Como fica o cidadão com a gasolina a R$ 4 reais?

Logo logo teremos a gasolina a R$ 4 reais e no reboque virão aumentos no etanol e diesel.

O reflexo disso sobre as despesas domésticas serão acachapantes e lastimáveis.

É uma covardia o que o governo federal está fazendo com o povo. Está repassando para a população, e especialmente aos trabalhadores e empresários, o pagamento da conta da roubalheira na Petrobrás.

Enquanto o petróleo vem sendo cotado e comercializado a menos de 30 dólares o baril no mundo, aqui no Brasil, em razão dos desequilíbrios financeiros causado pela roubalheira na Petrobras, os combustíveis não param de subir.

Assim também está a ocorrer com a energia elétrica, que serviu, inclusive, de argumento eleitoral, quanto a sua redução de tarifa anteriormente às eleições presidenciais, pela presidenta Dilma, o que depois da sua eleição degringolou, com mais de 50% de reajustes sucessivos ocasionados pelo “represamento” irresponsável de preço pelo governo federal.

Cortar ou readequar ministérios, despesas com cartões corporativos milionários e cargos comissionados federais (em torno de 350 mil) nem pensar, né?

5 comentários sobre “Como fica o cidadão com a gasolina a R$ 4 reais?

  1. Neri José Rosario da Cruz. 18 de janeiro de 2016 10:28

    Todos os governos estão fazendo na contra mão, quanto mais almenta a gasolina mais diminui o consumo e quando abaixa mais aumenta o consumo, quanto mais aumenta impostos para veiculos menos vende, quanto mais aumenta o produto nas pratileira do supermercado menos vende então quem é culpado pelo aumeto do desemprego, são todos os governantes, só em maringá já fechou muitos postos de gasolina o povo estão evitando tirar o carro da garagem, ai eu pergunto quem vai pagar a conta vai ser os mais ricos porque o pobre vai ficar mais pobre eo rico vai se virar como pode. ou os governantes do nosso país seja mais inteligente e pare de arrochar o pobre.

  2. Roberto 18 de janeiro de 2016 21:58

    João Luiz, muito interessante o ultimo parágrafo do seu texto. Sabe por que? Porque você foi cargo comissionado da Prefeitura até muito recentemente. Parecia que achava legal e normal, pois o aceitou. Este é um dos problemas do povo brasileiro, faça o que falo mas não o que faço!! Bem seletivo seu raciocínio. A Prefeitura poderia ter nomeado funcionário de carreira, por exemplo, ao invés de você ou do Hossokawa, que está agora. Concorda? Por que para você pode ter CC na prefeitura (governo municipal)as não pode nos governos estaduais ou ko federal ( que aliás foi o criticado em seu texto). Só existe problema no governo federal? O Beto Richa tá vendendo saúde financeira, por acaso? Ou dele é proibido falar aqui no Diário?

    Abs

    Saudações democráticas

    • João Luiz Regiani 19 de janeiro de 2016 9:32

      Roberto, ocupei, sim, cargo comissionado na administração municipal como Diretor do Procon de Maringá, cujo cargo na administração municipal tem configuração e enquadramento de cargo de “secretário municipal”. Não sei se sabias disso. Sabias que todos os cargos de secretários municipais, estaduais ou de ministros da União são de livre nomeação do Chefe do Poder Executivo destas esferas. E sabes por quais motivos? Porque se tratam de cargos da confiança direta do prefeito, governador ou presidente, conforme o caso. O que critiquei e critico em relação aos 350 mil cargos comissionados criados pelo governo federal é o excesso destes e não fato de existirem ministros de estado nomeados pela presidente, similar ao que foi o meu caso como secretário municipal. Na era Lula eram em torno de 130 mil CCs e na era Dilma passou para 350 mil CCs. “Pouquinho” né?

      Quanto a excessos em cargos comissionados, seja na administração municipal ou estadual também não concordo com eles e jamais os defenderia aqui ou em qualquer lugar.

      Quanto ao que você hipotetiza sobre a nomeação dum cargo de carreira para ter ocupado o cargo de secretário municipal que ocupei no Procon, me desculpe, sem menosprezo a quem quer que seja, mas no meu caso específico tenho currículo e qualificação técnica na área consumerista e da advocacia que me habilita a preencher o cargo de gestão do órgão municipal de defesa do consumidor não somente de Maringá, mas de qualquer cidade do país. Prova disso, foi o fato de que quando deixei o Procon de Maringá ao final de 2014, saí da administração municipal com alto índice de aprovação em relação ao trabalho que realizei frente ao órgão consumerista.

      Agora, voltando ao governo federal, a questão não se resume a falta de “corte na carne” em relação aos comissionados. E os gastos faraônicos que o governo federal supostamente socialista da Dilma vai continuar moendo? E os 39 ministérios (isso mesmo, 39) que continuarão sugando o dinheiro do contribuinte? Sobre isso você não falou.

