Autor: João Luiz Regiani



Aeroportos regionais: investimentos de R$ 38 milhões

Os aeroportos regionais paranaenses receberam, desde 2011, R$ 38 milhões em recursos para a contratação de estudos e obras de infraestrutura e aumento de capacidade. Os valores consideram investimentos já consolidados ou em andamento, viabilizados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística.

Entre as ações em tramitação neste segundo semestre estão as licitações para as obras de reforma dos aeroportos de Pato Branco e Umuarama. Em ambos serão feitas melhorias na pista e nos terminais de embarque e desembarque de passageiros para atender padrões técnicos exigidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
“Estamos intensificando nossas ações para ampliar a oferta de voos comerciais e atender toda população paranaense com mais conforto e agilidade. Além de Pato Branco e Umuarama, também pretendemos viabilizar recursos para a adequação do aeroporto de Guarapuava”, destaca o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Os aeroportos de Castro, Maringá, Toledo, Londrina, Cascavel e Ponta Grossa foram contemplados em anos anteriores.

Todas as ações são resultado do Continue lendo

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BRDE firma com a AFD intenção de captar 50 milhões de euros

Evento realizado hoje na sede do BRDE em Curitiba reuniu diversas autoridades e a imprensa do estado

A Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinaram nesta quinta-feira (14), em Curitiba, memorando de entendimentos, cumprindo uma das etapas do acordo de cooperação financeira entre as duas instituições. O BRDE está captando 50 milhões de euros na AFD, que serão investidos em projetos voltados à produção e consumo sustentáveis.

O diretor do BRDE João Luiz Agner Regiani assinou o Memorando de Intenções com a AFD representando a área operacional do banco

A assinatura foi na Agência Paraná, com a presença do diretor-geral da Agência, Rémy Rioux; do presidente do BRDE, Odacir Klein; do vice-presidente e diretor-administrativo do Banco, Orlando Pessuti; dos diretores João Luiz Agner Regiani, Luiz Corrêa Noronha e Renato de Mello Vianna. Participaram também os conselheiros do Banco, Ogier Buchi e Valmor Weiss; o secretário do Codesul, Antonio Carlos Bettega; secretários estaduais e representantes do setor produtivo do Estado.

O diretor Regiani do BRDE com Remi Rioux, presidente da AFD na Aliança Francesa de Curitiba após o evento de assinatura do memorando

Rémy Rioux disse ser uma honra para a Agência Francesa de Desenvolvimento ser a primeira instituição internacional a fechar uma parceria com o BRDE e destacou a importância econômica da Região Sul nas relações da França com o Brasil.

O diretor anunciou que até o final do ano será assinada a liberação dos 50 milhões de euros ao BRDE. “Nesta relação, a Agência também poderá conduzir o BRDE aos fundos europeus de desenvolvimento, especialmente os fundos verdes”, acrescentou.

“Estou convencido de que só com a colaboração entre os bancos de desenvolvimento seremos capazes de enfrentar grandes desafios mundiais, como a questão das mudanças climáticas”, destacou Rioux. Ele veio ao Brasil para comemorar os 10 anos de atuação da AFD no país. “Além da comemoração, vamos também fazer uma reflexão sobre a atuação da Agência nos próximos 10 anos”.

“Esse momento poderia ser apenas para assinatura de um memorando. Mas estamos assinando um memorando com intenções e consequências, lembrando que teremos até o fim do ano a liberação do financiamento solicitado”, destacou o presidente do BRDE, Odacir Klein. “Damos início a uma longa e proveitosa relação com a AFD, instituição que reconhece a importância do BRDE”, acrescentou.

O diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, destacou a importância dos valores captados na AFD, que serão destinados a projetos sustentáveis. “São cinco grandes eixos de investimentos: água, agronegócio sustentável, tratamento de dejetos, cidades-sustentáveis e energias renováveis”, anunciou o diretor. “Hoje o BRDE trabalha com a visão do desenvolvimento com sustentabilidade”, afirmou Odacir Klein.

“Com os valores captados na Agência, o BRDE dá um importante passo para ampliar suas fontes de recursos, garantindo novos investimentos nos setores produtivos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, disse o diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani.

A contratação definitiva  com a AFD – em breve – viabilizará ao BRDE ampliar financiamentos de projetos de Produção e Consumo Sustentáveis (PCS)

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BRDE e governo do Paraná apostam no desenvolvimento regional

No último dia 06 (quarta-feira passada) foi apresentado ao governador Beto Richa, no Palácio do Iguaçú, pela diretoria da Jaguafrangos, o projeto de implantação/construção de nova unidade da empresa para abate e processamento de aves em Ivaiporã, região do Vale do Ivaí. Um projeto que após implantado gerará mais de 3.000 empregos diretos e indiretos e oportunizará a criação de aproximadamente 150 criatórios interligados em um raio de abrangência de aproximadamente 100 kilômetros, numa das regiões consideradas de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) “depressivo” (abaixo da média) no estado do Paraná.

