Autor: João Luiz Regiani



Que termine o quanto antes

I Que venham o quanto antes as eleições do próximo domingo. Está difícil de suportar o mimimi, o vitimismo e a desfaçatez da esquerda representada pelo Haddad em pousar como “defensores da democracia”, quando o que se sabe é que eles defendem a “tomada do poder”.

São horas que estão a demorar a eternidade.

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Guerra de babuínos

O site O Antagonista informa que o núcleo duro da campanha de Haddad já dá como certa a vitória de Jair Bolsonaro no próximo domingo. Literalmente jogaram a toalha.

O que se pode esperar deste cenário, com o próprio PT se considerando batido no processo eleitoral?

Pode-se esperar que nestes últimos dias de campanha o PT faça um enfrentamento eleitoral ao estilo “guerra de babuínos”, onde vale tudo, dedo no olho, golpes abaixo da cintura, areia na cara do adversário, pedrada, lançamentos de excrementos, etc

Como o próprio Lula já afirmou várias vezes, o PT é capaz de “fazer os diabos” pelo poder. Portanto, preparem o estômago que nesta semana o “esgoto eleitoral” vai jorrar.

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Perdeu as ruas e os corações dos brasileiros

Manifestação pró-Bolsonaro ontem (21) na Boca Maldita em Curitiba/PR

O resultado de mais de uma década de estruturação do maior sistema corruptivo que o País já viu, aliado a maior desestruturação econômica vivida pela nação, fez com que o PT visse diminuído radicalmente a sua militância e, de quebra, a perda da admiração e os corações dos brasileiros.

A maior prova disso é o que está se vendo nestas eleições. As tentativas petistas de mobilizar a sua militância nas ruas tem se resumido a parcos números de manifestantes, na sua maioria militantes sindicais e “sem-terras” ou de movimentos sociais ancorados financeiramente no PT.

De outro lado, em apoio a Bolsonaro, as manifestações tem sido sempre massivas, voluntárias e diversificadas por variados espectros sociais participantes.

As manifestações de sábado (do “elenão”) e de domingo (dos pró-Bolsonaro) demonstraram mais uma vez estes contornos e a perda de “âncora social” nas manifestações petistas.

Em poucas palavras, as manifestações pró-Bolsonaro comparadas com as manifestações petistas, deram a nítida dimensão do que as pesquisas vem apontando: que majoritariamente a sociedade brasileira já decidiu dizer “sim” a Bolsonaro e “não” ao PT e ao seu projeto obsessivo pelo poder.

O PT definitivamente perdeu as ruas e os corações dos brasileiros.

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Desespero petista

Editorial, Estadão

Consciente de que será muito difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, o PT decidiu partir para seu “plano B”: fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta. É uma especialidade lulopetista.

A ofensiva da tigrada está assentada na acusação segundo a qual a candidatura de Bolsonaro está sendo impulsionada nas redes sociais por organizações que atuam no “subterrâneo da internet”, segundo denúncia feita anteontem na tribuna do Senado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que lançou o seu J’accuse de fancaria.

“Eu acuso o senhor (Bolsonaro) de patrocinar fraude nas eleições brasileiras. O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de WhatsApp pagos de fora deste país”, afirmou Gleisi, que acrescentou: “O senhor está recebendo recursos ilegais, patrocínio estrangeiro ilegal, e terá que responder por isso. (…) Quer ser presidente do Brasil através desse tipo de prática, senhor deputado Jair Bolsonaro?”

Como tudo o que vem do PT, nada disso é casual. A narrativa da “fraude eleitoral” se junta ao esforço petista para que o partido se apresente ao eleitorado – e, mais do que isso, à História – como o único que defendeu a democracia e resistiu à escalada autoritária supostamente representada pela possível eleição de Bolsonaro.

Esse “plano B” foi lançado a partir do momento em que ficou claro que a patranha lulopetista da tal “frente democrática” contra Bolsonaro não enganou ninguém. Afinal, como é que uma frente política pode ser democrática tendo à testa o PT, partido que pretendia eternizar-se no poder por meio da corrupção e da demagogia? Como é que os petistas imaginavam ser Continue lendo

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Tese sobre o debate Bolsonaro X Haddad

Pelas pesquisas de opinião pública, que na sua maioria já apontam o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) superando a casa dos 60% na preferência junto ao eleitorado, enquanto Haddad (PT) patina no patamar de 36-39%, aliado ao fato de que mais de 90% dos eleitores de Bolsonaro vem declarando que não mudarão de voto até o dia das eleições, é de se concluir que a fatura está fechada em favor do Capitão e a derrota petista é só uma questão de dias.

Consolidado este quadro, se vê com nitidez que a “tese” petista sobre a suposta necessidade de debate entre os candidatos perdeu o sentido e equivale a se jogar pedra n´água. Resultado útil nenhum traria.

Ademais, a liturgia do debate se faz e somente tem sentido para se esclarecer os eleitores sobre as plataformas e projetos dos candidatos, o que também, por este viés, faz falecer de sentido a tese vermelha sobre a necessidade de debate, uma vez que após mais de 13 anos de desmandos do PT no poder os eleitores já estão bem esclarecidos sobre os “motivo$” pelos quais os petebas querem “tomar o poder” (expressões utilizadas por Zé Dirceu) e, por isso, já definiram, na sua grande maioria, que não mudam o voto em Bolsonaro.

O desespero é tamanho nas hostes vermelhas que os petebas estão arregimentando nas redes sociais incautos e militantes para defender a ideia da necessidade da realização de debates entre os candidatos. Óbvio, pois, pois. Como diz o velho ditado: “para afogado, jacaré é tronco”

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Pesquisa: Bolsonaro 61% X 39% Haddad

Do Contraponto

A 11 dias da eleição, Jair Bolsonaro atinge 61% das intenções de voto no país, contra 39% em favor de Fernando Haddad, segundo levantamento da Paraná Pesquisas em parceria com a revista Crusoé/Antogonista. O candidato do PSL só perde na região Nordeste, ao mesmo tempo que vê reduzida a rejeição ao seu nome e crescimento da adesão do eleitorado feminino.

Dado que chama a atenção é que mais de 90% dos que se dizem eleitores de Bolsonaro afirmam que não mudarão de voto até o dia da eleição. Diante deste índice, analistas afirmam que já não há chance de “virada” nos resultados e que a vitória do candidato do PSL já está consolidada.

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Vídeo | Cid Gomes fala a realidade sobre o PT

Está repercutindo, e muito, na internet o vídeo em que Cid Gomes, irmão de Ciro, desanca a arrogância petista e falta de humildade e reconhecimentos dos erros da turma de Lula.

Cid de certa forma reproduziu tudo o que o povo brasileiro pensa sobre o quadrilhão petista e que, diversamente do que ainda alguns incautos enxergam, justifica o voto majoritário dos brasileiro em Jair Bolsonaro.

Vale a pena assistir.

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