Pastor Caio Fábio diz que “quer ser livre do sistema religioso” em entrevista – Confira…

“Eu só quero viver em paz” – Pastor diz não rejeitar seu passado e que quer ser livre do sistema religioso. Depois de vários anos sumido do noticiário nacional, o pastor Caio Fábio D’Araújo Filho voltou às manchetes no fim do ano passado.-Clique, leia a entrevista e os vídeos no final do post e comente…Réu na ação movida contra ele por conta do episódio conhecido como Dossiê Caimã – conjunto de documentos falsos que, pouco antes da eleição presidencial de 1998, acusava altas figuras do governo de ter contas secretas naquele paraíso fiscal –, Caio foi condenado por uma juíza federal a pouco mais de três anos de reclusão. Cabe recurso, e o pastor já avisou que vai até às últimas instâncias. “A juíza quer aparecer”, ataca, sustentando a mesma versão que conta desde o início do imbróglio: a de que foi envolvido inocentemente numa conspiração política. Essa parte de seu passado, bem como muitas outras, já não são conhecidas pelas novas gerações de crentes. Contudo, os evangélicos mais maduros sabem que Caio foi a mais destacada liderança evangélica já surgida no país, cuja visibilidade, catapultada por uma ação ministerial intensa – como a criação da organização Visão Nacional de Evangelização, a Vinde, e da Fábrica de Esperança, megaprojeto social que atendeu centenas de milhares de carentes num conjunto de favelas do Rio –, marcou época entre os anos 1970 e 90.

Hoje, Caio olha para esse passado com serenidade. Ele diz que não repudia nada do que fez, mas que não quer mais saber de ser a figura pública, aclamada e requisitada de outrora. “Esse tempo acabou definitivamente para mim. Minha alma não tolera mais a possibilidade dessa vida itinerante”, diz, em sua casa em Brasília. Cercado de árvores, jardins e recantos, é dali que ele grava os programas que exibe pela internet, parte importante das atividades do Caminho da Graça, ministério que hoje capitaneia. Tida como uma igreja de perfil alternativo, o grupo reúne-se em várias cidades brasileiras e, segundo Caio Fábio, procura restaurar o sentido da comunhão cristã. “Ele é um movimento conduzido pela Palavra e pelo Espírito Santo. Queremos que  invada a massa, abranja tudo e se torne incontrolável como o vento que sopra onde quer”, diz, com a retórica privilegiada que conquistou milhões de admiradores e fez sucesso em mais de 100 livros publicados. De certas experiências do passado, ele não esconde a dor – como a separação de sua primeira mulher, Alda Fernandes, com quem teve quatro filhos, e a trágica morte de Lukkas, o terceiro deles.  Contudo, embora muito criticado e contestado ao longo desses anos todos, ele assegura, “diante de Deus”, que não sente mágoa de ninguém. Aos 57 anos de idade, casado com Adriana Ribeiro, Caio Fábio D’Araújo Filho se diz em paz. “Eu sou livre. Sou nascido do Evangelho, nascido de Jesus. Hoje, sirvo ao Senhor e não preciso perder o meu ser, a minha saúde, a minha paz, o meu convívio familiar. Isso é graça de Deus para mim!”

Confira tópicos da entrevista ao CH e no final do post a entrevista completa em vídeo…

CRISTIANISMO HOJE – Recentemente, o senhor voltou ao noticiário com a notícia de sua condenação no processo que investiga o episódio do Dossiê Caimã. Como ficou esse processo?

CAIO FÁBIO D’ARAÚJO FILHO – Meu advogado entrou com recurso e eu ganhei. Agora, deve seguir para outra instância. Esse processo é uma loucura inominável. Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que seria o maior prejudicado se a história fosse verdadeira, já veio a público me isentar de qualquer culpa.

Se sua inocência é tão óbvia como diz, por que um assunto praticamente esquecido pela opinião pública foi trazido novamente à tona?

Por iniciativa de uma juíza federal que gosta de aparecer. Como o episódio foi um fato histórico que envolveu até a Presidência da República, ela quis ser a mulher que decretou a prisão do indivíduo que seria o boi de piranha daquele negócio todo. Um grupo de advogados amigos de São Paulo queria até entrar com uma representação contra ela perante os conselhos de Magistratura, porque acharam que ela passou dos limites. Mas o advogado que me representa nos autos não deixou.

A quem interessaria uma condenação sua?

Ah, interessaria a muitos religiosos. O próprio pessoal da imprensa que me ligou disse que isso é uma coisa surreal, que aquela mulher é doida. Ninguém acredita em nada daquilo. Só a Folha de São Paulo é que deu com um destaque maior por uma razão política que eu não vou dizer aqui. E a TV Record [ligada à Igreja Universal do Reino de Deus], por razões óbvias. Estou junto como réu ao lado de Paulo Maluf e Lafayette Coutinho. No entanto, só eu fui condenado! Mas olha, se, por algum motivo totalmente inexplicável, esse negócio chegar ao Superior Tribunal de Justiça, será liquidado lá. E, se por alguma insanidade passar e for ao Supremo, vai morrer na praia.

O senhor trabalha com a hipótese de uma condenação definitiva?

Se, por alguma conjunção cósmica totalmente irracional, eu for mesmo condenado a prestar serviço comunitário ou fazer ação social, eu vou dar um grande “aleluia”, porque estarei sendo condenado a ser eu mesmo, a fazer o que sempre fiz esses anos todos, por minha total iniciativa.

O senhor concebeu e liderou um dos maiores projetos de cunho social de iniciativa de evangélicos já feitos neste país, a Fábrica da Esperança, considerado o maior do gênero na América Latina. Com esta credencial, como o senhor avalia a relativamente pequena atuação da Igreja brasileira na área social, ainda mais evidenciada quando consideramos as altíssimas somas de dinheiro arrecadadas pelos grandes ministérios e denominações?

