Crédito



EXPOINGÁ 2018: BRDE liberou R$ 40 milhões em financiamentos

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, BRDE, liberou neste sábado 40 milhões de reais em financiamentos para cooperativas, produtores rurais e empresas do Noroeste do Paraná e região do Vale do Ivaí.

Os contratos foram assinados na Expoingá 2018, com a presença da governadora Cida Borghetti, do diretor-presidente do Banco, Orlando Pessuti, e dos diretores João Luiz Regiani, de Operações, e Luiz Noronha, de Planejamento, do deputado federal Ricardo Barros e demais autoridades presentes.

Negócios

O BRDE participa da 46ª Exposição Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Maringá – Expoingá 2018 com a oferta de linhas de financiamento para projetos de todos os setores da economia. O banco tem estande próprio na feira com equipe especializada para atendimento de parceiros e futuros clientes.

O BRDE poderá fechar negócios na Expoingá para apoio também de projetos inovadores dos setores de energia e sustentabilidade, como geração de energia e eficiência energética, uso racional e eficiente da água, gestão de resíduos e reciclagem, além das linhas destinadas a cadeia do agronegócio, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Imagens do evento:

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Menos teoria, mais ação: BRDE entrega 43,5 milhões para a produção

O diretor de operações do BRDE João Luiz Agner Regiani (centro) representou a instituição e o estado do Paraná na liberação dos financiamentos

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), instituição que pertence ao estado do Paraná, assinou contratos no valor de R$ 43,5 milhões com produtores rurais e empresas de Londrina e região. A liberação dos recursos ocorreu nesta quarta-feira (11) durante a Expolondrina 2018, na sede da Sociedade Rural do Paraná.

Os contratos foram assinados com avicultores, a empresa Granjeiro, de Rolândia, cooperativas de crédito, a Cooperativa Integrada, de Londrina, e empresas dos setores do comércio, serviços e indústria. São recursos destinados à construção de unidades produtivas, aquisição de equipamentos, modernização, armazenagem e implantação de aviários.

O diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani, aproveitou a ocasião para anunciar que, a partir de maio próximo, o Banco passará a operar o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, com um aporte inicial de R$ 50 milhões. “É a busca do BRDE por novas fontes de recursos, mantendo a missão do Banco de fomentar a economia e gerar emprego e renda”, disse Regiani.

“A liberação desses recursos reflete a trajetória do BRDE como banco de fomento à economia e indutor da geração de emprego e renda e a busca por novas fontes de recursos para ampliar ainda mais os seus serviços”, afirmou o diretor. Regiani lembrou a primeira parceria com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), o primeiro contrato internacional do BRDE. Continue lendo

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Enquanto isso….

…. na EXPOLONDRINA o tempo está aberto e ensolarado.

Hoje pela manhã teve julgamento da raça Nelore.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está com estande na EXPOLONDRINA com a sua equipe atendendo a todos os empreendedores urbanos e rurais da região que forem até a feira e tenham interesse em conhecer melhor sobre as linhas de financiamentos disponíveis.

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10 maus hábitos financeiros para eliminar em 2018

O período de festas de fim de ano é marcado por, além das comidas e encontros familiares, revisão de realizações passadas e listas de resoluções para o ano que se inicia. Mas não basta deixar os tópicos no papel. Para ter mais realizações, menos dívidas e uma vida financeira mais organizada e tranquila em 2018, é importante eliminar alguns hábitos que tendem a levar ao descontrole, endividamento e inadimplência.

Reinaldo Domingos, doutor e mestre em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros) fez uma lista com 10 maus hábitos financeiros que você deve eliminar em 2018 para organizar suas finanças e separar uma parte da renda para investimentos. Veja:

1. Falta de planejamento – As pessoas não sabem para onde vai seu dinheiro, não possuem controle. As pessoas não se dão conta que o descontrole financeiro não acontece nos Continue lendo

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Vendendo lenços porque o chô-rô-rô continua


Enquanto a oposição rançosa ao governador Beto Richa dá continuidade ao seu tradicional chô-rô-rô inventando factóides e “versões” visando fazer colar a falsa idéia de que o Paraná vai de mal a pior (que é o que de fato eles gostariam), Beto Richa segue anunciando obras, investimentos e repasse de verbas aos municípios do Paraná.

