Artigo opinião



Globo apavorada com o novo governo

A velha e carcomida imprensa sem audiência está apavorada. Além de descobrir que as redes sociais proporcionam a comunicação direta do governo eleito com os cidadãos, ficou mais do que claro o corte das milionárias verbas publicitárias do governo a partir do próximo janeiro. A Caixa Econômica, por exemplo, e o Banco do Brasil,  vão deixar de financiar a farra dos patrocínios até para corridas de tartarugas, e pior, e aí que assusta os vagabundos, vão ter suas contas auditadas e revistas.

A Petrobras também não ficará de fora dos cortes. Afinal, é uma estupidez muito grande gastar fortunas em propaganda para divulgar o que já sabemos, a empresa detém o monopólio dos combustíveis no Brasil, não tem concorrentes. O mesmo vale para os Correios, outro monopólio.

A Globo, a Folha de S. Paulo et caterva dão seus últimos suspiros como proxenetas do dinheiro público fácil. Por isso do barulho, por isso das tentativas de desqualificar todas as possíveis ações do governo que ainda nem tomou posse. Isso sem contar, que as grandes empresas de comunicação devem horrores ao fisco e que logo saberemos as sacanagens que fizeram com a grana dos bancos públicos, especialmente o BNDES.

 

O Emborná
Um trabalhão mandar o Emborná embora do bar do Espiga, ontem à noite. Na semana passada, a mulher dele jurou que entraria no bar atirando, caso o Emborná voltasse a frequentar “o antro de vagabundos”. Ninguém levaria a sério a ameaça, caso não fosse o apelido da infeliz: “Zaroia”.

Criado pela avó
“Eu não bato em fresco criado pela avó!” – Jandisclay, filósofo e sanfoneiro de zona, em dia de pugilismo, no Bar do Espiga, antes de saborear uma buchada, acompanhado por uma bagaceira.

Amantes pragmáticos
Estranhos tempos. Chegamos à época dos amantes pragmáticos
Aqueles que entram num relacionamento com paixão
Mas já pensando de antemão no adeus e na saudade.

Vida surpreseira

Surpresas na vida:
É ir comprar flores
E se apaixonar pela florista;
É sair calmo para comprar jornais
E virar notícia.

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Poema do nosso livro Corações Dedicados, clique aqui, leia e divulgue!

Obrigado.
patientia, fratres!
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Pedágio sobe até 17,6% e esfola o paranaense


A gente até consegue explicar, com certa lógica, mula-sem-cabeça, saci, loira fantasma, Papai Noel, mas jamais acharemos explicação razoável para os aumentos do pedágio, que sempre acontecem, estrategicamente, no início da temporada de férias do trabalhador paranaense. A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) aprovou nesta segunda-feira, o reajuste das tarifas de pedágio do Anel de Integração (da Enganação, seria mais apropriado). Entre as cinco concessionárias que apresentaram pedido, a Rodonorte é a que terá o menor percentual, 6,66%. O maior será concedido a Viapar, 17,60%.

Um impacto violento na Economia paranaense, posto que esses valores estão acima da inflação. Com isso, pela temporada de férias, o primeiro setor que vai sofrer é o turismo, que já anda quase defunto aqui no Paraná. O segundo, é o transporte propriamente dito, no escoamento das safras e mercadorias, gerando um efeito cascata nos preços dos produtos e serviços para a nossa já esfolada população.

Como disse, nosso turismo vai mal, concentrado que está nos extremos Leste e Oeste do Paraná. Afora o pedágio a tirar a carne do turista, no Oeste, temos muito oba-oba da prefeitura de Foz do Iguaçu para incentivar o povo a ver água suja nas Cataratas, turbina e o concreto de Itaipu e de quebra, o sujeito ainda pode comprar bugigangas no Paraguai e torrar uns trocados nos cassinos da Argentina.

No Leste, nossas praias pararam no século passado. Guaratuba é uma cidade com donos, a mesma família manda em tudo e de quebra você, se for mulher, pode ser filmada na praia. De brinde ainda, nesses lugares, a violência impera.

Vejam como deve ficar o pedágio para as praias, uma vergonha!

Clique aqui e confira como vai ficar a tarifa dos pedágios em todas as praças do Paraná.

Conclusão

As melhores praias do Paraná ficam em Santa Catarina!

Veteranas pautas

É lógico que, neste Verão, a velha imprensa vai tirar da gaveta as velhas pautas de sempre: a reabertura da Estrada do Colono e a famigerada ponte de Guaratuba. Já deu no saco essas histórias para boi nanar.

