Mês: junho 2018



Em Curitiba: IFDs do Sul discutiram investimentos em infraestrutura

Instituições financeiras de desenvolvimento (IFDs) da Região Sul estiveram reunidas nesta quinta-feira (28) em Curitiba para discutir parcerias, novos produtos e tecnologias, infraestrutura e concessões, PPPs e desafios do setor. O encontro, no Palácio das Araucárias, reuniu o BRDE, BNDES, BID, Fomento Paraná, FINEP, Banco Central, Banrisul, Badesul, Badesc e as cooperativas de crédito Cresol e Sicredi. A reunião foi promovida pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

O encontro foi aberto pelo diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti, e o presidente da ABDE, Marco Crocco. Pessuti destacou a presença mais ativa do Banco dentro das ações da ABDE e o papel do BRDE na promoção do desenvolvimento regional. O diretor-presidente lembrou a criação do Sistema Paranaense de Fomento e citou a importância de levar adiante projetos de infraestrutura. “A infraestrutura ainda é o gargalo que nos impede de avançar mais”, disse.

“A ABDE tem por desafio fortalecer a rede de instituições financeiras que integra a entidade, diante do momento importante pelo qual passa o sistema nacional de fomento, com a reestruturação das instituições”, afirmou Marco Crocco. “Essa rede é o ativo que o país dispõe para alavancar estágios avançados de desenvolvimento”, acrescentou o presidente da ABDE, lembrando o desafio colocado ao setor, o de apresentar produtos diferenciados ao mercado.

O diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani, relatou as dificuldades que as instituições financeiras de desenvolvimento enfrentam para viabilizar financiamento aos municípios por meio do programa Avançar Cidades, do governo federal, em razão de entraves impostos pela Caixa Econômica Federal. “São diversas condições que a Caixa estabelece para liberar os limites do FGTS, impedindo assim que as instituições financeiras operam o programa”, destacou o diretor.

Regiani lembrou que o BRDE tem R$ 600 milhões em operações prospectadas pelo programa e não há previsão de liberação de limites operacionais pela Caixa para boa parte dos projetos apresentados pelos municípios. “Reitero aqui solicitação feita anteriormente à ABDE para que se envolva nesse pleito junto à Caixa, liberando os referidos limites o mais rápido possível”, afirmou o diretor.

As instituições apresentaram cases, mostrando sua atuação na alavancagem de projetos de infraestrutura. O superintendente da Agência Rio Grande do Sul do BRDE, Maurício Mocelin, apresentou os investimentos do Banco em parques eólicos. O case trouxe o financiamento para implantação dos parques eólicos de Santa Vitória do Palmar, Geribatu, Hermenegildo e Chuí, no Rio Grande do Sul. (Fonte: Assesoria de Comunicação/BRDE)

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Reunião em Porto Alegre

Ontem foi dia de reunião da Diretoria do BRDE em Porto Alegre.

Na pauta, a apreciação de diversas operações financeiras para financiar o setor produtivo do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Na fotografia os diretores Orlando Pessuti, João Luiz Agner Regiani, Renato Mello Viana, Neuto Fausto De Conto e Luiz Corrêa Noronha.

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Torrando dinheiro público

Encaminhando a conta todos os meses para a população brasileira, Lindbergh Farias (PT) desde que assumiu sua cadeira no Senado já gastou R$ 900 mil com passagens aéreas.

É dele a ideia de “desobediência civil” e “rebelião cidadã” em algumas situações. A sociedade poderia começar pelo pagamento dos belos de seus voos. (Fábio Campana)

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O que é mais danoso?

Às vezes nos deparamos com brasileiros se perguntando: o que é mais grave, os crimes praticados pelos cidadãos comuns, em situações do cotidiano, ou pelo agente público no exercício do cargo público, que comumente arrebata milhões de reais das contas públicas?

Diria que crime é crime e todos são graves e reprováveis. No entanto, sem margem para dúvidas, os chamados “crimes do colarinho branco” são os mais danosos para a sociedade, pois são os que mais impactam, se constituindo em responsáveis diretos pelo caos social em que grande parte da população se encontra imersa.

Quais caminhos seguir para combater tais crimes? Que atitudes tomar a sociedade no seu enfrentamento?

São indagações que comportam respostas diversas, mas duas certamente são cabíveis e necessárias.

Primeiramente, a sociedade deve começar fazendo a “lição de casa”, eliminando do seu  cotidiano os pequenos atos individuais de corrupção e desrespeito às coisas “do outro”.

