Mês: abril 2012



O que esta acima?

Como é bom conhecer pessoas que colocam a ética e o profissionalismo acima dos interesses financeiros. Que antes de pensar em quanto ou no que ira ganhar, enxerga que a sua frente há uma pessoa com necessidades, dificuldades e sentimentos.
Pessoas assim presam pela verdade, e em nome disto abrem mão de interesses pessoais. Em minha opinião este é um ato inspirador e fidelizador. Pois estas pessoas me inspiram confiança e fé de que este é o melhor caminho. Além do que, me leva a indicar seu nome e elogiar seu trabalho. O interessante é que assim sua clientela cresce. Tem caminho melhor?
Parabéns aos que agem assim!

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Quem deve mudar?

 

 

Quantas vezes agimos assim não é mesmo?

O chefe, o namorado, os amigos, o mundo é que não é bom, não me entende, não me aceita. Eles é que são incompreensíveis, exigentes demais, maldosos demais. Eu? eu não tive culpa!

Assumir o erro, perceber nossa parcela de contribuição para tal circunstância é muito duro. É entrar em contato com partes da mente que tanto negamos: que falhamos, que aqueles defeitos que tanto atribuímos a outros também existem em nós. Tal percepção incomoda. Entretanto, somente ao olhar para isto, ao parar de focar no outro e enxergar a si mesmo é que a vida pode tomar um outro rumo. Por outro lado isto pode ser reconfortante, afinal se o erro esta em mim e eu mudar quem mais se beneficiará será eu mesma. Enquanto se esperar isto do outro pode nunca acontecer, ai sim a vida continuará na mesma.

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A dificuldade em aceitar o não

                                                                                            Não faça assim. Não coloque a mão aí. Não mexa nisto. Não, não e não. A primeira palavra que a criança devia aprender é o não.  E esta pequena palavrinha, que é uma demonstração de amor e cuidado, em geral é recebida de forma negativa pela criança. Pois este não indica a frustração de um desejo. O pequeno quer fazer aquilo que os pais impedem, por isso insiste em fazer de novo e de novo até conseguir e vir o resultado: um choque na tomada, um objeto quebrado, um cair da escada e assim por diante. Os pais ficam assustados e frustrados diante disto. Falei tanto para não fazer isso, por que voce não obedece a mamãe?

Bem, os bebês não obedecem por não entenderem o perigo a que estão expostos. Eles precisam de uma consequência, neste sentido são como São Tomé precisam ver (ou sentir na pele) para crer. Por isso cuidar de um bebezinho é tão trabalhoso, exige atenção quase  exclusiva e muita disposição. Conforme o bebê cresce o não também precisa crescer. Com a criança cada vez maior e capaz de entender as coisas e assimilar ideias, o não precisa passar a ser acompanhado de explicações. Ou seja, não basta dizer que não pode, que não é não. O limite precisa ser colocado junto com uma justificativa. A criança maior sempre diz “por que não?”  E esta é uma pergunta digna, o filho quer entender o que há de inadequado em seu desejo. Com esta resposta sua capacidade de pensar é ampliada, o desejo pode ser contido por que há uma razão compreensivel para aquilo. Estimular a criança a entender as razões, a pensar nos perigos e consequências é de grande ajuda em seu desenvolvimento emocional.

Entretanto, mesmo assim aceitar a frustração não é fácil. Sentimentos negativos vem a tona, raiva e ódio surgem contra aquele que impediu suas vontades. Os pais se assustam com estes sentimentos e reagem a ele ou deixando o filho fazer o que quer ou dando mais bronca, colocando de castigo. Aqui é que o caldo entorna, pois se o não foi dito com a devida explicação, a palavra dos pais já esta valendo. O filho demonstrar emoções é um direito. Se os pais tiverem calma e se mantiverem firmes, o ódio passará. Aos poucos ele também se acalmará e aproximará.

E é assim porque somente com amadurecimento emocional é que esta situação se configurará de maneira melhor. Afinal, aceitar que as coisas não saem conforme seu desejo implica aceitar que não esta no controle, que o mundo não é do seu jeito, que as coisas vão alem de suas vontades. Verdades incômodas, que muitos adultos não conseguem lidar, quanto mais uma criança.

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A beleza que vem de dentro

Atualmente estar ou se tornar belo esta mais fácil do que nunca. São tantos tratamentos, cremes, aparelhos, tipos de cirurgias que possibilitam resultados realmente incríveis. Tem até um bordão novo em relação a isto: “só é feio quem não tem dinheiro”. Realidade, afinal de contas tudo isto custa muito caro. Ao mesmo tempo há a maquiagem (não tão cara assim) que pode ajudar em muito a destacar o que é bom e disfarçar o que não é tanto. E há a ilusão proporcionada pelo photoshop, que trata tanto a pele e corpo dos famosos que ficamos com a impressão de que não envelhecem nunca, parecem eternamente belos.

