Geral



Globo apavorada com o novo governo

A velha e carcomida imprensa sem audiência está apavorada. Além de descobrir que as redes sociais proporcionam a comunicação direta do governo eleito com os cidadãos, ficou mais do que claro o corte das milionárias verbas publicitárias do governo a partir do próximo janeiro. A Caixa Econômica, por exemplo, e o Banco do Brasil,  vão deixar de financiar a farra dos patrocínios até para corridas de tartarugas, e pior, e aí que assusta os vagabundos, vão ter suas contas auditadas e revistas.

A Petrobras também não ficará de fora dos cortes. Afinal, é uma estupidez muito grande gastar fortunas em propaganda para divulgar o que já sabemos, a empresa detém o monopólio dos combustíveis no Brasil, não tem concorrentes. O mesmo vale para os Correios, outro monopólio.

A Globo, a Folha de S. Paulo et caterva dão seus últimos suspiros como proxenetas do dinheiro público fácil. Por isso do barulho, por isso das tentativas de desqualificar todas as possíveis ações do governo que ainda nem tomou posse. Isso sem contar, que as grandes empresas de comunicação devem horrores ao fisco e que logo saberemos a sacanagens que fizeram com a grana dos bancos públicos, especialmente o BNDES.

 

O Emborná
Um trabalhão mandar o Emborná embora do bar do Espiga, ontem à noite. Na semana passada, a mulher dele jurou que entraria no bar atirando, caso o Emborná voltasse a frequentar “o antro de vagabundos”. Ninguém levaria a sério a ameaça, caso não fosse o apelido da infeliz: “Zaroia”.

Criado pela avó
“Eu não bato em fresco criado pela avó!” – Jandisclay, filósofo e sanfoneiro de zona, em dia de pugilismo, no Bar do Espiga, antes de saborear uma buchada, acompanhado por uma bagaceira.

Amantes pragmáticos
Estranhos tempos. Chegamos à época dos amantes pragmáticos
Aqueles que entram num relacionamento com paixão
Mas já pensando de antemão no adeus e na saudade.

Vida surpreseira

Surpresas na vida:
É ir comprar flores
E se apaixonar pela florista;
É sair calmo para comprar jornais
E virar notícia.

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Poema do nosso livro Corações Dedicados, clique aqui, leia e divulgue!

Obrigado.
patientia, fratres!
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Conselhos edificantes para uma vida menos miserável

Jandisclay, filósofo e sanfoneiro de zona, está preparando seu livro de autoajuda “Conselhos edificantes para uma vida menos miserável”. Seu método é totalmente revolucionário, porque trabalha com imagens mentais. Por exemplo, se você está se sentindo feia, imagina imediatamente a Dilma só de zorba. Batata, você se sentirá na hora a última bolacha do pacote! “Linda, linda! Não tem erro”, atesta Jandisclay.

Conselho II
“Todo mundo deveria tomar purgante para evitar produzir resíduos sólidos”, Jandisclay, em dia de militante das causas do meio ambiente.

Cartão de Natal do detento de alma mais honesta do mundo, em Curitiba

 

 

Sabugo
Nádia é a nova garçonete do bar do Espiga, vulgo Sabugo. Figura doce, muito gentil e, pelo que me parece, de bons princípios, pois não cansa de afirmar que “não se deve comer a carne onde se ganha o pão”. A garçonete só perde a estribeira ao servir a mesa do Clariço, o inspector. Ela pergunta: “O senhor deseja comer algo?”. E Clariço responde: “Nádia!”

Sabugo II
Contente em ver o Bar do Espiga, vulgo sabugo, transformar-se no melhor happy hour da vila. De acordo com Jandisclay, o sucesso da casa deve-se ao generoso torresmo, ao saudável mocotó e à feijoada caprichada dos sábados. Ao julgar pela magreza do Jandisclay, um verdadeiro palito de canapé, trata-se dos primeiro torresmo light do Brasil.

Alzira
Por favor, Dona Alzira! Quando pedi para a senhora mostrar o currículo, era para a senhora mostrar sua história de vida, e não com o que a senhora ganha a vida!

