Lobão e Roger detonam cultura oficial, burlesca e venal

Dentre as coisas boas das eleições neste ano, está a reverberação dos alertas feitos por artistas que não aceitam o domínio ideológico das artes, sobremodo na música e literatura, casos dos quixotes, a quem a cultura já deve muito, João Luiz Woerdenbag Filho (o Lobão) e do Roger Rocha Moreira (o Roger, líder da Banda Ultraje a Rigor, que se apresenta no programa do Danilo Gentili, outro severo crítico da “industria cultural” dos grupelhos), os quais já vinham há anos denunciando a sacanagem e por isso pagaram alto preço em suas carreiras ao peitarem o status quo da pilantragem. Leia o artigo completo clicando aqui.

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Dos anúncios sem noção que atrapalham o blog

Aos amigos leitores, leitoras, que reclamam dos anúncios que estão atrapalhando a leitura neste Blog, peço um pouco de paciência, pois já comuniquei aos responsáveis no jornal, em Maringá (escrevo de Curitiba) que não fica legal ter uma oração católica, ou um artigo, interrompidos por anúncio de pomada para hemorroida, ou outro qualquer. Quando comecei este blog neste jornal, o acordo não previa anúncios no corpo das postagens. Deve ser algum equívoco do Diário. Minhas sinceras desculpas.

Até as providências, o leitor pode acessar o texto contínuo sem anúncios neste outro endereço, com o mesmo conteúdo: https://blognande.blogspot.com/

 

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Para a Globo, passear com fuzil é normal

A cartilha do politicamente correto, a pré-censura que se utilizam os cretinos, faz bela carreira entre meus colegas de profissão. A última estupidez do “jornalismo global do bem” é acreditar que nada há de ruim, em bandidos levarem para passear seus fuzis pelas ruas, como se os fuzis fossem entediados cachorrinhos de apartamento. Ora, cartilhescos colegas, não há boa intenção alguma em quem anda com um fuzil no meio da rua, fuzis não param de árvore em árvore para fazer xixi. Fuzis disparam e matam.

Os indivíduos do crime organizado que estão com um fuzis nas ruas, no mínimo, guardam a intenção de intimidar cidadãos que não consomem drogas ou cometem outros crimes inerentes à quadrilha que manda no pedaço. Portar um fuzil é uma exibição de poder e um atestado da falência do Estado. Um desafio às leis. Escárnio ao estado de direito escancarado por sujeitos geralmente chapados – e vocês sabem muito bem o que é um chapado – esses caras não pensam duas vezes antes de atirar, colocando ou não a vida de terceiros em risco. Por isso precisam ser abatidos.

De uma vez por todas, o fuzil é uma arma de guerra feita com um único objetivo: matar. Sua munição, mira, alcance e sistema de disparos foram engendrados para eliminar sumariamente o inimigo em campo de batalha, em guerras. Por isso, quem é atingido por um disparo de fuzil tem pouquíssimas chances de sobreviver. Mas, ignorando o número crescente e inaceitável de policiais mortos quase que diariamente, nos vem o argumento dos néscios, que tomam o particular pela regra geral: “mas e a furadeira e o guarda-chuva que, nas mãos de inocentes, podem ser confundidos com um fuzil?”. Ora, faz favor, aprenderam raciocinar com as amebas desidratadas? Pois, essas situações se colocam como casos isolados e seus tristes resultados não são frutos de franco-atiradores treinados. A proposta é clara: uso de franco-atiradores (este é o nome, em nossa língua) para eliminar bandidos quem portem armas de guerra nas ruas – metralhadoras, pistolas 9mm e granadas, inclusive.

Os resultados trágicos obtidos até agora em vários casos de enfrentamento policial, certamente foram inspirados pela inépcia de uma política de segurança falida, a qual coloca despreparados nas ruas, porque a verba para treinamento e equipamentos da tropa foi surrupiada por corruptos, justamente aqueles corruptos, alguns já presos e condenados, que o “jornalismo” ignorou nos seus crimes, enquanto o caixa da emissora ou jornal faturava com anúncios estatais e promessas de bom faturamento com a Copa, Olimpíada  e eventos do naipe.

A violência não se combate com flores ou com talquinho na bunda de bandidos. Um fuzil nas mãos de malfeitores e nas ruas, ou em qualquer lugar, é uma ameaça sim.

