Educação



Sabotagem do PT virá com greves na Educação e Saúde

 

Não é preciso ser um gênio da lâmpada para adivinhar as reações do PT na retomada da ordem em nosso país, a partir de primeiro de janeiro. Um partido que se funda na desordem, na sabotagem da sociedade, em todos os aspectos, a greve, como sempre foi, será novamente uma de suas armas. Isso, é lógico, enquanto seus líderes não forem todos encarcerados e apenados, o que será inevitável, em virtude da gravidade dos crimes que estão sendo investigados pela Polícia Federal e a eles imputados.

Resta saber se o PT e seu braço sindical, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), além dos costumeiros puxadinhos partidários e sindicais, encontrarão as condições objetivas para levantarem algum movimento paredista de forma eficiente e convincente. Falo aqui do Serviço Público, pois na inciativa privada, essas condições simplesmente não existem, afinal, desempregados e desesperados em manter o emprego, os que ainda tem, não fazem greve, querem trabalhar e ponto.

Por óbvio, a investida do PT será no Serviço Público, que ganhou o direito à organização sindical com a Carta Magna de 1988, porém com restrições ao direito de greve. Direito esse até hoje discutido em seus pormenores pelos lentos e quase solidários tribunais.

Cabe ao governo que assume, com novas diretrizes na retomada da ordem – principalmente, na administração da Educação, Saúde e nas empresas públicas a serem privatizadas – agir com o rigor da legislação existente.  Ou melhor ainda, codificá-la e aperfeiçoá-la de maneira clara, por meio do Legislativo. De tal sorte, que tenhamos uma legislação que ressalte os direitos e coíba de forma eficaz os abusos.

É inconcebível, por exemplo, o empregado da iniciativa privada ter seus dias de paralisação descontado dos salários e os funcionários públicos terem esses descontos perdoados em reposições de horas para inglês ver. Chega do escudo da estabilidade no emprego para se fazer baderna.

Ou seja, aos que abusam, o rigor da lei, mais nada. A lei já permite, mas é preciso um esforço legislativo, como adiantamos, para ela fique clara:

– convocação dos grevistas a reassumirem imediatamente o exercício dos respectivos cargos;
– instauração de processo administrativo disciplinar para apuração do fato e aplicação das penalidades cabíveis;

– desconto do valor correspondente aos vencimentos e vantagens dos dias de falta ao serviço e a contratação de pessoal, por tempo determinado, configurada a necessidade temporária de excepcional interesse público, gerada pela paralisação do serviço;

– a demissão a bem do serviço público aos que desrespeitarem estatutos e leis.

Essa é a vacina para a bagunça, para a irresponsabilidade dos que deixam nossas crianças e jovens sem aulas e nossos doentes sem atendimento e a população, enfim, de maneira geral, sem os serviços que paga com pesados impostos.

José Fernando Nandé – Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo (UFPR), professor graduado em Matemática, pós-graduado em Economia do Trabalho.

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Bolsonaro abrirá arquivos do BNDES e corruptos se apavoram

 

Bolsonaro ganhou, o PT perdeu e a Roda da Fortuna gira. Por isso, boa parte dos brasileiros está confiante, a Economia começa a se engrenar novamente, o dólar retoma aos poucos os padrões civilizados e as bolsas operam com segurança de olho no futuro. Mas, neste panorama de otimismo, temos alguns setores da sociedade profundamente incomodados e tudo que o novo governo eleito anuncia é motivo de se apontar sinais do fim do mundo, do apocalipse bíblico na terra, provocados pelos deuses da tragédia tupi.

Notem, que esse choros trevosos partem de cavernas abismais de há muito identificadas. As cavernas que servem de esconderijo para os corruptos, ou daqueles que se serviram da corrupção durante os tristes anos Lula-Dilma.

Há quatro anos o povo brasileiro acostumou-se a seguir a novela Petrolão, escândalo de corrupção sem fim, investigado pela Lava Jato. Entretanto, não é só isso, é que está para entrar em cartaz outras novelas semelhantes, porém em tons mais trágicos. Pois a Lava Jato demonstra, por meio das delações e investigações em curso, que ao se puxar um caranguejo do saco da Petrobrás uma penca de outros caranguejos se agarraram ao primeiro. Assim, já é sabido que, praticamente, em tudo que o PT e seus agregados encostaram as mãos, lá ficaram marcas profundas da corrupção e sua expressão medonha, o roubo, em sua maior parte ainda encoberta pela caixa-preta do segredo, ou pelo manto de antigos bandidos colaboradores.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  (BNDES) vai ser a caixa-preta a ser aberta já no início do novo governo, como promete o presidente eleito Jair Bolsonaro, em seu Twitter (foto). Banco de fomento nacional que financiou empresas fajutas, governos duvidosos e tudo quanto é maracutaia com dinheiro do nosso sofrido povo, sobremodo com o FGTS e recursos do próprio tesouro, em contas que já ultrapassam os inimagináveis trilhões de reais.

