Mês: novembro 2017



Vendendo lenços porque o chô-rô-rô continua


Enquanto a oposição rançosa ao governador Beto Richa dá continuidade ao seu tradicional chô-rô-rô inventando factóides e “versões” visando fazer colar a falsa idéia de que o Paraná vai de mal a pior (que é o que de fato eles gostariam), Beto Richa segue anunciando obras, investimentos e repasse de verbas aos municípios do Paraná.

Hoje, por exemplo, o governador anúnciou em Curitiba a distribuição de mais R$ 100 milhões para 250 municípios do Paraná (aqui). Por estas e outras notícias boas para os paranaenses é que as viúvas do Lula, Dilma e Requião estão entrando em convulsão em praça pública por estes dias.

Podem notar, sempre que o governador Richa vem a público para anunciar conquistas favoráveis para o estado e sua população, surge na “mídia marrom” os arautos da desgraça inventando versões mirabolantes na tentativa de se compensarem psicologicamente pelo impacto psicológico que sofrem a cada vez que são golpeados pelas notícias positivas que vêm das bandas do Palácio Iguaçú.

Como já diziam os meus avós, “uns gostam dos olhos, outros da remela”.

E digo mais, o chô-rô-rô é livre. Falando nisso, estou vendendo lenços.

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Bem menos do que em outros

Segundo dados consolidados do IBGE o Paraná apresenta índice de desempego de 8,4%. Bem menos do que a média nacional que ultrapassa a 12%.

A conjuntura econômica no Paraná converge de um modo diferente do que em outros estados. A confiança na economia local e nas condições de desenvolvimento dos negócios, somado a uma política de governo que valoriza a competência na gestão pública, tem se constituído em fatorei determinantes para uma maior oferta de vagas de empregos e na retomada mais rápida da economia local frente à crise.

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“Black friday” subvertida no Brasil

“No Brasil infelizmente temos o mau hábito de pegar modelos bons e que dão certo em países mais sérios do que o nosso, para subvertê-los em modelos de oportunismo, enganação e de rapinagem ao consumidor.” 

 

Há anos atrás, quando os brasileiros viram invadir o país a coqueluche americana denominada “Black Friday”, havia um estado de “ansia coletiva” que afetava as pessoas nos dias que precediam ao período (em novembro) em que estas “promoções” eram aguardadas.

Anos depois, esfolado pela sanha de parte do comércio em lucrar enganando o consumidor, este mesmo consumidor, calejado, já não demonstra tanta “alegria” ao se avizinhar a época da “Black Friday”.

A “quebra do encanto” do consumidor por ela é simples de ser explicado. O consumidor cansou de ser enganado!

Quem não se recorda da máxima que se tornou conhecida em época de “Black Friday”? “Tudo pela metade do dobro”.

Então, foi justamente a percepção do consumidor de que nem tudo o que parece promoção se trata realmente de promoção na “Black Friday”, é que fez com que ele perdesse o encanto pela campanha promocional e passasse a vê-la com muita desconfiança. Ou seja, para o consumidor “até que se prove o contrário a denominada promoção coletiva não se trata de promoção”.

No Brasil infelizmente temos o mau hábito de pegar modelos bons e que dão certo em países mais sérios do que o nosso, para subvertê-los em modelos de oportunismo, enganação e rapinagem do consumidor.

Infelizmente são coisas de uma cultura que não leva a sério a conduta ética e moral em sociedade. Exemplos disso? As defesas que a parte ativista – de esquerda – da sociedade brasileira faz da chamada “arte moderna”, que nada mais é do que a desconstrução de valores artísticos milenares, e a “política do esculacho” que algumas minorias fazem em relação a conduta moral das pessoas e das famílias, em relação a religiosidade e aos aspectos de conduta moral que deveriam nortear a vida em sociedade.

Um país assim tem tudo para dar errado.

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Ação milionária questiona conduta de gestora financeira

No mercado financeiro existem regulações que podem colocar na berlinda gestores financeiros que prestam serviços como administradores de investimentos. Vejam este caso específico.

Circula nos noticiosos do meio financeiro, dentre eles no Valor Econômico, o caso envolvendo a administradora de investivmentos BTG Pactual e a sua cliente, empresa varejista Leader, da empresária Ester Panarello, de Gioânia (GO). As informações dão conta de que esta empresa se voltou contra o BTG em uma ação milionária de R$ 47 milhões, que tem como fundamento a acusação de que o banco e outras empresas, como gestoras de seus investimentos, teriam violado, em tese, deveres de diligência e lealdade com o cliente, de conflito de interesses e conluio para obter vantagens indevidas.

A questão relacionada a responsabilidade civil, especialmente na prestação de serviços de gestão financeira, é muito delicada e sujeita a questionamentos que em não raras vezes resultam em ações judiciais reparatórias vultosas.

Eis aí um filão de mercado interessante a ser estudado com especialidade pelos nosso colegas advogados. Fica a dica.

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Os “economistas” de quintal

As viúvas do Lula e da Dilma, cujos (des)governantes afundaram a nação e entregaram o país com mais de 14 milhões de brasileiros desempregados, não perdem o costume de quererem se apresentar como os “senhores da razão”, dando pitacos aqui e acolá sobre economia.

