha nazista deve servir de advertência. A ética não é nem deveria ser um elemento frágil de prática médica, muito menos sujeita a influências políticas e sociais. Foi o que ocorreu na medicina nazista, em que os direitos individuais foram manipulados por meio da “flexibilização”, ou da total aniquilação da ética médica. Com o crescente número de novas escolas médicas no Brasil, atenção deve ser dada para que o lado humano da prática médica faça parte dos novos currículos, principalmente levando em consideração a explosão tecnológica, de forma que os avanços da ciência médica não fragilizem os princípios rígidos da ética.

No hospital Charité de Berlim foi criado o projeto “Responsabilidade na Ciência” (GeDenkOrt Wissenschaft in Verantwortung), sob a direção do professor Florian Brums. O intuito é justamente chamar atenção para esse tema, a fim de conscientizar médicos e estudantes para a necessidade de vigilância constante da violação dos princípios éticos e direitos individuais do ser humano por forças políticas.

 

 

Obrigado pela leitura! 

Fonte de Apoio e Agradecimento Especial: Revista Morashá de Cultura – acesse – www.morasha.com.br

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Israel, Aliah e Como Vivem Os Judeus Brasileiros!

Museu do Holocausto de Jerusalém, Ilustríssimo Senhor Yosef Hilel ( Foto Arquivo Pessoal )

 

Maringá, 29 de Janeiro de 2017 . 

         Jerusalém, 9 de Heshvan de 5778 .

Aliah Israel!!!

A Alguns Meses O Senhor Yosef Hilel, judeu brasileiro após, anos de preparação e ter conhecido boa parte do planeta com suas atividades profissionais em especial o ( Coaching ), distribuindo sua simpatia e conhecimento por onde passa.

*Curiosidades….  Israel, segundo pesquisas está em os povos mais alegres e vibrantes do Mundo!!!

Yosef Hilel, só imprimi voa impressão de Israel, de todos lugares e vilarejos e lugares tradicionalmente conhecidos de Forma Milenar!  Que na maioria das escolas ocidentais aprendemos na Escola Ou No Ensino Superior .

Yosef, relata que é um pais muito organizado acolhedor e com economia de primeiro mundo.

A Línguas Faladas São: Hebraico, Árabe e Inglês – idioma coringa em boa parte do planeta.

Ao Chegar no pais, tem trinamento e aperfeiçoamento do Hebraico, Fala-Escreve-Lê.

Além, de um código muito interessante quando é um Turista ou Novo Cidadão Israelense, no pais. Nosso amigo e familiar assim, que nos judeus, nos dirigimos uma família grande e milenar! Divide seus tempo em estudos da lingua local, trabalho, práticas religiosas e Os Mandamentos as Mitzvots !!!

E, ainda, tem aproveitado a fazer sempre que possível passeios pelo pais como balneários, praias, mercados de antiguidades, Mercados de Frutas Tipicas e Legumes. Nosso ilustríssimo foi a Israel, só aparentemente sem Mulher & Filhos. Mas, em compensação encontrou mais de 8 Milhões de Pessoas, conforme a população atual do pais.

Muito comum, o contato desde a pessoas mais simples, artistas de rua, profissionais de comunicação até ministros 7 lideranças do primeiro escalão da politica!

Nos daqui do Brasil, desejamos toda sorte e felicidade a a nosso amigo ! E, quando formos ao Oriente Médio ou primordialmente em Israel, esperamos encontra-lo e se hospedar em sua casa ou de outros amigos mais próximos! Mazal Tov ! O$hêr vê O$hêr – Riqueza & Felicidade!

Shalom Yosef Hilel ! Shalom Eretyz Israel ! B”H!

Yosef Hilel, e sua alegria distribuída nas imagens e nas redes sociais. Relevante, lembrar que nosso entrevistado tem um ( Canal no Youtube ), trazendo grande assuntos e atualidade e quotidiano do nosso Querida & Eterna Israel!

Que o Eterno Lhe Guie Sempre! Baruch Hashem !

Obrigado pela leitura! 

Pesauisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman , Shalom!!!

Shavua Tov Lé Kulam – Boa Semana A Todos!!! 

 

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Dyaryo Dy Um Hebreu, Na Flim! Festa Literária ! Shalom!!!

 

Maringá, 26 De Outubro de 2017 .

Jerusalém, 6 De Heshvan de 5778 .

 

 

 

” O Conhecimento, Traz Luz, Dignidade, Poder e Direção aos Homens! Onde Encontrar ? Nos Livros !”

(Anônimo )…..

 

 

Com Grande Alegria que anuncio o a Abertura da FLIM , Festa Literária Internacional de Maringá.

É, hoje na Praça Renato Celidônio , Centro que que haverá a abertura do Maior Evento de Literatura de Nossa Cidade, Região Porque Não Do Estado. Com entrada” Franca”, todos os dias para o público .

Nesta ocasião acontecerá também simultaneamente, a Literatura , ” Artes Integradas “, vários tipos de segmentos da cultura na Atmosfera do Evento.

O Projeto Dyaryo Dy Um Hebreu, Que esta hospedado e faz Parte da Globosfera do Conceituado Jornal ” O Diário Do Norte Do Parana, fará sua participação de apoio à Cultura e destacar as Obras Judaicas que assim estiver em lançamento ou em evidência !

O Meu muito obrigado a todos que participam deste projeto cultural! Pois, num breve Futuro Este Projeto também estará eternizado ! Em Obra!  ( Dyaryo Dy Um Hebreu, Em Livro ) …

Excelente dia!

Shalom Lé Kulam Chaverim ve Mispachát !  Paz À Todos Seus Amigos & Familiares!

 

Obrigado pela leitura!

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

 

 

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Krav Maga, Autodefesa de Israel! Shalom!!!

 

Maringá, 25 de Outubro de 2017 . 

Jerusalém, 5 de Heshvan de 5778 .

 

 

Eis, Que O Guardião de Israel, Não Descuida E Não Dorme! Tehilim 121 , Salmo 121. 

 

 

Krav Maga: o sistema de autodefesa de Israel

 

 

Krav Maga é um sistema de autodefesa, adotado pelas Forças de Defesa de Israel. Não é uma arte marcial, não possui as tradições milenares das artes marciais orientais e tampouco surgiu no Oriente. Foi criado na Europa Oriental, em 1930, por um judeu, Imi Lichtenfeld, para defender os judeus de ataques fascistas e nazistas.


O Krav Maga é uma arte de defesa pessoal, um sistema de combate corpo a corpo,com rápidos contra-ataques e técnicas ofensivas que visam impedir que o agressor atinja seu alvo. Atualmente, os repetidos ataques terroristas a indivíduos, muitos realizados com facas, tornaram muito recomendado o seu aprendizado em Israel e na Europa. Na França, por exemplo, desde que a onda de ataques antissemitas e terroristas tomou conta do país, houve um grande aumento no interesse pelo Krav Maga, que, aliás, está sendo ensinado aos alunos de escolas judaicas.

É bem verdade que seu domínio exige muito treinamento tanto em termos das técnicas como do condicionamento físico, mas as técnicas básicas do Krav Maga podem ser aprendidas e aplicadas por qualquer pessoa em um curto espaço de tempo. Diferentemente das demais artes marciais, não leva anos para ser dominado. Desde o início, o intuito de Imi Lichtenfeld era criar um sistema de autodefesa que pudesse ser posto em prática o mais rapidamente possível. O Krav Maga dá as ferramentas para que homens, mulheres e até crianças, independentemente da idade, possam se defender. E, apesar de existir há menos de 100 anos, é, atualmente, o sistema de luta escolhido por várias unidades das elites militares e das forças de segurança norte-americanas e europeias. É também adotado no Brasil para o treinamento de forças militares e policiais.

O criador: Imi Lichtenfeld

Filho de Channa e Samuel Lichtenfeld, Imrich Sde-Or ou “Imi”, como era conhecido, nasceu em 26 de maio de 1910, em Budapeste, na época um dos centros do Império Austro-húngaro; mas cresceu na capital da Eslováquia, Bratislava.

