Religião



Moro precisa vencer a guerra

No seu décimo dia, os ataques das facções criminosas contra a população cearense são, em números, menores. Entretanto, apesar das mais de 300 prisões, além da transferência de presos, os ataques continuam. Assim, Fortaleza tornou-se o primeiro teatro de operações da guerra das facções contra o governo.

Para o governo, trata-se de uma guerra em que o inimigo tem que ser derrotado a qualquer custo e de forma exemplar. Caso contrário, a bandidagem vai se sentir à vontade para desenvolver a mesma estratégia em outros estados, também dominados por essas facções criminosas.

A Força Nacional cumpre seu papel, sua mobilização já surte bons efeitos. Mas outras medidas têm que ser tomadas e não dependem somente do ministro da Justiça Sérgio Moro. Uma delas, é a votação pelo Congresso de uma legislação mais dura; o controle efetivo dos celulares nas celas; o bloqueio dos sinais de celulares; maior controle e diminuição, ou o fim, das visitas íntimas; instalação de parlatórios; maior preparo dos agentes penitenciários; a transferência dos líderes para penitenciárias federais; e a construção de mais presídios.

 

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Saudável
Você se descobre um cidadão saudável quando alguém lhe pergunta sobre o BBB e você responde com a pergunta:”Do que se trata?”

Porraloquice
Nem toda porraloquice é genial, às vezes é apenas isso, porraloquice.

Lendas
Lendas de Curitiba: Saci, Loira Fantasma e Carnaval.

Lenhador
Sim, derrubei enormes árvores na minha adolescência, porque me mandavam e para meu sustento. Hoje, as planto. Mas tenho convicção que este crime nunca poderá ser reparado de fato. Junto com as árvores, matei suas sombras e seus frutos únicos.

Os “gênios”
Sempre quando morre alguma dessas “estrelas” da música (leia-se música para consumo, música de mercado), os elogios são para lá de exagerados, o pior deles: gênio. Ora, como diria Ariano Suassuna, se gastamos um adjetivo assim com uns caras desses, como poderemos arranjar um adjetivo, por exemplo, para Beethoven?

Mentirosos
O mentiroso só acredita naquilo que cabe na própria mentira. Por isso, seu mundo inventado e fantasioso vem abaixo quando a verdade prevalece. Ele mente, mas o mundo real nega-se a encaixar-se na sua mentira. Eis o fato.

Algo mais
Tenho a racionalidade da Ciência. E ela me diz que apenas as leis naturais que conhecemos são insuficientes para justificar a minha própria racionalidade e vida. Há algo mais, por isso busco mais de sua racionalidade.

In memoriam
Enterremos nossos mortos
E os guardemos in memoriam
Em saudade e aperto no coração
Porque somos tudo o que foram
E inevitavelmente seremos o que são.

A voz do vento
Ventania me contou
Quem quiser encontrar amor
Faz favor de ao outro se dedicar
E a si se esquecer num morrer
O amor não aceita falsidade
É sempre inteiro
Não é parte nem metade.

 

Patientia, fratres!

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Miss Universo pode dar aulas na USP

Hoje vamos tratar das vaidades humanas (vanitas vanitatum omnia vanitas), um bom tema para uma segundona que nos exige assuntos leves ao se aproximar o Natal. Explico: a frescura também faz parte de nossos costumes e como tal precisa ser noticiada (vide as páginas de “cultura” de nossa grande impressa, quase inútil e senil).

A magna notícia, portanto, é que a filipina-australiana Catriona Gray foi coroada Miss Universo no dia de hoje, em algum lugar deste mundo velho e sem porteira. E como a frescura exige, e a falta de cérebro também, esses concursos se apoiam no politicamente correto para se darem ares de coisa útil. Uma moça dedicada, essa Catriona, pois anexou ao seu currículo trabalho voluntário em favela de Manila e disse que apoia a liberação da maconha, mas logo emendou, “para uso medicinal”. Lembrem-se que, nas Filipinas, fumar maconha, enfim consumir drogas, não é uma boa ideia, pois temos lá a pena de morte para traficantes.

Dessa frescura toda, ficou demonstrado, ao melhor estilo de Pangloss, que se elegeu não somente uma Miss, mas uma filósofa que poderia dar aulas tranquilamente no curso de Filosofia da USP, em função de seu apego ao politicamente imbecilizado. Vejam que profundidade da senhorita Gray: “Se eu pudesse ensinar as pessoas a serem gratas poderíamos ter um mundo incrível, no qual a negatividade não poderia crescer e se nutrir e as crianças teriam um sorriso no rosto”.