Claro que há pessoas que se destacam em meio a multidão, que tem uma beleza acima do padrão e são admiradas por isto. E seria uma delícia ser esta pessoa! Porem, mesmo estes indivíduos também veem defeitos em si. Pois todos temos algo que nos desagrada, pode ser no corpo, um detalhe no rosto ou até no cabelo, mas se sentir perfeitamente belo não dá. E por que não? Talvez por nos conhecermos. Quem vê de longe, enxerga as nuances aquilo que mais se destaca, mas é quem convive que enxerga o todo. C0mo convivemos o dia todo conosco não temos como negar (ou pelo menos não é saudável negar) aquilo que não é bom. Isto é se assumir humano, ou seja, imperfeito. E se gostar apesar disto é muito bom.

O mesmo ocorre com quem esta a volta de alguém tão belo, inicialmente há o encanto por esta beleza, conforme a convivência se intensifica surge a percepção daquilo que fica mais escondido e tambem o costume com esta beleza,  assim não mais o que esta por fora é que destaca e sim o que esta por dentro. O que emocionalmente ela(e) pode oferecer.

Seria hipocrisia dizer que beleza não é importante. É sim! Se sentir belo faz bem ao ego, proporciona autoconfiança e é prazeroso. Não há nada de errado em ser vaidoso. Alias, é saudável cuidar do que não esta bom. Saber se vestir com o que combina com seu tipo de corpo. Fazer a maquiagem adequada para o seu rosto. E, se necessário e financeiramente possível, usar da tecnologia para corrigir algum defeitinho físico. O perigo é passar do limite, investir mais nisto que em outras coisas. Pois não tem jeito, a idade chegará, o tempo passará e em geral ele não é muito amigo da beleza.

Agora, na convivência há pontos que podem contar a favor sem grandes esforços ou gastos extras. Pontos estes que podem se sobrepor a qualquer beleza. Isto depende das características emocionais: gentileza, bondade, compaixão, perdão, compreensão, amizade, carinho, e tantos outros são gratuitos e o melhor podem ser aprendidos e quanto mais o tempo passa podem crescer, ficar mais destacáveis. Esta beleza o tempo não tira e quem esta em volta quer sempre mais, por isso se aproximam e permanecem. Pois ser belo vai alem do externo. Com qual temos nos preocupado mais?

 

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Mas é ciúmes, ciúmes de você, ciúmes de você….

Bebes adoram brincar de jogar e pegar, de os pais se esconderem e depois aparecerem, de brincar deles se esconderem e serem encontrados. Para os adultos estas brincadeiras são gostosas no inicio, mas depois da décima vez ficam cansativas, alguns acham ate que a criança esta jogando as coisas no chão para fazer birra. Nada mais longe da verdade, esta é uma brincadeira de elaboração. É a tentativa do pequeno de entender o movimentos da mãe de ir embora e depois voltar. Na mente do pequenino quando o objeto (pessoa que cuidada dele) não esta a sua frente é porque sumiu, o que ele entende como desapareceu, algo que é sentido como desesperador. Demora ate vir a compreensão de que a pessoa voltará, de que se afastar não significa acabar. Por isso a criança brinca tanto.

Mais tarde a criança passa a querer algo que seja da mãe (um paninho, um brinquedinho) pode ser qualquer objeto que a criança entenda como tentativa de elaborar o vai e volta. A separação é algo compreendido devagar, conforme a criança amadurece emocional e racionalmente. Aos poucos esta brincadeira é deixada de lado, pois indica que o pequeno entendeu que a mãe vai voltar e ficou tranquilo com isto. Ou seja, internalizou este sentimento.

Contudo, por razões diversas a internalização pode não ocorrer, não se firmar. Assim o indivíduo cresce e se torna um adulto inseguro(a), cheio de medos e muitas vezes demonstra isto através do ciumes. Então, precisa se certificar o tempo todo de que as pessoas que ama estão disponíveis para ele(a). Atos como: ligar mil vezes até a pessoa atender; não aguentar ficar distante por mais que algumas poucas horas; se sentirem perdidas por um pequena briga, como se aquilo já fosse o fim eterno do relacionamento; precisar ouvir palavras de amor com grande frequencia. São alguns atos do qual este tipo de pessoa lança mão.

E não, não é porque a pessoa esta errada. É que dentro dela, no seu psiquismo, há uma falha, uma dificuldade de assimilação de que as relações são fortes, sustentáveis e duradouras. Por não assimilar isto, vivem angustiadas, inseguras e desconfiadas. É um grande sofrimento.

