política



Globo apavorada com o novo governo

A velha e carcomida imprensa sem audiência está apavorada. Além de descobrir que as redes sociais proporcionam a comunicação direta do governo eleito com os cidadãos, ficou mais do que claro o corte das milionárias verbas publicitárias do governo a partir do próximo janeiro. A Caixa Econômica, por exemplo, e o Banco do Brasil,  vão deixar de financiar a farra dos patrocínios até para corridas de tartarugas, e pior, e aí que assusta os vagabundos, vão ter suas contas auditadas e revistas.

A Petrobras também não ficará de fora dos cortes. Afinal, é uma estupidez muito grande gastar fortunas em propaganda para divulgar o que já sabemos, a empresa detém o monopólio dos combustíveis no Brasil, não tem concorrentes. O mesmo vale para os Correios, outro monopólio.

A Globo, a Folha de S. Paulo et caterva dão seus últimos suspiros como proxenetas do dinheiro público fácil. Por isso do barulho, por isso das tentativas de desqualificar todas as possíveis ações do governo que ainda nem tomou posse. Isso sem contar, que as grandes empresas de comunicação devem horrores ao fisco e que logo saberemos a sacanagens que fizeram com a grana dos bancos públicos, especialmente o BNDES.

 

O Emborná
Um trabalhão mandar o Emborná embora do bar do Espiga, ontem à noite. Na semana passada, a mulher dele jurou que entraria no bar atirando, caso o Emborná voltasse a frequentar “o antro de vagabundos”. Ninguém levaria a sério a ameaça, caso não fosse o apelido da infeliz: “Zaroia”.

Criado pela avó
“Eu não bato em fresco criado pela avó!” – Jandisclay, filósofo e sanfoneiro de zona, em dia de pugilismo, no Bar do Espiga, antes de saborear uma buchada, acompanhado por uma bagaceira.

Amantes pragmáticos
Estranhos tempos. Chegamos à época dos amantes pragmáticos
Aqueles que entram num relacionamento com paixão
Mas já pensando de antemão no adeus e na saudade.

Vida surpreseira

Surpresas na vida:
É ir comprar flores
E se apaixonar pela florista;
É sair calmo para comprar jornais
E virar notícia.

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Poema do nosso livro Corações Dedicados, clique aqui, leia e divulgue!

Obrigado.
patientia, fratres!
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Corrupto não é filho de Papai Noel


Todo mundo é filho de Papai Noel
Menos os políticos corruptos
Que são FDP mesmo.

Pato nacional
Desconfie do político que fala em pacto nacional. Pacto para tirar o rabo da reta!

Temos vagas
Políticos sem teto e foro: há vagas na carceragem de Curitiba.

Redondo
Parece que, para muitos políticos, este será o último Natal com o Sol nascendo redondo.

Fato
Reportagem política virou reportagem policial.

Eis o espírito
Inimigo falando bem da gente! Eita, espírito de Natal!

A imaculada
Gleisa, a imaculada do rendez-vous!

Neste Natal
A tudo ao meu amor serei atento,
Principalmente ao cartão de crédito
E a outros endividamentos!

Os cães
O que gosto nos cães: eles não mentem
Amam incondicionalmente
E são mais gente do que muita gente.

Filo e falo
Uma letra pode mudar o mundo: Há cinéfilos e cinéfalos, os primeiros amantes da sétima e os outros, amantes de outras artes!

Conselho
Se um dia lhe jogarem pedras saia correndo.

 

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Obrigado.
patientia, fratres!
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Conselhos edificantes para uma vida menos miserável

Jandisclay, filósofo e sanfoneiro de zona, está preparando seu livro de autoajuda “Conselhos edificantes para uma vida menos miserável”. Seu método é totalmente revolucionário, porque trabalha com imagens mentais. Por exemplo, se você está se sentindo feia, imagina imediatamente a Dilma só de zorba. Batata, você se sentirá na hora a última bolacha do pacote! “Linda, linda! Não tem erro”, atesta Jandisclay.