Os que devem, os que sabem que estão de antemão condenados em mais esse e outros escândalos a serem revelados, se apavoram e não dormem, inclusive tramam inutilmente para que nada venha a lume. Mas a roda da Fortuna já está girando e ela é implacável, os bandidos, inclusive os das grandes empresas de comunicação, que se mantiveram em silêncio sem-vergonha e cúmplice, enquanto o país era pilhada por quadrilhas partidárias, vão pagar pelos seus crimes contra a pátria brasileira. É isso que os assusta, são essas a razão do pânico.

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Polícia Federal
A PF está atrás de 10 deputados estaduais, no RJ. Aliás, os legislativos estaduais precisam ser investigados, todos!

Ministério do Trabalho
Esvaziado pela Constituição de 1988 e funcionando quase como um cartório de registro de sindicatos, levando adiante alguns programas sociais, e muitos escândalos de corrupção, este Ministério já não se justifica numa economia que se pretende livre num país genuinamente democrático.

Senado
Velhacos do Senado fazem o que sabem: velhacaria. Não vão se livrar da cadeia, seus bandidos!

Detran-PR
Doutro mundo essa propaganda do Detran-PR. Mas a grana que pagou é real.

Aproveitei o erro
Fui ao dentista e acabei fazendo exame de vista. Errei o consultório, atendeu-me a oftalmologista.

Pança
Em certos prefeitos, a capacidade de dar tiro no próprio pé é proporcional à banha acumulada.

Fezes
Esse programa da Fátima Bernardes é um vomitório fecal.

Jornais estrangeiros
Tem que investigar esses jornais estrangeiros no Brasil, o “Le Monde”, que levou uma grana dos governos petistas e “El País”.

Patrulheiros
“Igne comburatur sic quod moriatur” (condenado a morrer na fogueira até que morra), sentença da Inquisição da Idade Média que pode, em nossos dias, ser interpretada como sentença condenatória pela fogueira que junta insânia e ignorância, a qual é provocada pelos verdugos modernos, os patrulheiros do pensamento alheio.

Soda
Dicas do Xunda: o “f” dos textos do fim da Idade Média, em Português, tem som de “s”, então, neles foda é soda, não confunda!

Matutinos
Faço poemas pela manhã
Para oferecê-los ao efêmero da vida
Ao orvalho que desperta a flor
À estrelinha que me serviu de guia
Nos versos, as palavras também acordam
Umas novinhas, ingênuas
Outras velhinhas, sábias
Todas felizes saudando o dia
Pois amanheceram encantadas
Orvalhadas, em luz, em poesia.

 

Patientia, fratres!

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Bolsonaro precisa de “sapa” para destruir sabotagem petista

Não faltam generais ao Exército de Bolsonaro. Entretanto, como Capitão, ele bem sabe que é a hora da ação dos sapadores (sapa), soldados de infantaria especializados em engenharia militar, os quais têm entre suas habilidades a de desarmar minas, ou limpar o acesso ao campo de batalha. O PT e agregados são notórios sabotadores e não se enganem, de tudo vão fazer para deixar o campo minado para atrapalhar a implantação da política do governo que de antemão já juraram destruir.

Os sinais das sabotagens petistas e agregados já começam a aparecer, infiltrados que estão como ratos em todos os buracos do governo Temer. Pelo menos dois sinais devem ser assim entendidos e vistos como apontamentos de minas terrestres no caminho: a bisonha prova sem-vergonha do Enem levada a efeito pelo MEC e essa estranha suposta movimentação em cadeia do mundo árabe, a partir do Egito, no sentido de retaliar a política externa brasileira esboçada por Bolsonaro em relação ao Estado de Israel.

O Itamaraty, notável em outros tempos pela qualidade de seus embaixadores, hoje está desfigurado pelos longos anos da política externa de viés ideológico, aparelhado que foi pelo petismo, que inclusive causou danos na formação acadêmica de nosso corpo diplomático. Para piorar, temos lá o inconfiável motorista de guerrilheiro Aloysio Nunes, no papel de ministro de Relações Exteriores.