Detran

O suposto esquema do Detran-PR com as clínicas de Psicologia já nasceu suspeito, em 2010. Até então, a avaliação do condutor era de responsabilidade do próprio órgão de trânsito e foi terceirizada para as clínicas, com ônus ao sujeito que tira ou renova a carteira de motorista.

Detran II

Como os convênios são feitos no Paraná todo, por óbvio, a ação civil pública contra o Detran deve ser examinada não somente nas clínicas de Maringá. Na cidade, o  MPE constatou um exagerado número de motoristas considerados “inaptos por um dia” nos exames psicológicos, o que os obrigava a passar por novo exame, com pagamento antecipado da taxa respectiva. A suspeita era de que as clínicas forçariam a realização de um segundo exame para aumentar a arrecadação, já que 80% do valor pago é destinado às clínicas.

Valdomiro e a passagem

Valdomiro Greca já ensaia aumentar a passagens de ônibus. Passou a hora de investigar esse sistema da prefeitura de Curitiba que nos oferece sucata a preço de ouro. Hoje, uma passagem já custa mais do que um dólar, para um salário mínimo de pouco mais de 250 dólares.

Valdomiro e o sonho

Valdomiro Greca já fala em reeleição. Certamente seus áulicos, doutores em lamber botas, devem tê-lo convencido de que com a pirotecnia festeira ele  faz brilhante e estonteante trabalho. O prefeito anterior, Gustavo Fruet e o outro anterior a ele, que não lembro o nome, ambos de triste memória, também estavam convencidos pela mesma turma de que iria ser mole a rapadura. Não se reelegeram e isso foi bem feito.

Tetas gordas

Com as nomeações para o secretariado do governo que entra, a silenciosa imprensa local está aliviada, as tetas do Estado são promissoras para os próximos anos.

Caricato e burlesco

Perguntam-me
Por que falo do prefeito
Não é por mal, é que para a sátira
Precisamos do ridículo
Do caricato e do burlesco.

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patientia, fratres!
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O escárnio é a temerária aposta do STF

Ao verificar a inevitável vitória de Bolsonaro, ainda nas vésperas do segundo turno das eleições, o ministro Toffoli e ex-funcionário de José Dirceu, já ensaiava a flácida conversa de pacto nacional para dar governabilidade ao país – isso, na cabeça dele e talvez de seus pares. Na ocasião, ponderamos que, numa democracia, quaisquer pactos entre Poderes além ou aquém dos previstos na Constituição Federal cheiram como algo nada, nada republicano. Na realidade, ficava difícil decifrar a qual “pacto” o ministro aludia (até hoje não entendemos, posto que nossa Carta Magna, a senhora de todos pactos escritos e aceitos, está em pleno vigor). Mas mesmo assim, Toffoli não perdia  ou perde oportunidade de espalhar o tal de “pacto” para os quatro ventos, enquanto nós, o gado – pois é como parecem enxergar o povo – dormíamos com um olho aberto e outro fechado.

Passados alguns dias, começamos a entender que esse pacto nada mais significava que o desejo do STF continuar pintando e bordando como sempre fez, como nesse episódio de chantagem explícita de se colocar de um lado o aumento salarial dos ministros daquela corte, com danosos reflexos nas contas nacionais, e de outro, o corte do auxílio moradia, apropriado pelos magistrados para “repor” parte da defasagem salarial que dizem ter. Pois bem, com o auxílio de um presidente da República, Michel Temer, para lá de moribundo e envolto no lamaçal da corrupção, Toffoli conseguiu o aumento pretendido, ignorando todas as suas consequências na marmita do gari, do operário, na falta de investimentos em segurança, educação, na falta de remédios nas Unidades de Saúde, na falta de Saúde, enfim, nas assombrações da má administração estatal que rondam o brasileiro há décadas.

O povo, o patrão dos que se encastelam no poder, se sentiu mais uma vez apunhalado pelas costas e, por enquanto, se manifesta ruidosamente pelas redes sociais – daí para as ruas é um pulinho, como vem sendo demonstrado desde 2013. Tirada a temperatura, o STF deve estar avaliando que o desgaste foi o natural, que com o tempo o povo esquece essa falta de vergonha dos ministros que desconhecem os mais de 12 milhões de desempregados deste país. Trabalhadores que se viram como podem para alimentar a si e aos seus.