Conselho II
“Todo mundo deveria tomar purgante para evitar produzir resíduos sólidos”, Jandisclay, em dia de militante das causas do meio ambiente.

Cartão de Natal do detento de alma mais honesta do mundo, em Curitiba

 

 

Sabugo
Nádia é a nova garçonete do bar do Espiga, vulgo Sabugo. Figura doce, muito gentil e, pelo que me parece, de bons princípios, pois não cansa de afirmar que “não se deve comer a carne onde se ganha o pão”. A garçonete só perde a estribeira ao servir a mesa do Clariço, o inspector. Ela pergunta: “O senhor deseja comer algo?”. E Clariço responde: “Nádia!”

Sabugo II
Contente em ver o Bar do Espiga, vulgo sabugo, transformar-se no melhor happy hour da vila. De acordo com Jandisclay, o sucesso da casa deve-se ao generoso torresmo, ao saudável mocotó e à feijoada caprichada dos sábados. Ao julgar pela magreza do Jandisclay, um verdadeiro palito de canapé, trata-se dos primeiro torresmo light do Brasil.

Alzira
Por favor, Dona Alzira! Quando pedi para a senhora mostrar o currículo, era para a senhora mostrar sua história de vida, e não com o que a senhora ganha a vida!

Papagaio
Hoje, acordei com a TV ligada e uma puta vontade de depenar o papagaio da Ana Maria Braga!

Aproveitem
Na realidade, acordei preocupado. Li ontem que o físico Stephen Hawking previa o início do colapso do universo para daqui a 30 bilhões de anos! Sol em Curitiba, gente, vamos aproveitar!

Nadinha
Acabo de ler o livro “O que os filósofos atuais estão pensando” e concluo: nada!

Os berros
Engana-se quem pensa encontrar o puro silêncio na noite ou no próprio sono. É nesses momentos de aparente tranquilidade que a nossa consciência trava um grande debate conosco e geralmente aos berros, na vã esperança que um dia nós a escutemos.

Alma solta
Duvido dos escritores que dizem planejar seus escritos num jogo cartesiano e previsível. A alma solta desconhece certezas, por isso é criativa. Escrevei pois, com a alma.

Como nascem
Petróleo no mundo inteiro gera gasolina. No Brasil, gera ladrão.

Releases
Dilema dos assessores de imprensa: com a falência dos jornalões, onde publicar os releases?

Siliconadas
Gravidade, tu que tudo levas ao chão
Louças preciosas reduzidas a cacos
Até mesmo a última fatia do pão
E não perdoas nem os pentelhos do saco
Avisa a essa mulherada siliconada
Que tu és lei e ainda não foste revogada!

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Verso do nosso livro Corações Dedicados, clique aqui, leia e divulgue! Obrigado.                                                                                   

                                                                                       Patientia, fratres!

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Os 84 anos da menina Londrina

Bela Londrina
Oitenta e quatro anos
E tão menina!

 

Salve!

Das boas coisas que tive como jornalista, foi ter trabalhado por algum tempo em Londrina. Fiz grandes amizades, que perduram até hoje. Salve, Londrina!

Fiofós em pauta

“No Brasil, desenvolveu-se a moda de cuidar do fiofó alheio e até mesmo fazer leis no Congresso Nacional para cuidar do fiofó dos que não cuidam do próprio… Isso vai mudar”, Clariço, o inspector, amigo do Jandisclay, em discurso etílico no bar do Espiga, vulgo Sabugo.

O candidato

Eu vi: discurso de candidato a vereador num município de Campina Grande Sul: “Temos que ter uma casa para socorrer os animais abandonados” (pausa no discurso irado do candidato)… “A minha mãe, por exemplo”… (nova pausa e gargalhada geral)… “A minha mãe faz sozinha este trabalho…” (neguinho quase rolando no chão de tanto rir)….

IPTU rima…

Ó medonho, que aumentaste o IPTU,
Vai aqui uma praga de gente decente:
Tu ainda terás na cara o que CUritiba tem na frente!