Papagaio
Hoje, acordei com a TV ligada e uma puta vontade de depenar o papagaio da Ana Maria Braga!

Aproveitem
Na realidade, acordei preocupado. Li ontem que o físico Stephen Hawking previa o início do colapso do universo para daqui a 30 bilhões de anos! Sol em Curitiba, gente, vamos aproveitar!

Nadinha
Acabo de ler o livro “O que os filósofos atuais estão pensando” e concluo: nada!

Os berros
Engana-se quem pensa encontrar o puro silêncio na noite ou no próprio sono. É nesses momentos de aparente tranquilidade que a nossa consciência trava um grande debate conosco e geralmente aos berros, na vã esperança que um dia nós a escutemos.

Alma solta
Duvido dos escritores que dizem planejar seus escritos num jogo cartesiano e previsível. A alma solta desconhece certezas, por isso é criativa. Escrevei pois, com a alma.

Como nascem
Petróleo no mundo inteiro gera gasolina. No Brasil, gera ladrão.

Releases
Dilema dos assessores de imprensa: com a falência dos jornalões, onde publicar os releases?

Siliconadas
Gravidade, tu que tudo levas ao chão
Louças preciosas reduzidas a cacos
Até mesmo a última fatia do pão
E não perdoas nem os pentelhos do saco
Avisa a essa mulherada siliconada
Que tu és lei e ainda não foste revogada!

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Verso do nosso livro Corações Dedicados, clique aqui, leia e divulgue! Obrigado.                                                                                   

                                                                                       Patientia, fratres!

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Pedágio sobe até 17,6% e esfola o paranaense


A gente até consegue explicar, com certa lógica, mula-sem-cabeça, saci, loira fantasma, Papai Noel, mas jamais acharemos explicação razoável para os aumentos do pedágio, que sempre acontecem, estrategicamente, no início da temporada de férias do trabalhador paranaense. A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) aprovou nesta segunda-feira, o reajuste das tarifas de pedágio do Anel de Integração (da Enganação, seria mais apropriado). Entre as cinco concessionárias que apresentaram pedido, a Rodonorte é a que terá o menor percentual, 6,66%. O maior será concedido a Viapar, 17,60%.

Um impacto violento na Economia paranaense, posto que esses valores estão acima da inflação. Com isso, pela temporada de férias, o primeiro setor que vai sofrer é o turismo, que já anda quase defunto aqui no Paraná. O segundo, é o transporte propriamente dito, no escoamento das safras e mercadorias, gerando um efeito cascata nos preços dos produtos e serviços para a nossa já esfolada população.

Como disse, nosso turismo vai mal, concentrado que está nos extremos Leste e Oeste do Paraná. Afora o pedágio a tirar a carne do turista, no Oeste, temos muito oba-oba da prefeitura de Foz do Iguaçu para incentivar o povo a ver água suja nas Cataratas, turbina e o concreto de Itaipu e de quebra, o sujeito ainda pode comprar bugigangas no Paraguai e torrar uns trocados nos cassinos da Argentina.

No Leste, nossas praias pararam no século passado. Guaratuba é uma cidade com donos, a mesma família manda em tudo e de quebra você, se for mulher, pode ser filmada na praia. De brinde ainda, nesses lugares, a violência impera.

Vejam como deve ficar o pedágio para as praias, uma vergonha!

Clique aqui e confira como vai ficar a tarifa dos pedágios em todas as praças do Paraná.

Conclusão

As melhores praias do Paraná ficam em Santa Catarina!

Veteranas pautas

É lógico que, neste Verão, a velha imprensa vai tirar da gaveta as velhas pautas de sempre: a reabertura da Estrada do Colono e a famigerada ponte de Guaratuba. Já deu no saco essas histórias para boi nanar.

Detran

O suposto esquema do Detran-PR com as clínicas de Psicologia já nasceu suspeito, em 2010. Até então, a avaliação do condutor era de responsabilidade do próprio órgão de trânsito e foi terceirizada para as clínicas, com ônus ao sujeito que tira ou renova a carteira de motorista.

