Alckmin também quer ser presidente da República

Derrotado por Lula em 2006, o governador de governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse hoje que está preparado para um “tira-teima” em 2018, se o petista estiver à solta e com a ficha limpa para concorrer.

Alckmin começou a tatear o terreno através das redes sociais, fermentando para ver o quanto pode crescer a adesão ao nome dele: “É claro que candidatura não pode ser uma decisão unilateral e sim coletiva”. Mas o caminho do tucano, apesar de preferencial, tem outro tucano em franca ascendência não contaminado pela velha política, o prefeito paulista João Dória que tem procurado projeção inclusive em outros estados. Pelo noviciado e por ocuparem áreas superpostas na mesma sigla, Dória poderá abrir caminho, mas não antes de serem realizadas pesquisas de opinião pública indicando qual deles terá maiores chances de chegar à presidência da república.

Alckmin se apresenta surfando as ondas das discutidas reformas. Para ele uma boa política fiscal que deixa espaço para investimento vai facilitar a recuperação do país e uma reinserção forte no comércio exterior. Sobre financiamento público de campanha: “Com 35 partidos políticos, não dá para ter financiamento público. Neste caso, é preciso ter financiamento privado, mas com regras para campanhas muito mais baratas. Defendo uma campanha mais verdadeira, é o microfone e uma mesa: é estúdio. O candidato expõe suas ideias, sem marquetagem”.

Sobre o modelo político: “O PSDB defende o parlamentarismo. Ele dá estabilidade ao que deve ser estável, que é a chefia de Estado, e permite substituir, quando se perde a confiança, o chefe de governo. É um sistema que se adapta melhor a crises e tem bons resultados”. E ressalva: “ O modelo pressupõe partidos políticos com programas e fidelidade partidária, coisa que o Brasil não tem hoje”.

Outra reforma defendida por Alckmin é a da Previdência. “Ela é necessária e defendo um regime geral de Previdência, igual para o setor público e privado. A reforma da Previdência tem dois objetivos, o primeiro é justiça social e o segundo é acabar com o déficit”. Lembrou que implementou o modelo geral no Estado de São Paulo em 2011, fazendo com que novos funcionários públicos dos três setores se aposentem pelo teto do INSS, de R$ 5 mil: “A partir daí, é capitalização individual, previdência complementar e facultativa”.

Sobre a possibilidade de um racha no PSDB, considerou como ”Salutar a divergência entre alas do partido, o que permite debate de ideias para que sejam apresentados projetos positivos ao País”.

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Vereadores votam ampliação do Passe do Estudante

Na sessão desta terça-feira os vereadores farão a primeira das três votações necessárias para aprovar ou não o projeto da Prefeitura de Maringá que propõe levar o Passe Livre do Estudante para maior número de alunos.

A proposta estipula que o Passe seja concedido aos alunos matriculados em instituições escolares do Ensino Fundamental, Médio ou Superior, das redes pública ou privada, que residam a uma distância mínima de 1.500 metros da instituição escolar, seguindo o traçado das vias públicas, como forma de garantia do acesso à educação.

No parágrafo único, a novidade é que os casos excepcionais, em que o estudante necessite do transporte público em distância inferior aos 1.500 metros, serão analisados mediante requerimento do interessado acompanhado dos documentos probatórios necessários e sujeitos ao deferimento pela Secretaria de Mobilidade Urbana.

Há casos em que o aluno reside próximo da escola, mas precisa dar uma grande volta para chegar a ela. Outros têm problemas de locomoção, ou o percurso é acidentado, ou perigoso para uma criança ou jovem mesmo durante o dia, ou principalmente à noite.

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Fundo é “desaforo” e o modelo eleitoral está ultrapassado

Há mais de 20 anos que o Brasil precisa de uma reforma política, principalmente para que sejam empossados os representantes eleitos pelo voto popular, não aqueles carregados por puxadores de votos “contratados” por grandes capitais, como por exemplo o palhaço chamado “Tiririca”.

Com outras palavras essa é a opinião abalizada de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, em discussão sobre o novo modelo político eleitoral.  Ele considera importante fazer a transição desse modelo caríssimo para um modelo adequado do voto distrital misto, sem financiamento público.