Liberdade

Bárbaro tempo este do pensamento barato e copiado aos outros. Não sois livres ao pensar o que os outros vos ditam. Sois escravos do pensamento alheio. A verdadeira liberdade de um homem está em justamente pensar por si, mesmo que em equívoco.

Eles… Os chatos

O tempo é aquilo que nos falta quando estamos com alguém agradável e nos sobra quando estamos com os chatos.

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Patientia, fratres!

 

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Burocratas do Detran-PR não cumprem legislação

O DETRAN-PR descumpre, desde 10/10/2018, a lei de desburocratização nº 13.726/2018 (veda a exigência de autenticações e reconhecimentos por cartórios, dentre outras medidas), publicada no D.O.U. A própria lei estabelecia um período de até 45 dias para que os órgãos públicos federais, estaduais e municipais se adequassem à nova lei (período de “vacatio legis”) só que este prazo esgotou-se em 24/11/2018 e, até o momento, não foi publicada ORDEM DE SERVIÇO emanada da direção geral regulamentando novos procedimentos aos postos de atendimento.
Já a lei 13.460 de 2017 NUNCA FOI CUMPRIDA e o Detran-PR continuou a priorizar os interesses dos cartórios, continuando a exigir autenticações e reconhecimentos de firma na maioria dos documentos exigidos dos cidadãos paranaenses para seus processos relativos a veículos e habilitação de pessoas.
Como cidadão comum, recusei-me a levantar da presença de uma funcionária do Detran no posto do Hauer, em 01/11/2018, para reconhecer firma de uma declaração de extravio de Certificado de Registro Veicular e estou sendo “enrolado e sabotado” por funcionários que não admitem questionamentos, até a presente data, 04/12/2018.
Também a Polícia Civil do PR, através de sua Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, continua a exigir reconhecimentos de firma e autenticações para o desbloqueio de veículos sinistrados, ignorando completamente as duas leis.
Elmer W. Bogdanow
Economista e pequeno empresário
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O escárnio é a temerária aposta do STF

Ao verificar a inevitável vitória de Bolsonaro, ainda nas vésperas do segundo turno das eleições, o ministro Toffoli e ex-funcionário de José Dirceu, já ensaiava a flácida conversa de pacto nacional para dar governabilidade ao país – isso, na cabeça dele e talvez de seus pares. Na ocasião, ponderamos que, numa democracia, quaisquer pactos entre Poderes além ou aquém dos previstos na Constituição Federal cheiram como algo nada, nada republicano. Na realidade, ficava difícil decifrar a qual “pacto” o ministro aludia (até hoje não entendemos, posto que nossa Carta Magna, a senhora de todos pactos escritos e aceitos, está em pleno vigor). Mas mesmo assim, Toffoli não perdia  ou perde oportunidade de espalhar o tal de “pacto” para os quatro ventos, enquanto nós, o gado – pois é como parecem enxergar o povo – dormíamos com um olho aberto e outro fechado.

Passados alguns dias, começamos a entender que esse pacto nada mais significava que o desejo do STF continuar pintando e bordando como sempre fez, como nesse episódio de chantagem explícita de se colocar de um lado o aumento salarial dos ministros daquela corte, com danosos reflexos nas contas nacionais, e de outro, o corte do auxílio moradia, apropriado pelos magistrados para “repor” parte da defasagem salarial que dizem ter. Pois bem, com o auxílio de um presidente da República, Michel Temer, para lá de moribundo e envolto no lamaçal da corrupção, Toffoli conseguiu o aumento pretendido, ignorando todas as suas consequências na marmita do gari, do operário, na falta de investimentos em segurança, educação, na falta de remédios nas Unidades de Saúde, na falta de Saúde, enfim, nas assombrações da má administração estatal que rondam o brasileiro há décadas.