Caso queira ter certa tranquilidade para a implantação de suas políticas, o governo que ainda não tomou posse há de deslocar  desde já verdadeiros pelotões de sapa para todos os campos de atuação governamental, em especial Educação e Itamaraty, com a tarefa de desmontar as bombas programadas para explodir e atrasar a tropa de Bolsonaro, que necessita ganhar combates e avançar no terreno desde o primeiro dia de governo.

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Na carceragem de Curitiba
Nesta quarta, Andrade faz visita íntima ao cachaceiro, em Curitiba.Temas: ternas saudades e discussão da relação.

Velhacos
Em 15 anos, a palavra esquerda e todos seus significados ficaram reduzidos a um único sinônimo com força de coletivo: estúpido. Desde então, militante virou militonto, também reduzido a um cretino com grande capacidade de acreditar em qualquer conto de fadas produzido pela estupidez das seitas e de grandes velhacos.

Bolsa Família
Em 2016, foram identificados mais de um milhão de cadastros com problemas no Bolsa Família. Metade, ou seja 500 mil recebiam, embora tivessem renda maior do que a declarada. 13 mil famílias tiveram o benefício suspenso porque doaram para campanhas políticas. Este trabalho tem que ser retomado por Bolsonaro.

Perto do shopping Müeler
Atravessar a pé, ou de carro, os bairros e centro de Curitiba, depois das 21 horas, é o mesmo que caminhar pelo vale da sombra da morte. Aqui, os homicídios estão sendo contados por dúzia. A cidade está apavorada. Pensando bem, isso vale para qualquer horário.

A juventude vende
O marketing e a propaganda descobriram nos anos 1950/60 que a rebeldia vende, porque se identifica com os espíritos ainda não bem formados dos jovens e adolescentes. Todos os nossos ídolos que levamos conosco nos apareceram nessas fases da vida. Raros com alguma valia. Mas, esses ídolos de mercado, fabricados em série pelo marketing de hoje, os famosos e porra nenhuma, estão cada vez mais ordinários, apologistas que são do nada e do vazio que levam dentro de si. Explora-se pois, a rebeldia das gurias e dos guris e pançudos de apartamento, criados para servirem de pasto para a indústria que explora inutilidades, tão inúteis quanto eles se tornarão.

Trovador
Nessa passada miúda,
Assunto as coisas comigo,
Finjo a beleza que não vejo,
Para não perder o juízo.
Sou poeta estradeiro,
Trovo a dor neste castigo.

 

 

Patientia, fratres!

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O Enem é obra de tarados ou acéfalos

Neste domingo, o cidadão recebeu o atestado de óbito da educação brasileira, na famigerada e obscena prova do Enem, obstáculo último para boa parte de nossos alunos acessar o Ensino Superior. Por seu conteúdo tóxico à educação e objetivos claramente doutrinários e corrosivos aos nossos jovens, adianto que essa “prova” não serve nem para limpar a bunda d’algum bugio do Zoológico de Curitiba.

Rogo aqui alguma paciência ao leitor, leitora, ao abordar essa “prova”, eivada da mais puras sem-vergonhices  e desfaçatez já imprimidas pelos acéfalos que se encastelaram no aparelhado MEC, auxiliados pelo inepto Inep. Começo, portanto, na abordagem da nossa castigada Didática, na qualidade de um humilde mestre-escola de província, o qual há mais de 30 anos foi iniciado na arte de ensinar e educar.

Uma das primeiras lições que aprendi no Magistério, junto aos Irmãos Maristas e outros pedagogos das escolas pública e privada, foi elaborar uma prova e, principalmente, entender seu significado dentro do processo ensino-aprendizagem. A grosso modo, a prova é um instrumento de medida do conteúdo ministrado pelo professor durante certo período, não somente para simples mensuração com fim de promoção do educando a período seguinte, mas como balizamento de todo o processo em si. Seu feitio deve sempre estar amarrado ao que foi visto em sala de aula, em variações bem arranjadas para que o mestre não incorra em erro de avaliação, pois do contrário, ela se torna inútil aos objetivos pretendidos. Em toscas analogias, não se medem distâncias da Terra a outros astros com impróprias fitas métricas; assim como não se tem temperaturas dos corpos ao se mensurar o tamanho dos dedo médio de um doente.

Bom, passemos ao problema. Acontece que os gênios do MEC seguem a corrente dos néscios que se acham educadores e, desculpem-me o termo, cagam solenemente para o conteúdo programático das escolas e defendem o tal do “espírito crítico”, supostamente adquirido pelo educando na sua vida escolar ou particular, e assim se dispõem a medi-lo no Enem.  Excelente, caso se respeitasse a ordem natural das coisas: para se desenvolver um espírito crítico, há de se preencher pelo menos dois requisitos básicos ausentes de boa parte do sistema educacional – do Fundamental até o Ensino Médio – a plena alfabetização e o total domínio do raciocínio lógico por parte do conjunto discente.

