Aluguel



Índice de correção de aluguel tem deflação

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, teve deflação de 0,72% em julho após encerrar junho com variação negativa de 0,67%. O índice foi divulgado nesta sexta-feira (28) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É a quarta deflação seguida, segundo a entidade.

O índice passou a registrar deflação desde abril deste ano, quando atingiu a menor taxa mensal desde 1989, início da série histórica (-1,1%). (G1).

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Aluguel sobe abaixo da inflação

Real estateOs preços locação de imóveis registraram em fevereiro a 9ª queda real consecutiva, segundo o Índice FipeZap, que acompanha o preço do aluguel em 9 cidades brasileiras.

O aumento nominal no acumulado em 12 meses foi de 1,95% em fevereiro. Nesse mesmo período, o aumento da inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 7,70%.

“O preço médio de locação registrou, portanto, queda em termos reais de 5,34% nos últimos 12 meses”, destaca o relatório. Continue lendo

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Inflação do aluguel tem a menor taxa em 5 anos

Inflação do aluguel fecha 2014 em 3,69% – menor taxa em 5 anos


IGP-M: o índice é conhecido por reajustar contratos, como o de aluguel

Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado para reajustar contratos de aluguel, subiu 0,62% em dezembro, abaixo do resultado de novembro (alta de 0,98%). Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador fechou, assim, 2014 com avanço de 3,69%, o menor desde 2009, quando caiu 1,72%.

Segundo a FGV divulgou nesta segunda-feira, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, subiu menos em dezembro (0,63%), do que no mês anterior (1,26%). Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% no IGP-M, avançou 0,76% neste mês, frente à alta de 0,53% em novembro. Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,25% em dezembro, contra 0,30% no mês anterior.

Diante de sinais de mais pressão sobre a inflação, o Banco Central iniciou no final de outubro novo ciclo de aperto monetário, que já levou a Selic ao atual patamar de 11,75% ao ano e já indicou que mais elevações estão por vir na taxa básica de juros. — Com informações da Reuters.

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Amazon lançou serviço de aluguel de e-books

Será possível possível ter acesso a 700 mil obras digitalizadas, das quais 10 mil estão em português

Amazon lança serviço de aluguel de e-books SXC.HU/SXC.HU

A Amazon lançou na quinta-feira (11/12) seu serviço de aluguel de livros. Pagando R$ 19,90 por mês (o primeiro é grátis), é possível ter acesso a 700 mil e-books – dos quais 10 mil estão em português. Os números do Kindle Unlimited impressionam, mas uma olhada mais cuidadosa mostra que a estreia talvez tenha sido prematura. Não estão disponíveis na biblioteca digital da livraria obras de editoras como Intrínseca, Novo Conceito, Companhia das Letras, Record, Sextante, Objetiva, Cosac Naify, entre outras que costumam frequentar as listas de mais vendidos ou os espaços de resenhas dos jornais.

Existe o medo de que as vendas caiam e de que a remuneração para editoras e autores não seja justa – profissionais ouvidos que ainda estão negociando a adesão disseram que os contratos e os cálculos para recebimento são confusos. E, quando a Amazon diz que obras da Leya, Globo, V&R, Universo dos Livros, Gente, Panda, Belas Artes, Landmark, entre outras, estão no acervo, isso não quer dizer, necessariamente, que se trata da totalidade do catálogo.

A negociação varia de editora para editora. Os assinantes também terão à disposição títulos lançados pela própria empresa por meio de sua plataforma de autopublicação, a KDP – mas ela não diz quanto isso representa do acervo. — Zero Hora.

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