      E Mais, e a gastança com as caravanas que a Dilma leva para o exterior quando viaja, hospedando-se em hotéis luxuosíssimos? Somente na última viagem para a Europa a suposta socialista levou em torno de 900 (novecentas!!!!) pessoas na caravana paga pelo esfolado contribuinte brasileiro.

      Você sabia que no último mandato do Lula a arrecadação tributária da União foi de 1,3 trilhão de reais e ano passado a presidenta socialista conseguiu arrancar quase 2 trilhões do contribuinte brasileiro? Para colocar aonde? Em saúde? Educação? Segurança?….Estas áreas, pelo esfolamento tributário no país, tinham que estar brilhando, lustrosas, mas o que vemos? Verdadeiros bolsões de caos sociais nas cidades e no campo, estradas federais em frangalhos e um modelo de retenção de tributos nas mãos do governo federal que torna os estados reféns da administração central do país sem receber de volta o que é arrecadado nas unidades da federação.

      Pior, a presidenta ainda afirmou esta semana que precisa arrecadar mais, arrancar mais do trabalhador, do empresariado, de quem leva este país nas costas.

      Sabias que o PIB mundial em 2016, mesmo com o mundo em recessão, tem previsão de crescimento de 3,5% ao passo que o PIB no país da suposta Pátria Educadora tem previsão, do próprio governo federal, para encolher 3,5%, bem como de sumire mais 1 milhão de postos de trabalho, além daquele mais de 1 milhão de postos de trabalho já fechados em 2015?

      Somente por esta meia dúzia de apontamentos que fiz dá para se ver que quem defende este governo federal que quebrou o país não pode falar um `piu` da saúde financeira do Paraná, que mesmo afetada pela derrocada da economia nacional, se comparada com a “saúde financeira da União” está dando de 10 a 0, com direito a gol de bicicleta.

      • Roberto 20 de janeiro de 2016 4:05

        José Luiz

        Grato pelo espaço democrático

        Pelos seus esclarecimentos, parece que o Brasil está muito mal. Estatística é bem interessante pois serve para justificar nosso ponto de vista. Vamos dividir então o país em antes PT e com PT, blz?
        Salário mínimo:
        2002: R$ 200,00 U$ 4,00 = U$ 50,00
        2016: R$ 880,00 U$ 4,00 = U$ 220,00

        Inflação anualizada:
        2002: 14% a.a
        2015: 10% a.a

        Desemprego:
        2002: 21%
        2015: 9%

        Taxa SELIC:
        2002: 45% a.a.
        2015: 13% a.a.

        Faça vc mesmo levantamento da relevância do Brasil antes e depois, bem como o tamanho de nossa economia. Que o Brasil tem muitos problemas para resolver, ninguém tem dúvidas. Agora querer comparar o Brasil de FHC com o Brasil de Lula e Dilma somente com muita retórica e boa dose de cara de pai.

        Saudações democráticas

        Roberto

        • João Luiz Regiani 20 de janeiro de 2016 8:50

          Roberto, o espaço aqui é aberto e democrático, discutindo-se apenas opiniões. Concordo com você que o Brasil avançou, mas a custo do maior enriquecimento que o sistema financeiro jamais viu “na história deste país” e, diga-se, muita roubalheira feita por gente do PT cujo partido figurava como o paladino da moralidade e verdade. Hoje vivemos diversas crises: econômica, política, moral (principalmente do governo central), de credibilidade na economia do país, dentre outras. Por estas e outras a rotatividade no poder é salutar e isso não foi possível nas eleições presidenciais passadas graças a um verdeiro estelionato eleitoral passado pelo PT no eleitor brasileiro, onde que quem acusava que se o adversário (Aécio) fosse eleito aconteceria tudo o que depois veio acontecer após (Dilma) ganhar as eleições.

          Em contrapartida aos avanços dos anos anteriores a 2015 a que você se refere, o “golpe” sentido na economia por conta da préssima gestão econômica do país pela Dilma está fezendo com que referidos avanços virem fumaça e ninguém saiba aonde isso vai parar, talvez, até, em situação muito pior do que ao período anterior ao primeiro mandato de Lular.

          E veja o que está sendo dissolvido pela má gestão econômica de Dilma/PT não é algo que pertence a eles, como se percebe muitas vezes os petistas se apropriarem indevidamente, mas, sim, pertence, ou pertencia, ao povo brasileiro, uma vez que tais avanços haviam resultado do esforço conjunto da “sociedade brasileira”.

          Portanto, caro amigo, antes de se arvorar em fazer comparativos olhando para trás do tipo “antes e depois” olhe para frente, pois o buraco que a frente nos espera pode ser tanto maior quanto era que aquele que nos encontrávamos antes dos vermelhos chegarem ao poder. Saudações nacionalistas.

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