Marketing Pessoal



Imagem Pessoal e Campanha Política

Na campanha eleitoral  a imagem do candidato é encarada como possuindo estas duas características de uma aparência, que pode estar mais ou menos distante daquela “condição natural” da sua personalidade.

Imagem desejada e a pré-existente: A quem pertence a imagem? Quando se fala em “construir” a imagem fica subentendido que a imagem do candidato pertence a ele e, por delegação sua, aos seus publicitários e estrategistas. A realidade não é bem assim.

Se o candidato é uma pessoa conhecida, já possui uma imagem pública. Tanto a mídia, como a opinião pública, assim como os seus adversários já têm uma imagem dele, mais ou menos cristalizada.

A imagem de Dilma também foi modificada, durante a campanha, e logo após quando se tornou presidente, a cor dos cabelos, estilo da maquiagem.

Ou seja, em outras palavras, pode-se dizer que sua imagem não lhe pertence de maneira exclusiva. Ela também pertence a outros. Este é um fato da vida. Qualquer pessoa possui uma imagem de si mesma que procura transmitir para os outros. Todos nós descobrimos logo que a imagem que “os outros” possuem de nós, nem sempre coincide com a que cultivamos.

O mesmo sucede na política. Qualquer tentativa de produzir mudanças na imagem do candidato encontrará resistências à sua credibilidade, em primeiro lugar, na imagem pré-existente. O trabalho de construção de imagem deve portanto levar em conta àquela imagem pré-existente.

A decisão da mudança de imagem atribuí-se a personalidade e já cristalização da imagem ao público. Se o atributo ou característica que se deseja mudar está ligado à personalidade ou caráter do candidato e, se estiver cristalizada na opinião pública, é preferível não arriscar. A mudança tenderia a ser percebida como oportunismo, carente de autenticidade, tornando muito improvável que a alteração na imagem pré-existente tivesse sucesso.

Se, por outro lado, o atributo que se deseja mudar está mais vinculado a aspectos operacionais (maneira de fazer), ou a características pessoais que as pessoas facilmente reconhecem que podem mudar com o tempo, a experiência e o amadurecimento, pode-se investir na mudança da imagem, mesmo que a característica ou atributo a mudar esteja cristalizado na opinião pública.

 

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Imagem Fotográfica Políticos e Expressão Facial

Qual a expressão do candidato?

A expressão do candidato a buscar vai depender do posicionamento desejado na campanha!!

Dr. Cal Lightman (Tim Roth), Um dos expert em Micro Expressões criou as principais expressões de forma micro analisada chamada Lies to Me ( minta para mim) – como forma de detectar mentiras Fotografia de: Frank Ockenfels, Fox

 

Se o foco da campanha é, por exemplo, o tema do combate à criminalidade não seria ideal expressões alegre e sorridente;  o que o eleitor espera do candidato são soluções e não insegurança).

A expressão que se busca deve transmitir firmeza, seriedade,  e segurança.

São os sentimentos que determinam a imagem a ser passada na campanha!

Veja abaixo algumas imagens de expressões faciais realizadas pelo ator Tim Roth para os estudos do Dr.Lightman. Ele expressa as micro-expressões faciais e o que cada uma delas determina.

desprezo

Dr. Cal Lightman (Ator na foto: Tim Roth), Fotografia de: Frank Ockenfels

FELICIDADE

Dr. Cal Lightman (Ator na foto: Tim Roth), Fotografia de: Frank Ockenfels

irritado

Dr. Cal Lightman (Ator na foto: Tim Roth), Fotografia de: Frank Ockenfels

medo

Dr. Cal Lightman (Ator na foto: Tim Roth), Fotografia de: Frank Ockenfels

nojo

Dr. Cal Lightman (Ator na foto: Tim Roth), Fotografia de: Frank Ockenfels

surpresa

Dr. Cal Lightman (Ator na foto: Tim Roth), Fotografia de: Frank Ockenfels


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Fotografias do Candidato I

Esta é uma questão aparentemente simples e até mesmo de menor importância. De fato não o é. Fotografias são componentes essenciais de qualquer campanha, desde uma eleição municipal até uma eleição estadual ou presidencial.

