Mês: abril 2016



Acabei de sofrer um GOLPE

Acabei de voltar do supermercado. Sofri um duro golpe. O bolso está doendo até 2018!

Pobre do povo brasileiro que foi e está sendo golpeado de todas as formas.

Golpe eleitoral para eleger a Dilma – de modo estelionatário – com dinheiro público da Petrobras e falseando a realidade econômica do país, golpe na economia com as “pedaladas fiscais”, golpe no emprego com mais de 11 milhões de brasileiros desempregados e golpe de imoralidade da esquerda caviar que acha que o povo ainda é trouxa e tripudia todos os dias sobre a sua inteligência.

Depois, golpistas são os mais de 65% do povo que querem o `impeachment”.

Me engana que eu gosto.

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Cheque especial de 300% endivida ainda mais o consumidor

Vejam o absurdo com que nos deparamos neste momento de crise econômica resultante do desgoverno federal.

O cheque especial bateu na casa de 300% ao ano (!!!) dificultando o acesso saudável do consumidor-correntista bancário ao crédito.

Assim, em outras palavras, a política estabelecida pelo desgoverno federal, sob a batuta do Banco Central, está a determinar que os consumidores, endividados em virtude da política econômica maléfica criada pelo governo federal, a qual consistiu em fazer estes crerem – falsamente – se encontrarem em situação de ascenssão social mediante obtenção de crédito fácil endividador, sejam agora submetidos a escorchantes e descabidos juros anuais de 300%, como modo de lhes impedir acesso a meios financeiros para, ao menos, amenizar os impactos danosos que referido endividamento está a causar às suas finanças domésticas.

Indisfarçavelmente, o mesmo governo federal que promoveu políticas econômicas que endividaram excessivamente os consumidores, agora está, literalmente, a lhes “amar as mãos”, de modo a criar “barreira financeira” que lhes impede acessar os meios necessários para amenizar as suas falências econômicas, ocasionadas pelo próprio governo federal.

Quem sai ganhando com esta situação são somente os bancos (que nunca ganharam tanto “na história deste país” como na era PT). Ou seja, os bancos ganharam na época das “vacas gordas”, efetuando frenéticos empréstimos bancários aos consumidores-correntistas e ganharam muitíssissississimo (!!), e estarão ganhando ainda mais, agora, com a miséria financeira dos consumidores. Os bancos são mais ou menos como as funerárias que sempre ganham quando alguém morre.

Uma vergonha nacional deslavada.

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Cuidado do consumidor na tomada de crédito

Jovem fazendo contas

Consumidores: aumentou o número dos que têm planos de financiar um imóvel, de 33% para 43%

A maioria dos consumidores brasileiros está cautelosa com operações que podem resultar em endividamento, revela pesquisa divulgada hoje (14) pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), feita em conjunto com a TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado.

O levantamento, o quinto do gênero, reúne informações coletadas em entrevistas com mil pessoas com idade entre 18 e 65 anos, de todas as regiões do país, no período de 18 a 22 de março.

Mais da metade dos entrevistados, 52%, são mulheres e 48%, homens. Na sondagem, 82% das pessoas ouvidas disseram que não pretendem tomar crédito e 18% que têm intenção de contrair algum tipo de financiamento. Continue lendo

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Faixa de pedestres em 3D

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Como uma forma inusitada de deixar o trânsito mais seguro, o governo indiano quer pintar faixas de pedestres com efeito de terceira dimensão (3D) nas principais rodovias e estradas do país. O anúncio foi feito por Nitin Gadkari, ministro dos Transportes da Índia, por meio de seu perfil do Twitter na terça-feira (26).

A ilusão de ótica seria, segundo o ministro, para incentivar os motoristas a pararem assim que virem as faixas “flutuantes”. A ideia teria surgido depois de, no início de abril, o país ter removido todas as lombadas das ruas, porque elas seriam um risco para condutores em alta velocidade.

As cidades indianas Ahmedabad e Chennai já começaram a experimentar a técnica. No começo do ano, uma dupla de artistas pintou as faixas em 3D, o que teria sido testado “com sucesso”, segundo o site “Mashable”. No entanto, essa não é a primeira vez que a medida é utilizada. Na cidade norte-americana Filadélfia esse tipo de faixa de pedestre já havia sido usada para conscientizar os motoristas, e os chineses também já adotaram a mesma estratégia. — Fonte: IG.

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Consumidores, fujam do crédito!

Radar do ConsumidorSe há uma orientação que eu posso dar aos amigos do blog neste momento é a de – literalmente – fugir de tudo que represente acesso ao crédito, como: utilização do limite do cheque especial, cartão de crédito, empréstimos pessoais, dentre outros.

A não ser que seja para casos de vida ou morte do tipo, saúde, alimentação e demais necessidades básicas da vida que não possam ser prorrogadas.

Os juros estão nas alturas, podendo chegar, no caso dos cartões de crédito em mais de 400% ao ano e no caso dos limites dos cheques especiais em mais de 200% ao ano.