Parem, senhoras e senhores, de cobrar dos órgãos de segurança soluções com conversa mole – por que não experimentam ir lá no morro e pedir por favor para que o facínora, pobre vítima da desalmada sociedade capitalista, se desarme e deixe de traficar? Façam isso. O recado do novo governo é simples: quer viver em sociedade, simplesmente não ande com um fuzil nas mãos. Caso contrario não vai viver, porque os cidadão ameaçados precisam viver. Ponto.

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Lobo de Mesquita, genial compositor brasileiro

Criminosamente, temos verdadeiros tesouros ocultos da maior parte dos brasileiros. Culpa evidente dessas políticas que praticamente destruíram a cultura nacional e qualquer acesso à cultura de qualidade produzida em outras partes do mundo. Por isso, aos finais de semana, passo a publicar um pouco de música em latim, que traduzirei e comentarei. No caso das composições religiosas, usarei como referência o Missal Cotidiano, dos Beneditinos da Bahia, na edição que  possuo da década de 1930.

Hoje, apresentaremos a oração católica Salve Regina (Salve Rainha). Regência: Rodrigo Toffolo, Orquestra Experimental UFOP/Ouro Preto Coro Madrigale – Maestro Arnon Sávio. Soprano Solo: Doriana Mendes. Gravado em 26 de junho de 2007, na Igreja N.S. da Conceição Ouro Preto – Minas Gerais – Brasil.

A música é de José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805) compositor e professor brasileiro, que tem sua obra, música sacra, ainda sendo pesquisada e reeditada. Do total de sua produção, calculada em cerca de 500 composições, restam menos de 90. Lobo de Mesquita é patrono da cadeira 4 da Academia Brasileira de Música e é um dos maiores nomes da música erudita brasileira.

Salve, Regina, Mater misericordiae,

Salve, Rainha, Mãe de misericórdia,

vita, dulcédo et spes nostra, salve.

vida, doçura e esperança nossa, salve!

Ad te clamamus, éxsules fiIii Evae.

A vós bradamos, os degredados filhos de Eva;

Ad te suspirámus geméntes et flentes

a vós suspiramos, gemendo e chorando

in hac lacrimárum valle.

neste vale de lágrimas.

Eia ergo, advocáta nostra,

Eia, pois advogada nossa,

illos tuos misericórdes óculos ad nos convérte.

esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei;

Et Jesum benedíctum fructum Ventris tui, nobis, post hoc exsílium, osténde.

e depois deste desterro nos mostrai Jesus, bendito fruto do vosso ventre,

O clemens, o pia, o dulcis Virgo María!

ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria.

***

Ora pro nobis, sancta Dei Génitrix.

Rogai por nós, santa Mãe de Deus,

Ut digni efficiámur promissiónibus Christi.

Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

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Regência: Rodrigo Toffolo Orquestra Experimental UFOP/Ouro Preto Coro Madrigale – Maestro Arnon Sávio www.madrigale.com.br Soprano Solo: Doriana Mendes Gravado em 26 de junho de 2007 Igreja N.S. da Conceição Ouro Preto – Minas Gerais – Brasil

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Liberdade de expressão é o nome do achaque


Em toda a história da humanidade, a palavra liberdade sempre foi roída como um osso na boca de certos cães aproveitadores da coisa pública. Os cães modernos guardam e aperfeiçoam esse velho costume. Hoje, podemos notar entre os dentes dos grandes grupos de comunicação, moribundos e ameaçados pelas redes sociais, que a liberdade é gritada em evocação ao milagre que os tiraria de dentro da cova.

Nunca, em tempo algum, o cidadão brasileiro esteve tão livre para se expressar, para dizer o que sente e pensa, por ele próprio, sem a necessidade desses intermediários dos grandes jornais, dos programas de TV, que a mais das vezes vendem a voz cidadã, ou pior, a distorcem, a escondem e a censuram.  A Folha e a Globo, por exemplos, as quais por décadas fizeram esse bufo papel de donas do monopólio da opinião cidadã ou pública, se sentem em iminente perigo e, entre outros, gritam ao universo o horror que mora sob suas camas indecentes e acusam, e fingem, imaginária ameaça à liberdade de expressão.

Em que mundo vivem esses temerários mercadores de opiniões e consciências alheias? Que verdade possuem a lhes dar o direito de ditar o modo de vida dos brasileiros, por toda a eternidade com suas pautas e programações banhadas na imoralidade e ideologias do atraso, na salvaguarda de grandes interesses econômicos, na sabotagem dos costumes, na imposição de suas vontades obscenas e fantasiosas?