Detran II

Como os convênios são feitos no Paraná todo, por óbvio, a ação civil pública contra o Detran deve ser examinada não somente nas clínicas de Maringá. Na cidade, o  MPE constatou um exagerado número de motoristas considerados “inaptos por um dia” nos exames psicológicos, o que os obrigava a passar por novo exame, com pagamento antecipado da taxa respectiva. A suspeita era de que as clínicas forçariam a realização de um segundo exame para aumentar a arrecadação, já que 80% do valor pago é destinado às clínicas.

Valdomiro e a passagem

Valdomiro Greca já ensaia aumentar a passagens de ônibus. Passou a hora de investigar esse sistema da prefeitura de Curitiba que nos oferece sucata a preço de ouro. Hoje, uma passagem já custa mais do que um dólar, para um salário mínimo de pouco mais de 250 dólares.

Valdomiro e o sonho

Valdomiro Greca já fala em reeleição. Certamente seus áulicos, doutores em lamber botas, devem tê-lo convencido de que com a pirotecnia festeira ele  faz brilhante e estonteante trabalho. O prefeito anterior, Gustavo Fruet e o outro anterior a ele, que não lembro o nome, ambos de triste memória, também estavam convencidos pela mesma turma de que iria ser mole a rapadura. Não se reelegeram e isso foi bem feito.

Tetas gordas

Com as nomeações para o secretariado do governo que entra, a silenciosa imprensa local está aliviada, as tetas do Estado são promissoras para os próximos anos.

Caricato e burlesco

Perguntam-me
Por que falo do prefeito
Não é por mal, é que para a sátira
Precisamos do ridículo
Do caricato e do burlesco.

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patientia, fratres!
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Conselhos Federais silenciam sobre corrupção

Esse episódio do “Mais Médicos” traz à baila a atuação dos conselhos profissionais em nosso país. Não nos pareceu muito lógica a abertura do “mercado” brasileiro para os cubanos, posto, pelo que demonstra o último cadastro efetuado pelo governo Federal, que há médicos sobrando no país para ocuparem essas vagas. Médicos formados aqui mesmo e que, ao se cadastrarem, desmontam a narrativa, a qual sempre andou de muletas, capenga que é, de que os médicos brasileiros não querem ir para o interior, morando onde Judas perdeu as botas, lá nos cafundós.

Ora, para que serve um Conselho Profissional que encampa o discurso do governo à época para facilitar a falcatrua do acordo lesa-pátria com Cuba? Que país no mundo aceita profissionais de saúde trabalhando regularmente em seu território sem comprovação de formação? Que entidade voltada para a proteção do exercício profissional aceitaria tão gentilmente a entrada no território de seus representados, pessoas que, a rigor, trabalham em condições supra-legislação? Creio que o CFM e os CRMs devem essas explicações a seus filiados e mais ainda, ao povo brasileiro.

Na realidade, o problema deste silêncio obsequioso, e vergonhoso, é claro, não está somente no Conselho de Medicina, mas nos parece estar em quase todos os conselhos que serviram aos desmandos do PT nos últimos 16 anos. Milionárias autarquias cooptadas, que se comportam como governo e ou representante da categoria quando interessa e que se valem de resoluções e portarias internas para garantirem mordomias a seus quadros diretores.

Outro caso sem explicação é conselho de representação dos engenheiros, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e seus puxadinhos estaduais, os CREAs que, até o momento não emitiram uma única nota sobre as empreiteiras e seus engenheiros representados envolvidos, alguns presos, na Lava Jato. Quantos processos éticos disciplinares foram abertos? Quantos foram punidos? Qual é a posição do Conselho?  Tudo isso causa desconfiança, assim como causa desconfiança ações para coibirem a abertura de novos cursos, sob outra desculpa manca, de que “há muitos profissionais no mercado”. Ora, se há um mercado, ele mesmo seleciona os bons profissionais, qualquer controle outro, principalmente na formação, não passa de tacanha reserva de mercado, prática condenada em economias reguladas pela velha lei da oferta e demanda.