O povo, o patrão dos que se encastelam no poder, se sentiu mais uma vez apunhalado pelas costas e, por enquanto, se manifesta ruidosamente pelas redes sociais – daí para as ruas é um pulinho, como vem sendo demonstrado desde 2013. Tirada a temperatura, o STF deve estar avaliando que o desgaste foi o natural, que com o tempo o povo esquece essa falta de vergonha dos ministros que desconhecem os mais de 12 milhões de desempregados deste país. Trabalhadores que se viram como podem para alimentar a si e aos seus.

Neste final de feira, neste ar natalino a amolecer corações, enganam-se os ministros se estiverem fazendo uma leitura de temperatura baixa ao se darem presentes com o dinheiro público, obtido a partir de suados esforços dos mais humildes, dos que produzem e trabalham. Ninguém, sobremodo os famintos, esquece o escárnio, mesmo em época de Natal.

Esse aumento despropositado na temperatura já está na conta de nossa gente. Todos os dias, sempre vai ter alguém nas esquinas ou nas redes lembrando dessa troça de bufos apartados da realidade. E essa lembrança, certamente será somada a tudo de ruim que esse Tribunal vier a proferir. (Particularmente, rezo para que as denúncias de corrupção não cheguem aos tapetes do honrado e augusto STF!).

Caso essa ação dos aumentos sobre os próprios salários foi para tirar a temperatura da população, recomendo aos senhores uma boa leitura do termômetro, porque daqui deste lado, o do povo e famélicos, a temperatura já passa do ponto – uma questão da Relatividade, ou de onde se encontra o observador, é claro. É mister não se cometer erros de paralaxe, lembrem-se a temperatura é linear, mas para certas circunstâncias, ela pode se transformar em exponencial, eis o problema quando se lida com as massas, a entropia, o grau de sua agitação, é o que nos ensina a História.

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Conselhos Federais silenciam sobre corrupção

Esse episódio do “Mais Médicos” traz à baila a atuação dos conselhos profissionais em nosso país. Não nos pareceu muito lógica a abertura do “mercado” brasileiro para os cubanos, posto, pelo que demonstra o último cadastro efetuado pelo governo Federal, que há médicos sobrando no país para ocuparem essas vagas. Médicos formados aqui mesmo e que, ao se cadastrarem, desmontam a narrativa, a qual sempre andou de muletas, capenga que é, de que os médicos brasileiros não querem ir para o interior, morando onde Judas perdeu as botas, lá nos cafundós.

Ora, para que serve um Conselho Profissional que encampa o discurso do governo à época para facilitar a falcatrua do acordo lesa-pátria com Cuba? Que país no mundo aceita profissionais de saúde trabalhando regularmente em seu território sem comprovação de formação? Que entidade voltada para a proteção do exercício profissional aceitaria tão gentilmente a entrada no território de seus representados, pessoas que, a rigor, trabalham em condições supra-legislação? Creio que o CFM e os CRMs devem essas explicações a seus filiados e mais ainda, ao povo brasileiro.

Na realidade, o problema deste silêncio obsequioso, e vergonhoso, é claro, não está somente no Conselho de Medicina, mas nos parece estar em quase todos os conselhos que serviram aos desmandos do PT nos últimos 16 anos. Milionárias autarquias cooptadas, que se comportam como governo e ou representante da categoria quando interessa e que se valem de resoluções e portarias internas para garantirem mordomias a seus quadros diretores.

Outro caso sem explicação é conselho de representação dos engenheiros, Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) e seus puxadinhos estaduais, os CREAs que, até o momento não emitiram uma única nota sobre as empreiteiras e seus engenheiros representados envolvidos, alguns presos, na Lava Jato. Quantos processos éticos disciplinares foram abertos? Quantos foram punidos? Qual é a posição do Conselho?  Tudo isso causa desconfiança, assim como causa desconfiança ações para coibirem a abertura de novos cursos, sob outra desculpa manca, de que “há muitos profissionais no mercado”. Ora, se há um mercado, ele mesmo seleciona os bons profissionais, qualquer controle outro, principalmente na formação, não passa de tacanha reserva de mercado, prática condenada em economias reguladas pela velha lei da oferta e demanda.