Neste final de feira, neste ar natalino a amolecer corações, enganam-se os ministros se estiverem fazendo uma leitura de temperatura baixa ao se darem presentes com o dinheiro público, obtido a partir de suados esforços dos mais humildes, dos que produzem e trabalham. Ninguém, sobremodo os famintos, esquece o escárnio, mesmo em época de Natal.

Esse aumento despropositado na temperatura já está na conta de nossa gente. Todos os dias, sempre vai ter alguém nas esquinas ou nas redes lembrando dessa troça de bufos apartados da realidade. E essa lembrança, certamente será somada a tudo de ruim que esse Tribunal vier a proferir. (Particularmente, rezo para que as denúncias de corrupção não cheguem aos tapetes do honrado e augusto STF!).

Caso essa ação dos aumentos sobre os próprios salários foi para tirar a temperatura da população, recomendo aos senhores uma boa leitura do termômetro, porque daqui deste lado, o do povo e famélicos, a temperatura já passa do ponto – uma questão da Relatividade, ou de onde se encontra o observador, é claro. É mister não se cometer erros de paralaxe, lembrem-se a temperatura é linear, mas para certas circunstâncias, ela pode se transformar em exponencial, eis o problema quando se lida com as massas, a entropia, o grau de sua agitação, é o que nos ensina a História.

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Curitiba e sua arte de ignorar o sofrimento alheio

Ares de Natal… Verdes árvores de Natal… Curitiba está vestida de Verão. O Sol, esse quase desconhecido ente universal, que muito brilha acima do Trópico de Capricórnio, vem dando seu ar da graça e grassa abundante quase todos os dias por nossas esburacadas ruas, por nossas populosas favelas e dá, generosamente, sem paga, absolutamente sem nada em troca, sua luz e conforto para todos e, em especial, para aqueles que nada mais possuem: os habitantes das ruas, os esmoleiros esfaimados, mendigos, os usuários de drogas, os desocupados, enfim, os que esperam alguma atenção da espetacular máquina da indiferença administrativa da Prefeitura Municipal. Afinal, algo aqui havia de ser gratuito e o Sol tomou para si essa tarefa, de iluminar e aquecer, em seu radiante colo, os esquecidos; de dar de si alguma energia para essa gente tão desesperançada e que vê nas ruas seu lar, ofício, calvário e sina.

Mas nem mesmo o Sol suporta por muito tempo a situação de abandono que castiga nossa amada cidade. Em suas tardes, geralmente ele chora. Choro gutural de quem muito sofre; lamúria antecipada por ribombantes trovoadas, coriscos aterradores, ventanias… Seu choro é, depois desses sinistros sinais, o aguaceiro que se mistura ao desespero do choro dos desgraçados. Dessa gente que, pela falta de misericórdia e atenção, padece num inferno medonho. Na chuva e nas suas lágrimas, nosso povo esquece o quente Sol e volta ao sofrimento ordinário e no aperto por sob as marquises dos prédios busca proteger-se: encolhe-se, se cobre com jornal, caixas de papelão, restos de trapos, com o que for possível arranjar, e ali dorme, antecipando o sono da paz do túmulo que em horizonte não muito distante lhe acena em calafrios nalgum indigente cemitério… Dorme e vigia na calçada friorenta e molhada e tenta assim descansar seus ossos e suas misérias tão evidentes, as quais o Poder Público minimiza a existência em flácidos discursos desprovidos da mais simples das comiserações e racionalidade. Impiedosos, os agentes do governo e algozes de seu povo tiram dos mais estapafúrdios silogismos a lógica dos imbecis. Dizem que o povo esfarrapado prefere a rua, escolhe sofrer a deslocar-se para um abrigo público…

Ora, ora, como se fosse natural do homem optar pelo sofrimento. Jamais! – Homem, mulher, criança, velhos, inválidos, o que seja e que possa ser chamado de humano neste mundo faria tal opção, pois o desejo de autopreservação — tendência de proteger a própria vida ou integridade — é instintivo até mesmo entre os animais, da mais elementar das moneras até os organismos mais complexos. Ninguém, ser algum, coloca sua vida em risco, a não ser se for por uma causa extrema. E o que nos parece evidente é que, se aqueles que estão em situação de risco recusam o auxílio da Prefeitura, é porque esse auxílio não corresponde exatamente ao que esperam para salvaguardar suas vidas. Algo está errado e muito errado, pois o espírito de sobrevivência desse povo em abandono nas esquinas não vê nas ações da Prefeitura elementos que lhes ofereça, com absoluta segurança, as condições necessárias para seguir vivendo e não apenas sobrevivendo.