Seu pai, um grande atleta, teve suma influência em sua vida. Aos 13 anos, Samuel começou a trabalhar num circo como acrobata e, durante duas décadas, treinou inúmeros esportes, inclusive luta-livre e levantamento de pesos. Após deixar o circo, ele se mudou para Bratislava. Lá fundou a primeira academia moderna de atividade física da cidade, onde se dedicava à luta livre, boxe e musculação.

Em Bratislava, Samuel trabalhava na força policial; tornou-se detetive e ocupou o posto de Inspetor Chefe. Conquistou a reputação como o policial que fez a prisão e levou a julgamento o maior número de criminosos violentos. Como Inspetor Chefe, periodicamente treinava seus homens nas técnicas de defesa pessoal. O filho, Imi, estava sempre ao seu lado. Exímio lutador de luta-livre quando jovem, Samuel estimulou o filho a participar de uma variedade de atividades atléticas.

Imi logo se tornou um excelente ginasta, boxeador e lutador, entrando para o Time Nacional de Luta Livre da Eslováquia. Competia em campeonatos nacionais e internacionais, ganhando vários troféus. No período de 1929 a 1939, foi um dos melhores lutadores da Europa.

No final da década de 1930, enquanto o fascismo e o antissemitismo varriam todo o continente europeu, a vida dos judeus de Bratislava tornava-se cada dia mais difícil. Os ataques violentos contra indivíduos e contra as comunidades passaram a ser lugar-comum nas ruas de muitas das cidades da Europa Oriental. Os judeus buscavam meios de se defender, de continuar vivos.

Vendo que algo tinha que ser feito para proteger sua comunidade, Imi organizou um grupo de jovens judeus para patrulhar o Bairro Judeu e defender seus habitantes contra os ataques. Da noite para o dia, ele se tornou o líder incontestado de cerca de 100 rapazes da comunidade. Juntos, eles defendiam os judeus de Bratislava contra as gangues antissemitas e as milícias fascistas.

Enquanto lutavam nas ruas, Imi rapidamente entendeu que as lutas competitivas esportivas eram totalmente diferentes das de rua. Além de serem extremamente violentas, nas ruas não havia regras e nem árbitros. Ele começa, então, a desenvolver um sistema de técnicas de autodefesa para situações de perigo, passando a ensiná-las aos jovens encarregados da defesa do Bairro Judeu. Seu princípio fundamental era usar os movimentos e reações naturais do corpo aliados a um contra-ataque imediato e decisivo. Assim começou o Krav Maga. Entre 1936 e 1940, Imi participou de inúmeros conflitos e lutas de rua. Ele e seus companheiros tiveram que conter grupos antissemitas armados, que chegavam a centenas de pessoas, em sua tentativa de invadir o Bairro Judeu.

Em 1939 o Estado eslovaco tornou-se um Estado fantoche da Alemanha nazista e Imi e os judeus de Bratislava se viram cada vez mais ameaçados pelas milícias fascistas. Ele passou a ser vigiado, era considerado um “sério problema” pelas autoridades eslovacas e grupos antissemitas. Em 18 de maio 1940, Imi deixa a Europa, embarcando naquele que seria o último navio de judeus a conseguir escapar dos nazistas. Sua família não o acompanhou, e não sobreviveu a Shoá.

Uri Refaeli UK London – Londres , Inglaterra ( Foto Arquivo Pessoal ) 

A embarcação se dirigia à Terra de Israel. Era um barco usado para navegação fluvial, de nome Pentcho, modificado para transportar refugiados judeus da Europa Central. A embarcação, adequada para transportar 150 pessoas, acabou levando, abarrotados, 500 jovens. Durante a travessia, uma caldeira do Pentcho explode e o barco naufraga na ilha grega Kamilonissi. Imi saltou várias vezes n’água para salvar passageiros e recuperar as escassas sacas com alimentos que haviam caído no mar. Isso lhe acarretou uma forte infecção no ouvido que quase lhe custa a vida.