Não existe nenhum grupo mais ególatra dentre todos os movimentos religiosos planetários do que o movimento evangélico. Isso por causa da semente dele – a semente é má, é de divisão. A semente original, de protesto contra a Igreja Católica, transformou-se numa semente de protesto existencial contra tudo. Essa divisão criou a ênfase no dogma doutrinário. Isso divide, qualquer que seja o desencontro, em qualquer nível na escala de valores. Falta tolerância naquilo que não tem significado para a salvação, no que não altera o DNA do Evangelho. Esse tipo de tolerância no olhar nunca existiu. O que se instituiu foi a prevalência do existencialismo espiritual, e esse não lida com as categorias objetivas de valor. E logo o chamado movimento protestante virou esse guarda-chuva evangélico, sob o qual cabem todas as coisas. Quando é que pode haver unidade e serviço ao próximo se, no meio evangélico a unção para nada serve senão para erigir egos? A unção do Espírito Santo deve redundar no amor, na compaixão, na misericórdia, no serviço – mas a “unção” que vemos aí só tem poder para criar lúciferes com purpurina na cara, que atuam em palcos com luzes.

Em função deste e de vários outros projetos e iniciativas, o senhor levantou muito mais recursos do que o de diversos líderes de hoje, que estão até comprando aviões particulares.  À época, o senhor teve o seu?

Nunca tive avião ou helicóptero. Faz parte da minha filosofia não adquirir nada. Nem esta casa onde vivo eu comprei, ela me foi alugada a um valor simbólico por três senhoras amigas. Eu nunca comprei coisa nenhuma, nunca acreditei em compra de nada. O Caminho da Graça nunca vai comprar nada. Creio que imobilizar dinheiro do povo de Deus com patrimônio físico é pecado. Quem diz que a nossa pátria está nos céus e faz aquisições poderosas ou erige templos salomônicos está pecando contra o espírito do Evangelho. Tudo o que eu construí e mantive era alugado. Passei 25 anos declarando que não tinha o menor compromisso com a manutenção de coisa alguma que virasse um fim em si mesmo. Quando você é dono de propriedades, você acaba vivendo para fazer a manutenção de tudo e as coisas perdem a finalidade.

E o senhor vive de quê?

Sempre vivi exclusivamente do ministério. Todos os direitos autorais dos meus livros e a renda obtida com nossas atividades no passado – TV, rádio, revista, editora – era voltada para a atividade missionária, social, evangelizadora e de treinamento. Era tudo reinvestido naquilo que fazíamos. E continua sendo assim hoje.

Quem o ouve falar percebe que o senhor faz questão de traçar uma linha divisória entre o que é hoje e o que fez, em especial em relação ao seu passado institucional, quando era uma figura pública dentro e fora da Igreja. Há algo que o senhor repudia em seu passado?

Não. Eu nunca rechacei meu passado. Só não faria de novo. Naquela época, contudo, foi necessário. Só de uma coisa me arrependo no meu passado institucional: ter aceitado a imposição de ter sido feito presidente da Associação Evangélica Brasileira [AEVB], pela qual eu mesmo trabalhei muito para ver criada. Eu não queria a função, mas fui eleito por aclamação. Praticamente me obrigaram a aceitar, porque a entidade surgiu com o patrocínio da Vinde. Noventa por cento da AEVB estavam ligados aos ministérios que eu dirigia. Eu não queria e nem precisava presidir a AEVB. Pelo contrário – eu é que dei mídia para ela.

Mas a AEVB não cumpriu um papel importante na época? Afinal, ela esteve à frente de movimentos marcantes dos anos 90, como o Celebrando a Deus como Planeta Terra, o Rio Desarme-se e o Reage Rio, entre outras mobilizações que contaram com o apoio dos evangélicos.

Quando se criou a AEVB, a gente já havia perdido tempo demais discutindo o sexo dos anjos. Já estávamos correndo no vácuo do prejuízo. Esperamos muitos anos num processo lento, de muita conversa infrutífera. A AEVB só surgiu em 1991, depois que o [bispo Edir] Macedo já havia começado a dar as cartas do neopentecostalismo brasileiro. A AEVB foi criada com apoio desse pessoal que agora fundou a Aliança Cristã Evangélica Brasileira e de outros, mas ninguém botava dinheiro, ninguém se mobilizava para fazer nada.

O senhor foi convidado a participar da Aliança?

Não fui convidado, e mesmo se fosse, não iria, porque não acredito mais nisso. Todos esses irmãos queridos que estão lá sabem que eu sempre quis ser livre para dizer o que eu queria.  Esse tipo de iniciativa tinha que ser criada bem antes, lá no início dos anos 1980, quando havia muita gente séria, respeitável, de corações generosos. Isso tinha de ser criado logo depois do Congresso Brasileiro de Evangelização, em 1983, que para mim foi o maior evento representativo da história da Igreja brasileira. Ali ocorreu a grande oportunidade de unidade. As almas ainda estavam ingênuas, puras, sinceras. A teologia da prosperidade não existia por aqui, o que prevalecia era a teologia da missão integral. Havia uma quantidade enorme de pastores piedosos e desejosos de ver o melhor de Deus acontecer neste país. Creio que, àquela altura, ainda dava tempo de a Igreja ter um papel de relevância e significado, Ainda dava para virar as coisas e não perder os significados do termo evangélico.

A sua separação foi um acontecimento público, que envolveu adultério. Naquela época, isso ganhou enorme peso perante a Igreja. No entanto, já àquele tempo diversas denominações já ordenavam pastores divorciados e encaravam a questão de forma liberal. Também são muitos os exemplos de pastores famosos – alguns, líderes de denominações – que se divorciaram em condições semelhantes às suas, mas a repercussão em nada se aproximou do tratamento que lhe foi concedido. Por que o seu caso, até hoje, suscita tanto escândalo? O senhor se considera perseguido?

Eu daria três razões para este tratamento especial e a grande comoção que o episódio causou. Em primeiro lugar, a minha situação para essa moçada toda foi insuportável. Ministerialmente, eu funcionava como uma espécie de foice, rodando em cima de cabeças conceituais. Toda vez que aparecia um maluco – e eu nunca precisei nominar os malucos, apenas expunha seus erros e dizia que o Evangelho era de outro jeito –, essa foice cortava logo aquela cabeça, o cara virava herege. Por isso, todo mundo tinha medo de que minha opinião conceitual colocasse alguém em situação difícil. Eu tenho certeza absoluta da quantidade enorme de gente que torcia por uma fragilidade de minha parte justamente por causa desse papel que eu exercia. E esse não foi um papel que eu pleiteasse ou buscasse; ele aconteceu espontaneamente. Foi Deus que fez isso por sua graça, eu só estava pregando o Evangelho, que, aliás, é o que eu sempre fiz.