É sabido pelo próprio MEC – e aqui abstenho-me de mostrar as estatísticas da mediocridade – que a escola brasileira é uma fábrica de analfabetos funcionais e que por assim ser, criminosamente, forma exércitos de incapazes de resolver até mesmo um simples problema com as mais elementares cálculos – fazer contas e formular orações com concordância e acerto,  demonstram o uso de certo raciocínio, mas nem mesmo isso é suficiente para se estabelecer o pretendido “raciocínio crítico”, no máximo, nas atuais condições do ensino, o educando estará pronto para repetir mantras decorados às cartilhas de doutrinadores travestidos de professores.

Assim sendo, o exame do Enem, nos desvirtuados moldes adotados, não nos serve para medir nada, a não ser a estupidez do MEC e os doentios efeitos de sua doutrina “moderna e libertadora”, contida numa pedagogia de hospício imprestável até mesmo aos bugios. Um teste inútil e caro de múltipla escolha, propício ao chute em sua maior parte, que busca alhures ao ambiente  escolar – em ambientes de tarados sodomitas, por exemplo (foto), em distanciamento ao conteúdo ministrado durante anos – dar medidas ao imensurável pela própria imprecisão do instrumento. A não ser que consideremos o absurdo sendo a própria medida do absurdo.

Em suma, esse pessoal do Ministério da Educação, a partir do dia primeiro de janeiro, deve ser sumariamente demitido, mas não sem antes prestar contas das fortunas gastas para se chegar a essa tragédia em que se encontra o indigente ensino brasileiro. Devem ser responsabilizados por seus crimes. O pior deles, jogar uma geração inteira no limbo social.

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A última flor 
Camões tinha dois defeitos, escrevia em português, dialeto que aqui se arranha e gostava de mulher, por isso não caiu no Enem.

Filmem minhas aulas
Não tenho nada a esconder dos pais, tenho conteúdo, não doutrino e não enrolo os alunos.

A farsa
E nem com conhecimento
E nem com educação
Enem é pura doutrinação.

Sauna
A prova do Enem não era para candidatos à Universidade, mas à sauna gay.

Entulhos
A prova lixo do Enem mostra que resta muito entulho petista infiltrado nos órgãos de governo.

MEC
Num país onde conhecimento e cultura são considerados erudição desnecessária, ser comandado por beócios tornou-se costume de urgente necessidade.

Fato
Nem todo ato porralouca é revolucionário. Às vezes é só isso, porralouquice mesmo.

Dos quadrúpedes
A primeira coisa que os doutrinadores colocam no doutrinado é a viseira, dessas usadas em quadrúpedes, justamente para ele não ver outro caminho e julgar-se livre. Caso assim não fosse, a humanidade não teria domesticado os burros.

Sentença
A educação liberta. A doutrina escraviza.

É a ética, senhores
Um monte de engenheiros envolvido nas maracutaias do Petrolão e o CREA não dá um piu!

De fé
Pensa num sujeito desacreditado, o tal vidente que previu a vitória do Alvaro Dias.

Crimes
Por mais boa vontade que se tenha, não há como não admitir que quatro coisas estão na base da criminalidade, e em todos os tempos – drogas, jogo, prostituição e corrupção. Coisas que sobram em nosso país e que são crimes considerados menores.

Perigos na poça d’água
Escuros, de profunda dor, com um leve manso
Iguais às águas de rio traiçoeiro, matador
Eram aqueles olhos que me convidavam
Quando deixei de ser menino apenas
Suas meninas fizeram-me feliz por algum tempo
Mas eram bandidas e não negaram a sina…
É compadre, tenho comigo medo de afogado
E quando vagueio, me arrepio até com poça d’água!

Salve, sonhadores!
Nada nos proíbe, pensar e sonhar são as nossas únicas e verdadeiras liberdades de fato e direito!

 

Patientia, fratres!

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STF ignora desespero do cidadão brasileiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) tem dificuldades de entender o recado das ruas, gritados aos quatro ventos desde os primeiros movimentos de 2013, quando o povo começou a demonstrar sua insatisfação com as instituições brasileiras, inclusive com o Judiciário, por vezes muito maleável e manso para com os criminosos de colarinho branco – eufemismo cunhado para esconder a feia palavra roubo – e se é roubo, obviamente praticado por ladrões. Desesperado, e essa é a expressão exata, senhores, o nosso povo exige Justiça – dura lex, sine dub, sine mollitia (A dura lei, precisa, sem moleza!)  – pois sabe que os que morrem por falta de segurança ou nas filas dos postos de saúde são vítimas desses velhacos que se travestiram de políticos.