Não entendem sequer de economia doméstica (do lar) e ainda têm a pretensão de opinar sobre a economia do Paraná, se atrevendo, inclusive, em avaliar mal a gestão exemplar e competente que vem sendo realizada no Paraná pelo governador Beto Richa.

O que dói muito para as “viúvas” esquerdofrênicas do Paraná, é que aqui as coisas não vão mal como elas gostariam.

Por os vermelhos são assim, só sabem “fazer política” com a desgraça da população.

Poupem-nos né macacada!?

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TCU quer devoluções rápidas ao Tesouro

A informação que se tem é a de que o Ministério Público de Contas, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) deve encaminhar parecer no processo que trata da devolução de recursos de bancos federais ao Tesouro Nacional (TN), pelo qual o MP-TCU se posicionará pela devolução integral e imediata ao TN do dinheiro que estes bancos receberam da União por meio de emissão de títulos públicos.

O pano de fundo de toda esta questão é a necessidade da União retomar recursos financeiros necessários ao reequilíbrio das suas contas públicas, a quais vem apresentando rombos bilionários ocasionados pelos desequilíbrios financeiros herdados do governo Dilma.

Neste contexto, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) é a instituição financeira pública mais visada na devolução de valores ao TN, de um total de R$ 500 bilhões de aportes recebidos da União. No entanto, bancos públicos como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste, também estão na “alça de mira” para efetuarem devoluções à União.

No caso específico do BNDES o MP-TCU quer que a instituição nacional de desenvolvimento econômico devolva de imediato à União todo o valor que não estiver cedido em empréstimos financeiros.

Em resumo, se vislumbra no curto prazo que se acentuará a dificuldade do setor produtivo acessar o crédito provindo diretamente de fontes internas (nacionais) voltado ao fomento econômico do país, como é o caso do crédito ofertado pelo BNDES.

Por tais razões, as instituições financeiras de fomento repassadoras de fundos do BNDES, como é o caso do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Fomento Paraná, Desenvolve São Paulo, dentre outras instituições de fomento voltadas ao desenvolvimento e financiamento do setor produtivo nas regiões onde atuam, terão que ser cada vez mais criativas na busca direta por fundos internacionais e na captação de recursos financeiros por meio da estruturação de fundos de investimentos, a fim de continuarem “irrigando” os investimentos no setor produtivo nacional, sob pena ocorrerem reflexos prejudiciais à rápida retomada econômica de que tanto o país precisa.

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Novo bloqueio de bens

Procuradoria Federal pediu junto à 10ª Vara Federal de Brasília, dentro da Operação Zelotes, em que Lula é processado por tráfico de influência na compra de caças suecos, bloqueio de bens de Lula e seu filho Luis Cláudio. Sim, um de seus filhos, Luis Claudio Lula, também está envolvido.

Os procuradores pedem para confiscar R$ 21,4 milhões de Lula e R$ 2,5 milhões de Luis Claudio.

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Poderá ser menor em 2018

Preço ruim, seca, chuvas mal distribuídas e atraso no plantio, podem se constituir num “pacote” desfavorável à produção agrícola no ano que vem.

Após ter atingido uma produção de mais de 240 milhões de toneladas de grãos em 2017, estimativas do IBGE em outubro apontam que para 2018 a produção poderá se limitar a 218 milhões de toneladas. Uma redução de mais de 8% na produção total da safra de grãos.

Se consolidada, esta previsão afetará razoavelmente a balança comercial brasileira.

Veja aqui.

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‘Compliance’ nas corporações

Os escândalos de corrupção envolvendo corporações na Lava Jato e os escândalos que abalaram o mercado internacional envolvendo a Volkswagem e a Mitsubishi, demonstram o quanto é necessário a adesão das corporações/empresas às políticas de ‘compliance’ e de conformidade das suas ações e de seus agentes com regras éticas e de posturas limpas e claramente dispostas nas relações de mercado.

Vivemos tempos em que as novas relações profissionais e de mercado excluirão do mundo dos negócios contrapartes que não adotem políticas claras de conformidade ética, moral e de lealdade ampla concorrencial.

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Porto de Paranaguá é o primeiro do Brasil

Investimentos feitos pelo governo Richa e administração eficiente no Porto de Paranaguá fazem deste destaque no setor portuário do Brasil.

O Porto de Paranaguá é o primeiro do Brasil em qualidade de serviços ambientais. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) foi contemplada na noite desta quinta-feira (09), em Brasília, com o Prêmio da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) 2017 – Categoria “Desempenho Ambiental”. Obteve a melhor avaliação entre os 30 portos brasileiros avaliados no Índice de Desempenho Ambiental (IDA).

De acordo com o gerente de Meio Ambiente da Antaq, Marcos Maia Porto, entre todos os portos públicos avaliados no IDA, o de Paranaguá é o que mais evoluiu, saltando da 26ª colocação no ranking nacional de portos para a liderança.

“Paranaguá dobrou a nota do IDA de 2012 para cá, o que demonstra o avanço na execução das ações voltadas para o meio ambiente”, afirmou Maia Porto. Ele disse ainda que o Prêmio é um estímulo para a melhoria contínua da gestão ambiental nos portos brasileiros.

AVALIAÇÃO

O questionário do Índice de Desempenho Ambiental (IDA) –  aplicado aos portos organizados desde 2012 – é composto por 38 indicadores, com base na legislação ambiental e boas práticas do setor portuário mundial. Continue lendo

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