Não. Não existe ameaça alguma à liberdade de imprensa ou de expressão. O que existe, é um povo que acordou e se sente dono do seu destino. Um povo que não aceitará mais financiar com o dinheiro público achacadores e outros assemelhados em troca de narcóticos televisivos ou lixos chamados de cultura e verdade. Em momento algum se ameaçou a liberdade de expressão, ameaça-se sim, os cães que não querem largar o osso macio e fácil dos arrombados cofres públicos.

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Vendido
Putz, Folha: “OEA denunciará risco à liberdade de expressão no Brasil”! “Jornalismo”!

Detrans
Se sacudir a jabuticabeira dos Detrans, caem goiabas e laranjas!

Comédia
Joesley tem o hábito de considerar a polícia idiota ao inventar suas historinhas em delações. Está em cana novamente.

Comédia II
Ao receber o nome de Joesley, este sujeito já estava condenado. Um predestinado!

Hoje tem arrastão
“Moro pescava com varinha, agora vai pescar com rede de arrastão” – Bolsonaro, referindo-se aos criminosos corruptos.

Efeito PT
Bons-dias aos esfolados no postos de gasolina para pagar a corrupção, aos que gostam de pagar juros indecentes para os inocentes banqueiros, aos que gostam de dar dinheiro para os empresários de ônibus! Aos “socialistas” que se ufanam da revolução capitalista brasileira!

A grana
Boletos podem ser pagos em qualquer banco a partir deste sábado. Ótimo, agora só falta a grana!

No baile
Barata esperta não atravessa salão de baile de gaúcho.

No coice
Era tão grosso que seu coração não batia, dava coice.

No mundo da Lua

São poucas as diferenças entre um astronauta e um poeta
O astronauta costuma ir para a Lua e voltar para a Terra
O poeta rasga o mapa e não volta!

 

Respostas
Se, por longos anos, a amei?
Se, por muitos anos, continuarei?
Ah! Meu Senhor, se feliz sou? Serei!?
Ah! Não sei… Não sei!

Patientia, fratres!

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Daniel, a tragédia em busca de audiência

É de nosso latino sangue – ó troianos, descendentes de Eneias –  esse estranho gosto pela tragédia. Por isso, histórias reais, embora nos parecendo que saíram dos textos dos romances ou teatro, tanto nos causam comoções, provocam a ira, a dor, a compaixão e a própria dúvida do real progresso civilizatório da humanidade.

E eis que, neste final do ano da graça de 2018, estamos diante de mais uma dessas histórias. A tragédia da vez é o assassinato do jogador Daniel, em circunstâncias de extrema violência, com os ingredientes da animalidade que, por infortúnio, ainda nos são latentes e moram em nós – não duvide disso, amigo, amiga, há pouco mais de 3 mil anos a humanidade habitava as cavernas e estava sob o jugo de códigos morais e legais em que se aceitavam todo e qualquer tipo de violência em resposta a outros crimes não menos bárbaros. Escritos sagrados dessa época ilustram bem o que digo e afirmo.

A história de Daniel e a forma em que ele deixou a vida reúnem todos os ingredientes para as tintas dramáticas de algum Sófocles moderno transferir o drama para os palcos e obter a catarse exigida por Aristóteles em sua Poética: a tragédia como expressão da arte por meio da compaixão e do temor, em busca da expurgação ou purificação dos sentimentos (catarse).

Na realidade, com os meios de comunicação modernos – fantasticamente explorando a velocidade da luz, na difusão da informação – não nos é mais necessário o palco para as encenações trágicas, a própria imprensa, em capítulos diários, à moda dos antigos folhetins,  nos fornece a oportunidade de seguir todos os atos trágicos, em capítulos de hora em hora. São os repórteres policiais os nossos novos dramaturgos – poucos porém, com algum brilho ou talento para isso. A maior parte limita-se a contar uma história, muitas vezes misturando ficção e realidade, na rapidez que os meios exigem, sempre em busca de audiência e o mais importante, atrás do dinheiro, por meio dos anunciantes noutra tragédia, a do mercado de comunicação.

Sim, nosso ingresso ao espetáculo é a propaganda do pé de chinelo, do sabonete, da margarina ou da gasolina. Acompanhemos, portanto, mais esse drama, amigos e amigas de copo e de cruz, seu desfecho conhecemos, pois a tragédia se faz tão antiga quanto o homem. Busquemos nossa catarse, ignorando que a brutalidade das pedras também habita nossas almas. Durmamos felizes com isso.