Ele e outros quatro amigos conseguiram um bote a remo e saíram em direção à ilha de Creta em busca de ajuda. Em virtude dos fortes ventos, os cinco nunca chegaram à ilha. No quinto dia, um navio de guerra inglês os encontrou vagando pelo mar, e os levou para Alexandria. Após relatarem sobre o naufrágio do Pentcho, as autoridades italianas foram alertadas e um navio foi enviado para a ilha Kamilonissi para resgatar os refugiados, que depois foram levados para Rhodes. A maior parte dos sobreviventes do Pentchochegou à então Palestina em 1944.

Segundo um dos amigos, ao chegar a Alexandria o estado do Imi era gravíssimo e eles temiam que o amigo não escapasse. No entanto, resistiu e, já restabelecido, se alistou na Legião Checa, à época sob o comando do exército britânico. Durante ano e meio, ele ocupou vários postos militares no Oriente Médio sempre servindo com distinção.

Em 1942, Imi recebeu um visto de entrada na então Palestina sob Mandato Britânico. À época, muitos de seus amigos que já estavam em Eretz Israel serviam na Haganá (defesa, em hebraico), fundada em 1919 para defender os assentamentos judeus contra os árabes.

Imi é muito bem recebido nas fileiras da Haganá, cujos líderes perceberam suas aptidões em combate e sua habilidade em transmitir as técnicas. Ele ficou encarregado do treinamento das forças de elite militar no combate desarmado. Treinou forças daHaganá, Palmach (a força de ataque de elite), Palyam (os comandos navais), e grupos policiais. Imi passa a treiná-los intensamente em suas áreas de especialização: preparação física e nas técnicas de combate que estava desenvolvendo, baseado em sua experiência em combate real.

Com a fundação do Estado de Israel, em 1948, todas as diversas forças judaicas combatentes se unem, dando origem às Forças de Defesa de Israel (FDI). O novo estilo de combate criado por Imi é adotado como o estilo oficial das FDI e da Força Policial de Israel. É nomeado Instrutor Chefe de Preparação Física na Escola de Preparação para Combates das FDI. Ele era o principal instrutor de combates corpo a corpo. Nesse período, aperfeiçoou ainda mais suas técnicas de autodefesa; ele queria que fossem rápidas, eficazes e aplicáveis a cenários modernos. Acima de tudo, tinham que ser simples, lógicas e fáceis de aprender; um método que pudesse transmitir ao soldado israelense, em poucas semanas, noções reais de autodefesa, com as mãos nuas, contra todo tipo de ataques. Após a Operação Sinai de 1956, o nome “Krav Maga” passou a ser utilizado para o novo estilo de combate, já tendo um formato pronto para treinamento e ensino.

Imi serviu nas FDI até 1964. Nesse período ele foi o responsável pelo treinamento dos melhores combatentes das principais unidades de elite das FDI. Após se aposentar, abriu dois centros de treinamento nas cidades de Tel-Aviv e Netanya. Pela primeira vez o Krav Maga seria ensinado a civis. O ensino a civis difere do utilizado por militares ou agentes de segurança. Em seu uso civil, o Krav Maga ensina como se proteger em situações em que a vítima está desarmada e tem que contar apenas consigo mesma. É um cenário muito diferente do militar. Nos anos seguintes, Imi se dedicou a adaptar as técnicas, modificando-as de acordo com as necessidades da vida civil.

Em 1974, ele fundou a Associação Krav Maga, uma organização para o ensino do sistema de autodefesa. Alguns de seus primeiros alunos levaram-na aos Estados Unidos e o mestre Kobi Lichtenstein a trouxe ao Brasil.

Imi Lichtenfeld faleceu em 1998, aos 87 anos. Até os últimos anos de sua vida, continuou a atuar tanto no mundo militar, como conselheiro, quanto no civil supervisionando aulas e treinando equipes de segurança de outras nacionalidades. Em uma carta oficial pelo “Galardão de Mérito”, Itzhak Rabin, então Chefe das Forças de Defesa de Israel, escreveu que desde os tempos da Haganá e do Palmach, incluindo todos os anos no Tzahal (FDI), a capacidade de luta e o potencial pessoal de Imi tinham sido os pilares de qualidade do combatente israelense, e, ninguém mais responsável por esse desempenho de excelência do que Imi Lichtenfeld.