E a última pergunta, a quantas andam a fiscalização do Ministério Público nessas entidades que movimentam milhões de reais e poucas satisfações dão ao povo brasileiro?

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Sem-vergonha
Temer não perdeu a vergonha porque nunca a teve. Esperem mais absurdos até o canalha deixar o governo.

Honra
O cidadão brasileiro não ataca o Judiciário, Toffoli. Ataca quem não honra o Judiciário.

A mudança já começou
A governadora Cida tem mais um mês para terminar a mudança.

Gato preto na área
Desde que estourou a Lava Jato, Lula e seus companheiros, elevados ao patamar de quadrilha criminosa, foram abandonados pela Sorte. Nada dá certo para a súcia.

Insisto
Enquanto existir um só morador de rua em Curitiba, falar em espírito de Natal, na cidade, não passará de hipocrisia.

A grandeza de se viver

Enquanto houver Lua no Céu
Vamos falando da vida
De coisas para se aprender

No suor, vamos ganhando o pão
Na simplicidade tudo vive
Por que tentar ser diferente?

Neste mundo vale ser gente
E sentir nas coisas pequeninas
A grandeza de se viver.

Violeiro do Sertão – Leo Costa

Patientia, fratres!

 

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A Fortuna abandonou Lula e o PT

Desde que estourou a Lava Jato, Lula e seus companheiros, elevados ao patamar de quadrilha criminosa, foram abandonados pela Sorte. Nada dá certo para a súcia. Lula, o chefe, por exemplo, tentou ser ministro quado a água bateu nas nádegas, mas se enrolou por causa da inabilidade da sua auxiliar e companheira de crime Dilma, que caiu. Tentou se livrar dos processos e nem mesmo pagando a peso de ouro advogados se livrou de indiciamentos, condenação e prisão. Tentou ser candidato e levou seu partido-quadrilha à derrota. Enfim, Lula virou títere da má sorte que a si evocou pela natural soberba dos criminosos que se acham imunes às leis.

A sorte abandonou o bando. Nosso velho amigo Nicolau Maquiavel já adiantava isso há séculos: nós, mortais, temos duas metades determinando nossos destinos, a Virtude e a Fortuna. Na realidade, a Virtude entendida como nos preparamos para a vida e a Fortuna como a sorte de aproveitar esse preparo em hora apropriada.

Sem virtudes, Lula e o PT precisavam inventá-la para enganar o povo brasileiro. Para isso, montaram um teatro que esteve em cartaz por mais de 30 anos no país, dirigida pelo marketing da enganação, enquanto o tesouro era pilhado pela quadrilha. Pensavam continuar o roubo por toda eternidade, mas não contavam com a Lava Jato e a coragem de juízes e promotores na desmontagem da farsa.

Resultado, hoje Lula está preso e outros de seus companheiros logo lhe farão companhia. Ignoraram que a deusa pagão Fortuna é mulher e daquelas que não aguentam abusos e desaforos e quando abandona é para sempre e dá aos imprudentes alto preço pelas suas mágoas.

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Ó dó! – A velha imprensa sabuja, com seus jornalistas venais lambe-botas, começou uma campanha orquestrada pedindo a prisão domiciliar de Lula, que estaria sofrendo muito na cadeia e teria ficado até de cabelos brancos!

Eco sem eco – Concordo com os petistas quando vejo eles citando Umberto Eco, “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”. Espero rindo que tenham lido algum livro de Eco e saibam definir semiologia.

Hipócritas – Enquanto existir um só morador de rua em Curitiba, falar em espírito de Natal, na cidade, não passará de hipocrisia.

O Pirotécnico Pirilâmpico

O alcaide de Curitiba, bem nutrido, pirilâmpico e roliço,
Anuncia fogos de artifício, porém sem estampidos,
Quer um Natal luzido, afrescurado, sem barulho e ruídos;
Cuida dos cães da madame de sensíveis ouvidos,
Porquanto, nas ruas, roncam as barrigas dos mendigos.