O candidato deve dedicar tempo, atenção e o dinheiro necessário para assegurar um profissional competente para executar tal tarefa.

Foto de campanha não é uma imagem de um instante qualquer. Ela deve ser capaz de captar uma expressão que transmita um sentimento para quem a vê. Um sentimento que vincula o candidato com as preocupações e interesses do eleitor.

Não servem, portanto fotos já feitas, usadas ou não em outras campanhas, por mais que o candidato, ou membros de sua família, goste delas.

O candidato deve dedicar pelo menos um turno de um dia para estas fotos, ter paciência para ser um modelo nesse dia, e seguir a direção correta dada pelo fotógrafo dirigente.

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Uma das sessões do Deputado Silvio Barros foi um estilo familiar, demonstrando a família como parte da vida do político associando a família brasileira. Assim, você conquista proximidade do publico ao divulgar imagens como essas.

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É de fundamental importância “briefar” o fotógrafo antes da sessão, explicando a ele detalhadamente a mensagem da campanha e a imagem do candidato que se deseja passar. Com estas informações, o fotógrafo poderá  “dirigir” o candidato, extraindo dele a expressão fisionômica adequada para a imagem e mensagem de sua candidatura.

Matéria reestruturada do artigo de Francisco Ferraz

 

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Imagem Pessoal na Política – Nixon

Mesmo com uma imagem já cristalizada é possível a mudança para assim criar um vínculo maior nas eleições, veja o caso de Nixon:

O retorno de Nixon à política e à disputa presidencial em 1968, referido na coluna Peças clássicas da publicidade política, em especial, “O comercial da maioria silenciosa”, é um exemplo perfeito de mudança da imagem pré-existente (radical de direita, raivoso, vingativo) por via do argumento de que as derrotas, a experiência de ficar fora do poder, o amadurecimento, tinham produzido um “novo Nixon” moderado, apaziguador, tolerante e mais humano.( retirado do site politicaparapoliticos)

Nixon é um caso emblemático porque sua imagem prévia estava absolutamente cristalizada, e assim mesmo pode ser mudada, a ponto de vencer a eleição de 1968.

É importante ressaltar também que não se tratava de uma mudança na personalidade de Nixon. Ele continuava sendo percebido como um político de direita (só que mais ao centro), competidor duro (só que não mais raivoso,vingativo), anticomunista (embora mais interessado em negociar do que em competir militarmente), homem de convicções sólidas e firmadas (só que mais flexível com elas e mais tolerante com as dos outros), sério e sisudo (embora capaz de fazer humor consigo mesmo), conservador (mas, ao contrário do reacionário, capaz de olhar para o futuro com otimismo, e disposto a fazer mudanças). ( informação retirada do site:politicaparapoliticos)

Com esta mudança de imagem Nixon conseguiu eleger-se.  Apesar de nem todos os Americanos comprarem a ideia do novo Nixon, muitos aceitaram a mudança.

A imagem pré-existente, portanto, é uma realidade social. Ela “pertence” à opinião pública, à mídia e aos adversários.

É possível mudá-la, mas o sucesso dependerá, em primeiro lugar, do quanto a imagem pré-existente admite transformação sem perda de credibilidade.
Não pode subestimar-ser o fato de que, os mesmos aspectos da imagem pré-existente que você quer mudar, seus adversários vão querer manter porque lhes convém e, tanto a mídia como a opinião pública terão de ser persuadidas de que a mudança é real e autêntica.

A imagem pré-existente pois, é a primeira resistência que a operação de mudança/construção de imagem vai enfrentar.

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Imagem Criada vs Realidade

A imagem criada não pode ficar longe da realidade!

a persuasividade do eleitor depende de fatores como confiabilidade, sintonia entre necessidade e prioridades do eleitor com as do candidato.