Ainda em vida, recebeu o “Azul e branco”, um título de honra para aqueles que muito se dedicaram a seu país.

Fundamentos

Como vimos acima, o Krav Maga pretende ser a forma mais eficaz de autodefesa. Em entrevista a Morashá, o faixa preta e professor de Krav Maga, Uri Aronson, perito e consultor em segurança pessoal, empresarial e comunitária, e um dos primeiros alunos do mestre Kobi no Brasil, explicou os fundamentos do combate. “O Krav Maga ensina a enfrentar o perigo com uma estratégia em mente, sem desgaste físico desnecessário, reservando a energia física para aplicá-la no momento oportuno. A defesa e o contra-ataque devem ser rápidos e eficazes. O aluno de Krav Maga treina para ter a mente clara e tranquila para tomar decisões com prontidão, mesmo em uma situação de emergência. Por exemplo, se estiver sendo imobilizado e a primeira técnica para se libertar não funcionar, em vez de se desesperar tentando novamente, deve passar a aplicar outra técnica”.

 

 

Como mencionamos acima, as técnicas do Krav Maga se baseiam em princípios simples e movimentos instintivos, naturais ao corpo humano. O treinamento inclui, de um lado, o aprendizado de incontáveis técnicas que visam impedir que o agressor atinja o alvo, do outro lado movimentos explosivos de contra-ataque. Diferentemente de outras artes marciais que tratam os movimentos defensivos e ofensivos como ações separadas, no Krav Magá estes são simultâneos. A técnica dá ênfase ao movimento contínuo: bloqueia-se ao mesmo tempo em que se contra-ataca rapidamente, visando pontos sensíveis do agressor. Independentemente de quão grande e forte o oponente, algumas áreas do corpo humano são sempre vulneráveis.

Noções de física, fisiologia e matemática são utilizadas para definir as técnicas que devem ser aplicadas. Em cada tipo de ataque, a técnica usada deve levar em conta a transferência de peso e a rapidez e força de explosão do contra-ataque, visando a potencialização da ação independentemente da força física.

Como os confrontos são geralmente inesperados e perigosos, os alunos são treinados a procurar dar um fim às situações de perigo, com a maior rapidez possível. Quem treina Krav Maga parte da premissa de que seus atacantes serão maiores e mais fortes do que ele, e, possivelmente, que enfrentará múltiplos agressores. Uri Aronson, que treinou centenas de alunos de Krav Maga, executivos e equipes da área de segurança de multinacionais, costuma enfatizar que “a essência do Krav Maga é que se um de vocês se encontrar em uma situação de perigo, saiba o que fazer para voltar para casa com vida. Procuro transmitir a meus alunos que o Krav Maga não se restringe ao que é ensinado durante as aulas. Trata-se de um estilo de vida. O mundo moderno exige que se tomem decisões rapidamente, ainda mais se a pessoa for um líder ou um executivo, mantendo-se focado mesmo em situações turbulentas e agindo sob pressão com clareza mental. O Krav Maga proporciona tudo isso e muito mais.”

Equipe de Krav Maga Peru -America do Sul ( Foto Arquivo Pessoal ) 

O treinamento que Uri passa a seus alunos inclui a “inteligência” por trás das técnicas. “É necessário visualizar e analisar uma situação rapidamente e apreender como reagir a qualquer tipo de ameaça, sem hesitação. É essencial agir de forma segura e neutralizar o agressor rapidamente, fazendo o que for preciso”.

