Mês: maio 2015



Cartão de crédito: a grande armadilha ao consumidor

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Os juros do cartão de crédito chegaram aos absurdos 347% ao ano em abril, tornando, mais uma vez, o cartão de crédito o inimigo n° 1 do consumidor.

Quem insistir em utilizar o cartão de crédito se restringindo a pagar somente o valor mínimo mensal, certamente entrará em situação de inadimplência.

Portanto, em época de elevação de juros e risco de desemprego todo o cuidado é pouco com o endividamento e, especialmente, com os créditos fáceis e acessíveis que o sistema financeiro concede ao consumidor.

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Última chance para renegociar dívidas on-line

Quem quiser renegociar dívidas poderá fazer isso com mais facilidade até esse domingo (31). É que o Procon Paraná realiza um mutirão on-line de renegociação através da plataforma de solução de conflitos consumidor.gov.br.

A ideia, segundo a diretora do Procon-PR, Claudia Silvano, é conseguir atender todos os consumidores do estado, especialmente aqueles que residem em municípios onde não existem Procons. A negociação pela internet também auxilia aqueles consumidores em débito que não buscam o Procon ou o banco por se sentirem constrangidos. Continue lendo

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Anúncio de corte de 70 bi e o estelionato eleitoral

Hoje o governo federal anunciou o corte de 70 bilhões de reais do orçamento da união nos investimentos sociais.

Serão diretamente afetados, e até mesmo inviabilizados, programas sociais como: o Minha Casa, Minha Vida; FIES; diversos programas das já sofridas áreas da saúde e educação, dentre outros.

Além disso, na reunião realizada hoje com a imprensa, o governo federal ampliou a previsão de retração do PIB de 0,9% para 1,9%.

Como se vê o arroxo social será amplo. Sinônimo de diminuição do ritmo produtivo e de desemprego.

E nós, cidadãos, ficamos aqui com cara de tacho assistindo a catástrofe acontecer.

Daí fica na nossa cabeça aquela pergunta que não quer calar: diante da dimensão monstruosa dos ajustes que o governo federal vem realizando desde o início do ano, como a Presidenta Dilma teve a coragem e a desfaçatez de pintar na sua campanha à reeleição um Brasil colorido e lindinho como nas estórias da carochinha?

Fica no ar aquela sensação de estelionato sensorial e eleitoral.

Vejam o vídeo:

Pronunciamento da Presidenta Dilma

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Arroxo econômico muda o comportamento do consumidor

Com as medidas de arroxo econômico aplicadas pelo governo federal já é bastante perceptível  a mudança de comportamento do consumidor.

Menos compras, menos consumo e muito, mas muito mesmo, cautela.

O que muitos estão temendo neste momento econômico é pela perda de emprego.

Como explicar tamanho buraco negro na economia do país?

Resultado de muita incompetência e corrupção do governo Dilma (PT).

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Veja o que muda no cálculo da aposentadoria

Uma polêmica mudança na forma como as aposentadorias de milhares de brasileiros são calculadas entrará na pauta do Senado nesta segunda-feira e o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB), garante que as chances de que seja aprovada são grandes.
A proposta já passou pela Câmara dos Deputados e se chegar a ser implementada pode representar um custo de bilhões de reais para a Previdência Social.

O projeto cria uma alternativa para o chamado “fator previdenciário” – sistema de cálculo de aposentadorias aprovado em 1999 e que na maioria das vezes resulta em reduções nos proventos dos trabalhadores que se aposentam com menos de 65 anos, no caso dos homens, e 60 anos, no caso das mulheres.
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Aluna vítima de `bullying` será indenizada pelo colégio

Radar do Consumidor

“Situações como esta vem ocorrendo nas escolas pelo Brasil. Os pais devem estar atentos aos seus direitos”.  João Luiz Agner Regiani

A 3ª Vara Cível de Taguatinga condenou o Colégio Marista Champagnat de Taguatinga a indenizar, em danos morais e materiais, ex-aluna vítima de bullying. O colégio recorreu e a 1a Turma Cível do TJDFT deu parcial provimento ao recurso apenas para fixar prazo quanto ao custeio do tratamento psicológico imposto na sentença original. A decisão foi unânime.
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A autora conta que estudava na instituição ré desde 2005, e que, no início de 2011, passou a sofrer agressões físicas e verbais de colegas de classe, juntamente com uma colega, por ambas possuírem problemas visuais. Diz que buscou a coordenadora da escola, por diversas vezes, para intervir junto aos colegas, mas que ela sempre ignorava seus pedidos e colocava “panos quentes” na situação. Afirma que sua mãe, ao procurar a escola, recebeu o mesmo tratamento da coordenadora, que insistia tratar-se de brincadeiras entre alunos. Sem ver qualquer atitude do colégio para coibir os ataques que recebia, sua mãe optou por transferi-la de escola.
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A ré alega, em síntese, que a autora só fez uma reclamação sobre os fatos, em 25/8/2011. Diz que não houve omissão em face dessa reclamação, pois os alunos foram advertidos e posteriormente tiveram que assinar um termo de compromisso, juntamente com seus pais. Afirma, ainda, que não houve reincidência, nem qualquer notícia de que a autora estivesse com problemas psicológicos em virtude dos fatos.

