Mês: novembro 2014



46% querem gastar menos no Natal

RADARBrasil tem maior porcentual de pessoas dispostas a gastar menos em grupo de seis países latino-americanos

Na América Latina, o Brasil ocupa o 1.º lugar de uma lista de seis países cuja população pretende gastar menos no Natal deste ano em relação à mesma data de 2013. Neste ano, 46% dos brasileiros informaram que vão desembolsar menos com compras em relação a 2013, revela pesquisa consultoria Deloitte, com 3,5 mil pessoas. Na sequência estão Chile (32%), Argentina (30%), México (29%), Colômbia(26%) e Peru (14%).

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“Exceto no caso do Chile, no México e na Argentina a menor disposição às compras de fim de ano reflete a situação econômica”, diz Reynaldo Saad, sócio líder da Consultoria para área de varejo na América Latina e responsável pela pesquisa. Continue lendo

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Maquiagem de preços é a tônica da `Black Friday`

Radar do Consumidor

João Luiz Agner Regiani

Infelizmente a `Black Friday` no Brasil tem se constituído numa armadilha que na maioria das vezes tem se prestado a induzir o consumidor ao prejuízo na aquisição de supostas promoções.

“Arapucas virtuais” e as falsas promoções rolam soltas na `Black Friday` brasileira e o consumidor menos antenado, muitas das vezes movido pela sanha de uma vantagem excessiva, acaba caindo no conto da “promoção relâmpago”.

Neste ano, assim como nos anteriores, a maquiagem de preços na `Black Friday` brasileira tem sido a reclamação mais frequente dos consumidores.

Portanto, muita atenção e cautela. O consumidor não pode perder de mente a idéia de que “ninguém oferece milagres gratuitos no mercado de consumo”.

Veja matéria interessante sobre o assunto AQUI.

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PROCON de Maringá entrega ao PROVOPAR alimentos doados

PROVOPAR

Da esq. p/ dir.: Edno Fernando, Silvana Azevedo, Luíza Pupin (Pres. Provopar), Eduardo Esteves, João Luiz Regiani (Dir. Procon) e Thiago Burin

A Presidente do Provopar, Luiza Pupin, recebeu do Procon, nesta quinta-feira (27), mais de 100 quilos de alimentos arrecadados durante o  1º Curso de Educação e Organização Financeira Familiar, promovido nos dias 18 e 20 de novembro. Os alimentos serão destinados às entidades assistenciais de Maringá, moradores de rua e famílias em necessidade emergente.

Luiza Pupin agradeceu à equipe do Procon pela doação destacando a importância desse repasse de alimentos próximo às comemorações de natal. “Esses alimentos farão a diferença na ceia de natal de muitas famílias de Maringá e também das entidades assistenciais. Agradeço ao Procon por unir solidariedade e educação financeira em uma mesma atividade”.

O diretor do Procon, João Luiz Regiani, conversou com a presidente do Provopar sobre a ideia promover mais arrecadações nos próximos cursos de educação financeira. “Queremos arrecadar aquilo que as entidades assistenciais necessitam, por isso estaremos sempre em contato com o Provopar para saber qual é a necessidade de arrecadação, seja alimentos ou produtos de higiene”. 

Regiani também comentou sobre a grande adesão dos maringaenses no primeiro curso. “Devido o interesse da população em aprender a equilibrar o orçamento familiar, já estamos programando outro curso para o dia 6 de dezembro na Igreja Presbiteriana Renovada do Jardim Quebec (Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Maringá)

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Dicas de cuidados para o consumidor na `Black Friday`

Radar do ConsumidorA seguir algumas dicas dadas pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, a fim de precaver os consumidores de fraudes ou práticas abusivas na realização da BLACK FRIDAY, que ocorrerá amanhã (28)

1. Informe-se sobre a reputação da loja em que pretende comprar. Busque informações na Internet e com experiências de conhecidos. Alguns Procons, como o Procon de Maringá, possuem uma lista com sites a serem evitados pelo consumidor.

2. Cuidado com e-mails e sites fraudulentos. E-mails não solicitados podem conter anexos infectados e links que podem levar o consumidor a sites fraudulentos ou até mesmo instalar malwares no computador e dispositivos móveis. O recomendado é entrar no site oficial da loja por seu endereço online e não por meio de links duvidosos. Continue lendo

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Imobiliária não pode reter mais de 25% do valor do contrato

Radar do ConsumidorEm caso de distrato, a imobiliária pode reter de 10% a 25% do valor total do contrato. A decisão é do juiz substituto em segundo grau Wilson Safatle Faiad, do Tribunal de Justiça de Goiás, ao manter sentença de primeiro na ação de um consumidor que desistiu de comprar um imóvel.

O contrato de promessa de compra fechado com a imobiliária Brookfield Centro Oeste previa a retenção de 55% do valor pago pelo consumidor. Para o juiz, a quantia está acima do que o Superior Tribunal de Justiça entende como razoável em casos similares.