Havan filosofia
Existem mais coisas entre o céu e a terra do que a nossa Havan filosofia pode vender e a van pode levar.

 

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Escritores que matam
O grande problema do escritor: destruir a personagem criada por ele.

Feliz com a língua
Fico feliz quando encontro um estrangeiro que tem o bom gosto de falar o português. E mais feliz ainda quando encontro um brasileiro que não assassina nossa tão amada língua lusitana.

Sinuca
“Sempre confiei no meu taco, mas isso não quer dizer que confio na mesa do jogo”, Jandisclay, filósofo, sanfoneiro de zona e grande jogador de sinuca.

Mestre Google
Nunca gastei mais do que R$ 10 reais em material escolar nos anos de faculdade de Jornalismo ou Matemática. Era uma caderneta destas de fazer conta em vendas ou na padaria e uma caneta BIC. Hoje, tem aluno que aparece com um arsenal tecnológico na faculdade e não consegue escrever uma linha sem pesquisar no Google. TCC então, nem se diga!

Checa lá
Sempre achei o verbo checar um tanto quanto pornográfico. A conjugação no presente do indicativo é um espanto. Tu checas é de arrepiar dependendo de quem sugere. O vós checais então, dá a ideia de mais de uma na mesma sacanagem. Portanto, caros colegas jornalistas, companheiros de copo e de cruz, chequem a bagaça que pode ser barriga!

Relatividade
És tão distante
E a tua saudade
É-me tão perto.

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Poema do nosso livro Corações Dedicados, clique aqui, leia e divulgue!

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Cometa do Natal será visto hoje a olho nu

 

O cometa 46P/Wirtanen, conhecido pelo simpático nome de “Cometa do Natal”, atinge neste domingo o ponto de sua órbita mais próximo da Terra e poderá ser observado a olho nu. De acordo com a Nasa, ele passa por aqui a cada 5 anos e será visto na constelação de Touro. Mesmo visível, o cometa estará a cerca 11,6 milhões de quilômetros da Terra (mais ou menos 30 vezes a distância entre a Terra e a Lua). Observe que essa distância parece grande demais, mas em Astronomia, é um nadinha, é bem pertinho mesmo.

Nesta época do ano, também ocorre a chuva de meteoros Geminídeos, que iluminam o firmamento – meteoros serão visíveis e parecerão bolas de fogo verdes no céu.

Aqueles que não puderem apreciar o show de luzes neste domingo, poderão observá-lo durante todo o mês com binóculo ou pequeno telescópio.

A vã filosofia dos cometas

Os eclipses e os cometas são vistos como agouros, desde que o homem olhou para o céu. Shakespeare lamentava-se de que esses agouros celestes somente serviam aos príncipes e aos papas. Assim, os remediados, os desprovidos, a gentalhada, os descamisados, nem com a sorte dos céus contam, por simples falta de importância aos deuses.

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Multiverso
Se os físicos estiverem certos com suas teorias sobre o “Multiverso” – infinitos universos paralelos, com várias cópias do indivíduo em vidas também paralelas – vamos ter que rasgar todos os nossos tratados filosóficos, livros religiosos, e criar uma nova compreensão da vida e do homem. O duro é que, matematicamente, eles estão certos!

Nossa imprensa
Leio Camus: “um país vale, muito frequentemente, o que vale sua imprensa”.

Nossas lendas
Lendas curitibanas: metrô, loira fantasma, carnaval e prefeito. Acredito na loira!

Colombo
Ontem li a história do genial Colombo, vítima da inveja dos medíocres.

Perereca assada
Calor de cozinhar perereca no brejo!

A lei Rouanet romana
Na Roma antiga, artistas recebiam do Estado e os puxa-sacos do imperador garantiam a boquinha. Vergilius contou a história de Roma em versos maravilhosos e aproveitou para elogiar Octavius Augustus, o imperador da hora. Viveu na riqueza e foi laureado, favorecido pela lei Rouanet da época, o mecenato de Estado, que também se chamava grana pública. Ovidius escreveu sobre o amor carnal, a contragosto do hipócrita imperador Augustus, em versos magníficos; sem puxar o saco de ninguém, morreu no exílio, na mais completa penúria. Com os séculos, Ovidius era mais considerado pelo povo do que Vergilius.