Para o ministro, a sociedade brasileira tem que deixar de ser dependente do Estado, e a política tem que arrecadar os seus recursos na cidadania e no debate político: “Penso que um fundo de R$ 3,6 bilhões para políticos, neste momento de desemprego, de todas as dificuldades que a sociedade brasileira está vivendo, é um desaforo”.

Segundo o ministro” o voto distrital misto será a redenção capaz de mudar o patamar ético da política no Brasil e voltar a atrair novas vocações, novos valores. A gente não deve pensar o país em função das próximas eleições. Acho que a gente tem que pensar o país num horizonte mais largo e implantar um sistema eleitoral que faz baratear e capaz de trazer a essência política que esse modelo de financiamento eleitoral destruiu no Brasil, eu acho que vale a pena. Eu pagaria os preços razoáveis para implantar o voto distrital misto daqui a quatro anos.”

De São  Paulo, o candidato mais votado, Celso Russomano, elegeu indiretamente outros quatro deputados, entre eles o cantor Sérgio Reis, que fez apenas 45 mil votos. O palhaço “Tiririca” – o segundo mais votado – que conseguiu mais de um milhão de votos, carregou outros dois candidatos pouco votados. A propósito, “Tiririca” se queixa da política em Brasília e está coberto de razão por dois motivos: primeiro porque a corrupção e os grupos imperam; e segundo por que não se pode fazer muito apresentando apenas um projeto de lei.

Outro exemplo está próximo, em Sarandi: apesar de ter sido o mais votado, com 1740 votos na eleição de 2016, o candidato Bianco (PT), não pode assumir cadeira por conta do modelo atual.

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Vereador que proibir bebidas alcoólicas em postos de gasolina

 

 

Em Londrina o vereador Jairo Tamura (PR) quer proibir a comercialização de bebidas alcoólicas nas lojas de conveniência dos postos de gasolina. O argumento é simples: combustível e bebidas alcoólicas não devem ser usados juntos, ou como muitos entendem, combinam para causar abusos, acidentes e tragédias.

Como as pessoas geralmente bebem nos pátios e no entorno de cada posto, fora dos olhos de qualquer fiscalização, essas lojas se transformaram em facilitadoras e até estimuladoras do uso de bebidas alcoólicas por jovens, inclusive “iniciação” de menores. Quem duvida deveria se postar defronte a loja de conveniência nos fundos da catedral para se escandalizar com a multidão de jovens adquirindo bebidas baratas para misturar e fazer os conhecidos “tubões” em garrafas plásticas de refrigerante, tornando comuns as imagens de jovens enlouquecidos pela bebida e desfalecidos.

Voltando ao vereador londrinense, a proposta dele assinala que a principal atividade de posto é vender combustível, podendo ser tolerada a venda de refrigerantes, pois a venda de bebidas alcoólicas provoca com frequência, “muito transtorno e violência”.

Segundo o diretor do Sindicato dos Distribuidores de Combustíveis (Sindicombustíveis), Cláudio Monaco, em péssima avaliação contra a vida, priorizando os negócios: “Londrina tem problemas muito mais sérios”. Também afirmou que a tese de que o posto precisa sobreviver da venda de combustível é muito frágil:  “O comerciante deve ter a liberdade de vender o que quiser na sua empresa, mas tudo dentro de critérios bem definidos. Ele não pode ser responsabilizado pela imprudência de um motorista. Cada um tem suas responsabilidades e precisa arcar com as consequências delas.”

Vejamos se aqui os vereadores tomam iniciativa semelhante, já que parte do problema levantado ocorre na praça da catedral, defronte a Câmara. Pelo menos no que concerne ao preço dos combustíveis nossa Câmara está de parabéns.  É inédito esse combate parlamentar ao cartel de postos.

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Empresa de RH condenada por criar “lista suja” de trabalhadores

Um trabalhador de Campo Mourão receberá R$ 3 mil de indenização por danos morais por ter sido incluído em uma “lista suja” de trabalhadores que ajuizaram ação trabalhista. Criada por uma empresa de recursos humanos, a lista pretendia dificultar a reinserção desses profissionais no mercado de trabalho.