E a última pergunta, a quantas andam a fiscalização do Ministério Público nessas entidades que movimentam milhões de reais e poucas satisfações dão ao povo brasileiro?

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Sem-vergonha
Temer não perdeu a vergonha porque nunca a teve. Esperem mais absurdos até o canalha deixar o governo.

Honra
O cidadão brasileiro não ataca o Judiciário, Toffoli. Ataca quem não honra o Judiciário.

A mudança já começou
A governadora Cida tem mais um mês para terminar a mudança.

Gato preto na área
Desde que estourou a Lava Jato, Lula e seus companheiros, elevados ao patamar de quadrilha criminosa, foram abandonados pela Sorte. Nada dá certo para a súcia.

Insisto
Enquanto existir um só morador de rua em Curitiba, falar em espírito de Natal, na cidade, não passará de hipocrisia.

A grandeza de se viver

Enquanto houver Lua no Céu
Vamos falando da vida
De coisas para se aprender

No suor, vamos ganhando o pão
Na simplicidade tudo vive
Por que tentar ser diferente?

Neste mundo vale ser gente
E sentir nas coisas pequeninas
A grandeza de se viver.

Violeiro do Sertão – Leo Costa

Patientia, fratres!

 

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A Fortuna abandonou Lula e o PT

Desde que estourou a Lava Jato, Lula e seus companheiros, elevados ao patamar de quadrilha criminosa, foram abandonados pela Sorte. Nada dá certo para a súcia. Lula, o chefe, por exemplo, tentou ser ministro quado a água bateu nas nádegas, mas se enrolou por causa da inabilidade da sua auxiliar e companheira de crime Dilma, que caiu. Tentou se livrar dos processos e nem mesmo pagando a peso de ouro advogados se livrou de indiciamentos, condenação e prisão. Tentou ser candidato e levou seu partido-quadrilha à derrota. Enfim, Lula virou títere da má sorte que a si evocou pela natural soberba dos criminosos que se acham imunes às leis.

A sorte abandonou o bando. Nosso velho amigo Nicolau Maquiavel já adiantava isso há séculos: nós, mortais, temos duas metades determinando nossos destinos, a Virtude e a Fortuna. Na realidade, a Virtude entendida como nos preparamos para a vida e a Fortuna como a sorte de aproveitar esse preparo em hora apropriada.

Sem virtudes, Lula e o PT precisavam inventá-la para enganar o povo brasileiro. Para isso, montaram um teatro que esteve em cartaz por mais de 30 anos no país, dirigida pelo marketing da enganação, enquanto o tesouro era pilhado pela quadrilha. Pensavam continuar o roubo por toda eternidade, mas não contavam com a Lava Jato e a coragem de juízes e promotores na desmontagem da farsa.

Resultado, hoje Lula está preso e outros de seus companheiros logo lhe farão companhia. Ignoraram que a deusa pagão Fortuna é mulher e daquelas que não aguentam abusos e desaforos e quando abandona é para sempre e dá aos imprudentes alto preço pelas suas mágoas.

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Ó dó! – A velha imprensa sabuja, com seus jornalistas venais lambe-botas, começou uma campanha orquestrada pedindo a prisão domiciliar de Lula, que estaria sofrendo muito na cadeia e teria ficado até de cabelos brancos!

Eco sem eco – Concordo com os petistas quando vejo eles citando Umberto Eco, “as redes sociais deram voz a uma legião de imbecis”. Espero rindo que tenham lido algum livro de Eco e saibam definir semiologia.

Hipócritas – Enquanto existir um só morador de rua em Curitiba, falar em espírito de Natal, na cidade, não passará de hipocrisia.

O Pirotécnico Pirilâmpico

O alcaide de Curitiba, bem nutrido, pirilâmpico e roliço,
Anuncia fogos de artifício, porém sem estampidos,
Quer um Natal luzido, afrescurado, sem barulho e ruídos;
Cuida dos cães da madame de sensíveis ouvidos,
Porquanto, nas ruas, roncam as barrigas dos mendigos.