O lixo global -A Globo desafia a vontade do povo, insiste na merda, por isso perde audiência.

Conselho – Mantenha os inimigos sinceros por perto e os amigos da onça bem longe!

O sapo informa:
Vaga-lume se dana
Porque acende a bunda.

Patientia, fratres!

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Lobão e Roger detonam cultura oficial, burlesca e venal

Dentre as coisas boas das eleições neste ano, está a reverberação dos alertas feitos por artistas que não aceitam o domínio ideológico das artes, sobremodo na música e literatura, casos dos quixotes, a quem a cultura já deve muito, João Luiz Woerdenbag Filho (o Lobão) e do Roger Rocha Moreira (o Roger, líder da Banda Ultraje a Rigor, que se apresenta no programa do Danilo Gentili, outro severo crítico da “industria cultural” dos grupelhos), os quais já vinham há anos denunciando a sacanagem e por isso pagaram alto preço em suas carreiras ao peitarem o status quo da pilantragem. Leia o artigo completo clicando aqui.

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Liberdade de expressão é o nome do achaque


Em toda a história da humanidade, a palavra liberdade sempre foi roída como um osso na boca de certos cães aproveitadores da coisa pública. Os cães modernos guardam e aperfeiçoam esse velho costume. Hoje, podemos notar entre os dentes dos grandes grupos de comunicação, moribundos e ameaçados pelas redes sociais, que a liberdade é gritada em evocação ao milagre que os tiraria de dentro da cova.

Nunca, em tempo algum, o cidadão brasileiro esteve tão livre para se expressar, para dizer o que sente e pensa, por ele próprio, sem a necessidade desses intermediários dos grandes jornais, dos programas de TV, que a mais das vezes vendem a voz cidadã, ou pior, a distorcem, a escondem e a censuram.  A Folha e a Globo, por exemplos, as quais por décadas fizeram esse bufo papel de donas do monopólio da opinião cidadã ou pública, se sentem em iminente perigo e, entre outros, gritam ao universo o horror que mora sob suas camas indecentes e acusam, e fingem, imaginária ameaça à liberdade de expressão.

Em que mundo vivem esses temerários mercadores de opiniões e consciências alheias? Que verdade possuem a lhes dar o direito de ditar o modo de vida dos brasileiros, por toda a eternidade com suas pautas e programações banhadas na imoralidade e ideologias do atraso, na salvaguarda de grandes interesses econômicos, na sabotagem dos costumes, na imposição de suas vontades obscenas e fantasiosas?

Não. Não existe ameaça alguma à liberdade de imprensa ou de expressão. O que existe, é um povo que acordou e se sente dono do seu destino. Um povo que não aceitará mais financiar com o dinheiro público achacadores e outros assemelhados em troca de narcóticos televisivos ou lixos chamados de cultura e verdade. Em momento algum se ameaçou a liberdade de expressão, ameaça-se sim, os cães que não querem largar o osso macio e fácil dos arrombados cofres públicos.

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Vendido
Putz, Folha: “OEA denunciará risco à liberdade de expressão no Brasil”! “Jornalismo”!

Detrans
Se sacudir a jabuticabeira dos Detrans, caem goiabas e laranjas!

Comédia
Joesley tem o hábito de considerar a polícia idiota ao inventar suas historinhas em delações. Está em cana novamente.

Comédia II
Ao receber o nome de Joesley, este sujeito já estava condenado. Um predestinado!

Hoje tem arrastão
“Moro pescava com varinha, agora vai pescar com rede de arrastão” – Bolsonaro, referindo-se aos criminosos corruptos.

Efeito PT
Bons-dias aos esfolados no postos de gasolina para pagar a corrupção, aos que gostam de pagar juros indecentes para os inocentes banqueiros, aos que gostam de dar dinheiro para os empresários de ônibus! Aos “socialistas” que se ufanam da revolução capitalista brasileira!