O Globo destaca hoje em sua manchete que o “Endurecimento penal de Bolsonaro esbarra em decisões do STF”. Sim, não poderíamos esperar nada diferente desses senhores e senhoras que vivem numa redoma de vidro, apartados da realidade brasileira, ruminando o fácil discurso do “politicamente correto legal” em teses para agrado do próprio umbigo, passando a mão na cabeça de notórios bandidos, com alguns de seus pares cavando brechas legais para poder soltá-los da cadeia.

Assim, na tranquilidade dos cômicos circenses que ignoram o incêndio em torno deles e de quem não precisa se preocupar em chegar vivo em casa depois de um dia de trabalho com salários de fome, de suas cátedras, conseguidas ao presidente de plantão, os bem pagos togados vitalícios declaram ao jornal carioca “que não mudarão a jurisprudência com o novo governo”.

Ó roucos gritos das ruas, nada entenderam os habitantes da embolorada redoma do Planalto! Ora, ora ministros, pelo dito, mesmo que se aprovem leis – por nítido papel do legislador – os senhores, em teima, contra a vontade popular, a qual determinou quem deveria fazer as leis, afirmam valer a jurisprudência!?! Essa jurisprudência que está a garantir as piores injustiças aos cidadãos brasileiros, em que um assassino confesso consegue sair tranquilamente e sorridente pela porta da frente das delegacias?

Que estranha hierarquia legal é essa, em que jurisprudência vale mais do que uma lei aprovada pelo Congresso?

Por favor, voltemos aos papéis originais de cada ente dos Poderes constituídos. Os senhores não são legisladores, apenas têm por obrigação colimar as leis com a Carta Magna; verificar se as leis votadas pelo Legislativo e sancionadas pelo Executivo estão de acordo com a Constituição, mais do que isso é o Tribunal absorver poderes a si inexistentes e imaginários. E lembrem-se, as leis são para o povo e não para os códigos; ao por em curso suas jurisprudências imprudentes, em desdém aos assaltos nas esquinas, aos traficantes, ao crime organizado, ao cidadão que vive preso em sua própria casa, à morte besta por um tênis ou um celular ou na fila de um posto de saúde, os senhores mostram desprezo à vida e ao direito do cidadão honesto tê-la em plenitude, em país civilizado. Essas não são coisas imaginárias do dia-a-dia. São reais, senhores, no desespero que clama urgência para quem está do lado de fora da redoma das vaidades.

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Lambança
Esperando a natural lambança dos ineptos do Inep no Enem deste ano.

Doutrinação
Quem fez o Enem jura que 70% das questões eram panfletos esquerdoides.

Mimimi
Quando essa burguesia mimimi doutrinada que invadiu as universidades vai deixar de pedir mesada para os pais?

Roscas queimadas
A Resistência petista do mimimi não funciona, pois queima como uma rosquinha esquecida no forno.

Medrosos
Os que criticam Moro devem para a Justiça, têm medo da cadeia. Desonestos eleitos.

Medrosos II
Levantamento do Estadão de hoje aponta um terço dos deputados e senadores respondendo processos na Justiça, com acusações que vão desde corrupção até lavagem de dinheiro e assédio sexual.

Safadeza
Ainda do Estadão, eleitos no novo Congresso devem quase R$ 160 milhões de tributos à União.

Guampas
Corno! Não merece outro adjetivo o puto que inventou o Horário de Verão!

Hurra!
Ontem, comemorou-se o Dia do Oficial R-2. Aos oficiais do Exército artilheiros de minha turma, hurra!

Lavando roupa
A poesia é o amaciante para o áspero coração, alvejante de suas escuridões.

O caminho das antas
A Via Láctea recebe este bonito nome dos antigos por se parecer com um caminho feito de leite. Os índios brasileiros comparavam a via com um caminho percorrido por antas. Então, creio que com isso podemos explicar muita coisa neste Brasil varonil.

Latim
No texto de abertura desta coluna, cunhamos a oração “dura lex, sine dub, sine mollitia” – em que a preposição sine rege o ablativo. Numa tradução ao pé da letra, sine dub se faz sem dúvida. Também usamos sine duas vezes por reforço, posto que a oração poderia ser construída com a preposição regendo os dois ablativos: Dura lex sine dub et mollitia. 