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Ao analisar o caso, a julgadora originária registra que “no momento em que os pais entregam seus filhos menores aos cuidados da escola, esta assume a responsabilidade por sua integridade, seja ela física, psíquica ou emocional, face ao dever de guarda e vigilância intrínseco à atividade educacional. (…) Assim, sendo a escola fornecedora de serviços, sua responsabilidade pelos danos causados ao consumidor-aluno é objetiva, em razão da teoria do risco da atividade, estampada no art. 14 do Código de Defesa do Consumidor. (…) Tratando-se de responsabilidade objetiva, não se exige, para fins de reparação, a comprovação da culpa do agente, mas é essencial a prova da existência do dano e a prova do defeito na prestação de serviço, ou seja, a violação do dever de guarda”.
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Para a magistrada, faltou à ré a sensibilidade de constatar que a autora não estava aceitando nem lidando bem com as alegadas brincadeiras, eis que documentos juntados aos autos demonstram evidente queda em seu rendimento escolar, o que deveria ter sido verificado pela escola. “O caso estampado nos autos revela uma clara situação de bullying, que demanda uma atitude proativa da escola, tanto na sua prevenção, quanto na sua repressão, o que não se verificou na prática”, acrescentou.
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A juíza destaca que o colégio até tomou medidas na tentativa de contornar a situação, contudo, tais providências foram inócuas para solucionar o problema, tendo em vista que vários pais não assinaram o termo de compromisso apontado pela defesa, e que as agressões dos alunos se perpetuaram ao longo do ano letivo.
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Assim, entendendo que “a reação da escola foi ‘tímida’, ou seja, “insuficiente ou desproporcional” ante os fatos apresentados, e que esta falhou ao não conseguir promover a integração social da autora dentro daquele ambiente escolar, a juíza: a) declarou a rescisão do contrato firmado entre autora e ré, retroagindo à data de 29/9/2011; b) condenou a ré ao pagamento da reparação pelos danos morais, no valor de R$ 15 mil; c) condenou a ré a ressarcir as despesas tidas com consulta médica e tratamento psicológico, no valor de R$ 1.190,00, e com material escolar, no valor de R$ 70,00; e d) condenou a ré a custear o tratamento psicológico da autora até o término de sua convalescença.
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Em sede recursal, a Turma fixou como condenação do custeio do tratamento psicológico da autora o pagamento de sessões semanais durante o período de um ano, com profissional indicado pela autora. No mais, manteve inalterada a sentença. — Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
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Preço da cesta básica sobe em 17 de 18 capitais em abril

O preço do tomate aumentou em 17 capitais em abril (Reprodução/EPTV)

Maiores altas foram registradas em Campo Grande (6,05%) e Rio (4,51%).

Em abril, maior custo da cesta foi apurado em São Paulo: R$ 387,05.

Preço da cesta básica sobe em 17 de 18 capitais em abril
08/05/2015

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A cesta básica de alimentos registrou alta em abril em 17 das 18 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza o levantamento.

Segundo os números divulgados nesta quinta-feira (7), as maiores elevações ocorreram em Campo Grande (6,05%), Rio de Janeiro (4,51%), Natal (3,98%) e João Pessoa (3,98%). A única queda foi registrada em Manaus (-1,73%).

Em abril, o maior custo da cesta foi apurado em São Paulo (R$ 387,05), seguido de Vitória (R$ 376,46) e Rio de Janeiro (R$ 374,85). As cestas com menores valores médios foram encontradas em Aracaju (R$ 281,61), João Pessoa (R$ 299,90) e Natal (R$ 300,73). Continue lendo

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Para todas as Mães

Radar do ConsumidorHoje data especial do DIA DAS MÃES.

Meus parabéns e desejos de muitas felicidades, Paz e Amor.

Mulheres guerreiras, trabalhadoras e que impulsionam a sociedade para um caminho de maior amor e sensibilidade.

Agradecemos tudo o que fazem por nós, homens, que muitas das vezes não reconhecemos em vocês o grande presente que Deus deu ao mundo.

Em especial meus agradecimentos à minha querida mãe Therezinha e esposa Jacqueline que me proporcionou a grande felicidade de ser pai.

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Dia das Mães: dicas para presentear bem

O Dia das Mães está chegando e tão importante quanto acertar no presente, é sair às compras já com uma definição do que adquirir. Isso tornará mais fácil comparar preço, qualidade e praticidade do produto. Evitar as compras por impulso e pesquisar são atitudes prudentes para não gastar mais do que seu orçamento comporta. Confira algumas dicas do Procon-SP: Continue lendo

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Novo salário mínimo do Paraná entre 1.032,02 e 1.192,45

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O novo salário mínimo regional do Paraná terá um reajuste de 8,8% em 2015, informou o governo do estado nesta quinta-feira (30). O piso regional serve para regulamentar os salários de cerca de 1 milhão de trabalhadores de categorias profissionais sem convenção ou acordo coletivo. O aumento vale a partir desta sexta-feira (1), Dia do Trabalho.

Com o reajuste deste ano, as quatro faixas salariais que definem o piso de diferentes ocupações irão variar entre R$ 1.032,02 e R$ 1.192,45. Os pisos intermediários serão de R$ 1.070,33 e R$ 1.111,04.

A fórmula para calcular o valor de reajuste leva em conta a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no acumulado até dezembro e o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2013. Com o aumento, o mínimo paranaense continua sendo o maior do Brasil, comparativamente aos outros estados que também possuem esse tipo de balizamento. — Gazeta do Povo.

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