Mês: maio 2015



Cooperativa Mirim de Maringá completa um ano e inspira novas associações pelo PR

As Cooperativas Mirins são baseadas em um projeto que estimula os jovens a realizar o processo de planejamento, fundação, definição de produto, produção e venda. Essas associações têm finalidade educativa, que desenvolvem atividades econômicas, culturais e sociais em benefício dos associados, os estudantes. Em Maringá, fundada em Junho de 2014, por meio de uma assembleia geral, nasceu a Cooperativa Mirim “O mundo em Nossas Mãos”, tendo como associados 44 alunos do Lar Escola da Criança de Maringá – entidade que atua em defesa de crianças e adolescentes em situação de risco social.
Com um trabalho de inclusão, a cooperativa mirim realiza a inserção dos estudantes por meio do cooperativismo, em projetos que visam sustentabilidade, conscientização ambiental, e cultura, desde a produção de produtos até as atividades específicas. Todo o trabalho da cooperativa tem o apoio de professores voluntários. “Os alunos demonstraram interesse, envolvimento e muita disposição. A empolgação deles é contagiante e nos faz ver que está valendo a pena. Lembrando que as crianças não podem ser obrigadas [a participar]. Elas têm de aprender sobre o cooperativismo, desenvolver o espirito de solidariedade, empreendedorismo e voluntariado, e a partir daí optarem por fazer parte dos projetos”, diz o professor Everaldo Marini.
“Todo ensinamento que vise o crescimento e amplie os pilares do cooperativismo recebe apoio total do Instituto Sicoob, que tem como prioridade a manutenção e propagação dos princípios cooperativistas, bem como a luta para uma sociedade mais unida, justa e capaz para todos”, destaca Carlos Alberto Pimentel Gonçalves, Vice-Presidente de Parcerias e Alianças Estratégicas do Instituto Sicoob, e apoiador da Cooperativa.
Servindo de exemplo para o Estado, a “O Mundo em Nossas Mãos” inspirou a criação de outras cooperativas. Hoje, só no Paraná há quatro cooperativas mirins, que contam com 158 estudantes – associados. Em Paranavaí, a “Coopercriança” conta com 22 sócios da Casa da Criança de Paranavaí; em Francisco Beltrão, a “Cooesc” conta com 70 alunos da Escola Municipal São Cristóvão; em Londrina, a “Coopera Mirim” conta com 22 sócios da Guarda Mirim Municipal de Londrina.
O Aluno Vitor Pereira, 12, apesar da pouca idade, demonstra grande maturidade e foco quando o assunto é cooperativa mirim. Ele faz parte da Cooesc e se diz satisfeito e até faz planos. “Estou muito feliz em fazer parte da cooperativa. Até fiz um plano de ação e lá tem algumas ideias do que quero melhorar para a escola e para a cooperativa. Quero conseguir materiais para educação física, jogos educativos, melhorar a energia elétrica para melhorar o funcionamento de ventiladores e ar-condicionado e ter maior apoio entre os pais e professores”, diz o aluno.
A professora do ensino fundamental de Londrina, Vânia Martins aponta que por meio das cooperativas Mirins, os alunos aprendem a serem mais sociáveis, compreensivos e valorizam o trabalho coletivo. “Com o projeto, eles aprenderam a ser atuantes na prática de valores sociais e a ter uma melhor gestão financeira na sua própria vida. Os pais tiveram acesso às informações e dão total apoio à participação das crianças.”

Andreia Melero é acadêmica do 4º ano de Jornalismo do UniCesumar

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Treino com corda diverte e queima calorias

Pular corda é uma brincadeira tradicional, muito conhecida pelas crianças, principalmente por garantir a diversão seja sozinho, em dupla ou até mesmo em grupo. Essa modalidade vem ganhando forte espaço na rotina de atividades de quem procura eliminar algumas gordurinhas indesejáveis. A modalidade além de ser divertida, é uma das que mais queimam calorias.