O recruta
Recrutado, tornou-se soldado. Tinha vindo do interior. Foi pra zona. No dia seguinte estava levando leite para o filho da… Coração mole. Cabeça mole. Desertou para casar. Foi preso e desgraçou a vida. Da mulher e criança, nunca mais nada se soube.

Bordados
Há tempo que não te escrevo, Polaca
É que o nosso tempo se fazia distante
Nos meus dias, nas minhas obrigações
E hoje ele resolveu se fazer saudade
Tão viva e próxima que posso tocá-la

Lembrei-me de teus coloridos bordados
Com as cores que tiravas do dia entardecido
E no tecido aquelas luzes todas
Que sem saber coloriam minha vida

A saudade borda-me com cinzas linhas
Tristes, tristes, tristes num escurecer diário

É que aí onde estás há um grande bordado
Feito pelas agulhas das estrelas
Que do céu, em escura noite
Furam com antigos desejos meu coração.

 

Patientia, fratres!

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A pedagogia da mediocridade nas escolas brasileiras

Todo ano, não importando o governo, o MEC torra fortunas com pesquisas e avaliações da educação recebida pelos brasileiros, o resultado é sempre o mesmo, indigente, abaixo do desejado, sofrível e espantoso. Portanto, diagnósticos da tragédia não nos faltam e é evidente que temos que avançar para suprimi-la em todos os níveis e já, sob pena de ficarmos mais 30 anos no diagnóstico, vendo-a definhando até sua total falência.

Para o pessoal do magistério, há de admitir a imundice que é essa pedagogia aplicada às escolas, com a farsa Paulo Freire e outros tributários da indigência intelectual – cartilhesca por excelência, doutrinária e meã por origem, em que se imprime princípios educacionais incongruentes com o nosso tempo e com o nosso modo de vida, queira ou não, capitalista, e assim sendo, baseados na competição, conhecimento autêntico e mérito. Fechar os olhos para essa realidade é continuar apostando na utopia dos jumentos que, em pleno deserto da dessabença, sonham com apetitosos e verdejantes pastos não menos incultos.

Há de também de se admitir que a escola não é o lugar em que se é possível fazer experimentos com nossos alunos, assim como não é espaço para pregações doutrinárias de medíocres. O  doutrinador não é professor. Caso o doutrinador deseje assim proceder, ele que funde uma seita ou partido, mas não se utilize da escola para tal fim, pois isso é criminoso, como se vê pelas estatísticas educacionais. Quando a doutrinação entra pela porta da escola, a disciplina sai pela janela, impondo aos verdadeiros educadores a impossibilidade de fazer o que sabem fazer, educar.

Por fim,  a escola deve ser vista na sua concepção original, espaço em que se educa para a vida – a vida de verdade e não a vida imaginada por pedagogos do atraso. Nesse retorno às origens, a escola tem que se dar conta que ela trouxe para si problemas que não eram seus e se esquivou de realizar a sua verdadeira missão, ensinar com toda a honestidade, sem enganação.

Definitivamente, o velho pacto entre os doutrinadores e os candidatos à ignorância deve ser quebrado: “fingir que se ensina ao doutrinar, ao mesmo tempo em que os alunos fingem que aprendem ao repetirem o ABC da cartilha dos apedeutas”.

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Salve, irmãos!
Menosprezar o Nordeste e sua gente, além de revelar uma estúpida ignorância, é desconsiderar nossa própria história, a história da civilização brasileira.

Em Curitiba
Festival e Congresso da Felicidade, em Curitiba. Patrocínio: Rivotril.

Museu
Dois meses do incêndio do Museu Nacional e nenhum boca-mole da UFRJ foi preso.

Fuzil quente
O dia em que a maconheirada do mimimi, que fugiu do serviço militar, alegando pé chato, souber o real poder de fogo de um fuzil, se borra toda.

Carlão, o Pitoco
Chamava-se Carlão e era nosso zagueiro. Estranhamente, nunca tomava banho depois das partidas. Um dia a mulher do cara veio ao jogo e começou a torcer por ele: “vai Pitoco… vai Pitoco”, gritava. Carlão nunca mais apareceu para uma pelada de final de semana. O segredo estava revelado.

MINHA AMADA BURGUESA-COMUNISTA
Foi num domingo de sor, no Museu do Zóio
Que marquei encontro com a mardita
Esperei um par de hora e ela nada
Queria só dois dedo de prosa com a encardida
Pra ver se já tinha passado a lavage cerebrar
Que fizeram com ela, a burguesa-comunista
E quando estava para ir embora
Ela me apareceu ainda mais esquisita
Tinha trocado a camisa do Tche
Por um camisolão florido de chita
O livro da Beauvoir pelos livros do Prabhupada
Tava com brinco, depilada… Tava quase bonita
E cantarolava não mais Lula-lá nem a Internacioná
Me deu um bolinho de arroz, sem sar, a desencardida
E fez eu cantarolar o Hare, Hare… Krishna, Krishna…
Tomei um susto e olhando para minhas botinas
Coloquei a curpa nelas, que sempre me fizero andá
Com gente que por si só não gosta de pensá.