O tato do Espírito
O sentir de hoje, dentro de nossos corações, é o mesmo sentir do homem da caverna que tateou o lado exterior da montanha em que se abrigava, em medo, susto e êxtase, ao se descobrir dentro de um contexto cada vez mais inexplicável, principalmente ao mirar os astros e as estrelas. Poesia, portanto, é esse sentir, é a forma que encontramos de dar explicações ao que não se explica, de dizer o que não foi dito; é acrescentar em nós mesmos mais do que nossos cinco carnais sentidos, dando sutil tato aos nossos espíritos.

 

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João não é espírita nem é de Deus

Sou da antiga e boa educação, daquela que me ensinou a respeitar as convicções alheias, principalmente as religiosas. Portanto, abordar o assunto religião é-me tarefa espinhosa. A premissa aqui é simples, as religiões são feitas por homens, e os homens são falíveis, quer sejam católicos, protestantes, pentecostais, espíritas, ou quaisquer outras coisas. Entretanto, essa falibilidade humana não isenta ninguém de seus crimes, faltas ou pecados.

Permitam-me, para a delimitação do tema, o exame somente do dito e chamado João de Deus, pivô desse escândalo sexual, talvez um dos maiores já ocorridos, envolvendo o uso de suposta mediunidade, fenômeno que se manifesta em várias religiões, porém com nomes e conceitos diferentes. No Espiritualismo, por exemplo, podemos ver sua manifestação em amplo espectro de denominações religiosas, que vão desde as que têm suas origens africanas, num tempo que nos é impossível precisar, tal é a antiguidade delas, até as que se  construíram a partir do trabalho de codificação de Kardec, em França, ainda no século dezenove.

Neste contexto, o chamado João de Deus é classificado erroneamente como “espírita” pela imprensa, que a tudo generaliza e simplifica. Caso se queira alguma precisão, podemos chamá-lo de tudo, menos Espírita (Kardecista) – comparem Chico Xavier e seu modo de vida cristão com o suposto médium goiano, as diferenças são enormes. Chico viveu a doutrina Espírita, praticando seus princípios, sobremodo a caridade, ciente de suas possíveis falhas como homem, sempre corrigidas na oração e devoção a sua missão de médium. Nunca buscou ganhar dinheiro com o dom que possuía e viveu na simplicidade e, em certos momentos, na penúria. Tinha uma única vaidade, a peruca, jamais usou joias ou acumulou bens. Seus adeptos não buscam se diferenciar com vestimenta especiais e não rendem culto à personalidade, coisa que Chico condenava e de forma veemente. Chico era um homem de Deus e Espírita em conformidade com a doutrina codificada por Kardec.

Por outro lado, temos esse João, que pode ter sido em algum momento um médium com certo valor, mas que se traiu na vaidade, com a acumulação da riqueza, bens materiais e uso de joias, com a sua casa de atendimento transformada quase que num templo, a juntar seguidores que tentam se distinguir no branco imaculado que ostentam. Ora, temos aí todos os sinais de uma próspera seita – em que o negócio fé se mostra um bom negócio mesmo – com o exercício criminoso de charlatã medicina, que opera e vende “remédios”, e pior, abusa do semelhante, enfim dos crentes.  João não é um homem de Deus, é um homem que precisa de Deus. João não um espírita, é um aproveitador que usou a religião para dar vazão aos mais horrendos instintos a causar sofrimento aos necessitados.

Eis as diferenças, mais nada.

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Mais pilantragens
Brasil das besteiras que vendem: terapia quântica; alimentação quântica; e pasmem, horóscopo quântico! – Com quantos quantum se faz os quanta do absurdo!

Lava Cueca
Em janeiro, a nova fase da operação Lava Jato será o Lava Cueca. O que tem de pilantra se borrando por aí, não é fácil!

A vingança do poeta
Dante amou Beatriz e a transformou na musa da musas ao eternizá-la na Divina Comédia. Consta que o poeta a viu não mais do que duas vezes e dela não obteve palavra, somente um sorriso. Beatriz morreu jovem e Dante casou-se. Com o tempo, o poeta descobriu que havia escolhido mal, sua mulher tinha o comportamento vulgar e era o que hoje chamamos de fofoqueira. Assim, voltar para casa para ele tornou-se um martírio. A vingança de Dante, creio, foi nunca ter citado a megera em seus versos.

