Mês: abril 2017



O DataFolha e a água no chopp dos lulopetistas

Nova pesquisa DataFolha, sobre a qual sempre paira  algum “q” de parcialidade vermelha, aponta que em todos os cenários propostos o ex-presidente Lula aparece como virtual primeiro colocado na corrida eleitoral para as eleições de 2018, com viés de ampliação da sua liderança que hoje medeia a 30% de preferência do eleitorado.

A surpresa da pesquisa ficou por conta de Bolsonaro  que “pulou” para a segunda posição, “saltando” de 8% para 15% nos diversos cenários experimentados e  em relação a última pesquisa.

Os números da pesquisa deixaram os lulopetistas mais assanhados que cachorro em festa de igreja, no entanto a mesma pesquisa jogou “água no chopp” dos lulistas diante do altíssimo índice de rejeição do ex-presidente, que, conjuntamente com Aécio, bateu na casa dos 45% de rejeição, que é justamente o índice que mede o porcentual do eleitorado que jamais votará em Lula.

A experiência prática e matemática aponta que candidatos com índices de rejeição superiores a 37% invariavelmente não obtém vitórias eleitorais na disputa por cargos majoritários em dois turnos; eis aí a água que se joga no chopp dos lulopetistas, uma vez que o porcentual de rejeição ao ex-presidente supera significativamente esta marca, podendo inclusive aumentar após eventual delação premiada de Pallocci, o qual provavelmente jogará ainda mais luz sobre a participação de Lula nos esquemas de corrupção investigados pela Lava Jato.

Os lulopetistas fazem ares de triunfo, mas sabem que na verdade chopp aguado só serve para apagar fogo de palha.

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Commodities de exportação seguem em baixa

No que depender dos preços internacionais, o cenário para as margens das exportações agrícolas nos principais mercados nos quais o Brasil é líder mundial ganhou contornos mais sombrios em abril.

Na bolsa de Chicago, a soja, carro-chefe do agronegócio nacional, voltou a perder sustentação, e o mesmo aconteceu com açúcar, café e suco de laranja na bolsa de Nova York. (Valor Econômico).

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Quem está por trás da “suposta” greve geral?

A questão de fundo da suposta greve geral de hoje é nitidamente muito mais política do que social, diversamente do que apregoam as centrais e sindicatos que a convocaram.

A questão social é apenas a fumaça utilizada pelos ideólogos comunistas e inocentes úteis para estes (ou não tão inocentes assim), visando induzir a adesão dos incautos ao movimento, político, diga-se.

As perguntas que grande parte da população está a se fazer neste instante em relação às centrais sindicais e sindicatos organizadores da suposta greve geral de hoje são as seguintes:

• Onde estavam as mesmas centrais e sindicatos quando o PT, o senhor Lula e a  senhora Dilma desmontavam o país e “construíam as bases” que hoje nos fez atingir a mais de 14 milhões de desempregados?

• Onde eles estavam quando a senhora Dilma cortou em 2015 mais de R$ 10 bilhões da educação e mais de R$ 20 bilhões da saúde, após mentir na sua campanha eleitoral sobre a real situação econômica do Brasil e, por isso, obteve sua reeleição?

• Onde eles estavam quando a senhora Dilma apresentou um projeto de lei para controlar e cabrestear a mídia e que só não foi levado adiante em razão do avanço da Lava Jato e estar ter colocado fim, ao menos por ora, à festinha com o dinheiro público?

• Falando em Lava Jato, estas mesmas centrais sindicais e sindicatos onde estavam e estão atualmente que não fazem sequer uma manifestaçãozinha para defender a Lava Jato, que é justamente a operação que está ajudando a colocar o país a limpo??

Grande parte da população está a questionar o papel desta manifestação e dos seus organizadores justamente porque não conseguem encontrar respostas mínimas a estas e tantas outras indagações que estão passando neste momento no imaginário daqueles que realmente querem o bem do Brasil.

Se percebe que quem está por trás dos esparsos manifestos de hoje são os mesmos que se calaram e fizeram vistas grossas aos excluídos durante os 13 anos em que se aperfeiçoou o maior esquema de corrupção do país. Eis aí a principal razão que leva à falta de credibilidade do movimento de hoje.

Utilizo a expressão se “aperfeiçoou” porque sabemos que a corrupção sempre existiu no país, não foi criada agora, mas foi aperfeiçoada,?”potencializada” e elevada ao seu grau de “excelência” justamente nos 13 anos de gestão federal do PT, PSOL, PCdeB e demais partidos de esquerda e ligados ao comunismo, como este o faz por onde passa (p.ex: Venezuela).

Portanto, está muito claro o que estas centrais e sindicatos organizadores pretendem ao final: falar nas manisfestações contra as reformas, o que é legítimo, mas tendo como objetivo final de tudo entoarem “fora Termer”, para depois dizerem “volta Lula!”. E o pior, para dizerem volta Lula com toda a sua agenda anti-família, abortista e anti-cristã.

Pior mesmo de tudo e preocupante, é vermos a CNBB, alguns padres católicos e pastores evangélicos, bem como leigos que se dizem cristãos  caindo como “patinhos na lagoa” no conto dos inimigos das igrejas e dos princípios cristãos.