De acordo com a ação, o motorista afirmou que foi incluído no cadastro negativo de ex-empregados que ajuizaram ação ou foram testemunhas contra a empresa de recursos humanos. Segundo ele, diversas empresas contribuíam para a formação do banco de dados, consultado antes da contratação de um trabalhador.

A empresa sustentou que o banco de dados era necessário para o desenvolvimento de sua atividade de gestão de recursos humanos, mas que o cadastro não tinha o intuito de repassar informações a terceiros ou dificultar o acesso ao mercado de trabalho. Defendeu ainda que a divulgação das informações se deu de forma criminosa por terceiros e que, por isso, não poderia ser responsabilizada por ato ilícito que não cometeu.

O juízo da Vara do Trabalho de Campo Mourão (PR) entendeu que o dano moral não ficou comprovado. O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), no entanto, reformou a sentença e condenou as empresas à reparação.

“A existência da lista e a consequente restrição ao acesso ao emprego, única fonte de sustento da grande maiores dos trabalhadores, funciona como fator de intimidação, pressionando-os a não buscar fazer valer os direitos a que entendem fazer jus por meio do Poder Judiciário”, registrou o TRT-9.

No Tribunal Superior do Trabalho, a 7ª Turma manteve a condenação. O relator do recurso, ministro Cláudio Brandão, ressaltou que o TST tem firmado entendimento no sentido de que a inclusão do nome do empregado em lista discriminatória viola direito decorrente da própria dignidade humana.

No voto, seguido de forma unânime pela turma, o relator também destacou que a reparação prescinde de prova do dano, abalo ou sofrimento, uma vez que representou ato que viola proteção constitucional (dignidade humana).

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Humanidade caminha para um apocalipse tecnológico

 

 

 

 

 

Com a progressão da tecnologia dos computadores que substituem o homem em todos os setores de atividades, a humanidade está próxima de enfrentar um apocalipse tecnológico, quando as máquinas que hoje nos ajudam tomarem milhões de empregos.

O conhecimento que levou a essa conclusão, também mudou a vida de Antonio Garcia Martinez, um norte-americano de 40 anos, ex-executivo do Facebook que vivia no epicentro da revolução digital, o Vale do Silício.

Os conhecimentos que ele teve até 2015 mudaram sua visão de futuro: “Em San Francisco eu vi como o mundo será daqui cinco a dez anos. Você pode não acreditar que está vindo, mas está – e tem a forma exemplar de um caminhão que dispensa motorista.” E para quem não sabe, há dois meses a Volvo exibiu um caminhão que trabalhou sem motorista, nos canaviais da Usina Santa Terezinha, em Iguatemi. A tecnologia será a grande novidade em setembro na Fenatran, em São Paulo.

Martinez salienta que o avanço da tecnologia, em especial a combinação da inteligência artificial com a automação, varrerá empregos em escala massiva: “Dentro de 30 anos, metade da humanidade não terá trabalho. E a coisa pode ficar feia, pode haver uma revolução.”

Baseado nessa previsão que ouviu de outros especialistas que trabalham no Vale do Silício, Martinez adquiriu uma pequena ilha próxima a Seattle – onde só pode chegar de barco – para ser seu futuro lar. Ainda acomodado em uma barraca e amontoando bens como receptores de energia solar para se tornar auto-suficiente, ele também não se separa de um fuzil AR-15, crendo que vai precisar dele para se proteger: “Há 300 milhões de armas nos Estados Unidos, uma para cada homem, mulher e criança, e a maioria delas estão nas mãos das pessoas que perderão seus empregos e consequentemente, meios de sobrevivência”.

Martinez é enfático: “Garanto a você que munição será a moeda corrente desse novo mundo.” E ele não é o único a prever o desaparecimento em massa de muitos postos de trabalho. Carl Frey, da Universidade de Oxford, é outro pesquisador que também faz esse tipo de previsão sobre o futuro.

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Vereador quer fiscalização contra excessos no parque de exposições

Atendendo anos de repetidas reclamações de residentes das imediações do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, o vereador Homero Marchese está solicitando informações da prefeitura para solicitar providências.