A grana
Boletos podem ser pagos em qualquer banco a partir deste sábado. Ótimo, agora só falta a grana!

No baile
Barata esperta não atravessa salão de baile de gaúcho.

No coice
Era tão grosso que seu coração não batia, dava coice.

No mundo da Lua

São poucas as diferenças entre um astronauta e um poeta
O astronauta costuma ir para a Lua e voltar para a Terra
O poeta rasga o mapa e não volta!

 

Respostas
Se, por longos anos, a amei?
Se, por muitos anos, continuarei?
Ah! Meu Senhor, se feliz sou? Serei!?
Ah! Não sei… Não sei!

Patientia, fratres!

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Daniel, a tragédia em busca de audiência

É de nosso latino sangue – ó troianos, descendentes de Eneias –  esse estranho gosto pela tragédia. Por isso, histórias reais, embora nos parecendo que saíram dos textos dos romances ou teatro, tanto nos causam comoções, provocam a ira, a dor, a compaixão e a própria dúvida do real progresso civilizatório da humanidade.

E eis que, neste final do ano da graça de 2018, estamos diante de mais uma dessas histórias. A tragédia da vez é o assassinato do jogador Daniel, em circunstâncias de extrema violência, com os ingredientes da animalidade que, por infortúnio, ainda nos são latentes e moram em nós – não duvide disso, amigo, amiga, há pouco mais de 3 mil anos a humanidade habitava as cavernas e estava sob o jugo de códigos morais e legais em que se aceitavam todo e qualquer tipo de violência em resposta a outros crimes não menos bárbaros. Escritos sagrados dessa época ilustram bem o que digo e afirmo.

A história de Daniel e a forma em que ele deixou a vida reúnem todos os ingredientes para as tintas dramáticas de algum Sófocles moderno transferir o drama para os palcos e obter a catarse exigida por Aristóteles em sua Poética: a tragédia como expressão da arte por meio da compaixão e do temor, em busca da expurgação ou purificação dos sentimentos (catarse).

Na realidade, com os meios de comunicação modernos – fantasticamente explorando a velocidade da luz, na difusão da informação – não nos é mais necessário o palco para as encenações trágicas, a própria imprensa, em capítulos diários, à moda dos antigos folhetins,  nos fornece a oportunidade de seguir todos os atos trágicos, em capítulos de hora em hora. São os repórteres policiais os nossos novos dramaturgos – poucos porém, com algum brilho ou talento para isso. A maior parte limita-se a contar uma história, muitas vezes misturando ficção e realidade, na rapidez que os meios exigem, sempre em busca de audiência e o mais importante, atrás do dinheiro, por meio dos anunciantes noutra tragédia, a do mercado de comunicação.

Sim, nosso ingresso ao espetáculo é a propaganda do pé de chinelo, do sabonete, da margarina ou da gasolina. Acompanhemos, portanto, mais esse drama, amigos e amigas de copo e de cruz, seu desfecho conhecemos, pois a tragédia se faz tão antiga quanto o homem. Busquemos nossa catarse, ignorando que a brutalidade das pedras também habita nossas almas. Durmamos felizes com isso.

Amanhã, ao acordarmos, certamente, outro folhetim do mesmo feitio ou mais dramático ainda em violência se desenhará em nossos televisores, em nossas redes sociais. A vida despropositada que nos obriga a modernidade, nos parece que está resumida a isso, seguir capítulos para nosso deleite do pai que joga a filha pela janela; da menina bonitinha que mata os pais; do maluco que invade uma escola e fuzila colegas; do jovem jogador de futebol que bebe, faz besteiras, e depois é morto e desmembrado por um marido aparentemente ciumento e que acha, como os antigos bárbaros, que com uma faca se faz a lei.

 

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A gaita do Gaúcho

Como diz o gaúcho: este mundão está virado numa gaita “véia”!

 

Valia

Alma vazia, sem amor,

Sem tristezas, sem alegrias

A ti não teria valia.

 

Sensato

Voltar atrás no equívoco

Não é vergonhoso

Vergonha é teimar no erro.

