Mês: fevereiro 2018



FIES: prazo para inscrições terminam hoje

Os estudantes que quiserem se candidatar a uma vaga para o Novo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até as 23h59 desta quarta-feira (28) para concorrer ao programa que oferece créditos para o ensino superior em universidades particulares.

As inscrições devem ser feitas pelo próprio site do Fies. Para se candidatar, é preciso ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) depois de 2010 e obtido nota igual ou superior a 450 pontos — além de não ter zerado na redação. Além disso, também é preciso ter renda familiar mensal bruta de três a cinco salários mínimos.

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BNDES adia devolução de 30 bi ao Tesouro

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, retirou da pauta da reunião da diretoria do banco, realizada na segunda-feira, a discussão sobre o início da devolução de mais um lote de recursos que deve ao Tesouro. (Valor Econômico)

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O sindicalista que ficou rico

Melhorou muito de vida o ex-sindicalista Jaques Wagner, carioca que chegou na Bahia puxando a cachorrinha até virar diretor de sindicato em Camaçari.

Ao cumprir mandado de busca contra o ex-ministro, a polícia o encontrou no 13º andar do luxuosíssimo edifício “Mansão Victory Tower”. Ali, cada apartamento naque prédio não sai por menos de R$10 milhões. Do sindicalista, só resta a barba estilo Lula. (Diário do Poder).

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Crescimento econômico abrange grande parte dos setores

A indústria brasileira – que em 2017 voltou a crescer depois de três anos de queda – está vendo a recuperação se disseminar. O crescimento da produção industrial, no ano passado, foi além do setor automotivo, principal responsável pela retomada da indústria. Segundo estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), com base em dados do IBGE, 58 dos 93 segmentos – 62% do total – apresentaram resultados positivos.

O movimento foi maior no quarto trimestre, quando 66 ramos avançaram em ritmo superior ao registrado no mesmo período de 2016. A disseminação do crescimento tem relação com o encadeamento entre setores, alavancado especialmente pelo setor automotivo (com informações do Estadão).

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Rio de Janeiro na guilhotina

Em um começo de ano marcado por graves problemas na área da segurança pública e temporais que causaram quatro mortes, que evidenciam os efeitos da falta de investimentos nessas áreas, o Estado do Rio ainda terá que enfrentar um contingenciamento de R$ 9,81 bilhões em despesas. Isso ocorre em face do déficit orçamentário de aproximadamente R$ 10 bilhões previsto para este ano. (Valor Econômico).

** Nota – E ainda tem gente no Paraná que tem o disparate de criticar os cuidados que o governador Beto Richa vem tomando para manter as contas do estado em ordem. Ainda bem que não estamos no Rio de Janeiro.

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Economia: vendas de carros voltam a crescer

A recuperação do mercado de automóveis no Brasil deixou de ser sustentada somente pelos consumidores mais ricos, que foram os menos afetados pela crise, e tem contado também, nos últimos meses, com a contribuição dos brasileiros de menor renda.

Condições melhores de emprego e crédito permitiram que a venda de carros mais baratos voltasse lentamente a crescer no segundo semestre de 2017, de acordo com dados levantados pelo Estadão/Broadcast. Essa virada, segundo analistas, deve se consolidar em 2018, levando o mercado como um todo a taxas mais expressivas de expansão. (Fonte: Isto É Dinheiro)

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Lula e a “justiça” para quem voa de jatinho

Ontem ficou ainda mais claro que, no Brasil, existe a Justiça para quem viaja de classe econômica e a Justiça para quem voa de primeira classe ou jatinho.

Lula conseguiu o que nenhum outro cidadão condenado alcançou: a reapreciação de questão já julgada pelo regime de repercussão geral, no plenário do STF.

O regime da repercussão geral, cujo objetivo republicano é submeter a todos, indistintamente, a uma mesma decisão, agora vai valer com ressalvas oligárquicas: desde que não sejam graves crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, desde que o condenado não seja poderoso como Lula e desde que o advogado não seja Sepúlveda Pertence. (O Antagonista).

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Problemas financeiros por causa da Lava Jato?

A Folha de S. Paulo perguntou a George Ren McEachern: Uma série de empresas investigadas na Lava Jato passam por problemas econômicos sérios e muitos culpam a operação. Dá para apurar corrupção e preservar as empresas?
Ele respondeu assim: Duas coisas aconteceram: o Brasil estava envolvido em grandes casos de corrupção ao mesmo tempo em que havia grandes incertezas econômicas. Corrupção não é um problema só do Brasil, é uma questão global e não dá para estabelecer uma relação de causa e efeito [entre investigação de corrupção e problemas econômicos]. Eu não estou julgando as perdas aqui no Brasil. O Brasil tem de descobrir o que é melhor para o Brasil. Porque antes o sistema não funcionava bem. Combater a corrupção pode ser doloroso, mas é mais doloroso quando a corrupção persiste, cresce e nunca acaba. Há muitos exemplos no mundo. Já o Brasil parece agora ter um futuro brilhante pela frente. Combater a corrupção pode custar alguns empregos no começo. Mas a longo prazo gera negócios muito mais sustentáveis, e isso não é só para as pessoas ricas.

George Ren McEachern integrou até dezembro o Esquadrão de Corrupção Internacional do FBI. (Fonte: Fábio Campana).

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