Crédito



Vendendo lenços porque o chô-rô-rô continua


Enquanto a oposição rançosa ao governador Beto Richa dá continuidade ao seu tradicional chô-rô-rô inventando factóides e “versões” visando fazer colar a falsa idéia de que o Paraná vai de mal a pior (que é o que de fato eles gostariam), Beto Richa segue anunciando obras, investimentos e repasse de verbas aos municípios do Paraná.

Hoje, por exemplo, o governador anúnciou em Curitiba a distribuição de mais R$ 100 milhões para 250 municípios do Paraná (aqui). Por estas e outras notícias boas para os paranaenses é que as viúvas do Lula, Dilma e Requião estão entrando em convulsão em praça pública por estes dias.

Podem notar, sempre que o governador Richa vem a público para anunciar conquistas favoráveis para o estado e sua população, surge na “mídia marrom” os arautos da desgraça inventando versões mirabolantes na tentativa de se compensarem psicologicamente pelo impacto psicológico que sofrem a cada vez que são golpeados pelas notícias positivas que vêm das bandas do Palácio Iguaçú.

Como já diziam os meus avós, “uns gostam dos olhos, outros da remela”.

E digo mais, o chô-rô-rô é livre. Falando nisso, estou vendendo lenços.

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Inclusão financeira das micro e pequenas empresas

 

Diretor de Operações do BRDE João Regiani participou de painel no Congresso Empresarial Paranaense 2017 da FACIAP

Nesta semana entre os dias 19 e 21 foi realizado em Foz do Iguaçu, Paraná, o “Congresso Empresarial Paranaense 2017” organizado pela Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e pela Federação das Associações Comerciais do Paraná (FACIAP).

No evento participei, representando o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE),  de painel de discussão voltado a abordar o tema “História da Inclusão Financeira da Micro e Pequena Empresa no Paraná”. Participaram conjuntamente do painel representantes do Sebrae, Sicoob, Banco do Brasil, Fomento Paraná e Bancoob.

O congresso reuniu representantes das associações comerciais de todas as regiões do estado e do Brasil,  e houve oportunidade para falarmos sobre as ações que o BRDE vem executando a fim de cada vez mais realizar a inclusão financeira das micro e pequenas empresas (MPEs) mediante a utilização de estratégias criativas e específicas, como por exemplo,  a formação de fundos financeiros para tal finalidade e captação de recursos financeiros internacionais.

Foram demonstrados, ainda, o números e índices de desempenho do BRDE em relação aos diversos portes financeiros do seguimento econômico do Paraná e que receberam investimentos do banco, com enfoque especial nas MPEs da região Sul e do Paraná, bem como abordamos sobre as políticas de fomento financeiro que o governo Beto Richa vem desenvolvendo para o estímulo econômico do estado.

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Equilíbrio financeiro: Paraná é o único estado que pode emprestar no exterior

A repórter Marta Watanabe, no Valor Econômico desta segunda-feira, 9, aponta que o Paraná em 2017, é o único estado que obteve aval da União, através da Secretaria de Tesouro Nacional, para empréstimo externo, num período em que o Tesouro Nacional vem restringindo a prestação de garantias aos entes federados. A operação com agente do exterior aprovada ao Paraná, contratada com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), foi de US$ 67,2 milhões para o fortalecimento da segurança pública através do programa Paraná Seguro.

Outras operações externas foram liberadas, mas beneficiando municípios, em valores modestos; significando que o governo federal “fechou a torneira” num período de forte restrição fiscal, para o saneamento das contas públicas. Sob essa nova diretriz, a STN só libera avais para Estados classificados com ratings “A” e “B”. O Paraná, situado na classificação “B”, “fez a lição de casa” e aspira subir para o nível “A”.

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*** Nota do Blog – Esta é mais uma das provas da excelente gestão financeira que o governado Beto Richa vem desenvolvendo no estado. Por aí dá para entender o desespero dos seus adversários em atacá-lo constantemente.

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Crédito às empresas dá sinais de retomada

O mercado de crédito deu um primeiro sinal de reação no fim do primeiro semestre de 2017, depois de meses de firme contração. Os dados de junho, compilados pelo Banco Central (BC), apontaram aumento no estoque de empréstimos e financiamentos, firme crescimento nas concessões e queda nas taxas de juros e na inadimplência. “Esperamos um segundo semestre melhor que o primeiro e tivemos, em junho, uma informação favorável”, diz o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Fernando Rocha.