Então, o senhor acredita que parte desta liderança que ai está não teria o espaço que tem se não fosse a sua saída do cenário? Seu espólio foi negociado?

Com certeza. Não preciso falar nada. Basta ver até 1998 quem era quem e o que aconteceu de 2000 em diante. Quer ver uma coisa? Logo depois do que aconteceu, diante daquela comoção toda sobre o que tinha acontecido comigo, houve uma reunião de 300 pastores em São Paulo especificamente para tratar sobre quem ia ficar com qual parte do meu despojo, para saber quais eram os espaços que eu havia deixado abertos e quem deveria ocupá-los. E foram milhares que também fizeram isso. Não quero nem falar de traição, porque no meu coração já estão todos perdoados, mas se eu abrisse a boca ninguém ficava em pé.  Esta foi uma razão. Em que pese o fato de que eu cometi um ato pecaminoso de traição e infidelidade, isso está longe de ser a causa principal da grande comoção. Sabe qual foi a causa? Eu ter tomado a iniciativa de contar tudo, ou seja, por minha vontade expor tudo em verdade, sem que qualquer coisa tivesse sido descoberta por ninguém. E eu que ouvia a confissão de tantos deles e sabia de suas fraquezas, das promiscuidades… E, depois, estes mesmos iam à TV bater em mim confiando na minha integridade, pois sabiam que eu não os exporia.

E a terceira razão foi que, naquele momento, eu aproveitei a oportunidade e pulei fora do barco. Este foi o elemento mais doído de todos. A Igreja Presbiteriana me propôs uma discipina como condição para minha restauração. Eu respondi que não estava pleiteando nada, e que estava me desligando da denominação unilateralmente. Eu não queria mais ser parte daquilo. Escrevi três cartas e eles não aceitaram nenhuma.  Pensei: “Meu Deus, isso aí não é a máfia, da qual o camarada só sai morto”! Depois me propuseram dar o tempo que eu julgasse necessário e que, depois, se eu quisesse voltar, seria restaurado e estava tudo certo. Mas eu disse que não queria.

O que passava pela sua cabeça naquele momento. O que o senhor desejava? Para onde queria ir?

Eu queria vir para cá! Queria voltar aos meus 18 anos… Eu nunca quis ser pastor ordenado. Eu sabia quem eu era e que Deus tinha me ungido. Sabia que isso tinha vindo do céu, e que não dependia de ninguém. Foi a Igreja Presbiteriana que disse que não era possível que eu, aos 19 anos, em Manaus,  fosse considerado pastor pela cidade inteira,  pregasse a Palavra sem ser ordenado pastor e sem aceitar ir para ao seminário.

Então a questão crucial foi a rejeição?

Sim. Eles agiram passionalmente. Era como se dissessem: “Nós amávamos esse cara e ele decidiu não ser mais parte do nosso grupo”. E, conquanto eu estivesse fazendo aquilo sem que, na minha mente, quisesse ofender nenhum daqueles irmãos, o que eu não queria era, depois do acontecido, ter de me curvar a nenhum tipo de restauração humana, mentirosa, hipócrita e plástica que queriam me oferecer. Eu sabia que o único a me restaurar era o Senhor. Eu não aceitaria nada que não viesse daquele que me ungiu e sabendo que entrar naquele esquema era vender a minha alma. Então, eles aproveitaram essa minha atitude para vender ao povão a ideia de que eu estava rebelado contra a comunhão dos santos e o amor dos irmãos.

Ao longo dos anos, foram construídos certos mitos a seu respeito e que o rotulam como extremamente liberal e até antibíblico. Um deles é de que o senhor, devido ao que lhe aconteceu, seria um incentivador de divórcios, em especial de pastores. O que o senhor tem a dizer sobre isso?

Isso é uma suposição absurda. Já haviam acontecido milhares de separações de pastores antes da minha. E muita dessa gente vinha me contar os dramas conjugais e chorar as mazelas comigo. Então, é hipocrisia dizer que o que me aconteceu é que abriu as portas para que outros pastores adulterassem ou largassem da mulher. Essa percepção a meu respeito é suscitada pelo diabo na cabeça de muita gente doida. Eu nunca defendi o divórcio. Defendo que continuem casados aqueles que se amam, mas que todos aqueles que se fazem mal, que se machucam, que se ferem e se odeiam, não deveriam estar casados, pelo bem de suas almas. Sempre aconselhei todo mundo a não adulterar, a não trair a mulher. Quando cheguei aqui em Brasília, no meu primeiro ano o que eu mais fiz foi atender pastores e mulheres de pastores que queriam se divorciar e vinham me pedir aconselhamento. Gente de tudo quanto é igreja – batistas, assembleianos, presbiterianos, pentecostais. Na medida do possível, ajudei esse pessoal todo a não se divorciar. Eu dizia a quem me procurava com casos extraconjugais: “Sai dessa, você vai se estrepar com essa amante”. O que Deus uniu, que o homem não separe; e o que Deus não uniu, que não se ajunte, porque vira uma desgraça. O que me aconteceu foi, isso sim, um ato pecaminoso, de traição e de infidelidade. Um pecado diante de Deus e perante a mãe dos meus filhos. Mas o que me aconteceu não teria derrubado nada que já não estivesse demolido. É ridículo dizer que meu caso serviu de legitimação para os atos de quem quer que seja.

Por falar nisso, como é sua relação com Alda Fernandes, sua ex-mulher?

Ela é minha amiga. Passamos o último Natal juntos. Estamos sempre com nossos filhos e netos.

Quando seu filho Lukkas morreu atropelado, em 2004, houve quem atribuísse a tragédia e um juízo de Deus sobre sua vida. O que o senhor sentiu na época e como lida hoje com as pessoas que o criticam?

Só tive coração para a dor e a saudade pela partida do meu filho. Nada do que soube que disseram teve poder de gerar qualquer coisa ruim em mim. O que senti naquele momento foi paz, e se todos os meus filhos morressem, a minha resposta seria a mesma. E tem mais uma coisa – não existe ninguém, nenhum ser humano, que eu não tenha perdoado. Digo isso diante do Deus vivo e dos principados e potestades malignas. Meu coração nunca dormiu com ira em relação a ninguém, eu não tenho ódio nenhum para contar. Não tenho inimizades contra pessoas. Por outro lado, tenho opiniões a dar sobre ideias e conceitos equivocados de quem quer que seja. Não é por causa do fato de eu não ter inimizade pessoal por um indivíduo que vou deixar que a vandalização do Evangelho aconteça sem que eu me una a Paulo na luta comum da defesa do Evangelho, como todo aquele que carrega o temor de Jesus no coração.