Cuidar deste sentimento é o caminho para o comportamento a mudar. E este cuidado se dá pela analise de sua história e momento atual de vida. Ou seja, entender como foi a relação familiar, de que maneira as emoções eram demonstradas em sua casa, o acolhimento que havia dos sentimentos demonstrados. O que levou a esta sensação de fragilidade. Que necessidades espera que outros passam suprir, será que é possível? Será que depende do outro ou de voce mesmo? Entender que hoje é um outro momento, com outras possibilidades. É no reconstruir de sua história, e na avaliação do hoje  que se torna possível um novo caminho. Conforme a pessoa aprende a viver uma relação nova consigo mesmo, a se perceber melhor e a se sentir mais segura com suas capacidades, ela passa a se sentir menos ansiosa e com isto mais capaz de esperar, de aguentar as faltas e esperar pelo melhor. Desta maneira os relacionamentos ficam mais leves e agradáveis.

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Para onde olhar?

 

 

Uma ideia para refletir. Desconheço a autoria…

Se você colocar um falcão em um cercado de 1m² e inteiramente aberto em cima, ele se tornará um prisioneiro, apesar de sua habilidade para o voo.

A razão é que um falcão sempre começa seu voo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.

O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso completamente plano, tudo o que ele conseguirá fazer será andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar ao voo.

Um zangão, se cair em um pote de vidro aberto em cima, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto. Por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto se atirar contra as paredes do vidro.

Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceberem que a saída está logo acima. Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado(a) de problemas por todos os lados, olhe para cima, lá estará sua saída.

***

Gostou?

Saída sempre há, independente da situação, mas talvez não seja tão óbvia, ou conhecida. Refletir, analisar a situação, olhar o todo pode ajudar no encontro desta saída. Então, mãos a obra….

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Esse tal de azar

Assisti semana passada o programa Saia Justa da GNT, onde Moacyr Duarte, pesquisador da COPPE-UFRJ e especialista em gestão de riscos expressou sua opnião sobre o assunto com a seguinte colocação:

Se num domingo a noite você tem uma dor de dente, esta uma noite chuvosa, seu carro não pega e o portão eletrônico não funciona, com certeza você se sentirá o ser mais azarado da Terra. Contudo, a dor de dente só aconteceu pela falta de ir no dentista com mais frequencia, o carro não pegou pela falta de manutenção, o mesmo ocorre com o portão eletrônico e chover pode acontecer todos os dias. Tudo acontecer no mesmo dia não é azar e sim algo que estamos sujeitos pela propria falta de cuidados com nossas coisas.

Grande verdade! Perceber o quanto somos responsáveis pelas coisas ruins que nos acontece é incomodo, mas totalmente verdadeiro. Claro que não temos como previnir tudo, ou nos proteger de tudo. Não somos Deus, e coisas ruins acontecem a revelia de nossos atos! Mas aquilo que esta em nossas mãos, isto temos o dever de cuidar. Não é mesmo? Até porque jogar a culpa no azar, destino, ou em Deus diminui nossa responsabilidade, mas não nos ajuda em nada. Quando paramos para analisar onde erramos, onde deixamos brechas para a situação chegar aquele ponto é que se torna possível uma mudança de comportamento e assim um futuro melhor. Agora, é claro que este jeito dá muito mais trabalho…. E acho que é disto que no fundo tentamos tanto fugir!

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Fatos que são incompreensíveis

Oi pessoal, escrevi uma matéria nova, mas desta vez no jornal impresso, Eba!!!!!

Deixo abaixo um pedaço para instigar sua curiosidade… rssss
Por favor, leiam, indiquem e comentem… Dependerá disto para a coluna se tornar mais frequente!
Muito obrigada
Um bjo
Fer

Fatos que são incompreensíveis

Fernanda Rossi

Há circunstancias tão dolorosas, tão difíceis de viver, que provocam uma dor tão absurda que fica física. Nesta hora o corpo adoece, a mente fica distante e sentimentos que em geral nem temos ficam diários, os quais se mostram em comportamentos como irritação extrema, choro continuo, ou distanciamento.

Esses comportamentos são uma defesa, são a expressão da dor. Como o acontecido ficou incompreendido, os sentimentos ficam aflorados. Nesta hora agimos como criança pequena: a capacidade de pensar fica tão limitada que só reagimos, não há reflexão, entendimento.

Geralmente quem esta à volta se incomoda por não entender o quanto o acontecido mexeu conosco, nos machucou (como os pais que se irritam com o filho que não para quieto, que tem sido agressivo aparentemente sem motivo).

E que acontecido é este?Bem, pode ser tanta coisa! Traição, morte, doença, acidentes, discussão, enfim qualquer coisa. Mas a característica regra nesta situação é o inesperado, a surpresa desagradável. É isto o inexplicável.