O lixo global -A Globo desafia a vontade do povo, insiste na merda, por isso perde audiência.

Conselho – Mantenha os inimigos sinceros por perto e os amigos da onça bem longe!

O sapo informa:
Vaga-lume se dana
Porque acende a bunda.

Patientia, fratres!

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A falência do modelo sindical pelego e atrelado ao Estado

José Fernando Nandé

 

As relações Capital e Trabalho são inerentes ao modo de produção capitalista. Não há nação desenvolvida neste mundo que não observe com respeito esta coluna de sustentação e equilíbrio do sistema. Entretanto, no Brasil, essas relações nunca estiveram tão enfraquecidas como neste início de Século. Chegamos aqui a um sindicalismo moribundo –  ou seja, absolutamente nada representando além de si mesmo, ao ter apostado em governos que muito prometeram à nação e somente entregaram a ela a corrupção, a desordem nas contas públicas, o esfolamento dos brasileiros com alto impostos para manter uma máquina pública falida, burocrática e inoperante e o desalento do desemprego decorrente da baixa produtividade de setores empresariais.

Os motivos para essa tragédia estratégica da representatividade sindical , como veremos a posteriori, são muitos, mas que, em essência, prendem-se ao modelo equivocado de sindicalismo adotado no país, anacrônico e distorcido ab initio, o qual o transformou em fábrica de pelegos cooptados e tutelados pelo Estado, nas negociatas políticas e relações nada republicanas que se estabeleceram. Por isso, são hoje os sindicatos, em sua maior parte, “empresas de serviços” que enriquecem seus dirigentes, patronais e laborais, formando assim uma casta que negocia e assina acordos, mas sem representarem o que dizem representar, num jogo de faz de conta absurdo.

Historicamente, não há como negarmos as anomalias na gênese de boa parte dos sindicatos e respectiva estrutura, no Brasil, sobremodo com a industrialização da primeira metade do século passado. Estrutura sindical inspirado pela Carta del Lavoro (1927) do fascismo de Mussolini, adotada quase que ipisis litteris pelo ditador Getúlio Vargas, neste subcontinente tropical de tetas secas. Assim nasceram nossos sindicatos, rendendo culto à personalidade, ao grande “pai dos pobres”, alimentado pelas migalhas que caíam da mesa do Palácio do Catete e servido pela máquina estatal, por meio do Ministério do Trabalho, que acomodava os pelegos em sindicatos, federações e confederações, com reflexos na Justiça do Trabalho. E assim, ainda nos mesmos moldes, dá seus últimos suspiros.

Por ter seu cordão umbilical ligado ao Estado, sempre aparelhado por partidos, ignorando seu caráter plural, o sindicalismo brasileiro pagou alto preço com João Goulart (presidente e ex-ministro do Trabalho) que tentou ações tardias e desesperadas de sustentação a seu governo que caía de podre. O Movimento Militar de 1964, em parte, se justifica nessas ações desastrosas de Goulart. Com isso, sabendo como funcionava o sistema, não foi difícil para o Movimento subsequente aperfeiçoar os métodos para manter os pelegos sossegados, inclusive com a nomeação de interventores em alguns sindicatos, os quais ameaçavam criar problemas indesejados.

Entretanto, a partir do final dos anos 1970, com as greves do ABC, o sindicalismo esboça alguma reação, inclusive com o combate aos seus principais problemas, declarando guerra ao peleguismo, aos interventores, à estrutura verticalizada imposta no sistema confederativo. As principais palavras de ordem, que chegaram até a coincidir com o período constituinte, eram: “fora pelego”, “não ao Imposto Sindical”, “por  uma Central dos trabalhadores” e “adoção da Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)” – diretriz que permite, em última análise, a livre organização dos trabalhadores sem a interferência ou normatização estatal, concedendo até mesmo a representação sindical dos funcionários públicos, acolhidos, à época, por associações de cunho recreativo.