Esse seu discurso costuma ser extremamente crítico em relação ao que chama de “igrejas institucionalizadas” e “sistema religioso”. Na sua opinião, as igrejas não têm nada de bom?

Mas é claro que têm coisas boas! Elas têm gente boa, e gente é o que existe de melhor em qualquer lugar. Ministério, para mim, é gente, só é bom se for feito por gente e para gente. Está cheio de gente boa de Deus nas igrejas. Mesmo quando há um pastor paspalhão lá na frente, os bancos estão repletos de gente boa, que sente até pena daquele indivíduo lá na frente, que faz negócios para todos os lados e com quem apareça. Tem gente que suporta o púlpito muito mais para não perder os relacionamentos de comunhão e o convívio de anos com os irmãos. Eles sabem que aqueles caras lá na frente vão passar, as modas vão passar, mas eles vão continuar ali. Existe gente maravilhosa nos ministérios. Veja aquele pessoal da Juvep [Juventude Evangélica da Paraíba, entidade que atua de maneira missionária no sertão nordestino], por exemplo. Eles perseveram há anos na mesma purezinha de alma, na mesma ideia de serviço ao próximo. Há também a Jocum [Jovens com uma Missão, movimento missionário internacional], com seus tantos braços de ação penetrados nos lugares mais distantes, em favelas, em comunidades miseráveis, em bolsões de carência no mundo todo.

O Caminho da Graça é uma espécie de reinvenção da igreja?

Não, ele é simplesmente a sequência de um caminho que eu sempre trilhei. O Caminho da Graça é a expressão de visibilidade de uma coisa subversiva que eu incito. Eu tento fazer com que o Caminho seja apenas, com muita leveza, um elemento de visibilidade mínima da possibilidade de uma comunhão cristã sem que uns mordam e devorem uns aos outros. Por isso, não tenho aquele desejo de fazê-lo crescer, ter expansão numérica simplesmente – quero que o que cresça seja essa coisa que ninguém nomeia, um movimento conduzido pela Palavra e pelo Espírito Santo que invade a massa, abranja tudo e se torne incontrolável como o vento que sopra onde quer.

O senhor diz que o Caminho da Graça é um movimento não institucionalizado, mas recentemente nomeou presbíteros e diáconos para sua sede em Brasília. Isso não vai acabar tornando o ministério como uma das igrejas que o senhor tanto critica?

Nós funcionamos baseados em dons, e não em hierarquias. Nas igrejas convencionais, o diácono é mais do que o membro e o presbítero é mais do que o diácono. Aqui no Caminho, essas funções expressam simplesmente dons de serviço. O presbítero, o mentor, não é um sujeito mais elevado na hierarquia, não tem poderes ou prerrogativas especiais. Ele é simplesmente o cara que surge pela observação dos outros: “Puxa, quanta sabedoria fulano tem recebido e manifestado”. Essas funções surgem por opiniões múltiplas, não existe reunião de concílio ou votação para escolher ninguém. E tem outra coisa: se, algum dia, lá na frente, o Caminho da Graça deixar de ser o que nasceu para ser, é a coisa mais simples do mundo – acaba tudo e começa outra vez. O problema do pessoal é que eles querem se eternizar. Querem que o grão de trigo dure para sempre, mas se o grão não morrer, não há fruto. Eu não quero perenizar nada. Eu só tenho o compromisso de servir à minha geração, não quero deixar nenhum legado, nenhum império. É preciso reconhecer que a vida é cíclica. Eu já acabei com muita coisa que tinha começado no curso da minha vida. E que ninguém duvide que, se eu tiver vida longa e alguma coisa que estou fazendo hoje se corromper lá na frente, eu mesmo vou lá e termino com tudo, não espero, não.

A manutenção do Caminho da Graça e dos ministérios a ele ligados é feita através de dízimos e ofertas?

A gente recolhe ofertas. A espontaneidade da dádiva tem que ser baseada no amor, na alegria de dar. Quem pode dar mais, dá mais; quem pode dar menos, dá menos; e quem não pode dar nada não dá nada, recebe. Paulo ensinou que é justo que aqueles que recebem bens daqueles que lhes ministram os galardoem e ajudem com bens. Mesmo com toda a capacidade que Jesus tinha de multiplicar pães e peixes e de transformar água em vinho, ele era sustentado pelas ofertas práticas e objetivas das mulheres que o serviam e de outras pessoas. O princípio espiritual da doação era operativo na vida e no ensino de Jesus e no Novo Testamento como um todo.

E quanto ao dízimo? Nesta ótica, ele seria antibíblico?

O que as igrejas ensinam é lei, é obrigatoriedade. A Igreja tornou-se uma espécie de agente substitutivo do antigo templo de Jerusalém, uma espécie de “receita federal” de Deus. É uma coletora de impostos. O dízimo é esse imposto, e ainda dizem que quem não pagar vai sofrer as desgraças descritas no capítulo 3 de Malaquias. Como a Igreja não ensina a obediência ao Evangelho como resultado do amor de Cristo constrangendo nosso coração, como Paulo ensina em II Coríntios 5, as pessoas não veem a questão da doação como algo inerente à generosidade.

Se um homossexual assumido quiser frequentar o Caminho nesta condição, como ele será tratado?

Nunca ninguém chegou no Caminho da Graça dizendo para mim que é gay praticante e que quer ficar ali. Mas não sou persecutório e nem homofóbico acerca de nenhum ser humano. Se ele quiser ficar, ouvirá o Evangelho e saberá que esse Evangelho pode criar um espaço de generosidade misericordiosa para ele ouvir a Palavra de Deus e crescer – mas nunca ouvirá uma única palavra de incentivo a qualquer relação sexual que não seja heterossexual.  Se eu fizesse isso, estaria estabelecendo um paradigma que não encontro nenhum precedente para estabelecer.

Logo, ainda que solicitado, o senhor não celebraria um casamento gay?