Aliando a isso, não podemos esquecer que em torno de 65% dos consumidores já se encontram endividados ou inadimples, o que agrava ainda mais a situação, tornando ainda mais desaconselhável a ampliação do endividamento.

Este endividamento é resultado da facilitação de acesso ao crédito proporcionado pela política econômica promovida pelo governo federal, o qual se utilizou maldosamente deste (endividamento) para atribuir sucesso a política econômica do governo e dar a sensação de que as classes sociais mais baixas estavam a acessar bens da vida que “nunca antes na história deste país” haviam conseguido.

Ou seja, o “golpe” (palavra da moda) se constituiu no fato do governo federal se auto promover “com o pescoço” do próprio consumidor, endividando-o além do limite a fim de lhe dar sensação artificial de ascensão social.

Agora, fazer o que? O jeito, mesmo, é corrermos o quanto pudermos do crédito.

Fica a dica.

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Confiança do consumidor cai

O nível da confiança do consumidor atingiu o nível mais baixo desde 2005, quando a nova série foi criada pela Fundação Getúlio Vargas  (FGV). Atingiu 64,4 pontos.

Reflexo da falta de confiança na economia, cenário futuro, alto endividamento das famílias, dentre outros aspectos que geram pessimismo no consumidor.

No conjunto de sensações negativas, a percepção das pessoas em relação ao corte, pelo governo federal, de mais de 40 bilhões de reais em programas sociais, como Pronatec, Fies, Casa Melhor é Bolsa Família (este sofreu perdas em razão de não ter sido reajustado pelo índice inflacionário), submetem as pessoas a sensação de temor em relação ao futuro e incertezas em relação à manutenção do emprego e da renda familiar.

Ao contrário do alguns dizem, não há nada o que temer num eventual governo Temer. A desgraça já foi instalada no governo do PT mesmo.

Como diria o Tiririca,  pior do que está não fica, e se ficar será por necessidade de recuperar o estrago feito pelo governo Dilma/PT.

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Nova sub-titulação: Consumidor & Cidadania

Radar do Consumidor“A prática nos mostrou com o passar do tempo, que diversos outros assuntos conexos/relacionados com os direitos dos consumidores e as relações de consumo eram de importância serem aqui também tratados”.

Os amigos do blog podem perceber que a partir de hoje a sub-denominação do blog foi alterada no cabeçalho deste, acima disposto.

Era “Radar do Consumidor”, e passou, a partir de hoje, para “Consumidor & Cidadania”. Explico a razão.

Inicialmente a idéia era tornar o blog um espaço aglutinador (radar) de notícias, informações e de análises relacionadas aos direitos dos consumidores e aos diversos aspectos que envolvem as relações de consumo.

No entanto, a prática nos mostrou com o passar do tempo, que diversos outros assuntos conexos/relacionados com os direitos dos consumidores e das relações de consumo eram de importância serem aqui também tratados. Como exemplo, finanças pessoais e domésticas, endividamento, aspectos relacionados às  vulnerabilidades humanas que ocorrem em razão da negação de cobertura dos planos se saúde, dentre diversos outros assuntos que transbordam à área específica do Direito do Consumidor e que tocam em aspectos relacionados aos Direitos Fundamentais e de Cidadania da pessoa humana.

Assim, mostrou-se mais adequado, a fim de melhor enquadrar a temática do blog, a alteração da sua sub-titulação para Consumidor & Cidadania (vide cabeçalho do blog), como a partir de hoje passará a vigorar.

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Abertura e fechamento de contas bancárias pela internet

O Conselho Monetário Nacional (CMN) editou nova regulamentação que possibilita aos consumidores abrirem e fecharem contas correntes e de poupança por meio remoto (internet), sem a necessidade da presença física do cliente bancário na respectiva agência.

A utilização destas funcionalidades, pelos bancos, fica condicionada a que as instituições criem mecanismos que garantam segurança, confidencialidade, autenticidade e integridade das informações e documentos eletrônicos exigidos.

A idéia é boa, mas os custos certamente não serão baixos para que as medidas estruturais necessárias sejam adotadas e como se sabe os bancos não dão ponta sem nó. Não assumem qualquer ônus sem repassar os respectivos custos aos clientes.

Portanto, amigos consumidores, tenham certo que nós é que pagaremos esta conta.

 

Bancos
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Regulamentação do Marco Civil da Internet

Crise política afeta regulamentação do Marco Civil da Internet

V

Dois anos após ser sancionada, ‘Constituição da internet brasileira’ ainda aguarda regulamentação; instabilidade política no Congresso e em ministérios pode atrasar finalização do decreto, enquanto CPI debate leis que abrem espaço para retrocessos 

A instabilidade política no País preocupa os envolvidos no debate sobre o Marco Civil da Internet (MCI). Após sua sanção completar dois anos no último sábado, a ‘Constituição da internet brasileira’ ainda não foi regulamentada.

Com tempos nebulosos em Brasília, entre a discussão sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff e substituições nos Ministérios da Justiça e da Casa Civil, há receio de que o assunto caia no limbo. — Estadão

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