Autor: Clóvis Augusto



Mercados resistem à adoção do e-commerce

O número de pessoas que fazem compras pela internet, conhecidos como e-consumidores cresce acima de 40% ao ano, segundo pesquisa do Instituto E-bit. Este dado não parece seduzir as redes de supermercados – pesquisa da Associação Brasileira dos Supermercados (ABRAS) e a ACNielsen aponta que apenas 1% dos 18,5 mil supermercados possui presença virtual, oferecendo a opção de compra pela internet. Outro número, também publicado pela ABRAS, revela que apenas 6% dos 500 maiores supermercados do Brasil, estão atuando no varejo virtual.

Com base nesses números não é de se surpreender que poucos consumidores sejam adeptos a fazer compras de supermercado online, visto que ainda é escasso o número de estabelecimentos que oferecem essa facilidade.

O coordenador de Inovação e Tecnologia, Guilherme Garcia Teló, explica que essa forma de compra online, também conhecida como e-commerce, só tende a crescer. “Muitas empresas aderiram à linha tecnológica de não precisarem mais de alguém para financiar um projeto, basta apenas ter o conhecimento dessa tecnologia. E tendo isso, será uma chave de sucesso para o crescimento de determinados projetos”, diz.

A assistente de relacionamento com o cooperado da Unimed Maringá, Andréa Freitas Walter, conta que há quatro anos faz compras de supermercado pela internet. “Aderi a esse tipo de serviço depois que me casei e também porque a forma de compra é muito mais rápida e cômoda”, conta. Andrea revela que já chegou a ter problema com o serviço, mas foi apenas uma vez e foi bem resolvido. “Tinha comprado produtos de limpeza pelo site, porém, não chegou em minha casa. Então, liguei para o responsável e consegui com que me entregassem no mesmo dia. O gerente fez questão de levar até minha casa.”

Um supermercado de Maringá já trabalha com esse sistema e faz as entregas de segunda a sábado, das 8h às 20h. Para utilizar, o cliente deve acessar o site do supermercado, comprar todos os produtos que necessita, escolhendo, inclusive, a marca de cada um, e definir o melhor horário para que a compra seja entregue. Caso o supermercado não tenha o produto em estoque, os responsáveis pelo delivery entram em contato com o cliente e solicitam se podem fazer a substituição por outro.

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O assistente de marketing do supermercado, Rodolfo Prestes, destaca que para utilizar o serviço é importante que o cliente tenha um cadastro no supermercado e que conheça os princípios básicos de um e-commerce. “Para a empresa é importante que o cliente realize esse tipo de compra, porque futuramente esse canal será algo em que muitos usuários já terão aderido.” Atualmente, o supermercado de Maringá que realiza esse tipo de serviço tem somente compra online pelo site, mas pretende expandir a tecnologia e estudar projetos para um aplicativo futuramente, tornando a prática mais fácil e rápida pelos usuários.

Maria Isabel Corrêa, estudante do 4º ano do curso de Jornalismo da UniCesumar

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Automação residencial une conforto e sustentabilidade

Com o alto grau de desenvolvimento da tecnologia é possível perceber que ela está presente em todos os aspectos da vida, sendo até difícil distinguir onde tem ou não algo relacionado a ela. Isso se deve graças à transparência e facilidade que os elementos tecnológicos ganharam, deixando de ser algo assustador. Assim, a utilização desses […]

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Envelhecimento afeta estatura dos idosos

Com o passar dos anos, o corpo humano passa por muitas transformações. O processo de envelhecimento traz modificações funcionais e estruturais no organismo – entre elas, até perder estatura.

De acordo com Valéria Garcez, Doutora em Fisiologia Humana e Professora de Medicina e Fisioterapia da Unicesumar, em Maringá (PR), o processo de envelhecimento chamado senescência faz com que as vias responsáveis pelo equilíbrio corporal também sofram, gerando grande impacto para os idosos – principalmente nos ossos dos pés. “Quando a pessoa vai ficando idosa há uma perda hídrica no disco intervertebral na estrutura óssea, onde o osso perde sua forma maleável e de amortecimento principalmente no arco plantar, deixando achatado o pé causando a diminuição da estatura da pessoa, e assim lesionando o osso e causando dor no idoso”.