No ano e em 12 meses, no entanto, a situação ainda é de retração do mercado, de 0,9% e 1,6%, respectivamente, e mesmo para atingir a magra projeção de crescimento nominal de 1% feita pelo Banco Central (BC), uma expressiva melhora será necessária. Dificilmente o mercado terá crescimento real, ou seja, acima da inflação em 2017, completando o terceiro ano de retração.


O destaque no mês ficou no crédito à pessoa jurídica, que apresentou a primeira variação positiva desde janeiro de 2016, um alta de 0,3% sobre maio, e um salto de 14,6% nas concessões (fonte: Valor).

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Qualificando a conversa: e o custo do crédito, hein!?

Não imaginava que se utilizar da liberdade de expressão para falar do que se pensa (‘post’ anterior) enfurecesse tanto os defensores da esquerda anacrônica.

Às vezes tenho recaídas em discutir um pouco sobre conjuntura política, o que confesso, não é o viés principal do blog, mas quando o faço vocês não imaginam a quantidade de comentários enfurecidos e impublicáveis que recebo. É o patrulhamento ideológico que a esquerda se acostumou a fazer, mas que em razão da disseminação das mídias sociais – como acentuei na postagem anterior – não conseguem mais dar conta de fazer com qualidade e eficiência. Como eu disse anteriormente, eles perderam o ‘monopólio da verdade’,

Em razão da última postagem minha até um conhecido blogueiro alinhado com pensamentos ultrapassados da esquerda anacrônica do país se aventurou a me fazer críticas, me chamando a atenção dizendo, pretensiosamente, como eu devia me portar. Tenha a santa paciência.

Assim como tal blogueiro não publica minhas opiniões no seu blog quando as faço, não vou dar azo a publicar as suas lições morais neste espaço. Simples assim.

Por que o custo do crédito ao consumidor está caro

Considerando que o assunto não merece mais do que as linhas escritas acima, vamos qualificar a discussão enfocando um dos assuntos que efetivamente interessa ao leitor: a difícil queda no custo do crédito ao consumidor.

Apesar da queda da taxa Selic e do horizonte de diminuição no índice da inflação, a conjuntura econômica é de persistência na manutenção do ‘spread’ bancário, que nada mais é do que a diferença entre o que custa a captação de capitais pelos bancos no mercado e o quanto este cobra para emprestá-los ao consumidor.

A dúvida que surge é a seguinte: se a taxa básica de juros (Selic) está caindo é porque a perspectiva de inflação está projetada para baixo da meta, então porque, mesmo com a percepção de melhora na economia, o custo do crédito ao consumidor continua elevado?

A resposta se encontra na resistência à diminuição do ‘spread’ pelos bancos, o qual leva em conta o histórico no nível de inadimplências e o fato de que no país atualmente se encontram desempregados quase 13 milhões de trabalhadores, o que indica, mesmo com a gradual melhora na economia, a persistência de elevados índices de inadimplência no país.

Traduzindo em miúdos: até que a curva do desemprego vire para baixo e o ‘spread’ bancário, que atualmente está em torno 23,3 porcento segundo o Banco Central, sofra reduções, o custo do crédito ao consumidor continuará elevado.

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Cheque especial de 300% endivida ainda mais o consumidor

Vejam o absurdo com que nos deparamos neste momento de crise econômica resultante do desgoverno federal.

O cheque especial bateu na casa de 300% ao ano (!!!) dificultando o acesso saudável do consumidor-correntista bancário ao crédito.

Assim, em outras palavras, a política estabelecida pelo desgoverno federal, sob a batuta do Banco Central, está a determinar que os consumidores, endividados em virtude da política econômica maléfica criada pelo governo federal, a qual consistiu em fazer estes crerem – falsamente – se encontrarem em situação de ascenssão social mediante obtenção de crédito fácil endividador, sejam agora submetidos a escorchantes e descabidos juros anuais de 300%, como modo de lhes impedir acesso a meios financeiros para, ao menos, amenizar os impactos danosos que referido endividamento está a causar às suas finanças domésticas.

Indisfarçavelmente, o mesmo governo federal que promoveu políticas econômicas que endividaram excessivamente os consumidores, agora está, literalmente, a lhes “amar as mãos”, de modo a criar “barreira financeira” que lhes impede acessar os meios necessários para amenizar as suas falências econômicas, ocasionadas pelo próprio governo federal.