Linguiça queimada
“Verdades da vida: fogo demais queima a linguiça”, Jandisclay, filósofo e sanfoneiro de zona.

Vá, Batistti
♫ Moro no país tropical…
Tenho um Fux e um violão…♫

Soneto das tralhas

Meu dia de letras termina cansado
Andei mil léguas em pensamento
E depois de tanto andar naveguei
Pelo mar revolto em antigas naus

Pensamento vai de remo, vai a pé
Para em porto, no caminho faz fé
Voa também, em infinitas alturas
Leva-me longe e é desassossego

E no início da noite para mim volto
Sou de mim o próprio seguro porto
Onde deposito as tralhas da viagem

Hoje trouxe-me bocados de céu
As ternuras de todos os olhares
E fardos de Esperanças a granel.

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Lobo de Mesquita, genial compositor brasileiro

Criminosamente, temos verdadeiros tesouros ocultos da maior parte dos brasileiros. Culpa evidente dessas políticas que praticamente destruíram a cultura nacional e qualquer acesso à cultura de qualidade produzida em outras partes do mundo. Por isso, aos finais de semana, passo a publicar um pouco de música em latim, que traduzirei e comentarei. No caso das composições religiosas, usarei como referência o Missal Cotidiano, dos Beneditinos da Bahia, na edição que  possuo da década de 1930.

Hoje, apresentaremos a oração católica Salve Regina (Salve Rainha). Regência: Rodrigo Toffolo, Orquestra Experimental UFOP/Ouro Preto Coro Madrigale – Maestro Arnon Sávio. Soprano Solo: Doriana Mendes. Gravado em 26 de junho de 2007, na Igreja N.S. da Conceição Ouro Preto – Minas Gerais – Brasil.

A música é de José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805) compositor e professor brasileiro, que tem sua obra, música sacra, ainda sendo pesquisada e reeditada. Do total de sua produção, calculada em cerca de 500 composições, restam menos de 90. Lobo de Mesquita é patrono da cadeira 4 da Academia Brasileira de Música e é um dos maiores nomes da música erudita brasileira.

Salve, Regina, Mater misericordiae,

Salve, Rainha, Mãe de misericórdia,

vita, dulcédo et spes nostra, salve.

vida, doçura e esperança nossa, salve!

Ad te clamamus, éxsules fiIii Evae.

A vós bradamos, os degredados filhos de Eva;

Ad te suspirámus geméntes et flentes

a vós suspiramos, gemendo e chorando

in hac lacrimárum valle.

neste vale de lágrimas.

Eia ergo, advocáta nostra,

Eia, pois advogada nossa,

illos tuos misericórdes óculos ad nos convérte.

esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei;

Et Jesum benedíctum fructum Ventris tui, nobis, post hoc exsílium, osténde.

e depois deste desterro nos mostrai Jesus, bendito fruto do vosso ventre,

O clemens, o pia, o dulcis Virgo María!

ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.

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Ora pro nobis, sancta Dei Génitrix.

Rogai por nós, santa Mãe de Deus,

Ut digni efficiámur promissiónibus Christi.

Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

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Regência: Rodrigo Toffolo Orquestra Experimental UFOP/Ouro Preto Coro Madrigale – Maestro Arnon Sávio www.madrigale.com.br Soprano Solo: Doriana Mendes Gravado em 26 de junho de 2007 Igreja N.S. da Conceição Ouro Preto – Minas Gerais – Brasil

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Liberdade de expressão é o nome do achaque


Em toda a história da humanidade, a palavra liberdade sempre foi roída como um osso na boca de certos cães aproveitadores da coisa pública. Os cães modernos guardam e aperfeiçoam esse velho costume. Hoje, podemos notar entre os dentes dos grandes grupos de comunicação, moribundos e ameaçados pelas redes sociais, que a liberdade é gritada em evocação ao milagre que os tiraria de dentro da cova.

Nunca, em tempo algum, o cidadão brasileiro esteve tão livre para se expressar, para dizer o que sente e pensa, por ele próprio, sem a necessidade desses intermediários dos grandes jornais, dos programas de TV, que a mais das vezes vendem a voz cidadã, ou pior, a distorcem, a escondem e a censuram.  A Folha e a Globo, por exemplos, as quais por décadas fizeram esse bufo papel de donas do monopólio da opinião cidadã ou pública, se sentem em iminente perigo e, entre outros, gritam ao universo o horror que mora sob suas camas indecentes e acusam, e fingem, imaginária ameaça à liberdade de expressão.