Não basta que o candidata tenha sintonia com o eleitor. A publicidade, e a imagem real tanto fotográfica ( tendo em vista que a maioria dos eleitores, lhe reconheceram apenas por fotografia e televisão) devem ser bem trabalhadas. Sendo publicidades claras e atraentes, de forma que o eleitor tenha acesso a elas.

Apesar de todas as campanhas e sintonia, o eleitor está atento ao que está acontecendo. Ele sabe que, por trás das versões, há o interesse de conquistar o seu voto, e reage de maneira desconfiada, recorrendo ao teste da realidade para evitar ser manipulado.

Este eleitor, que se decide durante e por causa da campanha, adquire então uma especial sensibilidade para buscar a realidade escondida atrás da publicidade.

Ele, não tem, entretanto, nem tempo nem disposição, para dedicar-se a uma investigação minuciosa sobre as versões que lhe são apresentadas.

20Criar momentos de realidade para propiciar maior credibilidade e confiança na campanha são pontos positivos. Fazer visitas as entidades, eventos, e ser fotografado com os eleitores, divulgar as imagens nas mídias sociais, blogs, e site atraíram a confiança e farão com que o candidato fique mais próximo da realidade do eleitor.

No entanto, deve-se tomar alguns cuidados nas fotografias feitas com os eleitores, existem várias modalidades de fotografias para campanha política: fotografia com a família; fotografia no trabalho; fotografia da imagem pessoal e fotografia com os eleitores. São imagens importantes que demonstrarão a eficácia da campanha e também sintonizam a realidade para o eleitor.

Procure um fotógrafo especializado na área, com experiência e credibilidade: Larissa Casagrande – [email protected]

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Debates – Momento para Realidade

Debates são oportunidades excepcionalmente propícias para a eclosão de momentos de realidade. O confronto direto entre os candidatos, à vista do público, é uma rara oportunidade para o candidato mais fraco nas pesquisas aparecer e ser comparado com seus adversários.

O clima nervoso do debate, as acusações frontais, as decisões que precisam ser tomadas em frações de segundos, as hesitações, os erros, os deslizes que os candidatos cometem, rompem com a couraça publicitária dos seus programas e propagandas, permitindo que apareçam qualidades e defeitos pessoais, até então escondidos.

Por isso, o candidato que está em vantagem nas pesquisas hesita tanto em comparecer a eles. Sua posição vantajosa é uma indicação de que sua “versão” está sendo aceita. Sua participação num debate traz poucos benefícios em troca de muitos riscos.

Por isso ainda, procuram “repercutir” o debate, tão logo ele termine, levando personalidades políticas que os apóiam para dar entrevistas.

O objetivo é o mesmo: criar na opinião pública o sentimento de que venceu o debate, para influenciar a próxima rodada de pesquisas de intenção de voto.

Momentos de realidade manifestam-se, com maior frequência, quando os candidatos:

• Sofrem acusações;
• Dão respostas evasivas a perguntas diretas;
• Cometem erros e incorreções sobre matérias importantes;
• Fazem promessas exageradas;
• Revelam descontrole pessoal;
• Exibem fragilidade para sustentar argumentos;
• São pegos dizendo mentiras;
• Produzem lances oportunistas;
• Apresentam bruscas mudanças nas convicções, opiniões e propostas já externadas.

São momentos de realidade porque:

• São informações fora do controle da publicidade dos candidatos, e até mesmo em confronto com elas;
• Porque ocorrem de forma inesperada, exigindo uma reação imediata. Não há tempo, pois, para consultar assessores, para “maquiar” uma resposta;
• Porque são indicadores da presença ou ausência de atributos de grande importância para o cargo em disputa, como: informação adequada e precisa, conhecimento, serenidade, firmeza, equilíbrio emocional, honestidade e credibilidade. ( texto de Francisco Ferraz – políticaparapolíticos)

 

 

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