MP bloqueia bens de dirigentes do Copel/Telecom

Deu no blog do Rigon que a RPC levou ao ar há pouco reportagem sobre o bloqueio de bens do ex-jogador Ricardo Garcia, o Ricardinho do vôlei, de sua sogra, Carmem Giraldes Panza, e do advogado Rogério Leandro Rodrigues, todos ligados ao Copel Telecom Maringá Volei.

Eles são acusados de desvio de recursos da Prefeitura de Maringá, que em 2014 repassou R$ 880 mil para custear dois eventos esportivos, inclusive jogos da seleção brasileira de voleibol.
O promotor Leonardo Vilhena, de Proteção ao Patrimônio Público, conduz a investigação e disse que há três anos aguarda que o clube comprove os gastos. Dos R$ 880 mil, só foram comprovados gastos de R$ 204 mil. Segundo o promotor, R$ 500 mil teria sido sacados em espécie, na boca do caixa.

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Peça-chave para as cidades

No desenvolvimento e planejamento urbano uma das peças-chaves para a geração de bem estar à população e fluidez no trânsito se relaciona diretamente com o investimento municipal em infraestrutura para a melhoria do transporte urbano.

Malha viária urbana ou transporte público mal planejados ou precarizados por falta de investimentos comumente resultam na ineficiência dos modais de transporte de uma cidade e, por sua vez, na insatisfação das pessoas com um os quesitos que se presta a aferir a qualidade de vida numa cidade: mobilidade urbana.

Aliado a estes aspectos, não há como se falar na criação de ‘smart cities’ ou cidades sustentáveis se as infraestruturas dos centros urbanos não forem constantemente aperfeiçoadas pelos gestores públicos de modo a propiciar funcionalidade aos modais de transporte que tais centros urbanos, com considerável densidade populacional, devem possuir.

Em outras palavras, se trata de falácia dizer que a gestão pública municipal de qualquer cidade almeja realizar bem estar à sua população caso não se ocupe de estruturar bons projetos de mobilidade urbana e de infraestrutura.

Neste contexto é de se afirmar que a criação e concretização de projetos desta natureza é peça-chave para que qualquer gestão pública obtenha sucesso e aprovação junto à população.

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Novo pedido no STF

Novo pedido de liberdade de Lula entra hoje na pauta da 2a turma do STF .

É o enésimo pedido dos advogados de Lula visando a sua soltura, agora sob o argumento de que a indicação do ex-Juiz Sergio Moro para assumir o Ministério da Justiça teria gerado a nulidade das decisões condenatórias de Lula face a suposta parcialidade do ex-Juiz.

O pedido de liberadade de Lula será julgado hoje (4) pela 2a turma do STF, às 14 horas.

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Socialistas caviar

Informa o site O Antagonista que o Senado gastou R$ 127.298,70 para mandar os socialistas Vanessa Grazziotin (PCdoB), Roberto Requião (MDB) e Antonio Carlos Valadares (PSB) para a Coreia do Norte de 20 de novembro a 2 de dezembro, relata a Folha.

Além de cerca de R$ 16 mil em diárias para cada um, também saíram dos cofres públicos (leia-se: do seu bolso) os recursos para pagar seguros de viagem e os deslocamentos de cada senador a Guarulhos.

**Nota do blog — Já é mais do que conhecido pelo cidadão brasileiro o quanto os arautos do socialismo no Brasil e autointitulados defensores dos pobres e oprimidos “apreciam” usufruir das benesses proporcionadas pelo sistema capitalista. Este é apenas mais um exemplo.

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Continência aos idiotas

Por Ricardo Noblat

Assim como eleição sem Lula não é fraude, continência não é sinal de vassalagem aqui e em parte alguma.

V
Desafetos do presidente Jair Bolsonaro alardeiam que ele foi submisso ao prestar continência a John Bolton, assessor de Trump, que o visitou em sua casa.

V
Bolsonaro é militar da reserva. Continência é uma saudação trocada no meio militar. O recruta presta continência ao capitão, que presta continência ao recruta. É sinal de respeito e de cortesia.

V
Outro dia, Bolsonaro bateu continência à Raquel Dodge, Procuradora-Geral da República. Ninguém o chamou de subserviente.

V
O ex-presidente Barack Obama já foi criticado por ter se curvado além do razoável diante do imperador do Japão. Trump, por ter apenas apertado a mão do imperador.

V
Chamaram Obama de submisso, e a Trump de arrogante.

V
Como se vê, a idiotice não tem fronteiras.

Artigo
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Guerra Cívica – Parte II

A propósito da postagem anterior, cabe ainda ressaltar que a primeira reforma que deve ser implementada, depois da previdenciária, na minha opinião é a reforma política.

Caso ela não seja colocada em prática, com pressão da sociedade e tudo mais, o novo governo, assim como aqueles que o sucederão, padecerá nas garras do “balcão de negócios” chamado de Congresso Nacional, o qual graças ao modelo político atual inviabiliza facilmente  qualquer possibilidade de mudança econômica e de mercado necessários para que o Brasil marche firme como país competitivo internacionalmente.

** Está postagem terá continuidade….

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Hora de guerra cívica

Apesar de estar em período de descanso não resisto em continuar raciocinando:

“Um país que não liberta a sua economia para se desenvolver, gerar riquezas, emprego e renda, torna necessariamente a sua sociedade refém da necessidade de serviços públicos, supostamente gratuitos e de baixa qualidade.

O único caminho para criar bem-estar social e qualidade de vida às pessoas, pela ordem, é com o enxugamento da máquina pública, que, por sua vez, permita menor oneração tributária, aceleração do ciclo produtivo e, assim, geração de empregos e renda.
Todas as nações que assim procederam são prósperas e proporcionam aos seus cidadãos maior autonomia e independência financeira. Ao contrário disso é o que tivemos até agora no Brasil. Estado intervencionista na sua economia, custoso e com população majoritariamente dependente de serviços públicos ruins e sujeita à políticas populistas e eleitoreiras. Verdadeiros grilhões que para serem vencidos há a necessidade de se travar “guerra” no Congresso Nacional para que as reformas libertadoras da nação sejam aprovadas.
É hora de pacificação, mas em certo sentido é hora de “guerra cívica”.”

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