Em que mundo vivem esses temerários mercadores de opiniões e consciências alheias? Que verdade possuem a lhes dar o direito de ditar o modo de vida dos brasileiros, por toda a eternidade com suas pautas e programações banhadas na imoralidade e ideologias do atraso, na salvaguarda de grandes interesses econômicos, na sabotagem dos costumes, na imposição de suas vontades obscenas e fantasiosas?

Não. Não existe ameaça alguma à liberdade de imprensa ou de expressão. O que existe, é um povo que acordou e se sente dono do seu destino. Um povo que não aceitará mais financiar com o dinheiro público achacadores e outros assemelhados em troca de narcóticos televisivos ou lixos chamados de cultura e verdade. Em momento algum se ameaçou a liberdade de expressão, ameaça-se sim, os cães que não querem largar o osso macio e fácil dos arrombados cofres públicos.

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Vendido
Putz, Folha: “OEA denunciará risco à liberdade de expressão no Brasil”! “Jornalismo”!

Detrans
Se sacudir a jabuticabeira dos Detrans, caem goiabas e laranjas!

Comédia
Joesley tem o hábito de considerar a polícia idiota ao inventar suas historinhas em delações. Está em cana novamente.

Comédia II
Ao receber o nome de Joesley, este sujeito já estava condenado. Um predestinado!

Hoje tem arrastão
“Moro pescava com varinha, agora vai pescar com rede de arrastão” – Bolsonaro, referindo-se aos criminosos corruptos.

Efeito PT
Bons-dias aos esfolados no postos de gasolina para pagar a corrupção, aos que gostam de pagar juros indecentes para os inocentes banqueiros, aos que gostam de dar dinheiro para os empresários de ônibus! Aos “socialistas” que se ufanam da revolução capitalista brasileira!

A grana
Boletos podem ser pagos em qualquer banco a partir deste sábado. Ótimo, agora só falta a grana!

No baile
Barata esperta não atravessa salão de baile de gaúcho.

No coice
Era tão grosso que seu coração não batia, dava coice.

No mundo da Lua

São poucas as diferenças entre um astronauta e um poeta
O astronauta costuma ir para a Lua e voltar para a Terra
O poeta rasga o mapa e não volta!

 

Respostas
Se, por longos anos, a amei?
Se, por muitos anos, continuarei?
Ah! Meu Senhor, se feliz sou? Serei!?
Ah! Não sei… Não sei!

Patientia, fratres!

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O Enem é obra de tarados ou acéfalos

Neste domingo, o cidadão recebeu o atestado de óbito da educação brasileira, na famigerada e obscena prova do Enem, obstáculo último para boa parte de nossos alunos acessar o Ensino Superior. Por seu conteúdo tóxico à educação e objetivos claramente doutrinários e corrosivos aos nossos jovens, adianto que essa “prova” não serve nem para limpar a bunda d’algum bugio do Zoológico de Curitiba.

Rogo aqui alguma paciência ao leitor, leitora, ao abordar essa “prova”, eivada da mais puras sem-vergonhices  e desfaçatez já imprimidas pelos acéfalos que se encastelaram no aparelhado MEC, auxiliados pelo inepto Inep. Começo, portanto, na abordagem da nossa castigada Didática, na qualidade de um humilde mestre-escola de província, o qual há mais de 30 anos foi iniciado na arte de ensinar e educar.

Uma das primeiras lições que aprendi no Magistério, junto aos Irmãos Maristas e outros pedagogos das escolas pública e privada, foi elaborar uma prova e, principalmente, entender seu significado dentro do processo ensino-aprendizagem. A grosso modo, a prova é um instrumento de medida do conteúdo ministrado pelo professor durante certo período, não somente para simples mensuração com fim de promoção do educando a período seguinte, mas como balizamento de todo o processo em si. Seu feitio deve sempre estar amarrado ao que foi visto em sala de aula, em variações bem arranjadas para que o mestre não incorra em erro de avaliação, pois do contrário, ela se torna inútil aos objetivos pretendidos. Em toscas analogias, não se medem distâncias da Terra a outros astros com impróprias fitas métricas; assim como não se tem temperaturas dos corpos ao se mensurar o tamanho dos dedo médio de um doente.