“O promissário comprador do imóvel tem o direito de rescindir o contrato, por sua simples iniciativa, hipótese que autoriza a retenção de parte do valor pago a título de despesas administrativas realizadas pela promitente vendedora, em porcentual variável entre 10 e 25% do valor pago”, ressaltou Safatle. A decisão foi monocrática.

O consumidor interpôs recurso adesivo buscando indenização por danos materiais devido à expedição de certidões negativas bem como os honorários advocatícios contratuais. No entanto, o magistrado indeferiu o pedido ao constatar que não havia prova suficiente que demonstrassem suas alegações. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO (Conjur).

*** Obviamente que o percentual variável de 10% a 25% deve ser dosado ou considerado de acordo com cada caso. Ou seja, cada caso concreto deve ser analisado (inclusive pelo Judiciário, se necessário) a fim de se constatar se há justificativas razoáveis para retenção de valores pelas imobiliárias em caso de desfazimento de contrato de compra e venda. Portanto, recomenda-se aos imobiliaristas muita cautela a fim de que o direito do consumidor não seja violado nestes casos e, via de consequência, para que a questão (eventual conflito com o consumidor) não venha a parar na Justiça para ser solucionado mediante arbitragem judicial de valor, tendo que muitas das vezes arcar com honorários advocatícios para isso.

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Brasil com o celular mais caro do mundo

Radar do Consumidor

João Luiz Agner Regiani

A telefonia móvel no brasil é realmente uma vergonha.

Não bastasse a má qualidade dos serviços prestados, que abarrota os Procons e o Poder Judiciário de reclamações e ações, ainda pagamos uma das tarifas mais caras do mundo.

O Poder Público federal na área das telecomunicações reflete a leniência e passividade deste, também, em relação a outras áreas essenciais à população (saúde, Justiça, segurança, etc). Enquanto isso, a sociedade vive um estado letárgico, sem ação, tendo inclusive convalidado, pelo voto, a continuidade das políticas federais pouco resolutivas (para não dizer outra coisa) na área da telefonia do país. Lamentável que as coisas sejam assim.

E a Anatel ? Cadê a Anatel ? Tomou doril.

Enquanto isso nós, pobres e mortais consumidores, ficamos aqui à mercê dos poderosos da telefonia, afinal governo federal para quê, né ?

Vejam aqui matéria sobre o assunto, muito elucidativa, “por sinal”

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Telefônicas são multadas em 4,5 mi pelo Procon de Maringá

Para lavar a alma dos consumidores indignados com a má qualidade dos serviços de telefonia

A matéria de capa do jornal O DIÁRIO de hoje destaca as multas impostas pelo Procon de Maringá em relação as operadoras Oi, Claro, Tim e Vivo. Vale a pena comprar a edição e ler a matéria.

ODIARIO

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`Black Friday`: riscos de fraudes ao consumidor

Black Friday do comércio eletrônico brasileiro tem, pela primeira vez, a expectativa de ultrapassar R$ 1 bilhão em vendas

A Black Friday se consolidou como a data mais importante para o comércio eletrônico no Brasil. Em 2014, a expectativa do setor é de que as vendas na sexta-feira, 28 de novembro, ultrapassem a marca de R$ 1 bilhão pela primeira vez.

Em 2012, os principais problemas dos consumidores foram sobre fraudes nas promoções e propaganda enganosa. Foi quando se popularizou a expressão “o dobro pela metade do preço”. Já em 2013, para apagar a imagem de “Black Fraude” e conquistar a confiança do consumidor as lojas virtuais aderiram ao código de ética da Black Friday com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara E-net). A iniciativa foi repetida em 2014 com a criação do selo “Black Friday Legal“. O selo aparece nos sites de empresas que se comprometeram publicamente a oferecer descontos de verdade e não maquiar preços durante a promoção.

A maior parte dos problemas relatados por consumidores em 2013 foi sobre sites fora do ar ou dificuldade para fechar uma compra, segundo o portal Reclame Aqui.

Para a edição de 2014, as empresas investem pesado em marketing e em infraestrutura de rede. A previsão do E-bit, empresa especializada em informações sobre o comércio eletrônico, é de que a Black Friday gere R$ 1,2 bilhão em vendas (Estadão)

*** A recomendação que se dá ao consumidor que vai adquirir produtos na `black friday` é preferencialmente efetuar comprar somente em `sites` conhecidos e que o consumidor já conheça positivamente com antecedência, pois certamente os golpistas já colocaram no ar os seus `sites` (leia-se: arapucas) pensando em lesar os consumidores no decorrer do evento. Portanto, recomenda-se muito cuidado ao consumidor na `black friday` deste ano em razão dos riscos de fraudes sempre presentes, a fim de que ela não se transforme numa `black fraude`.

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