Isso posto, caso ainda haja algo de humanidade naqueles que são responsáveis pelo destino dos mais necessitados; e ainda, considerando demonstrada a necessidade de mudança urgente no direcionamento das políticas públicas até agora adotadas em relação a essa população em situação de risco permanente, é que vimos suplicar, de toda nossa alma, que se faça a luz de imenso Sol nos corações desses agentes públicos. Pois, ficar com esse discursinho para lá de demagógico e de receita pronta, engendrado por quem não tem compromisso com a cidade, é condenar nossa gente à morte. E a isso, ao descarte deliberado de seres humanos, nunca vamos nos calar.

Definitivamente, a rua não é opção. A rua para esse povo é mais confiável do que a conversa mole de quem tem sua confortável cama para dormir todas as noites, mas que se nega a fazer um exame de consciência, por orgulho e vaidade; por falta de calor humano, experiência em lidar com gente, e boa vontade.

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Conselhos Federais silenciam sobre corrupção

Esse episódio do “Mais Médicos” traz à baila a atuação dos conselhos profissionais em nosso país. Não nos pareceu muito lógica a abertura do “mercado” brasileiro para os cubanos, posto, pelo que demonstra o último cadastro efetuado pelo governo Federal, que há médicos sobrando no país para ocuparem essas vagas. Médicos formados aqui mesmo e que, ao se cadastrarem, desmontam a narrativa, a qual sempre andou de muletas, capenga que é, de que os médicos brasileiros não querem ir para o interior, morando onde Judas perdeu as botas, lá nos cafundós.

Ora, para que serve um Conselho Profissional que encampa o discurso do governo à época para facilitar a falcatrua do acordo lesa-pátria com Cuba? Que país no mundo aceita profissionais de saúde trabalhando regularmente em seu território sem comprovação de formação? Que entidade voltada para a proteção do exercício profissional aceitaria tão gentilmente a entrada no território de seus representados, pessoas que, a rigor, trabalham em condições supra-legislação? Creio que o CFM e os CRMs devem essas explicações a seus filiados e mais ainda, ao povo brasileiro.

Na realidade, o problema deste silêncio obsequioso, e vergonhoso, é claro, não está somente no Conselho de Medicina, mas nos parece estar em quase todos os conselhos que serviram aos desmandos do PT nos últimos 16 anos. Milionárias autarquias cooptadas, que se comportam como governo e ou representante da categoria quando interessa e que se valem de resoluções e portarias internas para garantirem mordomias a seus quadros diretores.

Outro caso sem explicação é conselho de representação dos engenheiros, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e seus puxadinhos estaduais, os CREAs que, até o momento não emitiram uma única nota sobre as empreiteiras e seus engenheiros representados envolvidos, alguns presos, na Lava Jato. Quantos processos éticos disciplinares foram abertos? Quantos foram punidos? Qual é a posição do Conselho?  Tudo isso causa desconfiança, assim como causa desconfiança ações para coibirem a abertura de novos cursos, sob outra desculpa manca, de que “há muitos profissionais no mercado”. Ora, se há um mercado, ele mesmo seleciona os bons profissionais, qualquer controle outro, principalmente na formação, não passa de tacanha reserva de mercado, prática condenada em economias reguladas pela velha lei da oferta e demanda.

E a última pergunta, a quantas andam a fiscalização do Ministério Público nessas entidades que movimentam milhões de reais e poucas satisfações dão ao povo brasileiro?

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Sem-vergonha
Temer não perdeu a vergonha porque nunca a teve. Esperem mais absurdos até o canalha deixar o governo.

Honra
O cidadão brasileiro não ataca o Judiciário, Toffoli. Ataca quem não honra o Judiciário.

A mudança já começou
A governadora Cida tem mais um mês para terminar a mudança.

Gato preto na área
Desde que estourou a Lava Jato, Lula e seus companheiros, elevados ao patamar de quadrilha criminosa, foram abandonados pela Sorte. Nada dá certo para a súcia.

Insisto
Enquanto existir um só morador de rua em Curitiba, falar em espírito de Natal, na cidade, não passará de hipocrisia.

A grandeza de se viver

Enquanto houver Lua no Céu
Vamos falando da vida
De coisas para se aprender

No suor, vamos ganhando o pão
Na simplicidade tudo vive
Por que tentar ser diferente?

Neste mundo vale ser gente
E sentir nas coisas pequeninas
A grandeza de se viver.

Violeiro do Sertão – Leo Costa

Patientia, fratres!