Segundo a personal trainer Fernanda Vargas, pular corda é um exercício aeróbico e que exige vários grupos musculares trabalhando em conjunto. “O gasto calórico tem muito a ver com quantas fibras musculares a pessoa pode trabalhar em um movimento. Então, cada vez que a pessoa pula uma corda, ela trabalha grandes grupos musculares e todos ao mesmo tempo”, explica.

De acordo com informações do site da revista Corpo a Corpo, com apenas 10 minutos de pulos são gastos, em média, 100 calorias – o que equivale a cerca de meia hora de caminhada na esteira. Segundo Fernanda, a indicação para quem está iniciando essa modalidade é saltar mais baixo. Ela avalia que, muitas vezes, a pessoa não se lembra de como pular corda e acaba se atrapalhando devido a falta e/ou pouca coordenação dos movimentos dos braços e pernas.

“Uma dica legal é colocar a corda no chão e fazer o aluno pular de um lado para o outro da corda, só para ele ter o movimento de saltar mais certinho”, conta. Fernanda diz que com a evolução do aluno, os movimentos vão sendo ampliados. “Depois, pode colocar o aluno segurando a corda de um lado só, girando essa corda, batendo no chão e saltando ao mesmo tempo e depois mais para frente, os dois em conjunto com as duas mãos e a corda passando por baixo dos pés”, explica.

O treino com corda, além de ser ótimo para eliminar calorias e melhorar a coordenação motora, também contribui para modelar as curvas e ainda garante braços, barriga, pernas e glúteos mais firmes. De acordo com a personal trainer, todo treinamento aeróbico com impacto também acaba trabalhando o sistema muscular e os principais músculos trabalhados pulando corda são a panturrilha, quadríceps, abdômen e os músculos dos ombros e antebraços.

“É importante lembrar que sempre tem um limite. A pessoa não vai ficar toda definida pulando corda. Neste caso, o mais indicado seria exercícios musculares com peso, mas a corda exige da cadeia muscular inferior e superior”, finaliza.

Assim como qualquer outra modalidade, o pular corda também exige certos cuidados. Por ser uma atividade física que tem um grande esforço corporal, se for praticada incorretamente, pode prejudicar os joelhos. A fisioterapeuta Fernanda Ramos alerta que o ato de pular corda aumenta de 3 a 5 vezes mais a lesão no joelho. Ela explica que, pessoas que tem problema no pé ou que já tem a pisada diferente, não é indicado pular corda e que o ideal é procurar outra atividade física.

“O joelho já sofre bastante impacto só no caminhar em um plano declive, imagina se pular corda, é bem mais prejudicial”, finaliza.

Pular corda é um ótimo exercício para quem procura perder peso, mas é sempre importante fazer um check-up médico antes de iniciar qualquer atividade física. O recomendado é aliar o treino com corda a uma dieta balanceada, com acompanhamento de uma nutricionista, garantindo bons resultados e ao mesmo tempo, se divertindo.

Amanda Zulai é acadêmica do 4º anode Jornalismo do UniCesumar

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Campeões maringaenses de hipismo e a qualidade de vida que esporte traz

Perseverança e determinação são palavras-chave nos treinos de hipismo no Cube Hípico de Maringá. Semanalmente, vários campeões reúnem-se no local para praticar o esporte, visando sempre a conquista de algum título na modalidade.

Entre os campeões maringaenses, o cavaleiro Gilberto Braz Palma já conquistou vários títulos. Ele é recordista em competições atingindo até 1metro e 30 centímetros na modalidade de salto. Recentemente, Palma foi campeão estadual Amador Top do Campeonato Paranaense de Amadores e Cavalos Novos.

“O que a gente mais tira de todo esse tempo é que para ter bons resultados é preciso muita dedicação, por isso eu estou sempre aqui no clube hípico de Maringá de terça á domingo montando dois cavalos todos os dias, me dedicando, por que sem esforço não vêm a glória”, afirmou o cavaleiro Gilberto Braz Palma.

O contato com os animais faz com que os atletas criem laços afetivos e emocionais permanentes. Além dos títulos conquistados, hipismo traz muitos benefícios pessoais, tendo em vista o contato com a natureza. Por isso, Palma ressalta que no hipismo homem e cavalo tem que ter uma relação de confiança e que poucos esportes promovem uma interação com a natureza como o hipismo.