Eu não faço esse tipo de casamento, até porque a união estável entre homossexuais não é casamento, é uma relação societária, uma empresa limitada. O Estado tem o dever de defender essa relação no que se refere ao respeito à propriedade, aos bens. Se dois gays que construíram uma vida juntos, com aquisição de bens e tudo o mais, resolvem não mais viver em comum, que se divida o que têm, e cada um leva a sua parte. Isso é uma questão de Estado, não tem nada a ver com a Igreja. Mas não estimulo nenhum tipo de união estável, a não ser aquela estabelecida entre homem e mulher que se amem.

Sua maneira de falar e até as roupas que o senhor tem usado provocam muitos comentários. A esta altura da vida, o senhor sente-se livre para dizer e fazer o que quer?

Pelo amor de Deus, você não pode mais ser o que é? Eu me visto desse jeito porque gosto. Eu sou só um carinha que deseja viver. Quem não gosta do meu jeito é livre para viver da maneira que quiser. Eu sou livre como o Evangelho. Sou nascido do Evangelho, nascido de Jesus. Sou como o vento, nascido do Espírito Santo. Quem não suporta minhas declarações, minha sinceridade e a propriedade do que digo que vá dormir com esse barulho.

Confira a integra da entrevista completa concedida ao CH ao entrevistador Danilo Fernandes e Carlos Moreira – e a equipe do Genizah em 3 partes e comente…

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post inforgospel.com.br – com informação Cristianismo Hoje 

45 comentários sobre “Pastor Caio Fábio diz que “quer ser livre do sistema religioso” em entrevista – Confira…

  1. Loide Pereira 15 de março de 2012 02:34

    Deus continue abençoando esse homem e que Ele nos dê a graça de conhecermos outros pastores que pensem e ajam como este. Precisamos muito de Deus e menos de pastores “astros”.

  2. Jose 20 de março de 2012 17:23

    Que absurdo esse adultero sujo falando de alguem…
    Ele mesmo se perdou da sem vergonhise que faz
    Vai tomar vergonha na cara em vez de se esconde ta ai

  3. leandro martins 31 de março de 2012 17:46

    ou josé por acaso tu é fariseu, aluno de gamaliel. aprenda o evangelho

  4. Ivan Jr. 9 de abril de 2012 22:12

    Muito esclarecedora a reportagem do Rev. Caio Fábio nos esclarece um pouco aos novos convertidos como é difícil achar uma igreja Séria sem a
    máfia dos vendedores da salvação obrigado. Deus lhe Abençoe!!

  5. Fábio 12 de abril de 2012 22:10

    O José se expressa de uma forma, fazendo parecer como não tivesse pecado. Deus tenha misericórdia de todos nós que somos cheios de iniquidades e pecados, somos a todo instante carentes do perdão de da Graça infinita de Deus.

  6. ricardo 24 de abril de 2012 14:45

    caio fabio homem com muitos defeitos mais ai esta um homem o mais senssato concernente ao tocante evangelho sinto vergonha como servo de deus o que si ver na televisão.

  7. BRUNO LEONAREDO 27 de abril de 2012 12:12

    EM PRIMEIRO LUGAR GOSTARIA DE DIZER AO JOSE O TODO PODEROSO, QUE QUEM E ELE PRARA PERDOAR OU RESGATAR, PARA COM ISSO VOCÊ NÃO É DEUS .SE TEM ALGO CONTRA O CAIO, VAI TER COM ELE E ORE POR ELE, E TUDO VAI SE RESOLVER.NÃO O JUGUE POIS VOCÊ NÃO E O TODO PODEROSO COMO DISSE ANTERIORMENTE, DEIXA ISSO COM DEUS , QUE TEM AUTONOMIA PARA FAZE-LO. E COMO DIRIA GAMALIEL, SE NÃO FOR DE DEUS O PROPRIO CRIADOR TRATARA DE ACABAR COM O MINISTERIO CAIO FABIO.

  8. Neurivan 18 de maio de 2012 04:53

    Ninguem possui exelencia em padrões espirituais. Temos sim a nossa disposição, a graça e o perdão oriundos de Deus. Esse é o nossso grande triunfo: a misericórdia de Deus.

  9. BRAULIO MONTEIRO 18 de maio de 2012 20:47

    Agradeço muito a Deus pela vida do Caio Fabio, homem sincero, com uma visão tremenda , acredito que Deus ja esta levantando varios homens e mulheres com esse entendimento, o Brasil precisa de homens como ele que fala a verdade, que não tem sede do poder, do dinheiro, Caio estamos juntos.

  10. Marinalva Santos 20 de maio de 2012 04:47

    Louvo a Deus pela vida do Caio Fábio, ele é simplesmente um ungido de Deus, que veio para pregar e ensinar o Evangelho puro, simples e verdadeiro que o Senhor Jesus Cristo nos deixou. Que o Senhor derrame cada vez mais de sua graça e misericórdia sobre a vida desse homem que tanto tem me ajudado nessa caminhada. Caio eu e minha família te amamos muito no amor de Cristo Jesus Cristo. Estamos contigo.

  11. Roberto Imperial Bogajo 28 de maio de 2012 20:33

    Desculpe-me por utilzar este espaço culltural, para fazer uma exposição de motivos, pelo qual, o estou olcupando. Posso descrever-me como um Autodidata. Possuo a King James – Edição de Estudo – em Português e Holy Bible (KJA). Estou lendo e traduzindo do Inglês para o Português, por simples comparação. Gostaria de saber se há um curso bíblico; dentro ou fora do Brasil, online ou Presencial, para poder estudar com mais critério acadêmico. Obrigado

  12. Zeila 31 de maio de 2012 00:07

    Caio Fábio e um verdadeiro servo do SENHOR ,José cuide da tua língua ela esta cheia de peçonha nem parece que vc conhece a palavra.

  13. MORAES 6 de junho de 2012 22:37

    NOSSO DEUS CONTINUE LHE DANDO DIRETRIZES IRMÃO CAIO. ESTE PENSAMENTO DE SER LIVRE PERMEIA A MINHA VIDA. NÃO ESTOU PRESO A JUGO DE HOMEM ALGUM SOU LIVRE EM JESUS.

  14. Maso 7 de junho de 2012 08:49

    Nossa Zé! Se deu e levou! Julgou e foi julgado! Um crente tem de ser mais comedido em condenar e criticar! Até parece quando Jesus disse: Quem não tem pecado que atire a primeira pedra? Pena que você não estava lá né! Jesus perdôou e orientou! O povo entendeu e se dissipou.
    Se você estivesse lá coitada da mulher adúltera!