Amanhã, ao acordarmos, certamente, outro folhetim do mesmo feitio ou mais dramático ainda em violência se desenhará em nossos televisores, em nossas redes sociais. A vida despropositada que nos obriga a modernidade, nos parece que está resumida a isso, seguir capítulos para nosso deleite do pai que joga a filha pela janela; da menina bonitinha que mata os pais; do maluco que invade uma escola e fuzila colegas; do jovem jogador de futebol que bebe, faz besteiras, e depois é morto e desmembrado por um marido aparentemente ciumento e que acha, como os antigos bárbaros, que com uma faca se faz a lei.

 

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A gaita do Gaúcho

Como diz o gaúcho: este mundão está virado numa gaita “véia”!

 

Valia

Alma vazia, sem amor,

Sem tristezas, sem alegrias

A ti não teria valia.

 

Sensato

Voltar atrás no equívoco

Não é vergonhoso

Vergonha é teimar no erro.

 

Bocó

O patrulheiro do pensamento alheio

É um bocó

Incapaz de pensar por si só.

 

Conceitos

A cidade pode até ser inteligente… Mas seus políticos…

 

Sofisticada

A Loira Fantasma está sofisticada. Só anda de Uber preto, chega de táxi.

 

Das merdas

Esperando uma grande análise de esquerda-burguesa baseada no materialismo histórico, do tipo “luta dos contrários e negação da negação”, mas nem isso mais sabem fazer. Pobres timoneiros do proletariado!

 

Assassinatos

Um dia matei 10 pessoas numa manchete de jornal. A notícia tinha vindo de Santa Catarina, dia de chuva e a internet ainda era à manivela. O repórter mandou um fax, quase meia-noite. Não dava para ler direito, jornal pra fechar. Tasquei 29 mortos num acidente e eram 19. No dia seguinte recebi uma mensagem da prefeitura local perguntando-me onde estavam os 10 outros. Advertência e quase demissão. Tornara-me um assassino virtual.

 

Transparência

Em algumas prefeituras brasileiras, transparência a gente só vê nas meias de nylon das amantes dos prefeitos, secretários e vereadores.

 

Matemáticas

Coisas inúteis que você deveria saber e poderiam ter mudado a sua vida, assim como mudaram a minha: num triângulo retângulo, os primos 3 e 5 são proporcionais a uma terceira medida de ordem 4: assim 6, 8, 10… 9, 12 e 15…

 

Chupeta chapada

Sou do tempo em que chapada era apenas um acidente geográfico e chupeta era aquela coisa de borracha feita única e exclusivamente para crianças.

 

Borboleta & miudezas

Ser como uma borboleta

Visitar todas e somente as flores

Porque a vida é tão curtinha

Que não temos tempo

Para nos ocuparmos com miudezas

Com coisas de poucas belezas

Sem gosto, sem alma e sem perfume.

 

Caminheiro

Venho de longe, caminheiro

Por esta longa estrada

Com os passos cada dia mais curtos

Com a pele pelo Sol enrugada

Vi coisas belas, conheci anjos

Demônios e gente bárbara

Susto não tenho mais

O espanto morre aos poucos com o cabra

Venho de muito longe, caminheiro

E já sei onde esta estrada acaba.

Patientia, fratres!

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Bolsonaro abrirá arquivos do BNDES e corruptos se apavoram

 

Bolsonaro ganhou, o PT perdeu e a Roda da Fortuna gira. Por isso, boa parte dos brasileiros está confiante, a Economia começa a se engrenar novamente, o dólar retoma aos poucos os padrões civilizados e as bolsas operam com segurança de olho no futuro. Mas, neste panorama de otimismo, temos alguns setores da sociedade profundamente incomodados e tudo que o novo governo eleito anuncia é motivo de se apontar sinais do fim do mundo, do apocalipse bíblico na terra, provocados pelos deuses da tragédia tupi.

Notem, que esse choros trevosos partem de cavernas abismais de há muito identificadas. As cavernas que servem de esconderijo para os corruptos, ou daqueles que se serviram da corrupção durante os tristes anos Lula-Dilma.

Há quatro anos o povo brasileiro acostumou-se a seguir a novela Petrolão, escândalo de corrupção sem fim, investigado pela Lava Jato. Entretanto, não é só isso, é que está para entrar em cartaz outras novelas semelhantes, porém em tons mais trágicos. Pois a Lava Jato demonstra, por meio das delações e investigações em curso, que ao se puxar um caranguejo do saco da Petrobrás uma penca de outros caranguejos se agarraram ao primeiro. Assim, já é sabido que, praticamente, em tudo que o PT e seus agregados encostaram as mãos, lá ficaram marcas profundas da corrupção e sua expressão medonha, o roubo, em sua maior parte ainda encoberta pela caixa-preta do segredo, ou pelo manto de antigos bandidos colaboradores.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social  (BNDES) vai ser a caixa-preta a ser aberta já no início do novo governo, como promete o presidente eleito Jair Bolsonaro, em seu Twitter (foto). Banco de fomento nacional que financiou empresas fajutas, governos duvidosos e tudo quanto é maracutaia com dinheiro do nosso sofrido povo, sobremodo com o FGTS e recursos do próprio tesouro, em contas que já ultrapassam os inimagináveis trilhões de reais.

