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Como proteger os nossos filhos nas escolas

PROTEGENDO OS NOSSOS FILHOS DA AGENDA COMUNISTA NAS ESCOLAS DO BRASIL

Este é o procurador da república Guilherme Schelb orientando os pais a representar em defesa dos seus filhos quando alguém na sua escola tentar impor aos seus filhos a e tal da ideologia de gênero ou qualquer educação sexual fora dos parâmetros normais.

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50 anos da morte um bandido chamado CHE GUEVARA

NESTA SEMANA OS ESQUERDOPATAS COMUNISTAS DO BRASIL ESTÃO SE DESMANCHANDO EM COMEMORAÇÕES E VIAJANDO EM MENTIRAS SOBRE UM DOS MAIORES ÍCONES BANDIDOS DA REVOLUÇÃO LATINOAMERICANA, ERNESTO CHE GUEVARA.

PARA A ESQUERDA BRASILEIRA É ESTE TIPO DE VERME ESCROTO QUE MERECE CELEBRAÇÃO.

Por Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo

Há aproximadamente 48 anos, Ernesto “Che” Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio. Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado. Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita. O ditado “tudo o que vai, volta” expressa bem essa situação.

“Execuções?”, gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964. “É claro que executamos!”, declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão. “E continuaremos executando enquanto for necessário! Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!”

Ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960. José Vilasuso, um cubano que à época era promotor dos julgamentos comandados por Guevara, fugiu horrorizado e enojado com o que presenciou. Ele estima que Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña. Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período. O próprio Che admitiu ter ordenado “milhares” de execuções durante o primeiro ano do regime de Fidel Castro.

Felix Rodriguez, o agente cubano-americano da CIA que ajudou a caçar Che na Bolívia e que foi a última pessoa a interrogá-lo, diz que Che, em sua última conversação, admitiu “algumas milhares” de execuções. “Eu não preciso de provas para executar um homem”, gritou Che para um funcionário do judiciário cubano em 1959. “Eu só preciso saber que é necessário executá-lo! Continue lendo

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