O Livro Sagrado (Bíblia) nos alerta: “não vos assenteis na mesa com os soberbos e promíscuos”, ou seja não partilheis dos “projetos” e da mesa com aqueles que não seguem os ditames sagrados. Esta exortação devia servir de sinal de alerta para a CNBB (leia-se Igreja Católica) e demais denominações cristãs não se colocarem ao lado e ombro a ombro com aqueles que num momento seguinte, se constituirão (em que pese na verdade já se constituirem) em verdadeiros inimigos dos princípios cristãos da família, defesa ampla da vida e amor deixados por Cristo.

Enquanto as lideranças das igrejas cristãs  continuarem fazendo papel de verdadeiros  militantes políticos e partidário estas (igrejas) continuarão sendo um excelente “instrumento de trabalho” para os lobos disfarçados de cordeiros.

Quem tem ouvidos para ouvir que ouça.

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E o triplex está caindo (ou já caiu)

Existe um provérbio popular, muito utilizado em situações em que a pessoa está em vias de se complicar com algo ou alguém, o popular “a casa está caindo”.

No que se refere a última semana, impossível deixar de registrar que os últimos depoimentos de Marcelo Odebrecht e demais executivos da empreiteira Odebrecht, de modo harmônico e recheados de provas materiais, complicaram sobremaneira as vidas do Lula e da Dilma, e arrematados pela delação de Léo Pinheiro da OAS, enriqueceram ainda mais o vasto arcabouço de provas sobre os crimes praticados pela referida dupla.

Dentre as provas trazidas pelos réus confessos, várias dão conta de que o casal Lula e Marisa Letícia realmente são os donos ocultos do triplex de Atibaia, de que os pagamentos das pseudos palestras – supostamente proferidas pelo Lula – nada mais se trataram do que meio para pagar propinas e esquentar dinheiro na declaração de rendas deste cidadão, pagamentos de propinas no exterior ao Lula por intermediações de financiamentos de obras pelo BNDES comumente em ditaduras alinhadas à esquerda comunista brasileira (PT, PSOL, PCdoB e raia miúda vermelha), dentre diversos outros crimes que, por justiça, deverão levar o barbudo para a cadeia.

Estas implicações também estão convergindo para a comprovação da participação direta de António Palocci, braço direito de Lula, no propinoduto criado meticulosamente por este, do que está a resultar a consistente possibilidade do Palocci realizar acordo de delação premiada e, assim, complicar de vez a vida do seu mentor (Lula).

Simbologicamente eu diria, parafraseando o dito popular a que me referi no início do texto, que o “triplex está caindo” sobre o bolivariano Lula. Na verdade o dito cujo triplex já caiu.

Mas esperem, ainda haverá gente para dizer que tudo isso, e as múltiplas provas, são coisas dos fascistas da Lava Jato, invencionices da grande mídia patrocinada pelo governo americano, coisa dos coxinhas, dentre outras justificações ideológicas e que contam com a insanidade popular, visando, com isso, dar ares de que inexistem os crimes praticados por Lula, Dilma e curriola bela.

Me enganem que eu gosto.

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Reforma constituinte?

Ganha certa força em Brasília as discussões sobre uma nova constituinte, o que aparentemente soaria interessante e necessário sob diversos aspectos.

No entanto, ao nos depararmos com os reais motivos da discussão sobre este tema, tem-se que o que vem suscitando, como único motivo, tal assunto nas rodas políticas, é o objetivo de realizar reforma política para validar constitucionalmente um modelo que venha a esconder do eleitor os políticos acusados ou processados pelas diversas operações investigativas em andamento, como é caso da idéia do voto em listas fechadas.

Que o cidadão brasileiro fique muito atento para, por mais uma vez, não ser ludibriado mediante a cortina de fumaça da necessidade da revisão da Constituição.

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Brasil em crise e no Paraná mais R$ 121 milhões em investimentos

Governador Beto Richa recebendo o balanço do BRDE de 2016 das mãos dos Diretores do banco João Luiz Agner Regiani e Orlando Pessuti

A agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta quarta-feira (12), em solenidade com o governador Beto Richa, contratos de financiamento no valor de R$ 121,5 milhões com empresas e instituições dos setores de transporte, saúde e educação, distribuidora de livros, cooperativas e produtores rurais.

“O Banco tem sido um dos pilares do desenvolvimento do Estado, é um orgulho do Paraná, porque consegue fortalecer a economia, mesmo em um momento de crise nacional, e prover a necessidade do setor produtivo do Estado”, afirmou o governador.

Na solenidade, Richa também recebeu dos diretores do BRDE, Orlando Pessuti e João Luiz Regiani, o balanço de 2016 do banco, que aponta investimentos de mais de R$ 3 bilhões na Região Sul, dos quais R$ 1,160 bilhão no Paraná. Além disso, foi comemorada a entrega de R$ 60,6 milhões aos associados da Cooperativa Sicredi Campos Gerais, em 20 anos de parceria.

