Cadeia para menores

A Câmara dos Deputados aprovou a diminuição da maioridade penal, de 18 para 16 anos, numa votação que terminou na madrugada hoje.

A lei só vale para crimes hediondos.

Agora falta uma votação ainda pelos deputados e duas dos senadores. Daí vai para a presidente, caso o projeto seja aprovado, sancionar a lei. E Dilma vai vetar. Depois, o Congresso, se quiser, tem que derrubar o veto para que a lei seja válida.

*Em resumo, isso ainda vai longe…

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Holofotes

O jornalista Celso Nascimento, na sua coluna, registra que a Associação dos Delegados de Polícia do Paraná tomou pública sua posição sobre a atuação do Ministério Público por meio do Gaeco.

Os delegados condenam promotores que “têm extrapolado ao agir de forma autoritária e seletiva buscando mais o sensacionalismo e os holofotes da mídia do que resultados que possam conduzir à responsabilização de autores dos delitos”, diz trecho da nota divulgada ontem.

A Adepol cita casos ocorridos no Paraná, como o “vazamento irresponsável de calúnias contra Fernanda Richa procurando vinculá-la em malfeitos”. E acrescenta: “Nem mesmo o direito à defesa dos investigados tem sido admitido e respeitado, como se viu na tentativa de intimidação por parte do Gaeco ao advogado Sergio Botto de Lacerda pelo simples fato de, como profissional do direito, ter impetrado habeas corpus em favor de um suspeito”.

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Pedido de impeachment

O deputado federal e presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força, vai insistir, na reunião desta terça-feira, a partir das 11 horas, no gabinete do senador Aécio Neves, que os partidos de oposição entrem com o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Segundo o deputado, além da confirmação de que ela cometeu as tais “pedaladas fiscais”, utilizando recursos dos bancos estatais para pagar suas despesas, as novas denúncias de que sua campanha recebeu dinheiro pelo caixa 2 lhe tiram qualquer legitimidade para governar.

As novas denúncias vieram à tona no último final de semana, quando a revista Veja revelou o conteúdo da delação premiada de um dos empreiteiros presos na Operação Lava Jato.

“Ela e seu partido, o PT, precisam responder na Justiça a todas essas denúncias”, afirma Paulinho.

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R$ 1 trilhão em impostos

Ontem à noite, o Impostômetro, painel eletrônico instalado na fachada da Associação Comercial de São Paulo, registrou R$ 1 trilhão em tributos arrecadados em todo o país nas três esferas de governo desde 1º de janeiro até hoje.

No Paraná, foram arrecadados R$ 11,2 bilhões. O imposto arrecadado no Estado viabilizaria a construção de 320,2 mil casas populares.

No ano passado, em média, o paranaense destinou R$ 42,60 em impostos para Brasília para receber R$ 1 em empenho de recursos para obras ou aquisição de equipamentos no Estado.

Ou seja, pagamos quase 43 reais e recebemos 1 de retorno.

*E o mais doído é sabermos que dos 1 trilhão arrecadado este ano, quase tudo foi para o governo gastar com ele mesmo e para os bolsos de políticos e administradores ladrões.

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18 políticos receberam dinheiro

Reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista “Veja” relaciona os nomes de 18 políticos supostamente citados pelo dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, como beneficiados com dinheiro oriundo do esquema de corrupção na Petrobras.

A revista informa que teve acesso ao acordo de delação premiada assinado por Pessoa com o Ministério Público Federal. O acordo foi homologado na última quarta-feira (24) pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente da UTC, que está preso em regime domiciliar, é apontado como chefe do cartel formado por construtoras que combinavam entre si preços de licitações da Petrobras.

A reportagem afirma que o empresário disse ter usado dinheiro adquirido com o esquema de corrupção envolvendo contratos da Petrobras para fazer doações oficiais a campanhas de candidatos de PT, PTB, PMDB, PSDB e PP.

Segundo a publicação, Pessoa citou os seguintes nomes:

– Campanha de Dilma Rousseff em 2014: R$ 7,5 milhões.
– Campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2006: R$ 2,5 milhões.
– Ministro Edinho Silva (PT), ex-tesoureiro da campanha de Dilma: valor não informado.
– Ministro Aloizio Mercadante (PT): R$ 250 mil.
– Senador Fernando Collor (PTB-AL): R$ 20 milhões.
– Senador Edison Lobão (PMDB-MA): R$ 1 milhão.
– Senador Gim Argello (PTB-DF): R$ 5 milhões.
– Senador Ciro Nogueira (PP-PI): R$ 2 milhões.
– Senador Aloysio Nunes (PSDB-SP): R$ 200 mil.
– Senador Benedito de Lira (PP-AL): R$ 400 mil.
– Deputado José de Fillipi (PT-SP): R$ 750 mil.
– Deputado Arthur Lira (PP-AL): R$ 1 milhão.
– Deputado Júlio Delgado (PSB-PE): R$ 150 mil.
– Deputado Eduardo da Fonte (PP-PE): R$ 300 mil.
– Prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT-SP): R$ 2,6 milhões.
– Ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto: R$ 15 milhões.
– Ex-ministro José Dirceu: R$ 3,2 milhões.
– Ex-presidente da Transpetro Sergio Machado: R$ 1 milhão.

(G1)

 
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