  15. Mary 10 de junho de 2012 22:53

    O pastor Caio Fábio é verdadeiramente um homem de Deus. Eu o acompanho desde a Vinde, Fábrica da Esperança, etc…
    Pastor Caio o sr. tem me ajudado em minha vida espiritual. Deus te abençoe mais ainda, porque vc é humano e sujeito as mesmas paixõoes como Elias o foi, mas Deus o tem usado grandemente!

  16. amaro correia 14 de junho de 2012 03:55

    Saudações.
    Feliz por poder, agora, acompanha o pastor caio.sou convertido desde 1985, e hoje desenvolvendo um trabalho na “mesma perspectiva teologica , afinal aprendi muito com o irmão .

    sobre o 1º video : muito exelente gostaria da permição para reproduzi-lo, na integra, no meu programa que vai ao Ar nas madrugadas da FM100.7, OBS : o programa é tercerizado, programa acorda benção . meu site : http://www.acordabencao.com.br
    em segundo lugar , sugiro um livro sobre a historia do movimento denominacional Brasileiro, se é que ja não exista e se eja publicado, como faço pra adquirir?
    um abraço ,caio, com carinho do seu irmão em Cristo , Pr. amaro correia do TEMPLO DO CORPO DE CRISTO

  17. Célio Machado 15 de junho de 2012 13:31

    Comparo Caio com Moisés que ficou firme porque via o invisível.
    Agradeço com sinceridade ao Senhor Jesus pela sua vida que ama a ponto de renunciar ao egoismo ,confrontando assim a muitos nos dias de hoje desse Brasil orgulhomente EVANGÉLICO que não carrega os valores do VERDADEIRO EVANGELHO.
    Sabe,hoje ,há muito autopromoção em torno desses PAPAS da era moderna ,comerciantes da fé,egoistas,parciais na pregação e em muitas outras coisas.
    Caio sua vida eu a recebi como um presente de DEUS para mim .Oro por ti e tua família ,não porque não confie no cuidado de DEUS em relação a voçês,mas porque essa é uma maneira de lhe dizer obrigado por voçê
    existir assim.
    Hoje 15 de junho é literalmente meu aniversário,estou com muita dor na vesícula mas com determinação no coração para continuar seguindo JESUS NOSSO mestre.
    Célio Machado,do sertão de Alagôas.

  18. Lia 15 de junho de 2012 17:46

    Sou nascida Católica e nem por isso deixo de ouvir as pregações de Caio. Homem com discernimento e amorosidade poucas vezes visto nos meios religiosos cheios de dogmas. Que Deus ilumine seu caminho, Caio e que proteja o seu trabalho de levar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo àqueles de boa vontade!

  19. ZAELSON 16 de junho de 2012 14:06

    Concordo com tudo o que o Caio Fábio diz, só os ingênuos não percebem isso. As práticas(todas) dos pastores(com pouquíssimas exceções) são as mesmas dos escribas, fariseus e sacerdotes da época de Jesus. Matemos o FILHO e fiquemos com a propriedade para nós; estou convertido a 18 anos e nesse tempo foi só o que vi, pessoas que anulam o FILHO, O PAI, E O ESPÍRITO, e tomam a propriedade para si. Só o que importa é a lã e a gordura das ovelhas!

  20. rudy 20 de junho de 2012 19:22

    ola caio, parabéns pelo seu trabalho que Deus te a abençoe.

  21. Renilson 22 de junho de 2012 16:16

    Rev. Caio,é gratificante saber que você está com a alma curada. Durante a minha mocidade fui muito tocado pelas pregações desse amado pastor,não permita que palavras tão duras como as proferidas por algumas pessoas que se acham acima do bem e do mal venha impedir a desenrolar do seu ministério.
    NO AMADO

  22. Joscelino rodrigues moreira 24 de junho de 2012 14:46

    Eu cheguei até correr para ver vc em goiania na igreja presb.da 68centro. Quando te ví tamanha decepção: Esperava encontrar um camarada protegido por seguranças, e contemplei uma pessoa simples e humilde como é até hoje. com tudo que lhe aconteceu, só me restou orar por você. que Deus te abençoe. Em tempo qual o endereço do caminho da graça em goiania se é que tem. Em Cristo, grato.

  23. neiva 1 de julho de 2012 21:56

    O Pr. Caio Fábio não é hipocrita, diz o que pensa, é tão verdadeiro!!!!!! acontece que infelizmente o povo cristão de hoje prefere conviver com aquilo qu APARENTEMENTE é correto, arrumadinho e e com cara de santidade, percebam bem (cara de santidade)… O Caio cansou desses lideres que ao final de tudo se uniram para meter o malho nele e são, a maioria deles “farinha do mesmo saco” se mexer muito fundo na vida deles “vai feder”…
    São manipuladores da massa…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    “Foi para a liberdade que fomos libertos”

  24. wilton pereira de santana 8 de julho de 2012 16:11

    nao conheço muito bem o caio fabio ouvi falar que ele traio sua esposa ele pelo menos confessou seus pecados pior e muitos que estao em cima do pulpito fazendo a mesma coisa e ate pior enganando robando enriquecendo as custa dos irmao na quele grande dia o senhor dos exercitos dira apartaio vos de min vos que praticai a iniquidade feliz o homen que confessa seus pecados si a repende e si umilha ao senhor esse terar oseu galardao um a braço e deus abençoe todos

  25. irani 9 de julho de 2012 08:01

    Que DEUS continue te abençoando, um dia eu errei e não me perdoava por isso, foi incutido em minha cabeça que porque engravidei aos 16 anos eu fiz vergonha a DEUS , meus pais e a igreja, viví com esse sentimento de culpa por 20 anos ,pois não tinha o conhecimento, tenho aprendido muiito com caio e agradeço a DEUS pela vida dele.Hj não tenho denominação e nem pretenndo, mas tenho a DEUS como meu senhor e a JESUS como meu salvador, e isso é tudo pra mim. falo as palavra de caio : Se existir o céu sem jesus pode ficar que eu não quero!!!!! quero sim o meu sehor como o dono de minha vida e a paz que só ELE conseguiu me proporcionar. muito bom qd se aprende de verdeda que a salvação só em JESUS e não em denominação. Obrigado DEUS por Caio Fábio. um abraço. e não deixe de nos orientar dentro da palavra, nós realmente precisamos!!!