 

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A Fortuna abandonou Lula e o PT

Desde que estourou a Lava Jato, Lula e seus companheiros, elevados ao patamar de quadrilha criminosa, foram abandonados pela Sorte. Nada dá certo para a súcia. Lula, o chefe, por exemplo, tentou ser ministro quado a água bateu nas nádegas, mas se enrolou por causa da inabilidade da sua auxiliar e companheira de crime Dilma, que caiu. Tentou se livrar dos processos e nem mesmo pagando a peso de ouro advogados se livrou de indiciamentos, condenação e prisão. Tentou ser candidato e levou seu partido-quadrilha à derrota. Enfim, Lula virou títere da má sorte que a si evocou pela natural soberba dos criminosos que se acham imunes às leis.

A sorte abandonou o bando. Nosso velho amigo Nicolau Maquiavel já adiantava isso há séculos: nós, mortais, temos duas metades determinando nossos destinos, a Virtude e a Fortuna. Na realidade, a Virtude entendida como nos preparamos para a vida e a Fortuna como a sorte de aproveitar esse preparo em hora apropriada.

Sem virtudes, Lula e o PT precisavam inventá-la para enganar o povo brasileiro. Para isso, montaram um teatro que esteve em cartaz por mais de 30 anos no país, dirigida pelo marketing da enganação, enquanto o tesouro era pilhado pela quadrilha. Pensavam continuar o roubo por toda eternidade, mas não contavam com a Lava Jato e a coragem de juízes e promotores na desmontagem da farsa.

Resultado, hoje Lula está preso e outros de seus companheiros logo lhe farão companhia. Ignoraram que a deusa pagão Fortuna é mulher e daquelas que não aguentam abusos e desaforos e quando abandona é para sempre e dá aos imprudentes alto preço pelas suas mágoas.

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Ó dó! – A velha imprensa sabuja, com seus jornalistas venais lambe-botas, começou uma campanha orquestrada pedindo a prisão domiciliar de Lula, que estaria sofrendo muito na cadeia e teria ficado até de cabelos brancos!

Eco sem eco – Concordo com os petistas quando vejo eles citando Umberto Eco, “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”. Espero rindo que tenham lido algum livro de Eco e saibam definir semiologia.

Hipócritas – Enquanto existir um só morador de rua em Curitiba, falar em espírito de Natal, na cidade, não passará de hipocrisia.

O Pirotécnico Pirilâmpico

O alcaide de Curitiba, bem nutrido, pirilâmpico e roliço,
Anuncia fogos de artifício, porém sem estampidos,
Quer um Natal luzido, afrescurado, sem barulho e ruídos;
Cuida dos cães da madame de sensíveis ouvidos,
Porquanto, nas ruas, roncam as barrigas dos mendigos.

O lixo global -A Globo desafia a vontade do povo, insiste na merda, por isso perde audiência.

Conselho – Mantenha os inimigos sinceros por perto e os amigos da onça bem longe!

O sapo informa:
Vaga-lume se dana
Porque acende a bunda.

Patientia, fratres!

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Sabotagem do PT virá com greves na Educação e Saúde

 

Não é preciso ser um gênio da lâmpada para adivinhar as reações do PT na retomada da ordem em nosso país, a partir de primeiro de janeiro. Um partido que se funda na desordem, na sabotagem da sociedade, em todos os aspectos, a greve, como sempre foi, será novamente uma de suas armas. Isso, é lógico, enquanto seus líderes não forem todos encarcerados e apenados, o que será inevitável, em virtude da gravidade dos crimes que estão sendo investigados pela Polícia Federal e a eles imputados.

Resta saber se o PT e seu braço sindical, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), além dos costumeiros puxadinhos partidários e sindicais, encontrarão as condições objetivas para levantarem algum movimento paredista de forma eficiente e convincente. Falo aqui do Serviço Público, pois na inciativa privada, essas condições simplesmente não existem, afinal, desempregados e desesperados em manter o emprego, os que ainda tem, não fazem greve, querem trabalhar e ponto.

Por óbvio, a investida do PT será no Serviço Público, que ganhou o direito à organização sindical com a Carta Magna de 1988, porém com restrições ao direito de greve. Direito esse até hoje discutido em seus pormenores pelos lentos e quase solidários tribunais.

Cabe ao governo que assume, com novas diretrizes na retomada da ordem – principalmente, na administração da Educação, Saúde e nas empresas públicas a serem privatizadas – agir com o rigor da legislação existente.  Ou melhor ainda, codificá-la e aperfeiçoá-la de maneira clara, por meio do Legislativo. De tal sorte, que tenhamos uma legislação que ressalte os direitos e coíba de forma eficaz os abusos.