Os diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) João Luiz Agner Regiani e Orlando Pessuti, gerentes e assessores do BRDE acompanharam a apresentação e colocaram a instituição financeira à disposição do governo do estado para realizar estudos e análises técnicas visando liderar a estruturação financeira de linha para o financiamento e viabilização do novo empreendimento.

O novo frigorífico em Ivaiporã terá capacidade, ao final da implantação da unidade, para processar 420 mil aves por dia, gerar 3 mil empregos e faturar R$ 1,8 milhão anualmente. O BRDE deverá participar da implantação das duas primeiras fases do projeto, um investimento total de R$ 145 milhões. O investimento deverá contar também com recursos repassados pela Fomento Paraná e BNDES.

“Vamos somar esforços para garantir a viabilidade desse importante projeto para Ivaiporã, que vai mudar a realidade não só do município, mas de toda a região, que precisa de novas indústrias e novos postos de trabalho, ainda mais nesse momento de crise nacional”, disse o governador. “Daremos toda atenção para fomentar o empreendimento”, afirmou o governador Beto Richa.

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“Estamos aqui para levar adiante esse projeto de desenvolvimento perene da região do Vale do Ivaí”, afirmou o diretor de operações do BRDE, João Regiani. “Hoje, os financiamentos a produtores associados da Jaguafrangos no BRDE somam R$ 38 milhões, investimento que movimenta a economia regional, gerando empregos, renda e receita aos municípios”, acrescentou Regiani.

O diretor Regiani fez ainda referência sobre a importância do financiamento público de empreendimentos de abrangência regional em regiões economicamente “depressivas” pelo Sistema Parananense de Fomento (SPE) – composto pelo BRDE e Fomento Paraná -, criado no ano de 2015 por iniciativa do governador Beto Richa, como meio para o desenvolvimento econômico e social duradouro destas regiões.

O vice-presidente e diretor administrativo do banco, Orlando Pessuti, fez um relato histórico da luta dos municípios do Vale do Ivaí para consolidar a avicultura de corte na região. “Esse projeto grandioso da Jaguafrangos implanta definitivamente a avicultura na região”, afirmou Pessuti. “E o BRDE está à disposição para liderar a operação que viabilizará o frigorífico e mudará o perfil econômico da região central do nosso Estado”, arrematou Pessuti.

Projetos que visam o desenvolvimento econômico e regional do estado são as melhores “apostas” para este momento de crise econômica nacional persistente, e neste sentido o Sistema Paranaese de Fomento (BRDE e Fomento Paraná) se constitui como excelente ferramenta para viabilizá-los financeiramente, gerando melhor ambiente econômico no estado e mais emprego e renda à população paranaense e de toda a região Sul do país.

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Quando o cargo público é utilizado para corromper ou ser corrompido

A atribuição criminosa feita pelo MPF à Lula e a Gilberto de Carvalho, não tem por base a reedição da referida MP por si só, mas no alegado fato de que o ex-presidente e seu ex-ministro receberam em troca, por sua reedição, R$ 6 milhões de reais.

 

De tudo o que se viu até agora como resultado das investigações realizadas pela Operação Lava-Jato e demais forças-tarefas da Polícia Federal que investigam o sistema corruptivo no país, o que mais tem se contatado é a utilização, por agentes públicos, de cargos públicos para se obter dividendos financeiros irregulares, resultantes de corrupção ativa ou passiva.

Situações em que o criminoso se reveste do cargo público para desviar recursos públicos ou para receber favores financeiros em troca da prática de atos que fazem parte das suas atribuições legais enquanto agente público.

Justamente neste infeliz contexto é que um sem numero de agentes políticos de diversas colorações partidárias vêm sendo pegos, com a “boca na botija”.

O PT que no passado remoto já foi sinônimo de honrarez e alternativa de mudança para o país, se constituiu justamente o “grande maestro” na orquestração e “aprimoramento” do sistema corruptivo, que não é recente no país, mas teve os seus métodos amplificados e “modernizados”. Em outras palavras, quem estava na cabeça do exercício do Poder (PT) e a quem cabia coibir o crime organizado na política nacional, acabou por se constituir no seu maior artífice, e por isso é naturalmente mais cobrado pela sociedade por todo o seu histórico de perspectiva de mudanças e por comandar os poderes (executivo e legislativo) nacionais com amplas possibilidades de moralização da política da nação.