Segundo Valéria, a perda de estatura pode chegar a um centímetro a cada dez anos. Além disso, podem ocorrer problemas nos pés, , aumento da caixa torácica e crânio, aumento do nariz e orelhas, fragilidade dos vasos sanguíneos da pele, surgimento de estrias e enfraquecimento das unhas, entre outros problemas.

A atividade das glândulas sudoríparas (responsáveis pelo suor) e sebáceas (que controlam a oleosidade da pele) diminui e a temperatura corporal pode aumentar se não houver controle. Há redução do volume de água no corpo como um todo (veja infográfico abaixo retirado do trabalho da doutora Valéria Garcez, da pesquisa Fisiologia do Envelhecimento).

infografico

 

 

Esse processo é lento e afeta a estrutura e função fisiológica em níveis orgânico, tecidual e celular. Por isso, quando envelhece a pessoa fica mais baixa, orelhas e nariz maiores e com maior fragilidade em todo corpo.

“As principais características são a diminuição de estatura, perda de massa muscular progressiva, remodelação óssea alterada, perda de líquido sinovial, perda de elasticidade e perda da vontade de atividades físicas”, diz Valéria.

Para Julia Maria Martins, 85 anos, a idade chegou e, com ela, os problemas também. “Quando era nova não tinha dores musculares nem nas articulações, agora até para dirigir dói todo corpo e tenho movimentação lenta, pois não tenho mais equilíbrio como antes”, descreve. “Se tento andar um pouco mais rápido já me desiquilibro, acabo caindo e me machuco. Por conta desse desiquilíbrio, cheguei a cair e trinquei a costela. Agora só posso fazer meu tricô sentada para não correr risco de cair, e mesmo assim não posso fazer muito pois dói todo braço e as mãos”.

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Foto: Themis Ricca Martins

A fisiologista comenta que essas dores ocorrem por que nas mulheres a fraqueza da musculatura é causada por estado inflamatório que afeta as articulações e causa dor. Já nos homens, a perda é causada por diminuição dos níveis do hormônio testosterona, mas é possível fazer reposição hormonal para sanar essa deficiência.

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Foto: Themis Ricca Martins

“É a musculatura que ajuda na saúde da articulação, se a musculatura está fraca vai prejudicar na articulação e causar problemas nos ossos, cartilagens, tendões, líquido sensorial, e isso pode favorecer o surgimento da artrose”, comenta a doutora.

 

Themis Ricca Martins é acadêmica do 4º ano de Jornalismo da Unicesumar

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3° Distrito é a delegacia do Alvorada

Foto: Reprodução Maringá Você

Foto: Reprodução Maringá Você

Localizado no Jardim Alvorada, região norte de Maringá, o 3° Distrito de Polícia Civil presta serviços que as delegacias especializadas (Delegacia da Mulher, do Adolescente, Furtos e Roubos, Homicídios, Estelionatos) não fazem a investigação de crimes como a falsidade ideológica, uso de documento falso, apropriação indébita, abuso contra menores de sexo masculino  (os casos femininos ficam para a delegacia da mulher). O local conta com cinco colaboradores – uma investigadora, uma delegada, dois escrivães de polícia e uma zeladora. O distrito não registra Boletins de Ocorrência (BO).

“É uma questão de efetivo, não temos condições de manter investigadores de plantão para fazer registros de ocorrências nos distritos, tanto que aqui só temos uma pessoa para trabalhar e realizar todo o serviço externo. Então ficaria inviável manter o registro de ocorrência aqui no distrito. Foi uma decisão política daqui da região, que preferiu montar uma equipe de plantão na sede, na Avenida Mandacaru, e que fica disponível 24h”, explica a delegada Hastrit Greipel, 33 anos.

As ocorrências investigadas pelos policiais são as que aconteceram exclusivamente na região do Jardim Alvorada. Atualmente, são cerca de 500 inquéritos que estão em andamento. “Normalmente, vítima ou alguma terceira pessoa vai até a delegacia e faz um boletim de ocorrência, e o fato chega até aqui [no distrito]. Ás vezes tem uma comunicação com o Poder Judiciário, ou Ministério Público que dão início ás investigações”, disse Greipel.

O posto policial foi construído com o intuído de facilitar o acesso da população á delegacia, o que agiliza o trabalho dos policiais durante as investigações. “É ter um contato com a população, a proximidade facilita quando pedimos para as pessoas virem até o posto policial para serem ouvidas quando é instaurado um procedimento, facilitando a investigação”, comenta a delegada.