“O hipismo é um conjunto entre o cavalo e cavaleiro. Eu tenho que cada vez mais atender o meu cavalo e ele á mim, para conseguir fazer um percurso sem derrubar nenhum obstáculo. Ele tem que confiar em mim e eu nele”, disse.

É preciso muita força nas pernas e nos glúteos para controlar o cavalo. Por isso, os músculos inferiores são muito exigidos e bem trabalhados. O esporte ajuda ainda no equilíbrio, na postura, na concentração e na coordenação motora. O hipismo também ensina valores como disciplina, confiança, coragem, amizade e sociabilidade.

Para quem quer praticar o esporte, o treinador do Clube Hípico de Maringá, Otamires da Costa disse que as aulas são divididas em etapas conforme a dificuldade de cada aluno.

“ Nós temos a primeira fase onde é a escolinha destinada para as pessoas que não sabem montar em um cavalo . Essas pessoas vão aprender primeiro a montar, ter controle e equilíbrio . Na segunda fase os alunos já vão ter que enfrentar o salto , e assim vão evoluindo até saltar a nível de competição”, disse.

Nádia Viviane é acadêmica do 4º ano de Jornalismo do UniCesumar

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Pai cria aplicativo para evitar congestionamento próximo às escolas

Em lugares onde concentra-se um grande número de pessoas há a necessidade de organizar um alinhamento sequencial para evitar confusões e, na correria do dia a dia, perder tempo em filas pode não ser um bom sinal. Paciência e tranquilidade são fundamentais para não se estressar.

Foi a partir da experiência de um empresário de São Paulo Leo Gmeiner de 38 anos, que surgiu a ideia de criar o aplicativo Filho sem fila, um sistema que tem como objetivo diminuir o congestionamento de carros próximo à escola onde os filhos estudam. “Essa ideia surgiu no dia que eu estava esperando para buscar meus filhos na escola e demorou demais, mais do que costumava demorar, foi então que eu comecei a imaginar esse aplicativo, o Filho sem fila”, conta.

O empresário levou a ideia para o time de desenvolvimento da Intuitive Appz, empresa o qual é sócio e o sistema foi desenvolvido. A primeira escola a implantar o sistema foi o Colégio Arbos, de Santo André (SP). Hoje mais de 50 instituições de ensino já aderiam ao aplicativo, entre elas a escola Notre Dame de Maringá, a primeira do Paraná a contratar o sistema.

O sistema é instalado no celular do pai ou responsável pelo aluno e monitorado por um funcionário de dentro da escola por meio de um tablet ou televisão. Quando o pai se aproxima da escola, ele pressiona um botão do aplicativo que envia automaticamente um aviso de que está chegando. Este aviso aparece no visor do Tablet acompanhado de uma foto do aluno. “É criada uma cerca virtual em torno da escola e, uma vez dentro dessa cerca virtual, o pai só precisa clicar em um botão na tela do celular e a escola receberá o aviso.” Gmeiner orienta que os pais sejam prudentes no trânsito.

O Filho sem Fila foi criado para promover uma experiência fácil e simples para o usuário, mas requer alguns cuidados importantes. “A grande recomendação é que os pais sempre encostem para chamar os filhos e não façam isso dirigindo”, explica.

Quem apoiou a iniciativa foi a publicitária Thayse Bocchi, 33, mãe de Eduarda e Augusto Bocchi que estudam na escola Notre Dame. Ela lembra que já perdeu mais de 20 minutos na fila aguardando os filhos saírem da aula. Para ela, com a contratação do a espera reduziu significativamente. “Acredito que esse sistema chegou para facilitar. Porque se eu estou a duas, três quadras, ou até mesmo um pouquinho antes de eu sair do meu trabalho, já posso mandar uma mensagem para a escola e a foto dos meus filhos vai aparecer nesse aplicativo.”

O empresário Ricardo Bicudo, 38, também é pai de dois alunos da escola. Para ele, um dos diferenciais é a segurança que o sistema promove. “É seguro porque é um aplicativo direto com o colégio e não tem muito segredo. A própria escola sabe que não é para entregar o nosso filho para qualquer um.”