O parque que é bem gerenciado e cuidado pela Sociedade Rural registra dezenas de eventos anuais, muitos deles com grande movimentação de pessoas e veículos, som alto por horas seguidas e às vezes em horários impróprios, além de mau cheiro e insetos que seriam consequência da presença de animais em feiras, torneios, exposições, etc.

A lista de informações solicitada é a seguinte:
1 – Quais são as condições exigidas para uso do espaço do parque;
2 – Quais são os horários nos quais se admite a utilização do parque, bem como qual é o critério adotado para a fixação desses horários;
3 – Qual é o nível de intensidade do som permitido durante a realização de eventos no parque em questão, bem como se a administração municipal fiscaliza esses eventos no que se refere ao cumprimento do limite estabelecido.

O legislador também quer saber da Prefeitura de Maringá, quais as iniciativas que podem ser tomadas pelos cidadãos que residem nas proximidades do parque, visando garantir a observância dos limites de intensidade do som previstos na lei complementar n. 218/98, que dispõe sobre o controle e a fiscalização das atividades que gerem poluição sonora, impõe penalidades e dá outras providências, e também contra outros problemas gerados alí.

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Lula tira o sono da direita

Matéria de primeira página do Granma, órgão oficial do Partido Comunista de Cuba, hoje:

”A direita brasileira tem motivos para comemorar. Tiraram Dilma Rousseff da cadeira presidencial por um manejo de contas públicas, enquanto no Congresso que a julgava caíam como moscas os legisladores envolvidos em casos de corrupção; aprovaram uma reforma trabalhista que faz recuar um século os direitos dos trabalhadores e aplicaram um programa de ajuste em massa, sem tocar os interesses das empresas mais importantes do país.

Contudo, a direita brasileira não dorme tranquila. O motivo de sua preocupação tem nome: Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto se mantenha na arena política o operário metalúrgico que governou oito anos o gigante sul-americano e ajudou tirar da pobreza 20 milhões de pessoas, sabem bem que sua cabeça pendura de um fio.

Lula continua sendo o político mais popular do Brasil e lidera todas as pesquisas para as eleições do próximo ano; apesar da revisão na qual está imerso o Partido dos Trabalhadores (PT), a arremetida do governo golpista e a agressividade da mídia.

A direita declarou o ex-presidente como seu inimigo número um e concentra todo o poder de fogo contra sua figura, admirada pelas classes populares e um referente da esquerda em nível internacional.

A última manobra contra Lula é tentar inabilitar nos tribunais sua possível candidatura presidencial. O controverso juiz Sergio Moro — que é acusado de manipulação política por seu manejo da investigação por corrupção na Petrobras — condenou o ex-presidente a nove anos de cárcere e quase duas décadas de separação dos cargos públicos.

É acusado de ter recebido um apartamento de três andares como pagamento para garantir um negócio da empresa construtora OAS com a petroleira estatal. A sentença, que não entra em vigor até que seja ratificada por um tribunal de apelações, é baseada em testemunhos de personagens julgados por suas atividades ilícitas e não contribui com nenhuma evidência concreta que a respalde.

A estratégia é arriscada. Por um lado, se finalmente as instâncias superiores concordam com o juiz Moro, Lula estaria impossibilitado de participar das eleições e o PT teria pouco mais de um ano para organizar outra candidatura. Mas se, tal como parece, a sentença foi uma bomba de fumaça sem provas sólidas, o respaldo popular ao Lula não faria mais do que fortalecer-se.

Milhões de brasileiros saíram às ruas nos últimos dias como mostra de apoio ao ex-governante. Seus reclamos são «Fora Temer» e «Eleições diretas já».

O governo surgido do golpe parlamentar está cada vez mais frágil e crescem as tensões sociais, produto da desmontagem dos projetos socioeconômicos do PT. A agenda Temer é baseada em carregar o peso do ajuste econômico nos ombros dos trabalhadores e destruir os direitos trabalhistas em nome de eficiência.

A direita sabe que suas medidas não são populares e que o atual presidente brasileiro é um cadáver político. O encontro com as urnas se aproxima e não contam com um candidato que os aglutine.

Seu pior pesadelo é um Lula que fale às multidões descontentes pelos cortes atuais; que percorra o país em caravana retornando as esperanças de um Brasil potência e sem a sombra da corrupção.