O distrito fica na avenida Jinroku Kubota, 87, perto da subsestação da Copel do Jardim Alvorada e o horário de funcionamento é das 8h30 as 12h e das 13h30 as 18h.

Leticia Amadei é acadêmica do 4° ano de Jornalismo da Unicesumar.

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A cada salto, time de cheerleading busca apoio para torneio nacional

Com o mesmo objetivo da cena esportiva americana, os Cheerleaders Epidemia, equipe pioneira do Estado, surgiu em 2011, incentivando os atletas durante os jogos a levantar a torcida por meio de acrobacias, lançamentos, dança, elevações, pirâmides e saltos.

O time se destacou durante os Jogos Inter Atléticas (Joia) do mesmo ano e se tornaram referência de torcida da atlética de Engenharias e Arquitetura da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Atualmente é um dos destaques no maior evento esportivo do Sul do Brasil, o Engenharíadas Paranaense, com a 2ª colocação no Desafio de Cheerleading.

Thiago Henrique, estudante de Arquitetura e Urbanismo, começou como atleta em março de 2015 e hoje é vice-presidente dos Cheerleaders Epidemia. Ele contou que a equipe surgiu quando cinco meninas estavam dispostas a animar a torcida e chamar a galera para vibrar nas quadras. Atualmente, o time conta em média com 30, com treinos todos os domingos.

Para o estudante, o time tem como propósito competir e apresentar fora do Estado, mas ainda enfrentam obstáculos com a ausência de patrocinadores, dificultando o trabalho em levantar dinheiro com transporte, taxa de inscrição e hospedagem. “Conseguir parceiros com incentivo financeiro para que apoiem o esporte em Maringá ainda é nossa maior dificuldade”, conta Thiago.

Cheerleaders Epidemia se apresentam no Engenharíadas Paranaense 2016 (Foto: Loan Rocha)

Cheerleaders Epidemia se apresentam no Engenharíadas Paranaense 2016 (Foto: Loan Rocha)

A estudante de Engenharia Civil Joyce Bender entrou para a equipe em 2013 com o intuito de ajudar a evoluir o Cheerleading e acabar com a concepção de que o time era apenas a dança, sensualidade e pompom. “Mesmo sem conhecer muito sobre o esporte, queria incrementar as apresentações com acrobacias e fui ensinando o que sabia e que tinha aprendido quando trabalhei no circo”, acrescenta.

Joyce comentou que este ano foi um divisor de águas na história da equipe. O time até então treinava e se apresentava sem nenhuma técnica e segurança. Os participantes resolveram colocar a mão no bolso e, com o dinheiro arrecadado, recorreram a profissionais do Rio de Janeiro para apoio. O investimento deu resultado: este é o primeiro ano em que os Cheerleaders Epidemia têm qualificação técnica para participar do campeonato nacional.

Marina Pietrobon, estudante de Arquitetura, tentou entrar na equipe há um ano, mas não conseguia treinar, por conta de um rompimento no tornozelo. Ela foi liberada somente em abril deste ano para participar da equipe, como suporte para as bases laterais. “Quando entrei vi que as coisas eram bem diferentes, as rotinas de treinos são bem pesadas e o que parece ser só uma dancinha bonita, na verdade é um conjunto de técnicas onde tudo é avaliado, principalmente a execução e até o jeito de andar”, conta.

Para conhecer mais o trabalho do Cheerleaders Epidemia acesse a Fanpage: http://www.facebook.com.br/cheerleadersepidemia.

Caio Rosa é acadêmico do 4 ano de Jornalismo da Unicesumar.

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Nail bar prova que álcool e esmaltes se misturam

Um lugar exclusivo para elas onde o conforto é primordial. Fazer as unhas se tornou uma prática muito diferente depois da chegada dos nail bars. Esse negócio é literalmente o que a tradução indica: um espaço onde há diversos serviços de manicure e pedicure disponíveis, aliado com a oferta de bebidas. Nada de barulho de […]

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Redes sociais contribuem para a produtividade

O surgimento da internet só foi possível quando pesquisadores e cientistas desenvolveram uma Rede Mundial de Computadores durante o período da Guerra Fria na década de 60, com o objetivo de descobrir estratégias utilizadas pelos adversários. Segundo o artigo Jornalismo Hipermídia: Desenhando a notícia científica na Web de Ana Paula Machado Velho, estes pesquisadores utilizavam a […]

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Uma bomba relógio chamada “Síndrome de Burnout”