Bom, passemos ao problema. Acontece que os gênios do MEC seguem a corrente dos néscios que se acham educadores e, desculpem-me o termo, cagam solenemente para o conteúdo programático das escolas e defendem o tal do “espírito crítico”, supostamente adquirido pelo educando na sua vida escolar ou particular, e assim se dispõem a medi-lo no Enem.  Excelente, caso se respeitasse a ordem natural das coisas: para se desenvolver um espírito crítico, há de se preencher pelo menos dois requisitos básicos ausentes de boa parte do sistema educacional – do Fundamental até o Ensino Médio – a plena alfabetização e o total domínio do raciocínio lógico por parte do conjunto discente.

É sabido pelo próprio MEC – e aqui abstenho-me de mostrar as estatísticas da mediocridade – que a escola brasileira é uma fábrica de analfabetos funcionais e que por assim ser, criminosamente, forma exércitos de incapazes de resolver até mesmo um simples problema com as mais elementares cálculos – fazer contas e formular orações com concordância e acerto,  demonstram o uso de certo raciocínio, mas nem mesmo isso é suficiente para se estabelecer o pretendido “raciocínio crítico”, no máximo, nas atuais condições do ensino, o educando estará pronto para repetir mantras decorados às cartilhas de doutrinadores travestidos de professores.

Assim sendo, o exame do Enem, nos desvirtuados moldes adotados, não nos serve para medir nada, a não ser a estupidez do MEC e os doentios efeitos de sua doutrina “moderna e libertadora”, contida numa pedagogia de hospício imprestável até mesmo aos bugios. Um teste inútil e caro de múltipla escolha, propício ao chute em sua maior parte, que busca alhures ao ambiente  escolar – em ambientes de tarados sodomitas, por exemplo (foto), em distanciamento ao conteúdo ministrado durante anos – dar medidas ao imensurável pela própria imprecisão do instrumento. A não ser que consideremos o absurdo sendo a própria medida do absurdo.

Em suma, esse pessoal do Ministério da Educação, a partir do dia primeiro de janeiro, deve ser sumariamente demitido, mas não sem antes prestar contas das fortunas gastas para se chegar a essa tragédia em que se encontra o indigente ensino brasileiro. Devem ser responsabilizados por seus crimes. O pior deles, jogar uma geração inteira no limbo social.

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A última flor 
Camões tinha dois defeitos, escrevia em português, dialeto que aqui se arranha e gostava de mulher, por isso não caiu no Enem.

Filmem minhas aulas
Não tenho nada a esconder dos pais, tenho conteúdo, não doutrino e não enrolo os alunos.

A farsa
E nem com conhecimento
E nem com educação
Enem é pura doutrinação.

Sauna
A prova do Enem não era para candidatos à Universidade, mas à sauna gay.

Entulhos
A prova lixo do Enem mostra que resta muito entulho petista infiltrado nos órgãos de governo.

MEC
Num país onde conhecimento e cultura são considerados erudição desnecessária, ser comandado por beócios tornou-se costume de urgente necessidade.

Fato
Nem todo ato porralouca é revolucionário. Às vezes é só isso, porralouquice mesmo.

Dos quadrúpedes
A primeira coisa que os doutrinadores colocam no doutrinado é a viseira, dessas usadas em quadrúpedes, justamente para ele não ver outro caminho e julgar-se livre. Caso assim não fosse, a humanidade não teria domesticado os burros.

Sentença
A educação liberta. A doutrina escraviza.

É a ética, senhores
Um monte de engenheiros envolvido nas maracutaias do Petrolão e o CREA não dá um piu!

De fé
Pensa num sujeito desacreditado, o tal vidente que previu a vitória do Alvaro Dias.

Crimes
Por mais boa vontade que se tenha, não há como não admitir que quatro coisas estão na base da criminalidade, e em todos os tempos – drogas, jogo, prostituição e corrupção. Coisas que sobram em nosso país e que são crimes considerados menores.

Perigos na poça d’água
Escuros, de profunda dor, com um leve manso
Iguais às águas de rio traiçoeiro, matador
Eram aqueles olhos que me convidavam
Quando deixei de ser menino apenas
Suas meninas fizeram-me feliz por algum tempo
Mas eram bandidas e não negaram a sina…
É compadre, tenho comigo medo de afogado
E quando vagueio, me arrepio até com poça d’água!

Salve, sonhadores!
Nada nos proíbe, pensar e sonhar são as nossas únicas e verdadeiras liberdades de fato e direito!

 

Patientia, fratres!

