Autor: Francês



Unicesumar traz para Maringá encontro nacional de inovação acadêmica

 

Nestes dias 30 e 31 de março a Unicesumar traz para Maringá o III Fórum 2017- STHEM Brasil sobre Inovação Acadêmica e Aprendizagem Ativa. Marcado para o auditório Joaquim Lauer, no Bloco 6, o fórum é um evento oficial do Consórcio STHEM Brasil e irá reunir mais de 250 representantes de 40 instituições de ensino superior de todo o país.

Os educadores compartilharão experiências vivenciadas na aplicação da inovação acadêmica e da aprendizagem ativa em sala de aula. “A inovação acadêmica torna os alunos mais proativos. Ele se sente envolvido de fato com a própria formação. O que vivencia dentro de uma instituição em que a inovação se faz presente, o transforma para a sociedade lá fora”, revela a professora Fátima Medeiros, da comissão do Consórcio STHEM Brasil.

O evento será aberto às 15 horas dessa quinta-feira, seguido de palestra com a professora Liz Reisberg, do Boston College. Também amanhã será realizada a plenária “Formação do Professor”, com Rita Carolino e Priscila Simões da Academia de Professores UniItalo: “O P2P na Formação do Professor”; Carmen Silva e Maria Iolanda Fontana (Tuiuti) – Núcleo de Apoio Docente da Universidade Tuiuti do Paraná; Maria Cristina Tommaso (INIFOA) – “Repensar a avaliação do professor através do uso do PBL: Professor como centro do “seu próprio” processo de aprendizagem.

 

A programação incluí a Mostra de Experiências de Aplicação de Metodologias Ativas pelas IES Consorciadas, e o segundo dia será repleto de apresentações  de professores de todas as instituições sobre as metodologias ativas.

 

Confira a programação completa no link: http://www.lo.unisal.br/sistemas/forum_sthembrasil/programacao.pdf

 

CONSÓRCIO STHEM BRASIL

O III Fórum de Inovação Acadêmica é um dos eventos realizados dentro da programação de atividades do Consórcio STHEM Brasil.

O idealizador do Consórcio é o Professor do Curso de História do UNISAL Lorena, Professor gestor do LIA (Laboratório de Inovação Acadêmica do UNISAL Lorena) e Diretor de Inovação do SEMESP, Dr. Fábio Reis.

O sucesso dos estudantes em educação superior nas áreas de Ciência, Tecnologia, Humanidades, Engenharia e Matemática (STHEM em Inglês: Science, Technology, Humanity, Engineering and Mathematics) é uma preocupação quase universal.

Desafios nessas áreas incluem nível de preparação dos estudantes quando entram na universidade, retenção e aprendizagem do estudante nas principais habilidades para a economia do conhecimento. No contexto brasileiro, o desafio fundamental é o papel  da educação superior e a importância da inovação em relação à qualidade da educação.

Universidades podem responder a esses desafios por meio da melhoria do ensino e da qualidade de aprendizagem, assim como explorar possíveis ligações com professores do Ensino Médio e Técnico/Profissional para melhor preparar estudantes para a educação superior.

A Iniciativa para o Desenvolvimento da Inovação Acadêmica – IDIA (em espanhol) propõe trabalhar com universidades, instituições, organizações governamentais e setor privado para a implementação da Iniciativa para avançado ensino e aprendizagem em Ciência, Tecnologia, Humanidades, Engenharia e Matemática para o Brasil.

O grupo de professores e IES tem o intuito de implementar  mudanças em seu ensino,  que irá refletir um movimento para que o ensino seja centrado no aluno, com objetivos futuros de conectar professores do Ensino Médio e Técnico/Profissional com professores da universidade em uma efetiva metodologia de ensino para as áreas de STHEM.

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Projeto Smart City, é apresentado hoje na Câmara de Maringá

 

Ás 16 horas desta segunda-feira a Câmara de Maringá, o especialista Pedro Rodriguez Fernandez discorrerá para lideranças e vereadores sobre o Smart City, projeto que vem sendo discutido desde o ano passado por sociedade e administração da cidade.