  26. paulo de souza 11 de julho de 2012 15:33

    Caio Fábio é apenas um homem muito querido. É invejável a sua sabedoria. Ele é um homem que quer apenas viver como todos nós, homens. Que Deus o abençõe. Esses outras caras que vemos por aí, meu Deus, são muito estrelas e não se contentariam em viver simplesmente como Caio Fábio.

  27. paulo de souza 11 de julho de 2012 15:39

    Aliás, eu quero complementar aqui. Pois esqueci de escrever. Também fui muito abençoado pelas palavras escritas nos livros por lançados. Foram a causa de eu não me tornar um crente fanático. As palavras daqueles livros me abriam a mente, e eu podia filtrar os sermões do pentecostalismo. Eu o abençõo Caio Fábio. E profetizo que você que a dor que você sente – a qual só quem sente sabe a sua dimensão – será sarada em Nome D’aquele que vive para todo o Sempre. Amém!
    Queira Deus que esses comentários chegasse até você.
    Do seu irmão que você não conhece, mas foi abençoado.

  28. edmilson 14 de julho de 2012 21:49

    pr caio ,fiquei muito triste quando tudo isso aconteceu,mas hoje dou glórias a DEUS por ter te sustentado e lhe dado a oportunidade de nos dizer toda a verdade.

  29. Ismael Campos 25 de julho de 2012 15:53

    Esta entrevista com Caio Fabio me traz consolo referencial porque passei pelo mesmo vale da morte, e atualmente me sinto perdoado pelo ministério divino e pelas declaraões dele, cujas palavras me servem cada vez mais de conforto e apego aos principios evangélicos que norteiam minha vida. Deus te abençoe cada vez mais meu irmão Caio!

  30. Maria Elizabete 22 de agosto de 2012 01:14

    Admiro muito o Pastor Caio Fábio, ele é um grande homem de DEUS, oro para que o ministério que DEUS confiou a ele continue. Pastor conte com minhas orações em seu favor e sua família.Uma grande declaração feita em seu livro;seus filhos são seus ramos de esperança.Avante sempre. Com carinho.

  31. ANTONIO MARCUS 23 de agosto de 2012 23:36

    CAIO É UMA ESPÉCIE DE JOÃO BATISTA NA NOSSA GERAÇÃO,E TODO AQUELE QUE IMAGINA O EVANGELHO PELO VIÉS DA SINCERIDADE DEVE OUVI-LO…O BRASIL PRECISA DE UNS DEZ HOMENS DESTE NIVEL,PARA FAZER CALAR OS MACEDINHOS E A SUA CORJA…

  32. ericlene 24 de agosto de 2012 16:44

    nesse momento choro de alegria!!! sempre que leio ou vejo declaraçoes de caio fábio muito me emociono…obrigada JESUS ,por levantar pessoas assim, que nos ajuda a nao deixar morrer as boas novas em nossos coraçoes…TE AMO JESUS

  33. Herbert 9 de setembro de 2012 20:14

    É isto ´muito mais,ou seja , a corrupção das igrejas evangélicas,quase todas ´e algo que chegar a ser maléfico,como podem dizer que falam no nome de Deus.
    Qualquer pessoa que ler a bíblia sabe que Deus é amor ,e que este amor deve ser feito em ação.
    Na verdade o que vimos são muitos querendo grana,poder e nada de amor.Nem sabem mais o que é amor…
    É mas não esqueçam que tudo já estava escrito.
    Eles iram comer a própria carne….
    Nisto tudo apareceu Caio Fábio pra nós dar mais luz onde tudo estava escuro muito escuro….

  34. Herbert 9 de setembro de 2012 20:18

    A verdade é isto,não tem moderação,é somente a leitura da realidade.pois sei que existe igrejas verdadeiras,mas são muito complicadas para encontrar e viver…

  35. Valmir 11 de setembro de 2012 11:54

    Sempre fui admirador do Pr. Caio e seu ministério, penso como Ele, só q ainda não tive a coragem que ele teve, o de se libertar do sistema, porque aprendendo com a palavra nos damos as vezes contrário ao sistema religioso, estou cansado disso,muita hipocrisia, mercado e etc…Que Deus o abençoe.

  36. Sadrak Manuel Lufuankenda 14 de setembro de 2012 20:47

    sou de angola-africa, gostaria ter o prazer de aprender com o Homem de Deus sobre a grande missão a nós confiada, gostaria de estar com o Pr. Caio pessoalmente se esta for a Vontade de Deus. estarei aguardando possivel contacto – – Comentário respondido por e-mail

  37. Celio Gentilini 26 de outubro de 2012 00:15

    MANO CAIO E FAMILIA NA GRAÇA EM JESUS O CRISTO!!!!…….EU JA ERA GAMADO NO IRMAO NOS ANOS 80 E 90 NA PREGAÇAO DO EVANGELHO DE DEUS , ATE QUE O IRMAO SUMIU POR UM TEMPO POR PROPOSITO AMOROSO DE NOSSO PAI E NA MESMA EPOCA DEUS INICIAVA O PROCESSO DE SALVAÇAO DE MEU EGUINHO MORTO DO CELIO!!!…GRAÇAS A DEUS!!!!! HOJE!!!!….DIGO EM ALTO E BOM SOM!!! TE AMO EM ESPIRITO EM VERDADE!!!! MINSTERIO LIVRE, AMOROSO E DE GENTE PARA GENTE!!!!!!…..AMEM!!!!

  38. Marcos Aurelio 29 de outubro de 2012 08:35

    Como disse João não Batista, convem que Caio cresça e Jesus diminua…

  39. ninive 18 de novembro de 2012 17:48

    Caio Fabio e sem duvida um homem de Deus,Jesus o ungiu para pregar o verdadeiro evangelho,sao pessoas como ele q nos inspiram a acreditar q Jesus veio para os doentes e nao para os sao!!Deus abencoe com muitos nos de vida Caio fabio!!!