Neste rastro o Ministério Público Federal (MPF) denunciou esta semana o ex-presidente Lula e seu ex-ministro Gilberto de Carvalho, mais uma vez sob a acusação de se valer do cargo de presidente para obter dividendos financeiros, agora com a reedição da Medida Provisória n.º 471 que beneficiava o setor automobilístico com a extensão de incentivos fiscais direcionados a montadoras instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste  (veja aqui).

A atribuição criminosa feita pelo MPF à Lula e a Gilberto de Carvalho, não não tem por base a reedição da referida MP por si só , mas no alegado fato de que o ex-presidente e seu ex-ministro receberam em troca, por sua reedição, R$ 6 milhões de reais.

No bom português, isto se chama CORRUPÇÃO!

Pobre do país com gente deste naipe pretendendo voltar ao Poder Central. SQN.

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O Brasil “destaque” em corrupção

O “escândalo” de corrupção no Brasil revela como a corrupção está profundamente enraizada em “todos os níveis de governo”. O alerta é do alto comissário da ONU para Direitos Humanos, Zeid Al Hussein, que, em um discurso nesta segunda-feira, aponta como o desvio de recursos públicos ameaça a democracia.

O Brasil foi um dos 40 países citados por Zeid ao abrir os trabalhos do Conselho de Direitos Humanos da ONU por conta de diversas violações. A menção ao Brasil foi feita explicitamente no contexto da corrupção e seus impactos.

“A corrupção viola o direito de Continue lendo

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Após Palocci PT e aliados já discutem eleições sem Lula

Terra de ninguém Sob impacto do depoimento de Antonio Palocci, dirigentes de siglas que são aliadas históricas do PT decidiram iniciar, ainda em reserva, discussões sobre o rumo que tomarão em 2018. Eles não veem chances de o ex-presidente Lula ser candidato à Presidência e argumentam que não há substituto — nem mesmo um nome ungido pelo petista — que consiga unificar a esquerda. A ordem agora é pensar no próprio plano B. Sem Lula no páreo, argumentam, todos largam do mesmo patamar.

Não para Os aliados do PT avaliam que o pior não é o que Palocci disse a Sergio Moro, na quarta (6), mas o que ele ainda vai falar. Para esses políticos, o que o ex-ministro e integrante da cúpula do PT fez “foi uma ‘avant-première’” do arsenal que possui.

Frio e calculado Diversas expressões que causaram furor público no testemunho de Palocci — entre elas o famoso “pacto de sangue” da propina — já haviam sido ditas por ele aos procuradores com quem negocia uma intrincada delação premiada, em Curitiba.

Tem quem queira Um trote do deputado Fábio Faria (PSD-RN) no colega Dudu da Fonte (PP-PE) foi a sensação de Brasília neste Sete de Setembro. O potiguar, famoso na Câmara pelas imitações, telefonou ao pernambucano fingindo ser Lula. (Folha UOL).

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Paraná na rota mundial do desenvolvimento

Esta é de dar ardência nos cotovelos dos oposicionistas do governo Beto Richa.

Enquanto eles teimam a todo custo na tentativa de enchovalhar e desqualificar o governo Richa, o Paraná vai muito bem, obrigado e em franca expansão comercial e de mercado.

A compra pela chinesa CMPort do terminal de contêineres de Paranaguá, por R$ 2,9 bilhões, que foi noticiada nos últimos dias colocando o Brasil na rota portuária mundial, ressoou forte no mercado portuário nacional e internacional.

O investimento bilionário dos chineses em terminal privado do porto do Paraná, além de abrir novos e promissores horizontes para o transporte de cargas por meio do estado, confirma na prática que o governador Beto Richa estava correto em investir pesado nas melhorias de infraestrutura ao redor do porto de Paranaguá para receber investimentos privados internacionais para melhorar a competitividade do estado no setor de transporte marítimo.

Com a vinda dos chineses para o Paraná certamente as condições de infraestrutura para escoamento de produção pelo porto de Paranaguá experimentarão um gigantesco salto de qualidade e amplitude, cravando de vez no Paraná a seta que indicará para os investidores internacionais o melhor lugar no Brasil para realizar os seus investimentos e instalar as suas indústrias.

Isto significará mais emprego, renda e desenvolvimento social à vista para o povo paranaense sob a batuta do governo Beto Richa.

Enquanto isso os adversários do governo Richa e do Paraná discutem futilidades, fazer o quê?

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Depoimento de Palocci colocou água no chopp

Se havia ainda algum fiapo de esperança na candidatura de Lula, o presidente que de nada sabia, para 2018, este foi de vez extirpado com o depoimento e ainda mais com a futura delação premiada de António Palocci, ex-braço direito do “ómi”.