Os que devem, os que sabem que estão de antemão condenados em mais esse e outros escândalos a serem revelados, se apavoram e não dormem, inclusive tramam inutilmente para que nada venha a lume. Mas a roda da Fortuna já está girando e ela é implacável, os bandidos, inclusive os das grandes empresas de comunicação, que se mantiveram em silêncio sem-vergonha e cúmplice, enquanto o país era pilhada por quadrilhas partidárias, vão pagar pelos seus crimes contra a pátria brasileira. É isso que os assusta, são essas a razão do pânico.

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Polícia Federal
A PF está atrás de 10 deputados estaduais, no RJ. Aliás, os legislativos estaduais precisam ser investigados, todos!

Ministério do Trabalho
Esvaziado pela Constituição de 1988 e funcionando quase como um cartório de registro de sindicatos, levando adiante alguns programas sociais, e muitos escândalos de corrupção, este Ministério já não se justifica numa economia que se pretende livre num país genuinamente democrático.

Senado
Velhacos do Senado fazem o que sabem: velhacaria. Não vão se livrar da cadeia, seus bandidos!

Detran-PR
Doutro mundo essa propaganda do Detran-PR. Mas a grana que pagou é real.

Aproveitei o erro
Fui ao dentista e acabei fazendo exame de vista. Errei o consultório, atendeu-me a oftalmologista.

Pança
Em certos prefeitos, a capacidade de dar tiro no próprio pé é proporcional à banha acumulada.

Fezes
Esse programa da Fátima Bernardes é um vomitório fecal.

Jornais estrangeiros
Tem que investigar esses jornais estrangeiros no Brasil, o “Le Monde”, que levou uma grana dos governos petistas e “El País”.

Patrulheiros
“Igne comburatur sic quod moriatur” (condenado a morrer na fogueira até que morra), sentença da Inquisição da Idade Média que pode, em nossos dias, ser interpretada como sentença condenatória pela fogueira que junta insânia e ignorância, a qual é provocada pelos verdugos modernos, os patrulheiros do pensamento alheio.

Soda
Dicas do Xunda: o “f” dos textos do fim da Idade Média, em Português, tem som de “s”, então, neles foda é soda, não confunda!

Matutinos
Faço poemas pela manhã
Para oferecê-los ao efêmero da vida
Ao orvalho que desperta a flor
À estrelinha que me serviu de guia
Nos versos, as palavras também acordam
Umas novinhas, ingênuas
Outras velhinhas, sábias
Todas felizes saudando o dia
Pois amanheceram encantadas
Orvalhadas, em luz, em poesia.

 

Patientia, fratres!

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Senado aprova aumento do STF

Por 41 votos a 16, e uma abstenção, o plenário do Senado acaba de aprovar o aumento salarial dos ministros do Supremo. Isso eleva em 16% o subsídio mensal dos magistrados, que passa a R$ 39,2 mil. Na sequência, o Senado também aprovou aumento do salário do PGR. Tudo foi feito no melhor estilo de quem trai o povo, como já de costume deste corroído Senado.

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O fim do inútil Ministério do Trabalho

Também fruto no modelo da Carta do Trabalho (1927) do fascista italiano Mussolini, copiado aqui nos trópicos pelo ditador Getúlio Vargas (foto), o quase inútil Ministério do Trabalho vai ser extinto no governo Bolsonaro.

Esvaziado pela Constituição de 1988 e funcionando quase como um cartório de registro de sindicatos, levando adiante alguns programas sociais, e muitos escândalos de corrupção, este Ministério já não se justifica numa economia que se pretende livre num país genuinamente democrático.

Pelo que foi adiantado por Jair Bolsonaro, suas funções, as ainda existentes e necessárias, passam para outras pastas, mais arejadas e de acordo com as novas propostas de seu governo. Como sempre, vai ter algum ranger de dentes nas catacumbas sindicais, mas será só isso. Ou o país se moderniza, deixando as leis, e somente elas, regularem as relações capital e trabalho, ou voltamos ao Século passado, com o Estado paparicando e sustentando as antigas fábricas de pelegos e ninhos de corrupção.

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