Mês: março 2014



Teste seu conhecimento: Onde esta foto foi tirada?

Por acaso você reconhece esse local da foto? Tem ideia de onde seja? Não? Uma dica: fica no Maringá Velho e atualmente se tornou uma região de intenso comércio.

Av Teixeira Mendes década de 1960

Av Teixeira Mendes década de 1960

Trata-se da  Avenida Teixeira Mendes, há mais de 50 anos. Mas essa imagem ilustra uma realidade completamente diferente de hoje. O que nos chama mais a atenção são as seis crianças que passeiam tranquilamente pela via. Parecem muito simples e bem à vontade. Provavelmente são filhos de pioneiros desbravando o “sertão” maringaense da época.

Agora uma nova foto do mesmo local, todo envolto por mata e com uma estradinha de terra vermelha.

Horto Florestal década de 1960

Horto Florestal década de 1960

Não é possível perceber pela fotografia, mas está região é onde o Horto Florestal, atualmente fechado para reformas, está localizado.  Em 1958, esta via pública adotou o nome de Independência. A alteração, que foi a terceira do gênero em Maringá (seguidas da mudança da Avenida Getúlio Vargas, em 1955, e da Rua Joubert Carvalho, em 1958), passou a homenagear o engenheiro agrônomo Luiz Teixeira Mendes, contratado pela então Companhia de Terras Norte do Paraná para implantar o Horto Florestal e o projeto de arborização de Maringá.

Confira abaixo as imagens da Avenida Teixeira Mendes e do Horto Florestal antigamente e mais atuais. Vejam só como este local se transformou com o passar dos anos.

Horto Florestal atualmente

Horto Florestal atualmente

Av Teixeira Mendes atualmente

Av Teixeira Mendes atualmente

Luiza Recco – Acadêmica do 4º de Jornalismo do UniCesumar

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Moradores reclamam de buracos de rua em Paranavaí

O Jardim Los Angeles, em Paranavaí, sofre com a grande quantidade de buracos nas ruas. Com reclamações constantes dos moradores, a prefeitura afirma ter um acordo com a empreiteira para manutenção das vias e garante que em três meses os problemas estarão resolvidos.

Segundo o Secretário de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de Paranavaí, Moacir Ferreira Maciel, em breve as ruas do bairro estarão em ótimo estado, e que agora só depende da empreiteira. “A situação está para ser resolvida, o acordo com a empreiteira já está feito. Eles assinaram um termo de compromisso para a manutenção das vias e acredito que em 90 dias, no máximo, a situação terá resolução”, garante Maciel.

Alguns moradores têm dificuldades para entrar com o carro na garagem da própria casa e, para tentar melhorar a situação, eles próprios tentam diminuir o problema jogando pedras e terra nos buracos. “Tive que arrumar sozinho a entrada da minha casa, se não meu carro ficaria do lado de fora”, reclamou o  bancário Wesley Erzinger, 41 anos, e que mora há três anos no bairro..

A prefeitura comprou, no final do mês passado, seis máquinas de equipamentos rodoviários que serão utilizadas na conservação e readequação das ruas da cidade. O investimento foi de cerca de R$ 2,5 milhões.

Rodolpho Roncaglio (Acadêmico do 4º ano de Jornalismo do UniCesumar)

 

 

 

 

 

 

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Jovens maringaenses aderem à tradição do jejum na quaresma

Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa são os únicos dias em que o jejum é pedido aos católicos. Como um ato de preparação para a festa mais importantes da Igreja, muitos seguidores do catolicismo abdicam de algo que gostam durante a quaresma. Apesar de ser uma tradição milenar e mais popularizada entre pessoas de mais idade, muitos jovens têm buscado nessa prática uma razão a mais para se inspirarem em Jesus Cristo.

Larissa Mayara Bergamaschi, 20, é estudante universitária e criada em berço católico. Desde pequena aprendeu a importância do jejum e da penitência, em especial, nos quarenta dias que antecedem a Páscoa. Para ela, renunciar a algo que faz parte do seu dia a dia não é tarefa fácil. “Parece que tudo favorece a quebrar essa penitência, do mesmo jeito que Jesus ficou quarenta dias no deserto e foi tentado pelo diabo”, confessa.