O projeto apresentado inclusive aos empresários da ACIM e prefeitos da associação dos municípios da região – Amusep – tem à frente Fernandes, da holding Santa Luzia Smart Cities que possui uma empresa em Goiás e quatro em São Paulo: São Paulo Brokers Importação, Exportação e Distribuição de Bebidas e Alimentos Ltda., Santa Luzia Indústria, Comércio e Importação Ltda., Santa Luzia Tecnologia e Cidades Inteligentes Ltda., Santa Teresa Empreendimentos e Participações Ltda. e Santo Antonio Consultoria Em Cidades Inteligentes Ltda.
A holding opera com a instalação de aplicativos e softwares para smartfones, com sistema de energia renovável por meio de painéis solares, publicidade digital, luminárias em LED, wi-fi disponível de forma permanente para a população, integração de centros de emergência e monitoramento remoto de pacientes em hospitais até o planejamento de ciclovias para uso coletivo de bicicletas monitoradas por sensores e câmeras de vigilância.

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Lula afirma ser “mais honesto” que o juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, há pouco na abertura de um seminário promovido pelo PT em São Paulo, que o juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol não são mais honestos do que ele.

Lula disse que “Nem o Moro, nem o Dallagnol, nem o delegado da Polícia Federal têm a lisura, a ética e a honestidade que eu tenho nestes 70 anos de vida”.

Discursando no evento denominado “O que a Lava-Jato fez pelo Brasil”, Lula defendeu também a aprovação da lei de abuso de autoridade no Congresso Nacional.

O ex-presidente disse mais: que os integrantes da força-tarefa fizeram “a coisa mais sem vergonha da história deste país”. Voltou a se queixar na condução coercitiva que sofreu em março do ano passado, quando os agentes filmaram a sua casa e entregaram as imagens para um veículo fazer um filme e que os ipads de seus netos foram apreendidos na ocasião sem terem sido devolvidos até hoje.

Continuando a reclamação, afirmou: “A Lava-Jato não precisa do crime. Primeiro, ela acha o criminoso e depois coloca o crime em cima do criminoso”.

O seminário marcado por críticas à Operação Lava-Jato, reúne juristas, líderes de movimentos sociais e políticos da legenda e de outros partidos, como o senador Roberto Requião, do PMDB do Paraná.

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Estado destina verba mensal para atender a população de rua

 

Maringá é uma das cidades selecionadas pelo governo do Paraná para receber recursos destinados ao atendimento da população de rua. Hoje em Curitiba, o governador Beto Richa disse que vai destinar anualmente, R$ 2,5 milhões por ano para atender a população de rua em 27 municípios.

As prefeituras que aderirem, demonstrando preocupação e busca da inserção da população de rua, passam a receber verbas mensais para executar os serviços de Abordagem e Acolhimento Institucional, já a partir de abril.

Beto Richa destacou como exemplo de bons resultados, o que foi executado durante a gestão dele na prefeitura de Curitiba, entre 2005 e 2010: “Na época nossa capital foi reconhecida pelo Ipea como a capital brasileira que mais reduziu a pobreza, na ordem de 65%”.

Segundo o governador, o Paraná está ponto para realizar esse trabalho de abordagem e acolhimento em conjunto com os municípios, “Para acolher esses indivíduos, reinseri-los no mercado de trabalho, resgatar a sua dignidade e garantir o seu bem-estar para que ele viva de uma maneira melhor”.

O coordenador do Movimento Nacional da População de Rua, Leonildo Monteiro, afirmou que o Paraná é um dos estados pioneiros no desenvolvimento de programas para essa população. “O Paraná é o único estado com uma lei que reconhece o Dia da População de Rua, que fez adesão à Política Nacional e implantou um comitê para atender essa população. Temos avançado muito com esta política no Paraná”, disse. “Quando os municípios recebem do Estado esse aporte, eles podem garantir ao sujeito a dignidade, o acesso à moradia, trabalho, saúde e educação”.

As cidades escolhidas são Almirante Tamandaré, Apucarana, Arapongas, Araucária, Astorga, Cambé, Campo Largo, Campo Magro, Cascavel, Curitiba, Colombo, Fazenda Rio Grande, Foz do Iguaçu, Ibiporã, Londrina, Marialva, Maringá, Paiçandu, Paranaguá, Pinhais, Piraquara, Ponta Grossa, Rolândia, São José dos Pinhais, Sarandi, Toledo e Umuarama.