De fato, essas palavras de ordem produziram efeitos, parciais, é verdade. Em pouco mais de uma década, pelos sucessivos movimentos paredistas, com auxílio de grandes escritórios de advocacia e partidos, os antigos pelegos foram derrotados em eleições ou simples destituições. Mas o avanço ficou nisso. À medida que os sindicatos eram ocupados por essa nova onda “progressista”, nada das palavras de ordem iniciais se efetivaram.

A partir da Constituição de 1988, com a “esquerda” satisfeita ao ocupar os sindicatos e o parlamento, verificou-se que a antiga estrutura ficara praticamente intacta, federações e confederações de trabalhadores e patrões continuaram a se servir do Estado, por meio de descontos compulsórios e o famigerado Imposto Sindical. Com a Carta Magna, os funcionários públicos ganharam representação de sindicatos. Representação nascida sob o manto de partidos, tornando-se, portando, braço ideológico partidário, apoiada na estabilidade do emprego e numa legislação que não cobrava responsabilidades desse setor.

Além disso, apareceram as Centrais Sindicais para repartir o bolo e pretensamente dar direcionamento às lutas dos trabalhadores. A Convenção 87 foi ignorada e o Ministério do Trabalho ainda continua funcionando como cartório de registro sindical, nas reservas do mercado representativo classista.

Em paralelo, a Justiça do Trabalho continuou a exercer seu papel e regula movimentos paredistas por meio dos dissídios coletivos e aplicação das leis de greve. Boa parte dos sindicalistas abandonou o chão de fábrica e assumiu a burocracia sindical e de Estado, numa perspectiva de rentável e cômoda carreira “profissionalizada”, a qual, mormente descamba para o peleguismo tão prejudicial aos trabalhadores quanto o foi com Vargas e outros governantes posteriores.

Depois desse ensaio de renascimento, já nos governos Sarney, Collor e FHC, estruturado, o movimento sindical caminhou novamente para sua efetiva submissão ao Estado, com suas lideranças guindadas a postos políticos num movimento de cooptação de lideranças que atinge seu ápice nos governos de Lula e Dilma, com enorme impacto nas estatais – em destaque as que sofreram com a corrupção, como os Correios e a Petrobrás, por exemplos. As greves, principalmente no setor privado, ficaram escassas e as reivindicações salariais se diluíram nas águas dos interesses difusos das minorias e das Ongs, produzindo acordos sofríveis para quase a totalidade das categorias.

Dessa forma, chegamos aos nossos dias, com 12 milhões de tralhadores desempregados, com a precarização das condições de trabalho, com a diminuição de salários e com os sindicatos totalmente desacreditados, sem bandeiras unificadoras. Há de observar que, junto com os partidos políticos, desde de 2013, os sindicatos foram colocados fora do jogo dos movimentos das grandes massas, que se mobilizaram por mudanças no país. Não se registra um único sindicato laboral que tenha se notabilizado na participação efetiva nessas manifestação,  assim como qualquer partidos dito de esquerda ou social-democrata. As massas esnobaram seus pretensos líderes, pois os identificaram com o status quo; buscaram novas lideranças, fora das antigas estruturas e se utilizaram para isso de mecanismos paralelos para sua própria organização por meio das redes sociais. De repente, o velho panfleto e a imprensa sabuja já não conseguiam motivar ou alterar os ânimos da opinião pública.

Hoje, o sindicalista – aquele raro, com algum espírito classista – deve estar se perguntando como reverter isso tudo, como voltar a ter voz e representar os trabalhadores de fato? – Ora, vamos abordar essas possíveis soluções em outros artigos, mas adiantamos que, o país caminha a largos passos para o liberalismo econômico, em que as relações de trabalho são determinadas não somente pelo toma-lá-dá-cá empresarial e governamental, mas pelo conjunto dos avanços tecnológicos fabris – há um robô nas fábricas! -, pelo mercado nu, sem enfeites fora da livre concorrência, nas novas formas de se comunicar e nas novíssimas relações sociais decorrentes, mui diversas das conhecidas até agora.