Em tempos de crise, muitos trabalhadores se desdobram em mais de um trabalho, sendo que muitos atuam como freelancer para ganhar uma renda maior, além daquela proporcionada pelo emprego fixo. Para ter uma ideia, a proporção de pessoas que trabalham por conta própria entre o total de ocupados aumentou de 17,9%, em janeiro de 2013, para 19,8% em novembro de 2015, segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse desgaste físico e emocional pode acabar desencadeando uma situação conhecida como “Síndrome de Burnout”.  O próprio termo “burnout” demonstra como esse desgaste pode afetar os aspectos físicos e psicológicos de uma pessoa. Afinal, traduzida do inglês, “burn” quer dizer “queima” e “out” significa “exterior”.

A vítima da síndrome de Bornout, sente-se á beira de um ataque de nervos

A vítima da síndrome de Bornout, sente-se á beira de um ataque de nervos

 

A psicóloga Maria Estela Martins explica que o burnout nada mais é do que um estresse crônico, muito comum em situações de trabalho desgastantes, onde ocorre pressão de tempo e resultados constantemente, mesmo que essa pessoa não fique presa em um só lugar ou ambiente.

Maria Estela revela que existem dois tipos de sintomas para essa síndrome, os físicos e os psicológicos. “Os sintomas físicos vão desde dores de cabeça, enxaqueca e cansaço até casos preocupantes com distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares. Já os sintomas psicológicos aparecem ligados á mudanças de humor, fácil irritabilidade, baixa autoestima e até mesmo agressividade”, explica.

Muitas pesquisas relacionadas à Síndrome de Burnout indicam que as mulheres são mais atingidas do que os homens. Para Maria Estela, uma hipótese para que este fato aconteça é que as mulheres estão sempre mais voltadas para cuidar do outro, em um “instinto maternal”, negligenciando o autocuidado.

Roselli Claudiano, 27 anos, sabe bem como é isso. Professora há pouco mais de cinco anos, acabou sendo vítima do estresse crônico há um ano, quando mudou sua rotina drasticamente. Pela manhã, era diretora da escola em que dava aula; a tarde, lecionava para o ensino fundamental e à noite para o ensino médio.

“Nunca fui uma pessoa de ficar parada. Eu sempre gostei de ajudar, e achei que conseguiria lidar com três coisas ao mesmo tempo. No entanto, isso começou a atrapalhar tanto a minha vida pessoal, quanto profissional”, relatou.

Mudanças no humor, enxaquecas continuas e a ansiedade para conseguir realizar suas tarefas a levaram até o limite. “Não é apenas um estresse comum, do dia á dia. A coisa se torna insuportável. Leva-nos para baixo. Metaforicamente, é quase, como se a placa-mãe de um computador estivesse fritando”, compara.  Para se livrar dos sintomas, a professora teve que passar por um tratamento psicológico.

Cansaço e desgaste mental: principais alertas de se tem algo errado.

Cansaço e desgaste mental: principais alertas de se tem algo errado.

A psicóloga Maria Estela recomenda que as melhores formas de se tratar e livrar dessa “energia ruim” são psicoterapia e acompanhamento médico psiquiátrico, geralmente com o uso de medicamentos como antidepressivos. Mas, mais do que isso, está na própria pessoa saber quando é a hora de colocar o pé no freio.

“A prevenção e o controle do estresse crônico se encontram na atividade física regular e exercícios de relaxamento, que são muito úteis. É importante também que os psicólogos observem com cuidado se a causa do estresse nasce do próprio trabalho ou de atitudes que a própria pessoa toma para si”, complementa a psicóloga.

Vilson Ferreira de Castro Junior é acadêmico do 4°ano do curso de Jornalismo da Unicesumar

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Sociedade civil organizada fiscaliza órgãos públicos de Maringá

Em tempos de panelaço e manifestações pelos quatro cantos do país, muita gente vêm se achando bom entendedor de política , opinando aqui, pedindo por impeachment acolá. Todo mundo tem o direito e o dever de exercer a sua cidadania . Mas, enquanto muitas pessoas se preocupam exclusivamente em culpar determinado partido político pela corrupção que assola o país, e criticar o desempenho do governo federal, aqui em Maringá um grupo apartidário desenvolve um trabalho de prevenção neste sentido. É o Observatório Social de Maringá.Lançado em 2006, o Observatório Social de Maringá tem como objetivo evitar o desvio de dinheiro público e garantir a aplicação correta dos recursos. Estima-se que, aproximadamente, setenta milhões de reais tenham sido poupados por meio da fiscalização contínua e atenta realizada pelo Observatório.