Hoje, por exemplo, o governador anúnciou em Curitiba a distribuição de mais R$ 100 milhões para 250 municípios do Paraná (aqui). Por estas e outras notícias boas para os paranaenses é que as viúvas do Lula, Dilma e Requião estão entrando em convulsão em praça pública por estes dias.

Podem notar, sempre que o governador Richa vem a público para anunciar conquistas favoráveis para o estado e sua população, surge na “mídia marrom” os arautos da desgraça inventando versões mirabolantes na tentativa de se compensarem psicologicamente pelo impacto psicológico que sofrem a cada vez que são golpeados pelas notícias positivas que vêm das bandas do Palácio Iguaçú.

Como já diziam os meus avós, “uns gostam dos olhos, outros da remela”.

E digo mais, o chô-rô-rô é livre. Falando nisso, estou vendendo lenços.

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Inclusão financeira das micro e pequenas empresas

 

Diretor de Operações do BRDE João Regiani participou de painel no Congresso Empresarial Paranaense 2017 da FACIAP

Nesta semana entre os dias 19 e 21 foi realizado em Foz do Iguaçu, Paraná, o “Congresso Empresarial Paranaense 2017” organizado pela Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e pela Federação das Associações Comerciais do Paraná (FACIAP).

No evento participei, representando o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE),  de painel de discussão voltado a abordar o tema “História da Inclusão Financeira da Micro e Pequena Empresa no Paraná”. Participaram conjuntamente do painel representantes do Sebrae, Sicoob, Banco do Brasil, Fomento Paraná e Bancoob.

O congresso reuniu representantes das associações comerciais de todas as regiões do estado e do Brasil,  e houve oportunidade para falarmos sobre as ações que o BRDE vem executando a fim de cada vez mais realizar a inclusão financeira das micro e pequenas empresas (MPEs) mediante a utilização de estratégias criativas e específicas, como por exemplo,  a formação de fundos financeiros para tal finalidade e captação de recursos financeiros internacionais.

Foram demonstrados, ainda, o números e índices de desempenho do BRDE em relação aos diversos portes financeiros do seguimento econômico do Paraná e que receberam investimentos do banco, com enfoque especial nas MPEs da região Sul e do Paraná, bem como abordamos sobre as políticas de fomento financeiro que o governo Beto Richa vem desenvolvendo para o estímulo econômico do estado.

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Equilíbrio financeiro: Paraná é o único estado que pode emprestar no exterior

A repórter Marta Watanabe, no Valor Econômico desta segunda-feira, 9, aponta que o Paraná em 2017, é o único estado que obteve aval da União, através da Secretaria de Tesouro Nacional, para empréstimo externo, num período em que o Tesouro Nacional vem restringindo a prestação de garantias aos entes federados. A operação com agente do exterior aprovada ao Paraná, contratada com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), foi de US$ 67,2 milhões para o fortalecimento da segurança pública através do programa Paraná Seguro.

Outras operações externas foram liberadas, mas beneficiando municípios, em valores modestos; significando que o governo federal “fechou a torneira” num período de forte restrição fiscal, para o saneamento das contas públicas. Sob essa nova diretriz, a STN só libera avais para Estados classificados com ratings “A” e “B”. O Paraná, situado na classificação “B”, “fez a lição de casa” e aspira subir para o nível “A”.

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*** Nota do Blog – Esta é mais uma das provas da excelente gestão financeira que o governado Beto Richa vem desenvolvendo no estado. Por aí dá para entender o desespero dos seus adversários em atacá-lo constantemente.

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Crédito às empresas dá sinais de retomada

O mercado de crédito deu um primeiro sinal de reação no fim do primeiro semestre de 2017, depois de meses de firme contração. Os dados de junho, compilados pelo Banco Central (BC), apontaram aumento no estoque de empréstimos e financiamentos, firme crescimento nas concessões e queda nas taxas de juros e na inadimplência. “Esperamos um segundo semestre melhor que o primeiro e tivemos, em junho, uma informação favorável”, diz o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Fernando Rocha.

No ano e em 12 meses, no entanto, a situação ainda é de retração do mercado, de 0,9% e 1,6%, respectivamente, e mesmo para atingir a magra projeção de crescimento nominal de 1% feita pelo Banco Central (BC), uma expressiva melhora será necessária. Dificilmente o mercado terá crescimento real, ou seja, acima da inflação em 2017, completando o terceiro ano de retração.