É um caminho sem volta, lutar contra ele será portar-se como quixote, apoiado num sistema que já não corresponde ao nosso tempo, pois ficou preso à década de 1940. Há de se refletir, se reinventar e agir.  Por fim, fugir desses modelos do atraso que tantos males causaram à nação brasileira. Fora isso, é continuar esmurrando ponta de faca, ignorando a cru realidade do mundo do trabalho e sua dinâmica que se acelera.

José Fernando Nandé – Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo, graduado em Matemática e pós-graduado em Economia do Trabalho (UFPR).

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Para a Globo, passear com fuzil é normal

A cartilha do politicamente correto, a pré-censura que se utilizam os cretinos, faz bela carreira entre meus colegas de profissão. A última estupidez do “jornalismo global do bem” é acreditar que nada há de ruim, em bandidos levarem para passear seus fuzis pelas ruas, como se os fuzis fossem entediados cachorrinhos de apartamento. Ora, cartilhescos colegas, não há boa intenção alguma em quem anda com um fuzil no meio da rua, fuzis não param de árvore em árvore para fazer xixi. Fuzis disparam e matam.

Os indivíduos do crime organizado que estão com um fuzis nas ruas, no mínimo, guardam a intenção de intimidar cidadãos que não consomem drogas ou cometem outros crimes inerentes à quadrilha que manda no pedaço. Portar um fuzil é uma exibição de poder e um atestado da falência do Estado. Um desafio às leis. Escárnio ao estado de direito escancarado por sujeitos geralmente chapados – e vocês sabem muito bem o que é um chapado – esses caras não pensam duas vezes antes de atirar, colocando ou não a vida de terceiros em risco. Por isso precisam ser abatidos.

De uma vez por todas, o fuzil é uma arma de guerra feita com um único objetivo: matar. Sua munição, mira, alcance e sistema de disparos foram engendrados para eliminar sumariamente o inimigo em campo de batalha, em guerras. Por isso, quem é atingido por um disparo de fuzil tem pouquíssimas chances de sobreviver. Mas, ignorando o número crescente e inaceitável de policiais mortos quase que diariamente, nos vem o argumento dos néscios, que tomam o particular pela regra geral: “mas e a furadeira e o guarda-chuva que, nas mãos de inocentes, podem ser confundidos com um fuzil?”. Ora, faz favor, aprenderam raciocinar com as amebas desidratadas? Pois, essas situações se colocam como casos isolados e seus tristes resultados não são frutos de franco-atiradores treinados. A proposta é clara: uso de franco-atiradores (este é o nome, em nossa língua) para eliminar bandidos quem portem armas de guerra nas ruas – metralhadoras, pistolas 9mm e granadas, inclusive.

Os resultados trágicos obtidos até agora em vários casos de enfrentamento policial, certamente foram inspirados pela inépcia de uma política de segurança falida, a qual coloca despreparados nas ruas, porque a verba para treinamento e equipamentos da tropa foi surrupiada por corruptos, justamente aqueles corruptos, alguns já presos e condenados, que o “jornalismo” ignorou nos seus crimes, enquanto o caixa da emissora ou jornal faturava com anúncios estatais e promessas de bom faturamento com a Copa, Olimpíada  e eventos do naipe.

A violência não se combate com flores ou com talquinho na bunda de bandidos. Um fuzil nas mãos de malfeitores e nas ruas, ou em qualquer lugar, é uma ameaça sim.

Parem, senhoras e senhores, de cobrar dos órgãos de segurança soluções com conversa mole – por que não experimentam ir lá no morro e pedir por favor para que o facínora, pobre vítima da desalmada sociedade capitalista, se desarme e deixe de traficar? Façam isso. O recado do novo governo é simples: quer viver em sociedade, simplesmente não ande com um fuzil nas mãos. Caso contrario não vai viver, porque os cidadão ameaçados precisam viver. Ponto.

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