Em segundo, o País deve seguir o caminho do aprimoramento das instituições, especialmente do Poder Judiciário desacreditado pela população, e buscar a realização de maior sensação de punibilidade.

Sem punição efetiva e sua respectiva sensação pela população, a certeza de que o crime compensa de alastra de modo incontrolável criando campo propício para ações marginais, de pequena ou grande monta.

Em suma, precisamos refundar a nossa sociedade e nação nestes aspectos fundamentais.

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144 mil mandados em aberto

Existem hoje no Brasil 143.967 mandados de prisão em aberto, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelado pelo Globo.

“São pessoas condenadas, ou com determinação para aguardar o julgamento atrás das grades, mas que estão em liberdade pelos mais diversos fatores — o principal deles, a falta de organização do poder público.”

Não é possível saber quantos investigados estão hoje indevidamente em liberdade, porque há pessoas com mais de um mandado de prisão em aberto (O Antagonista).

Obs do blog – E tem gente querendo colocar ainda mais marginais para fora das cadeias. Não bastasse o absurdo do sistema de progressão das penas existente no Brasil, que impede o cumprimento integral das penas, fazendo com que a sociedade tenha a sensação de impunidade em casos gravíssimos de crimes contra vida humana e hediondos. 

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Palocci pode sepultar de vez Lula e atingir Dilma

De Cláudio Humberto

“Italiano” nas planilhas da Odebrecht, o agora delator Antonio Palocci foi quem revelou ao juiz federal Sérgio Moro a existência de um “pacto de sangue” entre Lula e a Odebrecht para abastecer a conta corrente da corrupção de R$300 milhões.

Além de complicar de vez Lula, ajudando a mantê-lo preso por muitos anos, a delação deve implicar também a ex-presidente Dilma na roubalheira na Petrobras. Palocci é testemunha e cúmplice de dez em cada dez safadezas na era PT.

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Água no chop dos lulopetistas e os rábulas

A decisão do Ministro do STF Luiz Edson Fachin que determinou o arquivamento do pedido de liberdade de Lula colocou água no chop petista que dava como certa mais uma oportunidade para se discutir a sua soltura.

O arquivamento não representa nenhuma novidade ou inovação no meio jurídico. Somente constroem teses conspiratórias sobre o acontecido aqueles que nada entendem de direito e se metem, como rábulas, a nadar em águas que desconhecem, ou ativistas políticos com lado definido na discussão.

O arquivamento se deveu, basicamente, pelo fato do TRF4 não ter recebido o recurso de onde derivou o pedido de liberdade formulado pela defesa de Lula ao STF. Uma vez denegado, pelo TRF4, seguimento ao recurso principal o recurso derivado (acessório) naturalmente perdeu o seu objeto.

Por isso há um brocardo (ditado) em Direito que diz: “o acessório segue a sorte do principal”. Simples assim.

Sem mistérios, teses conspiratórias ou manipulaçōes da verdade.

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TCU vai mexer no vespeiro

Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), iniciada nesta segunda (18), para checar a cobrança de malas em viagens aéreas, deverá investigar o que esteve por trás dessa decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), conhecida pelas resoluções camaradas para as empresas do setor.

Para acabar a gratuidade, a Anac prometeu redução nos preços das passagens. Lorota. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

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Assim os Betofóbicos piram…

“QUEDA DE ROUBOS NAS CIDADES PARANAENSES É DE 27%”

Por AQUI dá para se ver porque os “Betofóbicos” há muito tempo vivem em polvorosa tentando a todo custo (inclusive à custa de muitas mentiras) desqualificar o ex-governador e pré-candidato ao Senado Beto Richa.

Como se fala no linguajar popular “chupem esta manga Betofóbicos“.

PS – Em tempo, registre-se, que para esta turma o quanto pior seria melhor no Paraná. Como o ex-governador não deixou que isto acontecesse no nosso estado, realizando uma gestão econômico-financeira eficiente e que atualmente diferencia o Paraná de outros estados que se encontram em caos financeiro justamente porque medidas iguais às do Paraná não foram adotadas, eis o motivo do desespero dessa gente e das viúvas do PT, Lula, Dilma e Requião, o que “explica” porque estes se tornaram “Betofóbicos”.

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Minas Gerais atrasa salários

Mais uma vez, o governador de Minas Gerais atrasou o salário dos servidores.

Para dar uma ideia de como andam as finanças por lá, os professores que estão em sala de aula receberam uma parte do pagamento e a informação de que o restante virá de pouquinho em pouquinho. Salário em doses homeopáticas (Fábio Campana).

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