Os treinos simulam situações reais. Como Imi descobriu nas ruas da Europa, lutar para obter pontos numa luta esportiva e lutar por sua vida em um confronto de rua exige uma atitude mental e técnicas totalmente diferentes. No Krav Maga o fato de não haver “regras” em uma luta é muito enfatizado. Não há katas – padrões detalhados de coreografia de movimentos – como no caratê e demais artes marciais. Não dá para se preocupar com a “etiqueta” da luta quando sua vida está em risco. Quem aprende e interioriza os princípios do Krav Maga consegue enfrentar qualquer tipo de agressão, e a eficiência das técnicas em combate real mostra que eles são atemporais, funcionam em qualquer realidade.

E, como não há regras nem restrições, o Krav Maga não realiza competições. Algumas organizações adotam faixas coloridas – populares nas artes marciais – como um sistema didático que divide o aprendizado das técnicas por faixa. Quanto maior for a graduação, mais avançadas serão as técnicas ensinadas.

Antes de 1980, todos os especialistas na técnica viviam em Israel e treinavam seguindo a Associação Israelense de Krav Maga. Na década de 1980, Lichtenfeld começou a treinar seus alunos mais próximos para levá-la à arena internacional. Hoje, o Krav Maga é disseminado pelo mundo todo.

Krav Maga no Brasil

Kobi Lichtenstein, um dos primeiros alunos civis de Imi Lichtenfeld, começou a treinar ainda menino. Lichtenfeld o indicou para disseminar o sistema na América do Sul. Em 1990, o aluno, hoje conhecido como Grão-mestre Kobi, o trouxe para o Brasil. O atual crescimento do Krav Maga no País se deve muito ao fato de a população viver refém da violência. Esta técnica oferece as ferramentas para a pessoa não viver com tanto medo e poder, eventualmente, se defender.

O Grão-mestre é 8º dan e presidente da Federação Sul-Americana de Krav Maga. Um de seus objetivos é preservá-lo da forma que lhe foi ensinado por seu mestre, em Israel. Com sede do Rio de Janeiro, mestre Kobi ensina Krav Maga e qualifica instrutores que ensinam no Brasil e na América Latina. Assim como Imi, ele prepara a próxima geração. “Não formo instrutores, mas educadores” declara mestre Kobi. “O processo de formação exige anos de treinamento, aulas de anatomia, fisiologia, primeiros socorros, filosofia e a história do Estado de Israel. De dois em dois anos, levamos delegações para Israel, para conhecer o berço do Krav Maga, para desmistificar as inverdades que a mídia mostra, e conhecer como os israelenses convivem com as diferenças. Os grupos saem do Brasil achando que vão a um país violento e voltam entendendo que violento é o país em que vivemos”.

Com quatro livros lançados em português, várias medalhas conferidas pelas autoridades brasileiras – Pedro Ernesto, Tiradentes, Mérito Legislativo e outras, o Krav Maga no Brasil tornou-se referência de defesa pessoal. O Krav Maga Brasil é ativo também no treinamento de corporações militares e policiais, como por exemplo, as unidades contra o terror que atuaram nas últimas Olimpíadas.

“Além da própria técnica”, declara Mestre Kobi, “as aulas de Krav Maga mostram uma outra forma de ver a vida, em que não importa o tamanho da ameaça, sempre é possível se defender, sobreviver à ameaça, assim como o Povo Judeu sobreviveu, assim como Israel sobrevive e ainda cresce, com qualidade de vida e respeito ao próximo”.

 

 

 

Obrigado pela leitura!

Fonte de Apoio e Agradecimento Especial:  Revista Morasha de Cultura acesse: www.morasha.com.br

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

 

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Combate a Intolerância! Shalom!!!

Cidade de New York Imagem Divulgação!

Maringá, 24 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 4 de Heshvan de 5778 .

 

Ate Quando, Terá Que Se Debater e Se Preocupar com anti-semitismo ( Nazismo ) 

Vergonha!!!

