Mês: fevereiro 2018



Rio de Janeiro na guilhotina

Em um começo de ano marcado por graves problemas na área da segurança pública e temporais que causaram quatro mortes, que evidenciam os efeitos da falta de investimentos nessas áreas, o Estado do Rio ainda terá que enfrentar um contingenciamento de R$ 9,81 bilhões em despesas. Isso ocorre em face do déficit orçamentário de aproximadamente R$ 10 bilhões previsto para este ano. (Valor Econômico).

** Nota – E ainda tem gente no Paraná que tem o disparate de criticar os cuidados que o governador Beto Richa vem tomando para manter as contas do estado em ordem. Ainda bem que não estamos no Rio de Janeiro.

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Economia: vendas de carros voltam a crescer

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda.

Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. (Fonte: Isto É Dinheiro)

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Lula e a “justiça” para quem voa de jatinho

Ontem ficou ainda mais claro que, no Brasil, existe a Justiça para quem viaja de classe econômica e a Justiça para quem voa de primeira classe ou jatinho.

Lula conseguiu o que nenhum outro cidadão condenado alcançou: a reapreciação de questão já julgada pelo regime de repercussão geral, no plenário do STF.

O regime da repercussão geral, cujo objetivo republicano é submeter a todos, indistintamente, a uma mesma decisão, agora vai valer com ressalvas oligárquicas: desde que não sejam graves crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, desde que o condenado não seja poderoso como Lula e desde que o advogado não seja Sepúlveda Pertence. (O Antagonista).

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Problemas financeiros por causa da Lava Jato?

A Folha de S. Paulo perguntou a George Ren McEachern: Uma série de empresas investigadas na Lava Jato passam por problemas econômicos sérios e muitos culpam a operação. Dá para apurar corrupção e preservar as empresas?
Ele respondeu assim: Duas coisas aconteceram: o Brasil estava envolvido em grandes casos de corrupção ao mesmo tempo em que havia grandes incertezas econômicas. Corrupção não é um problema só do Brasil, é uma questão global e não dá para estabelecer uma relação de causa e efeito [entre investigação de corrupção e problemas econômicos]. Eu não estou julgando as perdas aqui no Brasil. O Brasil tem de descobrir o que é melhor para o Brasil. Porque antes o sistema não funcionava bem. Combater a corrupção pode ser doloroso, mas é mais doloroso quando a corrupção persiste, cresce e nunca acaba. Há muitos exemplos no mundo. Já o Brasil parece agora ter um futuro brilhante pela frente. Combater a corrupção pode custar alguns empregos no começo. Mas a longo prazo gera negócios muito mais sustentáveis, e isso não é só para as pessoas ricas.

George Ren McEachern integrou até dezembro o Esquadrão de Corrupção Internacional do FBI. (Fonte: Fábio Campana).

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SHOW RURAL: BRDE entrega mais de 40 milhões em financiamentos

O Diretor de Operações do BRDE João Luiz Agner Regiani, e o Presidente Orlando Pessuti no ato de entrega de cheque simbólico a um dos clientes do banco

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) liberou nesta quinta-feira (8), durante o Show Rural Coopavel, R$ 45,2 milhões em financiamentos a cooperativas, empresas e produtores rurais das regiões Oeste e Noroeste do Paraná. Os recursos serão investidos em armazenagem, construção de aviários e ampliação e modernização de unidades produtivas.

“Estamos solenizando hoje os bons resultados alcançados pelo BRDE em 2017, apesar da crise econômica, política e moral que o país atravessa”, disse o diretor-presidente do Banco, Orlando Pessuti. “Os recursos liberados aqui fazem parte do total de R$ 2,3 bilhões investidos pelo BRDE em projetos de desenvolvimento nos três estados do Sul”, acrescentou.

O diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani, disse que o Banco está sempre ao lado do setor produtivo, mas que, sozinha, a instituição não conseguiria cumprir a missão de facilitar o acesso ao crédito de agricultores, empresas, indústria e comércio. “Por isso a importância dessa parceria com vocês, produtores, cooperativas e empreendedores”.

“O BRDE tem sido um grande parceiro nesses 40 anos da cooperativa”, disse o diretor vice-presidente da Coagru Cooperativa Agroindustrial União, Cavalini Carvalho. Ele e o diretor-presidente da cooperativa, Áureo Zampronio, receberam um cheque simbólico no valor de R$ 11 milhões. O valor contratado pela Coagru será investido na ampliação da unidade de recebimento e beneficiamento de grãos em Ubiratã, sede da cooperativa.

Diretor de Operações do BRDE, João Luiz Agner Regiani, assinando os cheques simbólicos a serem entregues aos clientes

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Show Rural: o show do bilhão paranaense

Foto: Gazeta do Povo

A feira, que está na 30ª edição, é uma das maiores da América Latina, ao lado da Agrishow, que acontece no começo de maio, em Ribeirão Preto (SP); e da Expointer, no fim de agosto, em Esteio (RS). Juntas, as três feiras movimentam mais de R$ 8 bilhões em negócios que vão desde vendas de máquinas agrícolas até fertilizantes. Metade dos recursos circulados em todas as feiras agrícolas espalhadas ao longo do ano no país.

Segundo a organização do evento, são esperados 250 mil visitantes até sexta-feira (9). Ao todo, são 530 expositores espalhados por 720 mil metros quadrados. A expectativa de movimentação financeira é de R$ 1,5 bilhão.

“Devemos alcançar ou até superar a essa marca, que é a mesma do ano passado”, diz Dilvo Grolli, presidente da Coopavel. Segundo Grolli, igualar a marca não significa que o agronegócio vai mal. “No ano passado, tínhamos a expectativa de atingir apenas R$ 1,2 bi e ultrapassamos esse patamar” recorda. O índice chegou próximo a R$ 2 bilhões em 2017.

Na feira, os bancos e cooperativas de crédito Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Santander, BRDE, Sicredi, Sicoob Credicapital, Cresol e Credicoopavel oferecem mais de R$ 2,5 bilhões em linhas de financiamento (Gazeta do Povo).

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Angola se prepara para o agronegócio

Hoje (02) pela manhã aqui na Angola, continente africano, visitei o “Projeto Quiminha”, localizado a 50 quilômetros de Luanda (capital), planejado e organizado pelo Ministério da Agricultura da Angola, e que abrigará progressivamente mais de 300 famílias angolanas preparando-as para o agronegócio.

É um ‘projeto piloto’ muito bem estruturado e que será replicado em outras regiões de Angola, preparando-a para abrigar uma nova fronteira do agronegócio, com excelência técnica, no continente africano.

Fui recebido e conduzido de modo muito cortez pelos Engenheiros Agrônomos angolanos Pedro Silveira (esq.)  e Vieira Dias (dir.), competentes profissionais que fazem a gestão do projeto.

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Investimentos, empreendedorismo e agricultura em Angola

Aproveitando período de férias estou a visitar algumas regiões da Angola e cumprindo agenda em diversos setores do governo na capital Luanda.

Ontem estive com o Ministro da Agricultura da Angola Marcos Alexandre Nhunga (ao centro na foto) e com o consultor de governo para assuntos agrários, engenheiro Sambeny (direita).

Tive a oportunidade de conhecer alguns aspectos relacionados a oportunidades para os brasileiros investirem na agricultura da Angola, bem como aspectos interessantes da economia do país.

Hoje terei audiência com o presidente do Banco Nacional de Angola e diretores de sete instituições financeiras angolanas, dentre as quais do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) a fim de compreendermos melhor o sistema de fomento angolano e as possibilidade de auto-financiamento existente no país.

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