R$ 1,5 bilhão de prejuízos que virão na conta de luz

Gente nitidamente munida de objetivos políticos e ideológicos, comumente de esquerda, defende ferrenhamente a estatização e agigantamento da estrutura do estado e é contrária a privatização de estatais que dão prejuízos.

Típica visão pouco inteligente e de matiz comunista favorável a pendurar todo mundo nas costas do estado, custe o que custar, de modo que seja o povo quem pague a conta fazendo o papel de “mula” para carregar o peso do custo dos prejuízos que tais estatais acarretam.

Pois bem, a “novidade” aos consumidores de todo o Brasil é que os prejuízos da ELETROBRÁS, estimados em aproximadamente R$ 1,5 bilhão, terão que ser pagos pelos brasileiros por meio de reajuste das contas de energia elétrica, que já se encontram agravadas com bandeira vermelha.

Não podemos nos esquecer, que assim como a ELETROBRÁS existem tantas outras estatais federais que vem dando prejuízos bilionários que são pagos pelos contribuintes brasileiros (dinheiro público) para manter financeiramente quadros de servidores eleitores justamente dos partidos da esquerda que combate as suas privatizações.

Portanto, caros leitores, sempre desconfiem da seriedade e idoneidade de quem é contra a privatização de estatais deficitárias, provavelmente é algum ideólogo comunista querendo fazer socialismo com o seu dinheiro.

2 comentários sobre “R$ 1,5 bilhão de prejuízos que virão na conta de luz

  1. Fernando Camacho 8 de agosto de 2018 8:45

    Fazem a empresa, que não tem concorrentes, apresentar um quadro de penúria para depois privatizarem. Com certeza, alguns políticos ficarão ricos com a transação. Aqui no Brasil, se você tem uma frieira, em vez de tratá-la, você corta o pé…

  2. jalcemar 8 de agosto de 2018 11:07

    Caro João Luiz temos que saber onde se encontra o problema das empresas, produto, funcionários ou direção que geralmente indicado para roubar para partido ou pessoas
    desonestas fazerem enriquecimento ilicito. O correto seria uma administração privada,
    com inspeções semestrais e administradores não indicados por partido ou candidato
    eleito para maior transparência.

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