O papel do BRDE no desenvolvimento do Estado foi o destaque do pronunciamento do governador. “O BRDE contribui com o crescimento de muitos setores, como o agronegócio, educacional, de saúde. É importante essa capacidade do nosso banco de fomentar o crescimento econômico do Paraná, beneficiando as mais diversas áreas da economia”, afirmou.

Ele lembrou que o banco foi capitalizado em seu governo, com um aporte de R$ 200 milhões, que alavanca em sete vezes a capacidade de financiamento da instituição. “Conseguimos resgatar a confiança do empresariado e o Paraná voltou a ser uma terra promissora. Quem trabalha e produz riquezas e empregos merece nosso apoio”, completou (Agência de Notícias do Paraná).

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Cartão de crédito: Caixa reduz o juro do rotativo

A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou a redução das taxas de juros do rotativo do cartão de crédito em até 7,7 pontos percentuais, a depender da modalidade. De acordo com o banco, as taxas — que iam de 11,15% a 17,12% ao mês — agora variam entre 8% e 11% ao mês. Continue lendo

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BRDE financia os empreendedores da região Sul

Em entrevista concedida ao Paraná Portal o Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento da Região Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, falou sobre as diversas áreas atendidas pela instituição financeira de desenvolvimento, com especial ênfase ao financiamento do agronegócio, indústria, comércio, área de serviços, inovação e projetos socioambientais.

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BRDE preside comissão na ABDE

O Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE), João Luiz Agner Regiani, presidiu hoje no Rio de Janeiro (RJ) reunião da Comissão de Assuntos Operacionais de Crédito da qual é presidente na Associação Brasileira dos Bancos de Desenvolvimento (ABDE). O evento contou  com a presença de Marco Antonio de Araujo Lima, secretario-executivo da ABDE e de Thiago Tosatto, Superintendente de Controle e Crédito do BRDE.

Na pauta da reunião foram discutidos assuntos de importância para as diversas instituições financeiras de desenvolvimento que participaram da reunião. Temas como: garantias por meio de recebíveis, portal de crédito MPE e FAMPE, expectativas e tendências do Plano Safra 2017/2018, cartão BNDES compartilhado, dentre outros temas relevantes.

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BRDE: R$ 1,55 bilhão em investimentos no Paraná em 2016

João Luiz Agner Regiani, diretor de Operações do BRDE (foto: O Diário)

As operações contratadas no ano passado no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), somadas aos recursos dos empreendedores, viabilizaram R$ 3,28 bilhões de investimentos em negócios, proporcionando a geração de 29 mil empregos.

O Paraná tem expressiva participação nesses números, representando 41,6% do total de aplicações do BRDE na Região Sul, o equivalente a uma carteira de R$ 5,66 bilhões do total de R$ 13 bilhões. Conforme a instituição, as operações contratadas nos últimos 5 anos contam, em média, com 10 anos de prazo total para pagamento.

Dos R$ 3,28 bilhões investidos no ano passado, R$ 1,55 bilhão foram destinados a empreendedores do Paraná. Em comparação com 2015, os financiamentos passaram de R$ 230,8 milhões para R$ 314,2 milhões em 2016. No Estado, o segmento mais forte em contratações é o agronegócio e, em seguida, o de comércio e serviços, que, inclusive, cresceu 37, 58% em relação ao ano anterior.

Com matriz em Maringá e mais sete unidades na região, a Ferrari Zagatto, atuante no ramo agrícola, buscou financiamento do BRDE em duas ocasiões. Conforme o sócio e diretor de relacionamento da empresa, Jair Ferrari, 58 anos, que atua na área há 40 anos, a unidade de Marialva, na região de Maringá, foi concluída em 2012, com 70% de recursos do banco. No ano passado, a empresa buscou novamente financiamento para investir na unidade de Japurá. “É um projeto de ampliação que vai tornar o local mais eficiente, já que a capacidade de armazenagem dos grãos era pequena. A aplicação vai beneficiar os produtores e também gerar economia, porque antes era preciso uma logística imensa para distribuir a produção para outros locais e, com o aumento da infraestrutura, o que for produzido poderá ficar armazenado ali mesmo”, explicou.

Neste primeiro trimestre de 2017, o banco teve uma grande demanda de financiamentos no Paraná, passando de R$ 156 milhões de contratações. O diretor de Operações da instituição, João Luiz Regiani, explica que o BRDE se diferencia das demais instituições financeiras porque tem como foco o empreendedor. “É uma missão do banco manter a oferta de crédito, mesmo em um cenário de dificuldades, para dar sustentação aos que investem, inovam, criam oportunidades de trabalho, sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores. É uma política pública que só existe porque o Estado acredita nela como uma maneira de levar desenvolvimento”.

Nos três Estados do Sul, em 2016, o setor de comércios e serviços atingiu 928 milhões (31%) em financiamentos, em seguida vem a agropecuária com 819 milhões (27%), a indústria chegou a R$ 677 milhões (23%) e a infraestrutura a 584 milhões (19%).

A agência do banco, no Paraná, fica em Curitiba, mas há prospectores técnicos que vão até os interessados para orientar sobre os procedimentos necessários para abertura de crédito (Fonte: O Diário)

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