 

 

Patientia, fratres!

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Moro desagrada a bandidos e não a honestos

A Folha de S. Paulo se supera na prática da panfletagem do fim do mundo, rasteira, safada mesmo. Hoje, a coluna Painel, que poderíamos apelidar de Pinel, traz o seguinte título modelar: “Bolsonaro lucra entre eleitores, mas abala relação com o Congresso ao escolher Moro”. Ora, ora, rabiscadores de panfletos, somente bandido tem medo de ir em cana e é evidente que o mal intencionado e ou com dívidas no cartório não estão nada contentes com a indicação de Moro para o Ministério da Justiça. Pelo recado das urnas, a população brasileira, a grande maioria que não é conivente com a corrupção, com o roubo descarado da coisa pública e crimes derivados, ficaria de fato muito contrariada se o presidente eleito optasse por nomear um pilantra para cuidar de pilantras. A Folha vai mais longe no devaneio deste dia dos mortos, e sem citar nomes, como lhe é de hábito e costume, afirma que partidos da “direita à esquerda, passando pelo centrão” interpretam a nomeação de Moro como uma tentativa de “emparedar o Legislativo”. Sim, concordamos com o termo “emparedar”, mas não o Legislativo e sim os bandidos que se travestem de políticos, esses sim vão estar emparedados em breve, na penitenciária. 

De penca
Pencas de vagabundos criticando a indicação de Moro. Somente isso, já se justifica ele ir para Ministério.

Mantra das verdades
Militonto, repita comigo: O PT não é dono do país… O PT perdeu… O Lula está preso, babaca!

Pero, vaza e caminha!
Esperando os orelhudos que disseram que iriam cair fora do país, cair fora mesmo. Asnos sem palavra!!

Não é Gleisi
Gleici, nome da cadela da PF usada para achar drogas nos Correios.

Militontos
Massa de manobra agora se chama Resistência.

A diferença
Professor ensina, não doutrina.

A diferença II
Doutrinação virou “espírito crítico”, a quem pensam que enganam esses espíritos de porcos!?

Geração Mimimi
Mimados da frescura
Só para vagabundo
Trabalhar é ditadura.

Maldade
Está rolando no Twitter uma vaquinha para comprar Hipoglos para petista chorão.

Primeira lei do Verão
O calor é inversamente proporcional ao tamanho da saia. Algo assim: C = K.1/h. Onde C é quantidade de calor; K é a constante universal da safadeza; e h é a altura da saia ou cobre bunda.

Réus por corrupção passiva e fraude à licitação no PR
Beto Richa, ex-governador
José Richa Filho, irmão de Beto Richa e ex-secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná
Deonilson Roldo, ex-chefe de gabinete do governador
Ezequias Moreira, ex-secretário estadual de Cerimonial
Aldair Wanderlei Petry, ex-diretor-geral da secretária de Infraestrutura e Logística do Paraná

Constatações
“Beijo de mulher casada tem gosto de chumbo” – Jandisclay, filósofo e sanfoneiro de zona.

A ditadura estética
Quem vê celulite não vê coração! Mas falando sério, a mulherada deveria mandar às favas essa ditadura estética da frescura!

Fofa
Hás de emagrecer
Mas, sem perder a fofura jamais!

O suspiro do jasmim
Como não fazer poesia
Ao zanzar por Curitiba?
De dia, o doirado dos ipês
À noite, o suspirar do jasmim.

Finados
Os meninos correm pela minha rua
Estão empinando coloridas pipas,
Rotos, esfaimados, porém felizes.
Enquanto seus estômagos roncam
As cores correm, sobem, trêmulas
E alegram o céu do Dia de Finados.
Doce é a infância que nos permite,
Com esses inocentes brinquedos,
Desdenhar os horrores do mundo,
Voar esquecidos de nossas misérias.

Patientia, fratres!

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O fim da censura do politicamente correto

No início dos anos 2000, com a ascensão do PT ao poder, o brasileiro começou a ser induzido a se expressar por uma nova forma de linguagem, conhecida como “politicamente correta”. O descaramento foi tanto, que os bugios acadêmicos petistas chegaram a confeccionar cartilhas com a nova “linguagem” direcionadas para todas as pessoas, inclusive para o vulgo. Os manuais de redação usados para dar pensamento – raso, único e estúpido – aos jornalistas são claros exemplos dessas cartilhas.