 

Bocó

O patrulheiro do pensamento alheio

É um bocó

Incapaz de pensar por si só.

 

Conceitos

A cidade pode até ser inteligente… Mas seus políticos…

 

Sofisticada

A Loira Fantasma está sofisticada. Só anda de Uber preto, chega de táxi.

 

Das merdas

Esperando uma grande análise de esquerda-burguesa baseada no materialismo histórico, do tipo “luta dos contrários e negação da negação”, mas nem isso mais sabem fazer. Pobres timoneiros do proletariado!

 

Assassinatos

Um dia matei 10 pessoas numa manchete de jornal. A notícia tinha vindo de Santa Catarina, dia de chuva e a internet ainda era à manivela. O repórter mandou um fax, quase meia-noite. Não dava para ler direito, jornal pra fechar. Tasquei 29 mortos num acidente e eram 19. No dia seguinte recebi uma mensagem da prefeitura local perguntando-me onde estavam os 10 outros. Advertência e quase demissão. Tornara-me um assassino virtual.

 

Transparência

Em algumas prefeituras brasileiras, transparência a gente só vê nas meias de nylon das amantes dos prefeitos, secretários e vereadores.

 

Matemáticas

Coisas inúteis que você deveria saber e poderiam ter mudado a sua vida, assim como mudaram a minha: num triângulo retângulo, os primos 3 e 5 são proporcionais a uma terceira medida de ordem 4: assim 6, 8, 10… 9, 12 e 15…

 

Chupeta chapada

Sou do tempo em que chapada era apenas um acidente geográfico e chupeta era aquela coisa de borracha feita única e exclusivamente para crianças.

 

Borboleta & miudezas

Ser como uma borboleta

Visitar todas e somente as flores

Porque a vida é tão curtinha

Que não temos tempo

Para nos ocuparmos com miudezas

Com coisas de poucas belezas

Sem gosto, sem alma e sem perfume.

 

Caminheiro

Venho de longe, caminheiro

Por esta longa estrada

Com os passos cada dia mais curtos

Com a pele pelo Sol enrugada

Vi coisas belas, conheci anjos

Demônios e gente bárbara

Susto não tenho mais

O espanto morre aos poucos com o cabra

Venho de muito longe, caminheiro

E já sei onde esta estrada acaba.

Patientia, fratres!

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Bolsonaro abrirá arquivos do BNDES e corruptos se apavoram

 

Bolsonaro ganhou, o PT perdeu e a Roda da Fortuna gira. Por isso, boa parte dos brasileiros está confiante, a Economia começa a se engrenar novamente, o dólar retoma aos poucos os padrões civilizados e as bolsas operam com segurança de olho no futuro. Mas, neste panorama de otimismo, temos alguns setores da sociedade profundamente incomodados e tudo que o novo governo eleito anuncia é motivo de se apontar sinais do fim do mundo, do apocalipse bíblico na terra, provocados pelos deuses da tragédia tupi.

Notem, que esse choros trevosos partem de cavernas abismais de há muito identificadas. As cavernas que servem de esconderijo para os corruptos, ou daqueles que se serviram da corrupção durante os tristes anos Lula-Dilma.

Há quatro anos o povo brasileiro acostumou-se a seguir a novela Petrolão, escândalo de corrupção sem fim, investigado pela Lava Jato. Entretanto, não é só isso, é que está para entrar em cartaz outras novelas semelhantes, porém em tons mais trágicos. Pois a Lava Jato demonstra, por meio das delações e investigações em curso, que ao se puxar um caranguejo do saco da Petrobrás uma penca de outros caranguejos se agarraram ao primeiro. Assim, já é sabido que, praticamente, em tudo que o PT e seus agregados encostaram as mãos, lá ficaram marcas profundas da corrupção e sua expressão medonha, o roubo, em sua maior parte ainda encoberta pela caixa-preta do segredo, ou pelo manto de antigos bandidos colaboradores.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  (BNDES) vai ser a caixa-preta a ser aberta já no início do novo governo, como promete o presidente eleito Jair Bolsonaro, em seu Twitter (foto). Banco de fomento nacional que financiou empresas fajutas, governos duvidosos e tudo quanto é maracutaia com dinheiro do nosso sofrido povo, sobremodo com o FGTS e recursos do próprio tesouro, em contas que já ultrapassam os inimagináveis trilhões de reais.