É inconcebível, por exemplo, o empregado da iniciativa privada ter seus dias de paralisação descontado dos salários e os funcionários públicos terem esses descontos perdoados em reposições de horas para inglês ver. Chega do escudo da estabilidade no emprego para se fazer baderna.

Ou seja, aos que abusam, o rigor da lei, mais nada. A lei já permite, mas é preciso um esforço legislativo, como adiantamos, para ela fique clara:

– convocação dos grevistas a reassumirem imediatamente o exercício dos respectivos cargos;
– instauração de processo administrativo disciplinar para apuração do fato e aplicação das penalidades cabíveis;

– desconto do valor correspondente aos vencimentos e vantagens dos dias de falta ao serviço e a contratação de pessoal, por tempo determinado, configurada a necessidade temporária de excepcional interesse público, gerada pela paralisação do serviço;

– a demissão a bem do serviço público aos que desrespeitarem estatutos e leis.

Essa é a vacina para a bagunça, para a irresponsabilidade dos que deixam nossas crianças e jovens sem aulas e nossos doentes sem atendimento e a população, enfim, de maneira geral, sem os serviços que paga com pesados impostos.

José Fernando Nandé – Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo (UFPR), professor graduado em Matemática, pós-graduado em Economia do Trabalho.

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A falência do modelo sindical pelego e atrelado ao Estado

José Fernando Nandé

 

As relações Capital e Trabalho são inerentes ao modo de produção capitalista. Não há nação desenvolvida neste mundo que não observe com respeito esta coluna de sustentação e equilíbrio do sistema. Entretanto, no Brasil, essas relações nunca estiveram tão enfraquecidas como neste início de Século. Chegamos aqui a um sindicalismo moribundo –  ou seja, absolutamente nada representando além de si mesmo, ao ter apostado em governos que muito prometeram à nação e somente entregaram a ela a corrupção, a desordem nas contas públicas, o esfolamento dos brasileiros com alto impostos para manter uma máquina pública falida, burocrática e inoperante e o desalento do desemprego decorrente da baixa produtividade de setores empresariais.

Os motivos para essa tragédia estratégica da representatividade sindical , como veremos a posteriori, são muitos, mas que, em essência, prendem-se ao modelo equivocado de sindicalismo adotado no país, anacrônico e distorcido ab initio, o qual o transformou em fábrica de pelegos cooptados e tutelados pelo Estado, nas negociatas políticas e relações nada republicanas que se estabeleceram. Por isso, são hoje os sindicatos, em sua maior parte, “empresas de serviços” que enriquecem seus dirigentes, patronais e laborais, formando assim uma casta que negocia e assina acordos, mas sem representarem o que dizem representar, num jogo de faz de conta absurdo.

Historicamente, não há como negarmos as anomalias na gênese de boa parte dos sindicatos e respectiva estrutura, no Brasil, sobremodo com a industrialização da primeira metade do século passado. Estrutura sindical inspirado pela Carta del Lavoro (1927) do fascismo de Mussolini, adotada quase que ipisis litteris pelo ditador Getúlio Vargas, neste subcontinente tropical de tetas secas. Assim nasceram nossos sindicatos, rendendo culto à personalidade, ao grande “pai dos pobres”, alimentado pelas migalhas que caíam da mesa do Palácio do Catete e servido pela máquina estatal, por meio do Ministério do Trabalho, que acomodava os pelegos em sindicatos, federações e confederações, com reflexos na Justiça do Trabalho. E assim, ainda nos mesmos moldes, dá seus últimos suspiros.

Por ter seu cordão umbilical ligado ao Estado, sempre aparelhado por partidos, ignorando seu caráter plural, o sindicalismo brasileiro pagou alto preço com João Goulart (presidente e ex-ministro do Trabalho) que tentou ações tardias e desesperadas de sustentação a seu governo que caía de podre. O Movimento Militar de 1964, em parte, se justifica nessas ações desastrosas de Goulart. Com isso, sabendo como funcionava o sistema, não foi difícil para o Movimento subsequente aperfeiçoar os métodos para manter os pelegos sossegados, inclusive com a nomeação de interventores em alguns sindicatos, os quais ameaçavam criar problemas indesejados.