As últimas análises políticas que vem sendo feita pelos analistas políticos nacionais e internacionais depois do efeito devastador do depoimento de António Palocci dão conta de que é muita “água no chopp” do etílico Lula. E vocês sabem, quem gosta de uma branquinha e a aprecia sem moderação, gosta dela purinha, o Lula que o diga.

Pelas análises destes Lula manterá a sua pseudo candidatura com o objetivo pontual de manter em pé o ativismo político da troupe viajandona que ainda teima em acreditar no molusco. Mas o objetivo mesmo dele sará passar o bastão para outro na disputa presidencial.

A delação premiada (efetiva) de Palocci que virá na sequência promete ter efeito ainda mais catastróficos para Lula e seus incautos apoiadores, pois virá certamente recheada de provas materiais e áudios que vão tirar o chão destes.

A dúvida que fica é se o PT ainda existirá até as eleições de 2018. É esperar para ver.

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Quadro Negro: se esfarela a delação do picareta

A delação premiada do picareta proprietário da empreiteira Valor (Eduardo Lopes), realizada na operação Quadro Negro na tentativa de enredar no lamaçal o governador Beto Richa, tendo aquele afirmado que a maior parte dos desvios das construções de escolas públicas estaduais se prestaram a financiar a campanha eleitoral de Richa ao governo em 2014, começou a se esfarelar, a virar pó.

Informa Fábio Campana no seu blog que a sequência das investigações está a comprovar que os valores desviados pelo esquema criminoso investigado foi incorporado ao patrimônio de Eduardo e de terceiros laranjas utilizados por ele  para acobertar o objeto do crime praticado.

Como já falei aqui no blog anteriormente, já foi aberta a contagem regressiva para a prisão do pseudo empresário que mentiu descaradamente para se livrar momentaneamente da prisão.

Novas frustrações se avizinham aos esquerdopatas e oposicionistas de plantão que teimam na tentativa de igualar o governador Beto Richa aos seus meliantes de estimação.

Veja mais:

– A leviandade dos acusadores de Richa;

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BNDES: risco para o fomento econômico em 2018

A devolução antecipada de cerca de R$ 100 bilhões dos empréstimos de longo prazo feito pelo Tesouro Nacional entre 2009 e 2014 ameaça o crescimento dos desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2018. Segundo o diretor da Área Financeira e Internacional, Carlos Thadeu de Freitas Gomes, com os sinais de crescimento maior que o esperado, pode haver alta na demanda por empréstimos, mas o fluxo de caixa do banco de fomento não comportaria uma alta nos desembolsos junto da devolução bilionária.

Como revelou à Agência Estado, a equipe econômica pedirá cerca de R$ 100 bilhões ao BNDES. Freitas confirmou que o banco negocia a devolução, mas os valores não estão definidos, como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles disse na quarta-feira. A definição do montante dependerá da análise do fluxo de caixa do BNDES. “Temos de sentar com o Tesouro e ver como eu posso atender ao desejo de abater a dívida bruta e, ao mesmo tempo, ter condições de emprestar para o País continuar crescendo”, afirmou Freitas.

A equação envolve, de um lado, a expectativa de que a recuperação econômica seja acompanhada de mais pedidos de financiamento. Ano passado, o BNDES liberou R$ 88,257 bilhões para empréstimos já aprovados, menor nível anual desde 2001, em valores atualizados pela inflação. No acumulado de janeiro a julho, os desembolsos somaram R$ 40,372 bilhões, queda real de 20% na comparação com igual período de 2016.

“O investimento está muito fraco ainda, mas há o chamado efeito mola. Quando começar a melhorar de novo, o investimento vai superar fortemente o consumo das famílias”, disse Freitas, completando que, atualmente, só o BNDES oferece crédito de longo prazo: “Com a economia voltando a crescer, vai ter uma demanda maior pelo longo e o banco vai ter de atender”.

De outro lado, o funding do BNDES está pressionado pelos déficits do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), fonte constitucional do banco, e pela decisão do governo de liberar saques das contas antigas do PIS/Pasep (Isto É Dinheiro).

BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é o maior repassador das linhas de financiamento do BNDES na região Sul do País. Eventual desidratação financeira do banco de fomento nacional poderá afetar a atuação do BRDE na região.

Há a urgente necessidade de que os governados dos estado Sul (PR, SC e RS) e as bancadas políticas federais (Deputados Federais e Senadores) se mobilizem conjuntamente a fim de se evitar a afetação operacional do BNDES com as sucessivas e bilionárias retiradas/retomadas de valores da instituição pela União, o que se continuar ocorrendo do modo prenunciado trará prejuízos significativos ao fomento econômico de todas as regiões do país, e especialmente da região Sul.

 

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