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O fim da censura do politicamente correto

No início dos anos 2000, com a ascensão do PT ao poder, o brasileiro começou a ser induzido a se expressar por uma nova forma de linguagem, conhecida como “politicamente correta”. O descaramento foi tanto, que os bugios acadêmicos petistas chegaram a confeccionar cartilhas com a nova “linguagem” direcionadas para todas as pessoas, inclusive para o vulgo. Os manuais de redação usados para dar pensamento – raso, único e estúpido – aos jornalistas são claros exemplos dessas cartilhas.

De repente, palavras usadas há séculos pelos falantes e ou escreventes da Língua Portuguesa foram marcadas com tarja preta, em advertência a seus usos “tóxicos”. Palavras “marginais” consideradas pelos cartilheiros como impróprias e agressoras ao pensamento único que se desenhava no sentido da sustentação às mudanças sociais pretendidas pelo petismo, auxiliadas por controle ideológico da linguagem e da expressão.

A ideia nefasta contida no “politicamente correto” parte da pré-censura do pensamento do indivíduo ou grupos sociais. Ou seja, ao se emitir um conceito sobre qualquer coisa, o emissor tem que, obrigatoriamente, buscar códigos de comunicação adequados ao que se estabeleceu “correto”. Do contrário, ao se usar código diverso, não convencionado nas cartilhas, o sujeito-emissor, independentemente de contexto ou situação em que se expressa e encontra, passa imediatamente para a categoria de preconceituoso – Um absurdo! Posto que foi o cartilheiro quem estabeleceu o pré-conceito do “correto” na linguagem a ser empregada. Em desgraça contínua, a censura imediatamente se faz pública, em que se aponta o herege que ousou ignorar as cartilhas sagradas dos cretinos patrulheiros do pensamento alheio.

Assim, por quase duas décadas, enquanto destruíam a estrutura da Língua Portuguesa, praticamente sem exigi-la na escola em seu aspecto culto, num vale tudo medonho, em desprezo às sintaxes gramaticais, na falsa assertiva de que ler livros de algum Paulo Coelho seria suficiente para o estudante dominar a escrita, os bugios das cartilhas petistas avançavam para a destruição semântica, do significado das palavras e expressões. E tudo isso com o objetivo de se estabelecer um pensamento dominante, único e cretino: quer seja pela a insuficiência de conhecimento da linguagem para interpretar as leis, escritas nas normas cultas da Língua (letrados, porém ignorantes), quer seja pré-censura política do próprio pensamento das massas, em que pensar diferente se faz crime.

Nessa construção de uma língua de medonhos, os cartilheiros, de forma criminosa e proposital, colocaram de lado os mais de 400 mil verbetes da Língua Portuguesa, uma das mais ricas do mundo em vocabulário, e elegeram apenas algumas palavras e expressões agasalhadas com o manto de “corretas”. Numa negação ausente de vergonha e pejo do próprio desenvolvimento histórico de nossa língua, que costuma dar palavra precisa para cada coisa.

O grau de insensatez nesse sistema dos cartilheiros petistas, sempre em nome do “politicamente correto”, pode ser verificado no processo em que acusam racista qualquer referência sobre a cor do indivíduo de quem se fala, como sempre foi feito desde o nascimento das bases de nossa língua, ainda no Lácio, há quase três mil anos: o olho do emissor da palavra vê a cor, mas ela, em seu cérebro, é pré-censurada e imediatamente, o emissor tem que apelar para a geografia ou outros aspectos diversos, para descrever o que vê. É a safada substituição da realidade objetiva pela subjetiva.

Assim se dá quando nos deparamos com a descrição de qualquer grupo étnico: branco, negro, amarelo, usando palavras adjetivas, ou seja, que descrevem qualidades e que, repito, pertencem a nosso vocabulário remoto. Porém, em passe de mágica, da noite para o dia, essas palavras “malditas” foram sacadas a fórceps dos dicionários, de modo a não ferir a sensibilidade dos verdadeiros preconceituosos, os próprios cartilheiros petistas, guerrilheiros da hegemonia linguística e do pensamento único, bufos de triste figura a dar curso a seus projetos da destruição das instituições “burguesas”, em especial a família e seus valores adquiridos em longo processo civilizatório.