Entretanto, a partir do final dos anos 1970, com as greves do ABC, o sindicalismo esboça alguma reação, inclusive com o combate aos seus principais problemas, declarando guerra ao peleguismo, aos interventores, à estrutura verticalizada imposta no sistema confederativo. As principais palavras de ordem, que chegaram até a coincidir com o período constituinte, eram: “fora pelego”, “não ao Imposto Sindical”, “por  uma Central dos trabalhadores” e “adoção da Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)” – diretriz que permite, em última análise, a livre organização dos trabalhadores sem a interferência ou normatização estatal, concedendo até mesmo a representação sindical dos funcionários públicos, acolhidos, à época, por associações de cunho recreativo.

De fato, essas palavras de ordem produziram efeitos, parciais, é verdade. Em pouco mais de uma década, pelos sucessivos movimentos paredistas, com auxílio de grandes escritórios de advocacia e partidos, os antigos pelegos foram derrotados em eleições ou simples destituições. Mas o avanço ficou nisso. À medida que os sindicatos eram ocupados por essa nova onda “progressista”, nada das palavras de ordem iniciais se efetivaram.

A partir da Constituição de 1988, com a “esquerda” satisfeita ao ocupar os sindicatos e o parlamento, verificou-se que a antiga estrutura ficara praticamente intacta, federações e confederações de trabalhadores e patrões continuaram a se servir do Estado, por meio de descontos compulsórios e o famigerado Imposto Sindical. Com a Carta Magna, os funcionários públicos ganharam representação de sindicatos. Representação nascida sob o manto de partidos, tornando-se, portando, braço ideológico partidário, apoiada na estabilidade do emprego e numa legislação que não cobrava responsabilidades desse setor.

Além disso, apareceram as Centrais Sindicais para repartir o bolo e pretensamente dar direcionamento às lutas dos trabalhadores. A Convenção 87 foi ignorada e o Ministério do Trabalho ainda continua funcionando como cartório de registro sindical, nas reservas do mercado representativo classista.

Em paralelo, a Justiça do Trabalho continuou a exercer seu papel e regula movimentos paredistas por meio dos dissídios coletivos e aplicação das leis de greve. Boa parte dos sindicalistas abandonou o chão de fábrica e assumiu a burocracia sindical e de Estado, numa perspectiva de rentável e cômoda carreira “profissionalizada”, a qual, mormente descamba para o peleguismo tão prejudicial aos trabalhadores quanto o foi com Vargas e outros governantes posteriores.

Depois desse ensaio de renascimento, já nos governos Sarney, Collor e FHC, estruturado, o movimento sindical caminhou novamente para sua efetiva submissão ao Estado, com suas lideranças guindadas a postos políticos num movimento de cooptação de lideranças que atinge seu ápice nos governos de Lula e Dilma, com enorme impacto nas estatais – em destaque as que sofreram com a corrupção, como os Correios e a Petrobrás, por exemplos. As greves, principalmente no setor privado, ficaram escassas e as reivindicações salariais se diluíram nas águas dos interesses difusos das minorias e das Ongs, produzindo acordos sofríveis para quase a totalidade das categorias.

Dessa forma, chegamos aos nossos dias, com 12 milhões de tralhadores desempregados, com a precarização das condições de trabalho, com a diminuição de salários e com os sindicatos totalmente desacreditados, sem bandeiras unificadoras. Há de observar que, junto com os partidos políticos, desde de 2013, os sindicatos foram colocados fora do jogo dos movimentos das grandes massas, que se mobilizaram por mudanças no país. Não se registra um único sindicato laboral que tenha se notabilizado na participação efetiva nessas manifestação,  assim como qualquer partidos dito de esquerda ou social-democrata. As massas esnobaram seus pretensos líderes, pois os identificaram com o status quo; buscaram novas lideranças, fora das antigas estruturas e se utilizaram para isso de mecanismos paralelos para sua própria organização por meio das redes sociais. De repente, o velho panfleto e a imprensa sabuja já não conseguiam motivar ou alterar os ânimos da opinião pública.

Hoje, o sindicalista – aquele raro, com algum espírito classista – deve estar se perguntando como reverter isso tudo, como voltar a ter voz e representar os trabalhadores de fato? – Ora, vamos abordar essas possíveis soluções em outros artigos, mas adiantamos que, o país caminha a largos passos para o liberalismo econômico, em que as relações de trabalho são determinadas não somente pelo toma-lá-dá-cá empresarial e governamental, mas pelo conjunto dos avanços tecnológicos fabris – há um robô nas fábricas! -, pelo mercado nu, sem enfeites fora da livre concorrência, nas novas formas de se comunicar e nas novíssimas relações sociais decorrentes, mui diversas das conhecidas até agora.