Uma vitória da esquerda mudaria a correlação de forças no gigante sul-americano. Se a política de alianças e as complexas coalizões frearam a agenda de mudança mais ambiciosa durante os dois mandatos de Lula e a etapa de Dilma, a margem de vitória que prognosticam as pesquisas daria ao PT uma carta branca para continuar com as

Isso é o que tira o sono da direita brasileira e o pecado original que jamais vão perdoar a Lula.”

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Alíquota do IR seria um bode na sala

Sem compromisso com sua imagem perante a população, irremediavelmente comprometida segundo todas as pesquisas de opinião pública, logo depois da alta nos combustíveis o presidente Michel Temer não se preocupou em lançar mais uma bomba para agravar a “antipatia”: declarou ter determinado estudos para aumentar o Imposto de Renda.

Só de pensar no tamanho da agulha doeu geral.

Mas o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia – faltou o cavalo branco – surgiu, impávido, muito seguro: “Se tiver que passar pela Câmara, não passa”.

“Herói”, aproveitou para aplicar outra injeção, menos dolorida depois de tirado o bode da sala: “A reforma da Previdência passa. Ela é necessária!”

Como Temer e Rodrigo estão aliados, pelo jeito foi mais um capítulo de jogos presidenciais incluindo frissons e arroubos de valentia. Nossos inocentes eleitores gostam disso. Os políticos que não são de esquerda estão aprendendo.

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Os parlamentares paranaenses que estão sendo investigados no STF

Um levantamento efetuado pela revista Congresso em Foco, mostra quais são os deputados e senadores que respondem a procedimentos investigatórios no Supremo Tribunal Federal.

A relação dos parlamentares paranaenses, inclusive de Maringá, é a seguinte:

Luiz Nishimori (PR)

Responde a inquéritos (números 3850 e 3508), por formação de quadrilha, estelionato e crimes contra a fé pública.

Alfredo Kaefer (PSL)

O mais rico deputado federal do país (R$ 108,5 milhões) e que obteve boa votação em Maringá, responde a seis inquéritos (3809, 3678, 4298, 4304, 4347 e 4504) e uma ação penal (892) por por crimes falimentares, contra o sistema financeiro, a ordem tributária, o patrimônio e a administração em geral e formação de quadrilha. Kaefer é suspeito de dar calote em credores e fazer manobras contábeis no patrimônio familiar com o objetivo de salvar bens empenhados em execução judicial.

Dilceu Sperafico (PP)

Inquéritos 3989 e 4010, indiciado por lavagem de dinheiro, corrupção passiva, formação de quadrilha e tráfico de influência. O deputado foi denunciado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos beneficiários de recursos desviados da Petrobras.

 Nelson Meurer (PP)

Deputado tem os inquéritos 3014 e 3989 e ação penal 996, indiciado por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, tráfico de influência, corrupção e crimes contra a Lei de Licitações. Recebeu R$ 4 milhões desviado da Petrobras em 2010 e outros R$ 29,7 milhões em 99 repasses de R$ 300 mil.

Valdir Rossoni (PSDB)

O deputado federal Rossoni tem dois inquéritos( 4156 e 4477), por crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, prevaricação e crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético.

 

Hidekazu Takayama (PSC)

Deputado federal de Rolândia – que também conseguiu muitos votos em Maringá – responde a um inquérito (2771) e a uma ação penal (647) por peculato e crimes contra a ordem tributária.

Zeca Dirceu (PT)

De Cruzeiro do Oeste deputado federal responde a dois inquéritos (4322 e 4445) por lavagem de dinheiro e corrupção. Na Lava Jato, delatores da Odebrecht afirmaram que ele recebeu R$ 250 mil, em 2010, e outros R$ 250 mil, em 2014, para financiar suas campanhas eleitorais, via caixa dois, a pedido do pai, o ex-ministro José Dirceu.

Gleisi Hoffmann (PT)

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores é ré por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, em ação penal derivada do inquérito 3979, da Lava Jato, e dos inquéritos 4130 e 4342, por corrupção.. O doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa declararam que a senadora recebeu R$ 1 milhão do esquema para sua campanha ao Senado em 2010.

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