Quem sai ganhando com esta situação são somente os bancos (que nunca ganharam tanto “na história deste país” como na era PT). Ou seja, os bancos ganharam na época das “vacas gordas”, efetuando frenéticos empréstimos bancários aos consumidores-correntistas e ganharam muitíssissississimo (!!), e estarão ganhando ainda mais, agora, com a miséria financeira dos consumidores. Os bancos são mais ou menos como as funerárias que sempre ganham quando alguém morre.

Uma vergonha nacional deslavada.

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Cuidado do consumidor na tomada de crédito

Jovem fazendo contas

Consumidores: aumentou o número dos que têm planos de financiar um imóvel, de 33% para 43%

A maioria dos consumidores brasileiros está cautelosa com operações que podem resultar em endividamento, revela pesquisa divulgada hoje (14) pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), feita em conjunto com a TNS Brasil, empresa global de pesquisa de mercado.

O levantamento, o quinto do gênero, reúne informações coletadas em entrevistas com mil pessoas com idade entre 18 e 65 anos, de todas as regiões do país, no período de 18 a 22 de março.

Mais da metade dos entrevistados, 52%, são mulheres e 48%, homens. Na sondagem, 82% das pessoas ouvidas disseram que não pretendem tomar crédito e 18% que têm intenção de contrair algum tipo de financiamento. Continue lendo

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Consumidores, fujam do crédito!

Radar do ConsumidorSe há uma orientação que eu posso dar aos amigos do blog neste momento é a de – literalmente – fugir de tudo que represente acesso ao crédito, como: utilização do limite do cheque especial, cartão de crédito, empréstimos pessoais, dentre outros.

A não ser que seja para casos de vida ou morte do tipo, saúde, alimentação e demais necessidades básicas da vida que não possam ser prorrogadas.

Os juros estão nas alturas, podendo chegar, no caso dos cartões de crédito em mais de 400% ao ano e no caso dos limites dos cheques especiais em mais de 200% ao ano.

Aliando a isso, não podemos esquecer que em torno de 65% dos consumidores já se encontram endividados ou inadimples, o que agrava ainda mais a situação, tornando ainda mais desaconselhável a ampliação do endividamento.

Este endividamento é resultado da facilitação de acesso ao crédito proporcionado pela política econômica promovida pelo governo federal, o qual se utilizou maldosamente deste (endividamento) para atribuir sucesso a política econômica do governo e dar a sensação de que as classes sociais mais baixas estavam a acessar bens da vida que “nunca antes na história deste país” haviam conseguido.

Ou seja, o “golpe” (palavra da moda) se constituiu no fato do governo federal se auto promover “com o pescoço” do próprio consumidor, endividando-o além do limite a fim de lhe dar sensação artificial de ascensão social.

Agora, fazer o que? O jeito, mesmo, é corrermos o quanto pudermos do crédito.

Fica a dica.

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Endividamento por desconto em folha é um crime!

CONSUMIDOR PREOCUPADOVi uma notícia muito preocupante num dos telejornais nacionais da manhã de hoje.

A matéria trouxe um panorama caótico do endividamento do cidadão brasileiro, e especialmente dos idosos, ocasionado pelos empréstimos consignados (com descontos em folha de pagamento). É um verdadeiro crime o que está acontecendo nestes casos, e pior, sob os olhos e permissividade do governo federal, que é quem regula as relações financeiras no país e devia adotar políticas públicas para que estas situações fossem evitadas.

Que os bancos nunca lucraram tanto “na história deste país” nos últimos anos já não é mais segredo para ninguém, agora o que não se esperava é que o governo federal viesse a se tornar tão subserviente ao sistema financeiro a ponto de nada fazer para co-responsabilizá-lo pelos endividamentos ocasionados aos trabalhadores pelo modelo de consignação em pagamento permitido. Continue lendo

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Antecipação do 13° exige cuidados do consumidor

Acesso fácil ao crédito pode esconder armadilhas

Acesso fácil ao crédito pode esconder armadilhas

Consumidores devem ser criteriosos, pois são poucas as vezes que o uso dessa linha de crédito pode ser realmente vantajoso



 

Neste fim de ano, os consumidores devem ficar cada vez mais atentos com ofertas de linha de crédito, principalmente a chamada ‘Antecipação do 13º’. O crédito pode ajudar a quitar uma dívida que chega a tirar o sono, a investir em um negócio, a comprar algo ou até mesmo a realizar a viagem dos sonhos.

Mas, antes de solicitar o crédito, é preciso avaliar dois fatores importantes. O primeiro é o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), já que, normalmente, o IOF é financiado automaticamente no valor da prestação. O segundo são os juros, pois vão determinar o valor final a pagar. Continue lendo

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