  40. JOSÉ PLÍNIO 7 de fevereiro de 2013 09:24

    O AMOR QUE DEUS COLOCOU NOMEU CORAÇÃO POR ESTE IRMÃO, SÓ O
    ESPIRITO SANTO EXPLICA.
    ELE FOI É PERSEGUIDO DENTRO DO PRÓPRIO MOVIMENTO EVANGÉLICO BRASILEIRO, O QUAL É UMA COLCHA DE RETALHOS, COM INTERESSES ESPÚRIOS DE LIDERANÇAS QUE ESTÃO NO PODER E QUEREM O PODER… ONDE AFIRMO, JÁ EXISTEM PAPADOS INTOCÁVEIS… SHALOM

  41. Edna Jaqueline 22 de abril de 2013 01:26

    imagina o quanto o pastor Caio sofreu…devem ter sido muitas as angústias de sua alma..quantos momentos intermináveis de dor, lágrimas e desespero, tal qual Jesus passou no Getsemane..mas todos que passam por este vale, transformam-se em frondosas árvores, cujos galhos se prolongam e oferecem sombra a muitos fatigados pelo caminho…é tão dóido o açoite da língua, dói muito mais profundo…não sei pq, mas Deus escolheu alguns para sofrerem isso…mas não sem nenhum propósito..

  42. Mari 12 de maio de 2013 23:35

    Uma vez, eu pensei ter encontrado Jesus, numa igreja que eu prefiro nem citar o nome, o simpático e querido pastor, justamente quando chamei minha amiga pra ir conhecer aquela igreja maravilhosa, mostrou o cestinho das ofertas e perguntou: Meu povo vocês acham que é só isso que o seu Deus merece…. dizendo em outras palavras, vocês são muito pão duros, será que o grande Deus merece só essa miséria… essa é apenas uma de minhas experiências em igrejas, em outras experiências, os queridos pastores, faziam apelos em todas as reuniões que aconteciam todos os dias da semana, quem pode contribuir com uma cadeira, tijolos, cimentos, comprem os cds, precisamos de carne de primeira e coca cola para os irmãos que vão trabalhar na reforma da igreja, agora os dizimistas podem vir aqui deixar seus dizimos, vou fazer uma oração especial para que a vida dos dizimistas seja abençoada…. E são esses mesmos hipócritas que abrem a boca pra falar do Caio Fábio, haaa mas o Caio também aceita dizimos, ofertas, contribuições… mas observem bem seus hipócritas porque o Caio não faz apelo emocional para conseguir isso… o Caio não incentiva a Viúva a comer arroz e feijão a semana inteira, porque deixa o dinheiro da mistura na igreja, vocês pastores da prosperidade, observem primeiro o exemplo de Jesus… e se quiserem um exemplo, mais próximo de suas limitações, observem o Pastor Caio Fábio, talvez consigam aprender alguma coisa, sobre a palavra de Deus……. sobre caridade….. sobre amor ao próximo…. sobre amor a verdade…. sobre coragem…. me pergunto sempre porque será que esses falsos moralistas se preocupam tanto com a vida do Pastor Caio, invejosos, bando de invejosos, a sua fé não chega perto da fé de Caio, dentro do seu coração não há amor, você não sabe o que é humildade, a ganancia e a sede do poder corrompeu vocês, jamais dariam a cara de vocês a tapa, mesmo porque não teriam as respostas sensatas e baseadas na sinceridade, na transparência. Pastor Caio, estou longe de ser uma serva fiel de nosso amado Jesus Cristo, eu admiro muito o exemplo de cristo, mas confesso que não cheguei nem perto ainda de conseguir seguir esse exemplo, mas saiba que os ensinamentos através do seu site, tem iniciado mudanças significativas na minha vida, muita força aí amado Pastor, por mim e por muitas pessoas que precisam desse seu exemplo, desse seu amor, não deixe que esses hipócritas lhe tirem desse caminho, espero chegar lá junto contigo. Receba todo o meu carinho.

  43. Paulo Luiz Mendonça. 21 de setembro de 2013 10:14

    O bem e o mal.

    O que é o bem e o mal? As respostas sobre isso, vinda de religiosos, logo é enfatizada com muita propriedade. O bem vem de Deus e o mal vem do diabo. Ora que resposta vazia parece conclusão de criança.
    Analisando o bem e o mal vejo o seguinte. No nosso planeta existem os animais, tanto os vertebrados como os invertebrados, para eles não existe nem maldade nem bondade, apenas seguem seus instintos de sobrevivência, se um animal mata o outro é para se alimentar ou quando se vê acuado, ataca para se defender. Por outro lado nós seres humanos somos os verdadeiros criadores tanto do bem como do mal. Se não houvesse nós seres humanos, o planeta terra, seria um lugar perfeitamente equilibrado sem a ira do mal ou o benemérito do bem. Nós é que deturpamos o bom andamento da natureza, estamos aqui somente para destruir este belo planeta azul incrustado neste imenso universo misterioso. Atribuir o mal a um suposto diabo e o bem a um suposto Deus me parece hipocrisia das mais profundas. Devemos ser sinceros e reconhecer que o nosso individualismo, egoísmo, inveja, maledicência, orgulho e muitos outros defeitos morais foram os verdadeiros criadores, tanto da bondade como da maldade.

    Paulo Luiz Mendonça.

  44. Mary Costa 22 de outubro de 2013 13:30

    O cair é do homem o levantar é de Deus.
    Só o Senhor conhece o coração desse nosso irmão, que por sinal já sofreu demais pelos religiosos e em sua vida pessoal.
    Caio Fabio contribui muito para o evangélio no passado. Por ele caiu em pecado isso faz dele um ser humano, somente isso. A Bíblia diz que aquele que está de pé tome cuidado para que não caía.
    Ele é um homem que sabe de muita coisa no meio evangélico e acredito que muitos os queiram morto.
    Mas que Deus o abençõe e o guarde. E que ele se encha muito do Espíirto Santo e sirva ao Senhor até o último dia de sua vida.

  45. emanoel de jesus 8 de dezembro de 2013 10:20

    Obrigado grande Deus por nos ,mostrar que todos os homens são carentes de tuas graças e teu perdão,que somos iguais e nessecitados do teu perdao, a todo instante. Obrigado Caio Fabio sua vida em cada momento tem servido de inspiração , pra me fazer louvar a Deus, nos momentos bons e ruins.
    Que sejamos abençoados e possamos emtender os planos de Deus em nossas vidas.

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