Continuação…. no jornal O Diário (13/04/2012)

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O direito a escolha: direito a vida!

Esta em votação o direito ao aborto do feto anecéfalo, é um tema espinhoso que traz discussões afloradas. Há os que entendem o aborto como crime, como assassinato, há os que o entendem como um direito. Sinceramente, não sei como me posicionar. Eu não faria um aborto, minhas crenças e sentimentos me impedem de agir assim. Entretanto, falo sem conhecimento de causa, eu não vivi uma gravidez desta forma. Talvez as únicas pessoas que tenham o direito de dizer se é ou não adequado, seja quem vive. Estes são os quem sabem a dor, a tristeza, a dificuldade desta experiência.

E não é assim com a maioria de nós? Inclusive em outros temas? Julgamos, dizemos o que é o bom, o correto, o adequado, sem viver a situação. Cada pessoa é tão única em sua estrutura emocional, em sua historia de vida, em sua forma de codificar e compreender suas vivencias, tanto que algo que para um é vivido com facilidade, para outro é uma dor imensa. Assim, como esperar que uma pessoa reaja conforme os critérios da outra?

Dizer a partir do que vejo como o outro deve agir é ser muito, muito egoísta. É ser narcísico. É partir do principio de que sei o que é o certo, o bom. E quem sou eu para saber isso?

Aliás, mesmo quem viveu a mesma situação não tem o direto de dizer que sua conduta foi a melhor. Pois foi a que aquela pessoa foi capaz. Nem todos tem a mesma capacidade, nem todos são iguais. E isto não é defeito, é apenas um direito.

Se a lei for aprovada, a interrupção da gravidez será um direito, não uma obrigação. Ou seja, quem entender que isto é errado poderá levar a gravidez até o fim. Isto é escolha! Contudo, a única pessoa que tem o direito a esta resposta é aquela que vive, logo, a grávida em questão. Que é quem realmente sabe a dor que isto lhe causa e se é ou não capaz de suportar tal angustia.

Talvez esta mesma reflexão sirva em outros âmbitos da vida: como lidar com uma perda. Ficar ou não num emprego. Manter ou não um casamento. Perdoar ou não. E assim por diante…

Isto não é ser liberal. Há regras, há limites, tanto impostos pelo nosso país como por cada família e individuo. Mas se não for contra a lei, a escolha não é, então, um direito? É! Por que nos incomodamos? Talvez porque abale nossas crenças, ou porque nos mostre o quanto somos frágeis diante das escolhas alheias, ou então porque nos faça entrar em contato com nossos desejos mais secretos e também tão negados.

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Ainda somos escravos?

 

 

 

John Lennon disse certa vez que “a mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem.” Esta frase me levou na pensar na escravidão do mundo, lembrei de que a Bíblia diz que somos escravos do pecado, a psicologia que somos escravos de nossos impulsos, a publicidade que somos escravos da mídia, os relacionamentos que somos escravos de um tal jeito certo de amar, o trabalho de que precisamos dele para viver, e assim vai por uma lista interminável que nos mostra que não somos na verdade donos de nós mesmos. É uma afirmação incômoda. Entretanto, realista.

Num mundo com tantas possibilidades, numa era em que rapidamente estamos conectados com tudo e com todos que queremos, em que o saber é tão aberto, a sensação de liberdade é imensa. Mas será real?

Há uma moda dita como adequada, há a rede social dita como melhor, há a escola mais prestigiada, o jornal mais lido, os lugares mais Pops, a turma mais VIP, e não fazer parte destes grupos nos leva a uma sensação de deslocamento. Podemos escolher outras coisas, mas somos respeitados quando o fazemos?

Sinceramente creio que não. Quem esta à volta, em geral, nos diz o que seria melhor no vestir, no falar, enfim no agir.

Ser escravo é não ser dono de suas próprias vontades. É ter que obedecer ao desejo do outro. E este outro pode ser aquele que mora dentro de nós, o seu ego, que está tão ligado a conceitos e preconceitos com os quais foi criado (pela família e sociedade) que não consegue pensar sozinho. Que a capacidade de analisar o por quê de seus atos fica limitada a resposta que adolescentes dão: “todo mundo faz”, “todo mundo vai”. E que os pais respondem (pelo menos os meus respondiam): “e é o que você quer?”.

Esta pergunta é importantíssima.  Entender e respeitar o que você quer, é que faz toda a diferença. Criticas virão de qualquer jeito – sempre alguém terá uma ideia dita como melhor –  contudo, se for para errar que se erre por algo que você vê sentido, por algo que realmente quer e acredita! Alias, ser maduro é isto: escolher por si mesmo e se responsabilizar pelas conseqüências, sejam elas quais forem.

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