Atualmente, o grupo exerce um papel importante no município e garantiu seu espaço. Mas, nem sempre foi assim. O primeiro presidente do Observatório, Ariovaldo Costa Paulo, explica quais foram os desafios enfrentados no início. “A maior dificuldade foi com relação à aceitação, principalmente dos vereadores. Eles alegavam que o Observatório era um trampolim político, e que nós queríamos ser candidatos. Mas com o tempo eles perceberam que era um projeto sério, e que nós só queremos que o dinheiro seja bem aplicado”.

O Observatório Social fiscaliza a Prefeitura de Maringá, a Câmara dos Vereadores e a Universidade Estadual de Maringá, além da Prefeitura de Sarandi. A advogada e atual presidente do Observatório Social de Maringá, Fábia Sacco, explica como são feitos os trabalhos de acompanhamento do órgão. “A proposta é não deixar que o desvio aconteça. Quando encontramos alguma irregularidade como pagamento indevido, contratação de serviços que não são devidamente prestados, nós fazemos um ofício e encaminhamos ao controle interno do órgão que está sendo fiscalizado.”

Atualmente, o Observatório Social de Maringá conquistou credibilidade. O presidente da Câmara dos Vereadores de Maringá, Chico Caiana, reconhece e respeita o trabalho desenvolvido pelo grupo. “O Observatório tem contribuído para que os gestores, tanto do executivo quanto do legislativo, tenham mais responsabilidade ainda. Nós percebemos que a sociedade está preocupada com os trabalhos que estão sendo desenvolvidos. Eu enalteço o trabalho feito pelo Observatório, mesmo tendo algumas divergências.”

O Observatório Social de Maringá inspirou vários outros estados do Brasil. Atualmente, mais de 70 municípios atuam da mesma forma de acompanhamento, fiscalização e intervenção do dinheiro público. Além disso, autoridades da Colombia visitaram Maringá e também resolveram adotar essa ideia.

Para saber mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Observatório Social de Maringá acesse o site www.observatoriosocialmaringa.org.br.

Lethícia Conegero é acadêmica do 4º ano do curso de Jornalismo da Unicesumar. 

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Mercado Pet de Maringá aposta em creches caninas

Na busca por inovação no mercado pet, é possível encontrar de tudo para os animais de estimação: alimentação, roupas, brinquedos… E até creches exclusivas para cachorros. Em Maringá, a proprietária e médica veterinária do Pet Creche Geovana Cavalaro tem apostado nesse novo segmento desde julho do ano passado.

O Pet Creche oferece serviços de hospedagem para cães, consultório veterinário, banho, tosa e embelezamento. Além disso, possui hidratações e massagens que são feitas em um setor separado.

Geovana comenta que os donos precisam deixar seus cães até as 9h (para trabalhar a parte da interação com os outros “albergados”), junto com a própria ração e os medicamentos que utilizam. Durante a manhã, os animais realizam exercícios para gastar energia, estimulando os pets com brincadeiras de bolinha, corridas e brinquedos. No almoço, os cães são separados para a alimentação e após a refeição descansam durante uma hora e meia.

Foto: Caio Rosa

Foto: Caio Rosa

A tarde as atividades são retomadas com jogos, como pegar os petiscos que ficam escondidos. “Antes do animal começar a rotina, marcamos uma avaliação para o cliente conhecer o serviço e vamos identificar se as vacinas do cão estão em dia e se vai ter algo que vai impedir a participação”, conta a veterinária.

Rafael Sakurá, gerente do Pet Creche, comenta que o local é importante para socialização dos animais e para entender que há níveis diferentes de energia para conviver junto com outros animais e isso ajuda também na convivência com os seres humanos.

Marcos de Souza não tem tempo para brincar com o cachorro pela falta de espaço na casa e a creche resolveu seu problema, criando uma rotina para o seu animal gastar as energias, levando o pet todas as manhãs.

O custo para deixar o cachorro na creche é em média R$ 45, mas também há os pacotes semanais e mensais. Para mais informações sobre o Pet Creche acesse http://www.petcrehe.com.br

Caio Rosa é acadêmico do 4º ano do curso de Jornalismo da Unicesumar

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