Assim como Larissa, a universitária Ana Caroline Fideli Felizardo, 18, também foi criada em um lar católico. Ela afirma que nunca foi obrigada a seguir essa tradição, mas o exemplo dos pais foi o principal motivo para essa decisão. “Eles sempre fizeram alguma penitência e me explicavam o verdadeiro motivo. Achei muito importante fazer porque entendia o verdadeiro sentido”, conta a jovem que, neste ano, abriu mão do refrigerante e da carne.

O jejum é um dos mandamentos da Igreja Católica e tem por objetivo a preparação para o ministério da salvação e o domínio sobre os próprios instintos. Padre Alécio de Carini, sacerdote da Arquidiocese de Maringá, diz que no tempo quaresmal os fiéis são chamados à prática da penitência nas sextas-feiras, em memória à morte do Senhor. “Essas práticas devem nos remeter para Deus. Não basta eu me privar do chocolate, do refrigerante e da carne durante esses quarenta dias se eu vou estocar os doces e as bebidas e deixar a carne no congelador para consumir quando a quaresma acabar”, alerta o religioso. “O exercício do jejum e da penitência deve nos levar a prática da caridade, ou seja, ofertar o chocolate e o refrigerante para as crianças carentes e a carne para as famílias empobrecidas.”

A penitência não deve ser encarada como uma “moeda de troca” com Deus. O servidor estadual Afrânio Santi Chaves, 34, afirma que o jejum não é uma barganha. “É algo que faço sabendo que a minha dívida [com Deus] continua grande”. Franklin Silvério, 19, diz que os resultados são inteiramente espirituais e que, no fim dos quarenta dias, sente-se ainda mais fortalecido. “Muda a minha vida, minha alma fortalece. Consigo fazer o que Cristo pede ajudando os próximos em suas dificuldades.”

Dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá, diz que a Igreja orienta a prática do jejum entre os fiéis, e que essa tradição milenar também carrega uma história recontada até hoje. “O jejum vem da prática de Jesus. Ele jejuou quarenta dias e quarenta noites. Nós o imitamos.”

(Priscila Dias – acadêmica do 4º ano de Jornalismo do Cesumar)

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Os 60 anos do Willie Davids

Atualmente passando por reformas, o famoso estádio Willie Davids, que já foi palco de grandes disputas durante as décadas de 1950 a 1970 em Maringá, completou 60 anos no ano passado. Por trás de todo o fanatismo que o futebol é capaz de proporcionar aos torcedores, há uma história de conquistas e muito trabalho para que o sonho de ver a bola rolar nos gramados maringaenses se tornasse realidade.
Segundo informações do blog “Willie Davids”, o Estádio Willie Davids foi fundado em 30 de março de 1953, pela primeira diretoria do Melhoramentos Futebol Clube. A construção do estádio iniciou-se após a posse da diretoria. Na época, cada um dos 76 membros contribuiu com uma determinada quantia para que as obras tivessem início. A construção seguia a todo vapor até que, em 12 de maio de 1957, o estádio foi inaugurado com a partida entre o time Melhoramentos e o Londrina, com resultado de empate em 2×2.
Quatro anos mais tarde, em 1961, o estádio foi entregue à Prefeitura Municipal de Maringá, quando foram construídos 3 túneis de acesso dos vestiários ao campo. E assim foi com o passar dos anos, até que em 1973, o estádio passou por uma reforma, com a construção das atuais instalações do Willie Davids, inauguradas no jogo entre Grêmio e Coritiba. A partida teve um público de 32.600 pessoas, que assistiram à vitoria do time da casa.
Apesar de o nome do estádio ter sido uma homenagem a um dos diretores da então Companhia de Terras Norte do Paraná, após a morte do ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros I, em 1979, o então vereador e radialista Ferrari Júnior tentou impor um projeto de Lei Municipal para a alteração do nome do Estádio Municipal de Willie Davids para Silvio Barros. Ferrari Júnior alegou na época que Silvio Barros havia sido responsável por uma das maiores benfeitorias naquele local. Confira abaixo algumas imagens do Estádio antigamente, na época de construção e mais recentemente, em agosto de 2009, antes da atual revitalização. As imagens são de: Gerência de Patrimônio Histórico; Altair Galvão; Centro de Documentação Luis Carlos Masson.

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(Luiza Recco – acadêmica do 4º ano de Jornalismo do Cesumar)

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