Ao dar um pontapé no rabo desses petistas cômicos sem graça, o brasileiro tem a chance de se libertar da censura estúpida do próprio pensamento. Pois sabemos que o uso dessas palavras “incorretas” depende de várias circunstâncias, temporais, locais e, principalmente, do tom que são emitidas. De nada adianta usar expressões inventadas para dourar pílulas, se o amargo do verdadeiro preconceito se faz no coração. Não são as palavras que estabelecem o preconceito, são os homens que as pronunciam para ferir. Proibir palavras e censurar o pensamento são violências contra o que se faz mais caro para o cidadão, a liberdade; e a liberdade de pensar começa pela palavra. Pois, pensar é ser.

 

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Evangelho derrota safadeza do PT

Impulsionadas pela escola filosófica de Frankfurt, a partir das décadas de 1920-30, os partidos denominados de esquerda implementaram suas agendas destrutivas da “moral pequeno-burguesa” Ocidental, historicamente cristã. Agendas com novas táticas para a tomada do poder pelo “proletariado” (trabalhadores) – numa revolução cultural que passa pela destruição da família, sempre resistente aos “avanços socialistas”.

A partir do processo de redemocratização brasileira, no início dos anos 1980, essas agendas começaram a circular no Brasil, inclusive colocadas, num primeiro momento, como revisionistas, pelos partidos comunistas marxistas-leninistas tradicionais. Nos anos 2000, com a ascensão petista, esse ideário de sabotagem da fé e da família ganha nova força, invadindo todas as instituições brasileiras, sobremodo, a Igreja, os sindicatos, Ongs, repartições, escolas e universidades. Hoje, para se apresentar como professor de humanas em universidades federais, o sujeito tem que obrigatoriamente se confessar ateu, pois do contrário, não sobreviverá no meio, materialista e ateu por excelência e conveniência.

Era um trabalho previsto lento, doutrinário e de lavagem cerebral, porém, premido pelos primeiros escândalos de corrupção, em que o Mensalão se fez o mais emblemático, sucedido pelo Petrolão, o processo da destruição moral da família, colocado em curso pelo PT, teve que ser acelerado, pois se fazia necessário demonstrar que o crime de sangue e o roubo no assalto aos cofres públicos eram algo natural ao humano, justificados pelo materialismo inerente à revolução socialista.

Dessa forma, era preciso conquistar mais do que corações para a causa da imoralidade materialista-comunista. Era premente conquistar almas. Então, mais do que nunca se apresentava a necessidade de se destruir a ideia do Jesus, o Cristo dos evangelhos- em todas as doutrinas religiosas e suas denominações, as quais separam as coisas do divino e do material, que pregam o amor e a obediência as leis de Deus, principalmente em seus tópicos fundamentais: amor a Deus; honrar pai e mãe (a família); não roubar; e não matar.

Nessa estratégia de demolição da moral cristã, por meio da Teologia da Libertação e doutrinas correlatas – em herege acomodação do marxismo ao cristianismo – nas pastorais que visam o  “oprimido”, o PT logrou algum sucesso na Igreja Católica, que desde o Concílio Vaticano II, passa por uma crise de identidade profunda. Com isso, as fileiras evangélicas se engrossam a ponto de, em estatística, se prever a maioria dos cristãos assim se denominando já em 2020.

Contente com seu avanço entre os católicos, o PT ignorou o movimento evangélico e desconsiderou o reavivamento da fé dentro da própria Igreja Católica, promovido pelos chamados cristão conservadores; se o PT destruía e destrói a família por um lado, aliciando minorias praticantes da sodomia, do aborto e consumo de drogas, como exemplos, por outro, os adeptos do evangelho crescem em número. Crescimento qualitativo e quantitativo, evangélicos preparados pelas escrituras para o combate ao materialismo, seu consequente ateísmo e heresias de violação do sagrado.

A eleição de Bolsonaro mostra, num primeiro relance, a vitória do Evangelho sobre o materialismo da safadeza petista, imoral por definição. O recado é simples, as minorias têm que voltar para seus espaços restritos a quatro paredes, não proibidas de fazer o que fazem, mas para fazê-lo de modo discreto e sem o viés político-reivindicatórios em praça pública, ou em escolas e instituições por meio de doutrinadores, apedeutas, viciados e depravados. É a vitória dos bons costumes, da retidão e a derrota da safadeza agressora aos que acreditam na evolução moral da sociedade.

Com Bolsonaro, a família se reafirma como núcleo primário social e mostra, mesmo com as dificuldades que passa, sua força como base de sustentação da sociedade e do milenar processo civilizatório da humanidade.

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