 

Em entrevista ao Jerusalem Post, o ex-diretor de Comunicação da Casa Branca Anthony Scaramucci defendeu uma política de tolerância zero a qualquer manifestação de antissemitismo nos EUA. Scaramucci condenou o recente anúncio de venda on-line por um site americano de uma fantasia de Anne Frank para as festas de Halloween e a manifestação neonazista de Charlottesville, que causou uma morte. É inadmissível a tolerância com pessoas e grupos que exibem suásticas e repetem o gesto de Hitler nos Estados Unidos, disse. Scaramucci disse que se ainda estivesse exercendo a função de diretor de Comunicação da Casa Branca  ele deixou o cargo em julho, 11 dias após ter assumido – teria alertado o presidente Trump contra essas manifestações. É lamentável a realização de tais manifestações e o simples fato de elas ocorrerem é sinal de que algo está errado. É preciso ter uma política de tolerância zero com neonazistas, destacou.

Cidadã Americana Envolta e Bandeira Dos Estados Unidos …

 

Obrigado pela leitura!

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

 

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Cultura! Centenário de Violeta Parra ! Shalom!!!

Violeta Parra ( Foto Arquivo Pessoal )

 

Maringá, 21 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 1 de Heshvan de 5778 .

 

 

O show em homenagem ao centenário de nascimento de Violeta Parra vai ser transmitido ao vivo pela fan page da Unibes Cultural. Neste sábado (21/10), às 20h30, as cantoras Mônica Salmaso e TITA PARRA pagam tributo à cantora chilena. Os ingressos para a apresentação estão esgotados.

 

Bençãos Visuais

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno Nosso Deus, Rei do Universo, que executas atos da Criação.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno Nosso Deus, Rei Do Universo, que Fez o Grande Mar.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, que Te Lembras do Pacto, és Fiel ao Teu Pacto e Manténs a Tua Palavra.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, que nada Fez Faltar no Seu Mundo, e criou Nele Boas Criaturas e Boas Árvores, Para que delas desfrutem os Homens.

Baruch-  Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, Que Partilhaste Tua Sabedoria Com Os Que Te Temem.

Baruch- Bendito Sejas Tu, Eterno, Nosso Deus, Rei Do Universo, que concedeste da Tua sabedoria ao Ser Humano.

 

 

Fontes: Sidur Transliterado, Assessoria Unibes Cultural.

Obrigado pela leitura!

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom…

 

 

 

 

 

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Shabat Shalom Lé Kulam!

Judia No Inverno De Israel, Levando Produtos para o Sagrado Shabat ! ( Foto )…

 

Maringá, 20 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 30 de Tishrei de 5778 .

 

Devido a problemas de saúde Fiquei ausente das publicações mais intensificadas do Nosso Projeto ” Dyaryo Dy Um Hebreu “.

Mas, Graças ao Eterno Emuná – Fé! A noite ou na Próxima madrugada. Após, o Shabat e sua cerimonia trarei novidades a esta página!

Um abraço e um beijo a todos! Que acompanham e fazem deste projeto Existir!

Bendito Sejas, O Eterno que Nos Concedestes a Noite de Shabat Para Santifica-lô !!!

 

 

Obrigado Pela leitura! 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Estados Unidos, Deixa Unesco em Apoio À Israel!!!!

 

Maringá, 16 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 26 de Tishrei de 5778 .

 

Após, uma seria de atitudes que  o (  Organismo Internacional Uncesco ), vem promovendo sempre contra Israel, e por sinal sem embasamento algum ! Tudo de forma Arquitetada e Tendenciosa. Outros, importantes Governos e Potencias Mundiais estão fazendo o mesmo caminho! Ainda, bem que existem pessoas com bom senso e discernimento no mundo! Que sabem enxergar muito bem o Teatro Mal feito contra Israel, e povos de boa índole!

Projeto ISRAEL HOJE, POR ROBERTO GROBMAN, especial de Israel !!!

” Netanyahu elogia Trump pela decisão de não revalidar o acordo com o Irã “…

O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, elogiou o anúncio do presidente Donald Trump na sexta-feira de não recertificar o cumprimento pelo Irã do Plano Conjunto de Ação Integral de 2015 (JCPOA), mais conhecido como o Acordo Nuclear do Irã.

No domingo, Netanyahu disse à Fox News que Trump tomou um passo “histórico e ousado” para impedir o Irã de obter armas nucleares; parte do que ele chamou de desafio mais amplo apresentado pelo regime de Teerã.