Os que devem, os que sabem que estão de antemão condenados em mais esse e outros escândalos a serem revelados, se apavoram e não dormem, inclusive tramam inutilmente para que nada venha a lume. Mas a roda da Fortuna já está girando e ela é implacável, os bandidos, inclusive os das grandes empresas de comunicação, que se mantiveram em silêncio sem-vergonha e cúmplice, enquanto o país era pilhada por quadrilhas partidárias, vão pagar pelos seus crimes contra a pátria brasileira. É isso que os assusta, são essas a razão do pânico.

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Polícia Federal
A PF está atrás de 10 deputados estaduais, no RJ. Aliás, os legislativos estaduais precisam ser investigados, todos!

Ministério do Trabalho
Esvaziado pela Constituição de 1988 e funcionando quase como um cartório de registro de sindicatos, levando adiante alguns programas sociais, e muitos escândalos de corrupção, este Ministério já não se justifica numa economia que se pretende livre num país genuinamente democrático.

Senado
Velhacos do Senado fazem o que sabem: velhacaria. Não vão se livrar da cadeia, seus bandidos!

Detran-PR
Doutro mundo essa propaganda do Detran-PR. Mas a grana que pagou é real.

Aproveitei o erro
Fui ao dentista e acabei fazendo exame de vista. Errei o consultório, atendeu-me a oftalmologista.

Pança
Em certos prefeitos, a capacidade de dar tiro no próprio pé é proporcional à banha acumulada.

Fezes
Esse programa da Fátima Bernardes é um vomitório fecal.

Jornais estrangeiros
Tem que investigar esses jornais estrangeiros no Brasil, o “Le Monde”, que levou uma grana dos governos petistas e “El País”.

Patrulheiros
“Igne comburatur sic quod moriatur” (condenado a morrer na fogueira até que morra), sentença da Inquisição da Idade Média que pode, em nossos dias, ser interpretada como sentença condenatória pela fogueira que junta insânia e ignorância, a qual é provocada pelos verdugos modernos, os patrulheiros do pensamento alheio.

Soda
Dicas do Xunda: o “f” dos textos do fim da Idade Média, em Português, tem som de “s”, então, neles foda é soda, não confunda!

Matutinos
Faço poemas pela manhã
Para oferecê-los ao efêmero da vida
Ao orvalho que desperta a flor
À estrelinha que me serviu de guia
Nos versos, as palavras também acordam
Umas novinhas, ingênuas
Outras velhinhas, sábias
Todas felizes saudando o dia
Pois amanheceram encantadas
Orvalhadas, em luz, em poesia.

 

Patientia, fratres!

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O fim do inútil Ministério do Trabalho

Também fruto no modelo da Carta do Trabalho (1927) do fascista italiano Mussolini, copiado aqui nos trópicos pelo ditador Getúlio Vargas (foto), o quase inútil Ministério do Trabalho vai ser extinto no governo Bolsonaro.

Esvaziado pela Constituição de 1988 e funcionando quase como um cartório de registro de sindicatos, levando adiante alguns programas sociais, e muitos escândalos de corrupção, este Ministério já não se justifica numa economia que se pretende livre num país genuinamente democrático.

Pelo que foi adiantado por Jair Bolsonaro, suas funções, as ainda existentes e necessárias, passam para outras pastas, mais arejadas e de acordo com as novas propostas de seu governo. Como sempre, vai ter algum ranger de dentes nas catacumbas sindicais, mas será só isso. Ou o país se moderniza, deixando as leis, e somente elas, regularem as relações capital e trabalho, ou voltamos ao Século passado, com o Estado paparicando e sustentando as antigas fábricas de pelegos e ninhos de corrupção.

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