O destaque no mês ficou no crédito à pessoa jurídica, que apresentou a primeira variação positiva desde janeiro de 2016, um alta de 0,3% sobre maio, e um salto de 14,6% nas concessões (fonte: Valor).

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Qualificando a conversa: e o custo do crédito, hein!?

Não imaginava que se utilizar da liberdade de expressão para falar do que se pensa (‘post’ anterior) enfurecesse tanto os defensores da esquerda anacrônica.

Às vezes tenho recaídas em discutir um pouco sobre conjuntura política, o que confesso, não é o viés principal do blog, mas quando o faço vocês não imaginam a quantidade de comentários enfurecidos e impublicáveis que recebo. É o patrulhamento ideológico que a esquerda se acostumou a fazer, mas que em razão da disseminação das mídias sociais – como acentuei na postagem anterior – não conseguem mais dar conta de fazer com qualidade e eficiência. Como eu disse anteriormente, eles perderam o ‘monopólio da verdade’,

Em razão da última postagem minha até um conhecido blogueiro alinhado com pensamentos ultrapassados da esquerda anacrônica do país se aventurou a me fazer críticas, me chamando a atenção dizendo, pretensiosamente, como eu devia me portar. Tenha a santa paciência.

Assim como tal blogueiro não publica minhas opiniões no seu blog quando as faço, não vou dar azo a publicar as suas lições morais neste espaço. Simples assim.

Por que o custo do crédito ao consumidor está caro

Considerando que o assunto não merece mais do que as linhas escritas acima, vamos qualificar a discussão enfocando um dos assuntos que efetivamente interessa ao leitor: a difícil queda no custo do crédito ao consumidor.

Apesar da queda da taxa Selic e do horizonte de diminuição no índice da inflação, a conjuntura econômica é de persistência na manutenção do ‘spread’ bancário, que nada mais é do que a diferença entre o que custa a captação de capitais pelos bancos no mercado e o quanto este cobra para emprestá-los ao consumidor.

A dúvida que surge é a seguinte: se a taxa básica de juros (Selic) está caindo é porque a perspectiva de inflação está projetada para baixo da meta, então porque, mesmo com a percepção de melhora na economia, o custo do crédito ao consumidor continua elevado?

A resposta se encontra na resistência à diminuição do ‘spread’ pelos bancos, o qual leva em conta o histórico no nível de inadimplências e o fato de que no país atualmente se encontram desempregados quase 13 milhões de trabalhadores, o que indica, mesmo com a gradual melhora na economia, a persistência de elevados índices de inadimplência no país.

Traduzindo em miúdos: até que a curva do desemprego vire para baixo e o ‘spread’ bancário, que atualmente está em torno 23,3 porcento segundo o Banco Central, sofra reduções, o custo do crédito ao consumidor continuará elevado.

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Cheque especial de 300% endivida ainda mais o consumidor

Vejam o absurdo com que nos deparamos neste momento de crise econômica resultante do desgoverno federal.

O cheque especial bateu na casa de 300% ao ano (!!!) dificultando o acesso saudável do consumidor-correntista bancário ao crédito.

Assim, em outras palavras, a política estabelecida pelo desgoverno federal, sob a batuta do Banco Central, está a determinar que os consumidores, endividados em virtude da política econômica maléfica criada pelo governo federal, a qual consistiu em fazer estes crerem – falsamente – se encontrarem em situação de ascenssão social mediante obtenção de crédito fácil endividador, sejam agora submetidos a escorchantes e descabidos juros anuais de 300%, como modo de lhes impedir acesso a meios financeiros para, ao menos, amenizar os impactos danosos que referido endividamento está a causar às suas finanças domésticas.

Indisfarçavelmente, o mesmo governo federal que promoveu políticas econômicas que endividaram excessivamente os consumidores, agora está, literalmente, a lhes “amar as mãos”, de modo a criar “barreira financeira” que lhes impede acessar os meios necessários para amenizar as suas falências econômicas, ocasionadas pelo próprio governo federal.

Quem sai ganhando com esta situação são somente os bancos (que nunca ganharam tanto “na história deste país” como na era PT). Ou seja, os bancos ganharam na época das “vacas gordas”, efetuando frenéticos empréstimos bancários aos consumidores-correntistas e ganharam muitíssissississimo (!!), e estarão ganhando ainda mais, agora, com a miséria financeira dos consumidores. Os bancos são mais ou menos como as funerárias que sempre ganham quando alguém morre.

Uma vergonha nacional deslavada.

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