Alguns exemplos de valores que serão repassados mensalmente pelo Governo do Paraná – a partir do próximo mês – para as prefeituras: Maringá R$ 22,5 mil, Cascavel R$ 10 mil, Apucarana R$ 7,5 mil, Arapongas R$ 5,7 mil, Cambé R$ 5,7 mil.

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Reforma da Previdência: senadores dizem que o governo não sabe convencer

Dezessete senadores da base do governo reuniram-se hoje com o presidente Michel Temer e com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, no Palácio do Planalto. Após Padilha apresentar dados para confirmar a necessidade de uma reforma da Previdência, criticando a forma como o governo tem trabalhado a comunicação de seu ponto de vista.

Para o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), há entendimento na bancada de que os argumentos do governo não têm convencido a opinião pública dos benefícios que a reforma trará para a população: “Todos falaram que o governo não está conseguindo vender o peixe para a opinião pública. A ideia passada é de que não [afeta] algum setor, mas que todos estão sendo prejudicados por ela [reforma. Aprovar sem a opinião pública entender os motivos da reforma é um problema para a democracia”.

Segundo Buarque, foi unânime o apoio dos parlamentares à retirada de servidores estaduais e municipais da reforma da Previdência, pois essa mudança fortalecerá a aprovação da reforma.

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Trabalho e Previdência: deputado promete as reformas para este semestre

Na Câmara Federal o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinaliza que a reforma trabalhista deve ser aprovada antes da reforma da Previdência.

Discursando em São Paulo, Maia garantiu que o projeto de lei com a readequação trabalhista vai ser aprovado em abril. E que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Previdência começará a “caminhar” entre abril e maio, garantindo que sua agenda prevê aprovações dessas reformas ainda no primeiro semestre de 2017.

Falando na cerimônia de posse do Conselho de Administração da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), endossou que “as reformas condições para que tanto o governo brasileiro como as empresas possam projetar investimentos.”

Sobre a Previdência, Rodrigo Maia qualificou o texto enviado por Temer ao Congresso como uma reforma “muito justa”, pois igualaria as condições de todos os trabalhadores para se aposentar, assinalando que “o único caminho que o Brasil tem é aprovar a reforma da Previdência”. Enfatizou que “sem isso o governo brasileiro terá que em 2 ou 3 anos cortar salários de servidores públicos e aposentadorias”, entrando em um quadro igual ao do Rio de Janeiro.

O deputado ainda classificou como “fundamental” a reforma trabalhista para recuperar a confiança de investidores brasileiros e estrangeiros. “Se avançarmos nas reformas, Brasil vai ser um ator muito mais importante do que é hoje nos Estados Unidos, na Europa e em outros países”.

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Imposto sobre gorjeta é o fim

A sanha arrecadadora, quem diria, chegou à gorjeta, essa premiação cada vez mais rara nestes tempos de crise! O governo está, como se diz popularmente, “raspando o fundo do tacho”.

O presidente Michel Temer sancionou sem vetos a Lei 13.419 que estabelece que a taxa adicional – gorjeta – seja incorporada ao salário dos funcionários. Na prática, o empregador irá ter que pagar impostos sobre a gorjeta e o empregado receberá o que sobrar após os descontos previstos na lei. 

No caso de empresas inscritas no regime de tributação federal diferenciado, o chamado Simples, é facultada a retenção de até 20% da arrecadação. No caso das empresas não inscritas em regime de tributação federal diferenciado, o percentual pode chegar a até 33%. Nos dois casos, diz o texto da lei, esses percentuais deverão ser usados “para custear os encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da sua integração à remuneração dos empregados”.

Segundo a lei, “o empregador será obrigado a anotar na carteira de trabalho e no contracheque de seus empregados o salário contratual fixo e o percentual percebido a título de gorjeta”, devendo as empresas registrarem o salário fixo e a média dos valores das gorjetas referente aos últimos 12 meses.

A taxação da gorjeta mostra a excessiva preocupação de carrear dinheiro, nunca em montante suficiente para cofres públicos saqueados pela corrupção, esvaídos por claques que ganham muitíssimo mais que o cidadão brasileiro, salários e benefícios extras de verdadeiros marajás.

E cá entre nós: só de saber dessa cobrança de imposto a maioria dos clientes terá mais um motivo para não dar gorjeta. E quando derem, com certeza será de forma disfarçada, com recomendação tipo: “Isto é para você que trabalhou, mereceu e vai usá-lo bem. Não é para dividir com o governo não”.