“O Irã é o principal estado terrorista do nosso tempo”, disse Netanyahu.

“Eles enforcam os homossexuais, mandam os jornalistas para prisões, subjuga as mulheres, fomenta o terrorismo em todo o mundo. Para ter um regime como esse, cuja economia é 30 vezes maior que a Coréia do Norte – um regime desonesto como esse, adquiriu m arsenal de armas nucleares em 10 anos, o que o acordo prevê para o Irã fazer, é uma loucura terrível “.

“Então eu elogio o presidente por tomar uma decisão histórica e ousada para evitar este perigo a tempo. Ele poderia ter chutado a lata pela estrada; ele poderia ter dito que “não vai acontecer no meu mandato, então vou deixar isso pra lá”. Mas ele não fez, e ele enfrentou esse perigo. ”

 

 

Obrigado Pela Leitura! 

Agradecimento Especial! Roberto Grobman, Israel !

Pesquisa, tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

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Federação Israelita de SP Congratulam Educadores!

 

 

Maringá, 15 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 15 de Tishrei de 5778 .

 

Feliz dia Dos Educadores!

O Que é o Mestre Para Você? Um Apenas, transmissor de Conteúdos? Um homem ou uma mulher brava que te obriga a aprender? Pois, se pensa dessa forma está errado!

Os Então, educadores , Professores São Na minha Humilde Opinião?

Formadores de Cidadãos e formadores de Consciência. Principalmente do seculo XXI!

Em Nome do Jornal O Diario do Norte do Paraná, Projeto Blog e Coluna ” Dyaryo Dy Um Hebreu ” , vem através deste espeço e também a Federação Israelita de São Paulo-SP.

Externar nosso respeito e gratidão por tanta Dedicação! Nossa Reverência Por Esta Nobre Profissão!

Mazal Tov! Parabéns! 

A Federação Israelita SP e seu Vaad Hachinuch (Conselho de Educação) se congratulam com todos os nossos professores pelo seu dia.

Acreditamos fortemente que a educação é a principal ferramenta do desenvolvimento humano e a única saída para as diversas crises que a humanidade enfrenta nos dias de hoje.

Ser professor é dedicar sua vida a ensinar, educar e formar gerações que busquem transformar a sociedade em que vivemos em um mundo melhor.

Mazal Tov aos nossos mestres. Todos os dias devem ser comemorados em honra a vocês.

Chamamos os professores em hebraico de:
מורים – Professores – Morim
מוֹרֶה – Professor – Moré
מורה – Professora – Morá

Obrigado pela Leitura! 

Fonte de Apoio: Federação Israelita de São Paulo! 

Pesquisa , tradução e edição: Vital Ben Waisermman, Shalom!!!

 

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Shavua Tov Lé Kulam! Boa Semana À Todos! Shalom!!!

Judeu Ao Encontro Do Kotel Muro das a Lamentações ( Foto Retirada da Internet )

 

Maringá, 15 de Outubro de 2017 .

Jerusalém, 25 de Tishrei de 5778 .

 

Shavua Tov Lé Kulam Chaverim vê Mispachat – Boa Semanana À Todos Seus Amigos & Familiares…

Mais uma semana, se inicia e nos aguarda!

Esse é o Mundo que temos; este são os humanos que temos!

Portanto, vamos trabalhar e rezar para que tudo se transforme a começar por nós!

Esses São Os Votos de uma Semana De Muitas Conquistas e que o Eterno Deus, sejas , Nossa Bússola!

Bençãos Noturnas! Aconselha-se ! 

Tehilim 121-Salmo 121.

Obs: No Batente de Entrada de cada Judeu Praticante é fixada dentro da Mezuhah o Tehilim 23, Salmo 23.

Para Proteção das Correntes Externas & Energias Negativas Externas!

Por hoje, é isso nos vemos por ai!

Grande Abraço!

Obrigado pela leitura! 

Pesquisa, tradução & edição: Vital Ben Waisermman, Shalom! 

 

 

 

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