Leo Gmeiner, idealizador do aplicativo ressalta que os colégios é que contratam o Filho sem Fila. Com isso, há a necessidade de um investimento ao contratar o aplicativo.

Priscila Stadler é acadêmica do 4º ano de Jornalismo do Unicesumar

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7 aplicativos de transporte urbano para Maringá e região

Imagine a seguinte situação, você sai de casa e ao chegar no ponto de ônibus percebe que não sabe qual o horário vai passar. Antes, a opção seria voltar para a casa para verificar o horário no site ou esperar até chegar no terminal para anotar o horário correto. Pensando nessa necessidade que os maringaenses e pessoas da região sofrem na hora de se locomover, que o analista e desenvolvedor de sistemas Kaito Queiroz, 23, desenvolveu o aplicativo mobile Bus Maringá. “O aplicativo é um modo fácil de consultar os horários, sem precisar de acesso à internet, pois assim as pessoas poderiam consultar em qualquer lugar”, explica Queiroz.

O aplicativo criado em 2012 pelo analista não é o único na região. Leivid (?) é programador e desenvolveu um aplicativo parecido com o do Queiroz, o Bus Mgá. A empresa de transporte de maringá, a TCCC (Transporte Coletivo Cidade Canção) também disponibiliza um aplicativo mobile para os usuários acessarem os horários das linhas. Três aplicativos com o mesmo objetivo, e parece, que os maringaenses realmente estão mais acessíveis às tecnologias.

Natália Millaré é usuária do aplicativo Bus Maringá e afirma que a experiência tem sido muito boa. “Saber o horário das linhas ajuda bastante a otimizar o tempo. Eu tenho apenas 1h12min de almoço, e como às vezes preciso ir ao centro nesse horário, me programo antes utilizando o aplicativo para saber quanto tenho de tempo”, explica a assistente executiva. Ela diz também que os aplicativos maringaenses ainda precisam de mais informações, como por exemplo, as rotas das linhas de ônibus.

Mas não são só aplicativos de ônibus que atraem os moradores da região. A tecnologia também está dando uma forcinha para quem costuma pegar táxi. O Moto táxi Maringá, por exemplo, é um aplicativo que oferece telefones de centrais de moto taxis e ainda oferece a possibilidade de realizar chamadas diretas com um simples toque, e o melhor, sem acesso à internet.

Luiz Marcus Monteiro de Almeida Santos, 25, é desenvolvedor de outro aplicativo para táxis na região, o Meu Taxímetro. Com ele, basta fazer uma busca especificando a cidade ou a origem e o destino, que o passageiro descobre quanto irá pagar por um determinado trajeto. Santos é um dos co-fundadores da empresa de desenvolvimento S2 Mobile localizada em Sergipe, mas ainda assim, reconhece o grande público encontrado em Maringá. “A população é bem receptiva quando o assunto é aplicativos móveis, os usuários maringaenses têm excelente aceitação, afirma.

Para quem não tem dinheiro nem para o ônibus e muito menos para o táxi, o jeito é achar uma carona. É para isso que existe o Minha Carona, com ele o usuário pode encontrar amigos que podem pegar ou dar caronas, publicar em grupos do Facebook, notificar sobre como foi ou o que está acontecendo enquanto pega carona e ainda utilizar um chat privado com outros usuários.
Se nem o ônibus, o táxi e a carona for uma boa opção, que tal pedalar pela cidade de bicicleta? O aplicativo Bikemap foi criado para que os usuários conheçam as melhoras rotas para andar de bicicleta sem atrapalhar ou ser atrapalhado pelo trânsito.

O desenvolvedor do Bus Mgá diz que “não tem para onde correr da tecnologia, a geração Y é a que domina essa área, já que as gerações anteriores têm mais dificuldades de achar aplicativos que os ajudem, eles contam apenas com indicações ‘boca-a-boca’ dos outros”.

Mônica Monteiro é acadêmica do 4º ano de Jornalismo do Unicesumar

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