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Ministério Público isenta Richa do conflito entre PMs e manifestantes

Os manifestantes ligados ao movimento da APP-Sindicato foram os causadores da chamada “batalha do Centro Cívico”, quando avançaram contra a segurança que protegia a Assembleia Legislativa.

Acionado por deputados com objetivos claramente políticos como o conflituoso Jean Willys (Psol-SP), o Ministério Público Federal isentou o governador do Paraná, Beto Richa, de qualquer culpabilidade quanto à refrega que envolveu forças de segurança, professores e outros, dia 29 de abril de 2015 no Centro Cívico de Curitiba.

O despacho, datado do último dia 2, foi baseado em estudos apurados de documentos, depoimentos, fotos e filmagens. Segundo o procurador Regional da República, Maurício Gotardo Gerum, apesar das críticas à ação da Polícia Militar, acionada por pedido de segurança emitido pela Assembleia Legislativa, “nada indica que os policiais estavam preparados para a repressão violenta que acabou acontecendo”.

Em análises pormenorizadas, o procurador chegou à conclusão que os oficiais agiram para proteger a própria integridade física. Assinala que os manifestantes não recuaram mesmo com a ação mais forte da tropa: “Vê-se os manifestantes avançando com os policiais, o que, possivelmente gerou a reação com as bombas”.

Além de Willys, solidariamente também assinaram o pedido de investigação os deputados Edmilson Rodrigues (Psol-PA), Chico Alencar (Psol-RJ) e Ivan Valente (Psol-SP).

O pedido de arquivamento foi comunicado por meio de ofício do vice-procurador-geral da República, José Bonifácio de Andrada.

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XIV Dia de Campo da Unicesumar tem palestras e novidades produtivas

Iniciado hoje na fazenda da instituição, o tradicional XIV Dia de Campo de Agrárias da Unicesumar, como ocorre todos os anos reúne acadêmicos, professores, profissionais do campo e produtores em torno de novidades que resultam em qualidade e aumento de produção.

O evento organizado pelos alunos do 5º ano do curso de Agronomia em parceria com a Uniagro, consultoria Jr do curso, prossegue até este sábado, apresentando palestras importantes. Na sexta “Energias na Agricultura”, no sábado “Manejo da Cobertura do Solo em Plantio Direto” e “Aditivo na Nutrição Animal: Usar ou Não Usar ?”.

Para o coordenador do curso de Agronomia da Unicesumar, Edson Schmidt Filho, a importância do evento se destaca por colocar os acadêmicos diretamente em contato com o mercado de trabalho: “Nós teremos mais de 50 empresas com estande de campo e demonstrativos de produto e já se tornou um evento tradicional para o nosso curso. Os alunos esperam com ansiedade o Dia de Campo porque é uma aproximação deles com empresas, produtores da região e os profissionais que estarão por lá, que são os futuros empregadores deles”.

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Prefeito terá que devolver dinheiro dado a associação comercial

O Tribunal de Contas do Paraná acaba de confirmar decisão pela irregularidade de convênio celebrado entre a Prefeitura de Capitão Leônidas Marques e a Associação Comercial e Industrial desse município do Sudoeste paranaense, referente ao repasse de verba pública para a entidade de comerciantes.

Recurso interposto pelo prefeito, Claudiomiro Quadri (gestões 2009-2012 e 2016-2020), foi negado pelo Pleno da corte, por não ter sido comprovado o interesse público na transferência voluntária, realizada em 2012. O valor total do repasse, de R$ 9,1 mil, deverá ser restituído ao cofre municipal, solidariamente, por Quadri e o então presidente da Acicap, Neiton Novak Samuelsson.

Em 2016, ao analisar a prestação de contas do convênio, a Segunda Câmara do TCE-PR comprovou o uso de dinheiro público para pagar ações que beneficiavam apenas os comerciantes e não o conjunto da população de Capitão Leônidas Marques.

O repasse afrontou o artigo 9, incisos IX e X, da Resolução nº 28/2011 do Tribunal. Essa resolução proíbe a transferência de recursos financeiros a entidades com um número restrito de associados e considera irregulares repasses que não comprovem o interesse público.

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