Financiamento | Entendendo melhor o funcionamento do BRDE

Entrevista que concedi à Rede Massa de Maringá, para o programa Cidade Entrevista do dia 7/4/2018 (sábado) dirigido pelo jornalista Gelson Negrão. Falamos sobre os diversos aspectos que envolvem o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), seus fundos financeiros, acesso aos financiamentos, desempenho da instituição e investimentos na crise econômica.

7 comentários sobre “Financiamento | Entendendo melhor o funcionamento do BRDE

  1. Thales 10 de abril de 2018 19:27

    O Fundo Constitucional do Sul tem chances de se concretizar esse ano? E ter o BRDE como o gestor do fundo?
    Brde precisa de novos fundings para sobreviver. Depender do Bndes para 90% das operações é muito arriscado no contexto atual.

    • João Luiz Regiani 10 de abril de 2018 22:44

      Sim Thales, o Fundo Sul é uma demanda factível desde que haja mobilização das nossas representações políticas na sua defesa, neste sentido temos tentado sensibilizar. A região Sul é a única região desassistida de Fundos Constitucionais, de modo que nada justifica a negação de que uma das regiões (Sul) que mais contribuem com a arrecadação tributária da União continue privada de ter fundo específico para os seus projetos de investimento. No que tange a necessidade de diversificação de ‘fundings’ tens razão. O BRDE precisa cada vez mais abrir novas alternativas em relação a captação de recursos e esta têm sido uma política que temos defendido na diretoria da instituição. Justamente neste sentido é que afirmo nos minutos finais da entrevista quando abordo sobre os nossos fundos de acesso. Abraço e volte sempre.

      • THALES 11 de abril de 2018 11:16

        Que bom, espero que nossos governantes olhem para o Sul. Com boa vontade política é possível operar o fundo sem maiores dificuldades. Operacionalmente, com a expertise do BRDE, o Fundo do Sul seria utilizado de maneira muito eficiente. Ao contrário do que ocorre nas outras regiões que sobram recursos. Vejo como importantíssimo para a região e para o BRDE ganhar mais independência
        Quanto a outros fundos, apesar de ainda não terem grande representatividade na totalidade dos desembolsos do banco, são essenciais na diversificação. Espero que as captações internacionais sejam cada vez mais bem sucedidas e ganhem corpo. Precisamos aproveitar a grande liquidez e a baixa taxa de juros internacional.
        Obrigado pela resposta. Um abraço e sucesso.

        • João Luiz Regiani 11 de abril de 2018 23:13

          Exato Thales, por aí mesmo. Se trata de um conjunto de medidas necessárias a tornar a instituição cada vez mais eficiente e ampla nas suas açōes. Obrigado pela contribuição.

  2. Joel 16 de abril de 2018 2:36

    E quanto ao futuro da instituição? Bancos de desenvolvimento são obrigatoriamente públicos, RS propôs vender sua parte, Richa e Colombo negaram, pessuti disse que é coisa do passado, mas se o RS e SC quiserem sair da sociedade e retirar suas quotas-parte, como fica? Há possibilidade de federalização?

    • João Luiz Regiani 16 de abril de 2018 20:37

      Olá Joel. A mesma indagação que fizestes outros amigos já me fizeram. De acordo com o estatuto da instituição a possibilidade de uma eventual federalização somente pode ser levada a efeito mediante a aprovação pela Assembléia Legislativa da unidade federativa controladora interessada, e mesmo assim não incidiria efeitos sobre as quotas partes dos demais estados controladores que não tenham interesses na federalização. Menciono isto somente por hipótese, uma vez que atualmente os 3 estados controladores se convenceram da importância de manterem o BRDE estadualizados como instrumento de combate à crise e para desenvolvimento das suas economias.

  3. Jorge Antunes 17 de abril de 2018 3:55

    Vídeo excelente. Exposições claras e fáceis de entender. Parabéns Regiani.

    Apenas uma observação, o BRDE é uma das instituições que mais apoia projetos sérios e que se propõe realmente a geral desenvolvimento econômico. Parabéns.

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