Mês: junho 2018



Assim os Betofóbicos piram…

“QUEDA DE ROUBOS NAS CIDADES PARANAENSES É DE 27%”

Por AQUI dá para se ver porque os “Betofóbicos” há muito tempo vivem em polvorosa tentando a todo custo (inclusive à custa de muitas mentiras) desqualificar o ex-governador e pré-candidato ao Senado Beto Richa.

Como se fala no linguajar popular “chupem esta manga Betofóbicos“.

PS – Em tempo, registre-se, que para esta turma o quanto pior seria melhor no Paraná. Como o ex-governador não deixou que isto acontecesse no nosso estado, realizando uma gestão econômico-financeira eficiente e que atualmente diferencia o Paraná de outros estados que se encontram em caos financeiro justamente porque medidas iguais às do Paraná não foram adotadas, eis o motivo do desespero dessa gente e das viúvas do PT, Lula, Dilma e Requião, o que “explica” porque estes se tornaram “Betofóbicos”.

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Minas Gerais atrasa salários

Mais uma vez, o governador de Minas Gerais atrasou o salário dos servidores.

Para dar uma ideia de como andam as finanças por lá, os professores que estão em sala de aula receberam uma parte do pagamento e a informação de que o restante virá de pouquinho em pouquinho. Salário em doses homeopáticas (Fábio Campana).

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Brasil, o país da piada pronta

No Brasil, diferentemente de países mais sérios com o trato dado à hierarquia, autoridade e normas legais, aqui todo mundo se mete a dar uma de “sabe tudo”, desde supostos conhecimentos jurídicos até conhecimentos em áreas técnicas que determinados cidadãos sequer sabem do seu bê-a-bá.

Figurinhas que não sabem sequer administrar as cozinhas das suas casas, muito menos analisar com técnica jurídica um texto básico escrito por um advogado, se metem a papagaiar (repetindo o que já vem sendo decantado pelos militantes de determinados partidos políticos) contra os juízes e investigadores da operação Lava Jato.

Figuras que se acham iluminadas pelo simples fato das redes sociais atualmente permitirem que qualquer baboseira ganhe repercussão, atropelam o bom senso e invertem valores morais para defenderem “bandidos de estimação” como se o fato de terem feito algo no passado pelos mais pobres lhes desse carta branca para roubar e saquear o país.

Em resumo, o nosso país é o país da piada pronta, onde cavalo tem chifre e o rabo abana o cachorro.

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Infraestrutura e o batuque populista

Uma reportagem interessante da Gazeta do Povo de ontem (10/6), intitulada “Ferrovias abandonadas no Brasil ligaria São Paulo a Nova Iorque. E com sobra”, assinada por Filipe Albuquerque, informa que aproximadamente 8,6 mil quilômetros de ferrovias no país estão inutilizadas por vários motivos e que mais de 6 mil quilômetros necessitaria de reformas e adequações para voltarem a operar.

É muita coisa para um país de dimensões continentais como o Brasil e que necessita urgentemente de infraestrutura moderna e adequada para escoar a sua gigantesca safra agrícola, somada à sua produção indústrial.

Sem dúvida o problema da infraestrutura no país tem se constituído num dos seus gargalos para o desenvolvimento. Um país com a dimensão continental do Brasil e com atributos naturais e ‘know how’ que o elevam a categoria de um dos maiores produtores de grãos do mundo, não pode se dar ao “luxo” de ser tão pouco estratégico quando o tema se refere a infraestrutura.

Portos antiquados, malha rodoviária em forma de “peneiras” e transporte e armazenagem de grãos relegados a assuntos de somemos importância do que futebol ou carnaval, são ingredientes que somados podem implodir qualquer economia do planeta.

Não adianta os pretensos políticos fazerem batuque populista sobre programas de inclusão social, enquanto o maior e verdadeiro  programa de inclusão social do país, que é a geração de riquezas, emprego e renda vindos do setor produtivo da nação, continua sendo tratado com amadorismo.

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Em Lima reunião institucional com a ALIDE

Semana passada em Lima, capital do Perú, participando de eventos internacionais promovidos pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Associação Latinoamericana de Instituições de Desenvolvimento (ALIDE) estive reunido com Edgardo Alvarez, secretário geral desta associação latina para tratarmos de temas relacionados ao BRDE enquanto membro filiado à associação.

Tive oportunidade de apresentar os números e desempenho do BRDE, bem como falamos sobre alguns projetos futuros conjuntos, dentre os quais a realização, pela ALIDE, a convite do BRDE, de evento de relevância para as instituições de desenvolvimento numa das capitais dos estados do Sul.

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Significado da saída de Parente da Petrobrás

Os analistas vislumbram que com a saída de Pedro Parente da presidencia da Petrobrás esta voltará mais uma vez a ser a alinhadora populista de preços dos combustíveis no Brasil. Em outras palavras, pode significar a volta da utilização da estatal para fins nada republicanos quanto a política de preços.

Por isso digo, onde há monopólio no final dá em ‘caca’. Prática artificial de preços com fins eleitorais (como fez a Dilma em 2014), inexistência de competitividade para a redução de preços e a utilização da respectiva  instituição estatal para fins corruptivos.

Os esquerdopatas querem a continuidade do monopólio da Petrobrás a fim de serem preservadas as benesses para o seu curral eleitoral, que é regiamente remunerado e com planos de carreiras que a iniciativa privada não tem, bem como para o fim de dominar a estatal para lhe impor novamente ferrolho financeiro (com direito a cascatas de corrupção) caso a esquerda volte ao poder.

Não se esqueçam os incautos que os combustíveis estão com os preços absurdos do jeito que estão porque como estatal a Petrobrás foi saqueada por quem  lhe  devia cuidados (componentes do próprio governo federal), e agora para se reestruturar e reequilibrar as suas contas precisa fazer com que o consumidor brasileiro “pague a conta” mediante a fixação de preços elevados dos combustíveis.

Tivesse o monopólio caído lá atrás nada disso teria acontecido e as virtuais petroleiras estariam disputando o mercado brasileiro com atratividade nos preços, afinal em empresa privada político não se mete a besta de por a mão e não se deixa fazer o que se fez com a Petrobrás nos governos Lula e Dilma.

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Pedro Parente caiu porque ….

“Pedro Parente caiu porque tentou fazer o certo”, disse Miriam Leitão.

E mais:

“Pedro Parente deixará o cargo da Petrobras pelo mesmo motivo que Maria Silvia Bastos saiu do BNDES. Ambos tentaram implementar uma gestão empresarial sem interferências políticas, em um país acostumado com o jeitinho e os subsídios setoriais não contabilizados no Orçamento. (O Antagonista)

Nota do blog: neste momento somente estão aplaudindo a saída de Parente os ideólogos sanguessugas do Estado brasileiro. Para eles estatais servem para fazer políticas polpulistas e sem base econômica, como a Dilma fez em 2014 se utilizando eleitoralmente da Petrobrás para controlar artificialmente os preços dos combustíveis. Depois todos sabem no que deu.

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