É um caminho sem volta, lutar contra ele será portar-se como quixote, apoiado num sistema que já não corresponde ao nosso tempo, pois ficou preso à década de 1940. Há de se refletir, se reinventar e agir.  Por fim, fugir desses modelos do atraso que tantos males causaram à nação brasileira. Fora isso, é continuar esmurrando ponta de faca, ignorando a cru realidade do mundo do trabalho e sua dinâmica que se acelera.

José Fernando Nandé – Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo, graduado em Matemática e pós-graduado em Economia do Trabalho (UFPR).

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Lobão e Roger detonam cultura oficial, burlesca e venal

Dentre as coisas boas das eleições neste ano, está a reverberação dos alertas feitos por artistas que não aceitam o domínio ideológico das artes, sobremodo na música e literatura, casos dos quixotes, a quem a cultura já deve muito, João Luiz Woerdenbag Filho (o Lobão) e do Roger Rocha Moreira (o Roger, líder da Banda Ultraje a Rigor, que se apresenta no programa do Danilo Gentili, outro severo crítico da “industria cultural” dos grupelhos), os quais já vinham há anos denunciando a sacanagem e por isso pagaram alto preço em suas carreiras ao peitarem o status quo da pilantragem. Leia o artigo completo clicando aqui.

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Para a Globo, passear com fuzil é normal

A cartilha do politicamente correto, a pré-censura que se utilizam os cretinos, faz bela carreira entre meus colegas de profissão. A última estupidez do “jornalismo global do bem” é acreditar que nada há de ruim, em bandidos levarem para passear seus fuzis pelas ruas, como se os fuzis fossem entediados cachorrinhos de apartamento. Ora, cartilhescos colegas, não há boa intenção alguma em quem anda com um fuzil no meio da rua, fuzis não param de árvore em árvore para fazer xixi. Fuzis disparam e matam.

Os indivíduos do crime organizado que estão com um fuzis nas ruas, no mínimo, guardam a intenção de intimidar cidadãos que não consomem drogas ou cometem outros crimes inerentes à quadrilha que manda no pedaço. Portar um fuzil é uma exibição de poder e um atestado da falência do Estado. Um desafio às leis. Escárnio ao estado de direito escancarado por sujeitos geralmente chapados – e vocês sabem muito bem o que é um chapado – esses caras não pensam duas vezes antes de atirar, colocando ou não a vida de terceiros em risco. Por isso precisam ser abatidos.

De uma vez por todas, o fuzil é uma arma de guerra feita com um único objetivo: matar. Sua munição, mira, alcance e sistema de disparos foram engendrados para eliminar sumariamente o inimigo em campo de batalha, em guerras. Por isso, quem é atingido por um disparo de fuzil tem pouquíssimas chances de sobreviver. Mas, ignorando o número crescente e inaceitável de policiais mortos quase que diariamente, nos vem o argumento dos néscios, que tomam o particular pela regra geral: “mas e a furadeira e o guarda-chuva que, nas mãos de inocentes, podem ser confundidos com um fuzil?”. Ora, faz favor, aprenderam raciocinar com as amebas desidratadas? Pois, essas situações se colocam como casos isolados e seus tristes resultados não são frutos de franco-atiradores treinados. A proposta é clara: uso de franco-atiradores (este é o nome, em nossa língua) para eliminar bandidos quem portem armas de guerra nas ruas – metralhadoras, pistolas 9mm e granadas, inclusive.

Os resultados trágicos obtidos até agora em vários casos de enfrentamento policial, certamente foram inspirados pela inépcia de uma política de segurança falida, a qual coloca despreparados nas ruas, porque a verba para treinamento e equipamentos da tropa foi surrupiada por corruptos, justamente aqueles corruptos, alguns já presos e condenados, que o “jornalismo” ignorou nos seus crimes, enquanto o caixa da emissora ou jornal faturava com anúncios estatais e promessas de bom faturamento com a Copa, Olimpíada  e eventos do naipe.

A violência não se combate com flores ou com talquinho na bunda de bandidos. Um fuzil nas mãos de malfeitores e nas ruas, ou em qualquer lugar, é uma ameaça sim.

Parem, senhoras e senhores, de cobrar dos órgãos de segurança soluções com conversa mole – por que não experimentam ir lá no morro e pedir por favor para que o facínora, pobre vítima da desalmada sociedade capitalista, se desarme e deixe de traficar? Façam isso. O recado do novo governo é simples: quer viver em sociedade, simplesmente não ande com um fuzil nas mãos. Caso contrario não vai viver, porque os cidadão ameaçados precisam viver. Ponto.

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