De repente, palavras usadas há séculos pelos falantes e ou escreventes da Língua Portuguesa foram marcadas com tarja preta, em advertência a seus usos “tóxicos”. Palavras “marginais” consideradas pelos cartilheiros como impróprias e agressoras ao pensamento único que se desenhava no sentido da sustentação às mudanças sociais pretendidas pelo petismo, auxiliadas por controle ideológico da linguagem e da expressão.

A ideia nefasta contida no “politicamente correto” parte da pré-censura do pensamento do indivíduo ou grupos sociais. Ou seja, ao se emitir um conceito sobre qualquer coisa, o emissor tem que, obrigatoriamente, buscar códigos de comunicação adequados ao que se estabeleceu “correto”. Do contrário, ao se usar código diverso, não convencionado nas cartilhas, o sujeito-emissor, independentemente de contexto ou situação em que se expressa e encontra, passa imediatamente para a categoria de preconceituoso – Um absurdo! Posto que foi o cartilheiro quem estabeleceu o pré-conceito do “correto” na linguagem a ser empregada. Em desgraça contínua, a censura imediatamente se faz pública, em que se aponta o herege que ousou ignorar as cartilhas sagradas dos cretinos patrulheiros do pensamento alheio.

Assim, por quase duas décadas, enquanto destruíam a estrutura da Língua Portuguesa, praticamente sem exigi-la na escola em seu aspecto culto, num vale tudo medonho, em desprezo às sintaxes gramaticais, na falsa assertiva de que ler livros de algum Paulo Coelho seria suficiente para o estudante dominar a escrita, os bugios das cartilhas petistas avançavam para a destruição semântica, do significado das palavras e expressões. E tudo isso com o objetivo de se estabelecer um pensamento dominante, único e cretino: quer seja pela a insuficiência de conhecimento da linguagem para interpretar as leis, escritas nas normas cultas da Língua (letrados, porém ignorantes), quer seja pré-censura política do próprio pensamento das massas, em que pensar diferente se faz crime.

Nessa construção de uma língua de medonhos, os cartilheiros, de forma criminosa e proposital, colocaram de lado os mais de 400 mil verbetes da Língua Portuguesa, uma das mais ricas do mundo em vocabulário, e elegeram apenas algumas palavras e expressões agasalhadas com o manto de “corretas”. Numa negação ausente de vergonha e pejo do próprio desenvolvimento histórico de nossa língua, que costuma dar palavra precisa para cada coisa.

O grau de insensatez nesse sistema dos cartilheiros petistas, sempre em nome do “politicamente correto”, pode ser verificado no processo em que acusam racista qualquer referência sobre a cor do indivíduo de quem se fala, como sempre foi feito desde o nascimento das bases de nossa língua, ainda no Lácio, há quase três mil anos: o olho do emissor da palavra vê a cor, mas ela, em seu cérebro, é pré-censurada e imediatamente, o emissor tem que apelar para a geografia ou outros aspectos diversos, para descrever o que vê. É a safada substituição da realidade objetiva pela subjetiva.

Assim se dá quando nos deparamos com a descrição de qualquer grupo étnico: branco, negro, amarelo, usando palavras adjetivas, ou seja, que descrevem qualidades e que, repito, pertencem a nosso vocabulário remoto. Porém, em passe de mágica, da noite para o dia, essas palavras “malditas” foram sacadas a fórceps dos dicionários, de modo a não ferir a sensibilidade dos verdadeiros preconceituosos, os próprios cartilheiros petistas, guerrilheiros da hegemonia linguística e do pensamento único, bufos de triste figura a dar curso a seus projetos da destruição das instituições “burguesas”, em especial a família e seus valores adquiridos em longo processo civilizatório.

Ao dar um pontapé no rabo desses petistas cômicos sem graça, o brasileiro tem a chance de se libertar da censura estúpida do próprio pensamento. Pois sabemos que o uso dessas palavras “incorretas” depende de várias circunstâncias, temporais, locais e, principalmente, do tom que são emitidas. De nada adianta usar expressões inventadas para dourar pílulas, se o amargo do verdadeiro preconceito se faz no coração. Não são as palavras que estabelecem o preconceito, são os homens que as pronunciam para ferir. Proibir palavras e censurar o pensamento são violências contra o que se faz mais caro para o cidadão, a liberdade; e a liberdade de pensar começa pela palavra. Pois, pensar é ser.

 

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