Economia



Lula: a doação da banqueira militante. Me engane que eu gosto.

Muita gente ainda não entendeu o ato de “filantropia” realizado pela banqueira Roberta Luchsinger, a herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, a qual fez doação no valor de R$ 500 mil para Lula.

Ela é ex-cônjuge do delegado aposentado da Polícia Federal, Protégenes Queiroz, que foi deputado federal e agora mora na Suíça. Roberta pretende ser candidata a deputada estadual pelo PCdoB do Rio de Janeiro.

Fácil de entender. A moça além de militante esquerdista, sabe muito bem que os bancos comerciais/tradicionais nunca exploraram tanto o povo e ganharam tanto como na “era Lula” (veja aqui)

Eles querem ajudar na continuação da farra dando sobrevida e ajudando a eleger Lula.

Os militantes petistas e da esquerda anacrônica do país replicam nas redes sociais discursos ensaiados de ódio ao sistema financeiro e rentista, mas adoram que seus lideres mamem nas tetas gordas do sistema financeiro tradicional/comercial.

Me engane que eu gosto.

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BNDES prepara ‘maior planejamento estratégico da história do banco’, diz novo diretor

Carlos da Costa (esquerda), diretor de Planejamento e Pesquisa e Carlos Thadeu de Freitas, das áreas de crédito, financeira e internacional (Foto: Daniel Silveira/G1)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) prepara um novo plano estratégico e, para isso, contará com a atuação de consultores externos com experiência internacional. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (11) durante coletiva de imprensa para apresentação de dois novos diretores do banco.

Segundo Carlos da Costa, que assumiu a diretoria de Planejamento e Pesquisa do banco, trata-se do “maior planejamento estratégico da história” do BNDES. O plano contará com metas de médio e longo prazo – a primeira até 2023 e a segunda até 2030.
“Estamos fazendo uma rediscussão profunda do que deve ser um Continue lendo

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Atacarejo cresce em meio a crise

Com consumidores cortando gastos, atacarejo foi o setor varejista que mais cresceu no ano, diz pesquisa

Dados fazem parte de uma pesquisa feita pelo CIP e Serasa; na ponta negativa, o segmento de materiais de construção teve o pior desempenho.


O atacarejo foi o segmento do varejo que mais cresceu em 2016, seguido pelo setor de ótica e pelas farmácias. Os dados fazem parte de uma pesquisa feito pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) em parceira com o Serasa com as 350 maiores empresas do setor.

Enquanto isso, os segmentos de materiais de construção, vestuário e lojas de departamento tiveram os piores desempenhos – sendo que o primeiro foi o único que teve queda nas receitas.

Veja no gráfico abaixo o desempenho por setor:

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Falando na CBN de Maringá

Hoje fui entrevistado pelo Professor Gilson Aguiar na RADIO CBN DE MARINGÁ (95,5 FM).

Foi uma entrevista reflexiva sobre o momento econômico atual do país e do Paraná em que abordamos, dentre outros aspectos, sobre a vontade da classe empreendedora do Brasil de descolar a economia da área política, bem como sobre as políticas públicas realizadas no Paraná pelo governador Beto Richa utilizando-se do BRDE como ferramenta de desenvolvimento para o estado.

Acessem o link da entrevista aqui.

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Brasil, campeão em isolamento comercial internacional

Comércio internacional: Brasil é o 69° país mais aberto do mundo, entre 75 pesquisados (foto/Thinkstock)

Além de toda a insegurança política, o Brasil continua a jogar contra seus empresários quando o assunto é abertura comercial

No discurso que fez quando assumiu a presidência, Michel Temer disse que uma de suas prioridades era “estabelecer bases sólidas” para que a política externa voltasse a representar “os valores e interesses permanentes no nosso país”. “A recuperação do prestígio do país e da confiança em seu futuro serão tarefas iniciais e decisivas para o fortalecimento da inserção internacional da nossa economia”, disse.

Mais de um ano depois – e com o presidente quase fora do poder – o país andou milímetros na “inserção internacional da nossa economia”. Além de toda a insegurança trazida por sucessivas crises políticas, o Brasil continua a jogar contra seus empresários quando o assunto é abertura comercial.

De acordo com o Open Market Index, o ranking da abertura de mercado da Câmara de Comércio Internacional (ICC, na sigla em inglês), publicado na última semana, o Brasil é o 69° país mais aberto do mundo, entre 75 pesquisados.

No ranking, está pior do que a Argentina, que fica em 68ª com todos os problemas conhecidos, Quênia, Uganda, China e Índia e ocupa a última posição entre os países-membro do G20 – o grupo de 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia. Nas seis posições que ficam abaixo do Brasil estão Bangladesh, Nigéria, Paquistão, Etiópia, Sudão e Venezuela, em último.

“O Brasil perdeu uma janela de oportunidade, que aconteceu antes da Continue lendo

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Paraná: maior crescimento no setor de serviços do País

Governador Beto Richa recebendo o prêmio concedido pelo `The Economist` que elegeu o Paraná como o 2º estado mais atrativo para investimentos no País

O setor de serviços do Paraná registrou crescimento de 2,4% em abril desse ano em relação a março, já com ajuste sazonal, mostra a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi o melhor resultado do País, à frente do Rio Grande do Sul (2,2%), e São Paulo (2%). O crescimento dos serviços do Paraná em abril foi mais que o dobro do registrado pelo Brasil, de 1%, na mesma base de comparação.

No acumulado de janeiro a abril, o volume de serviços no Paraná cresceu 1,5% em relação ao primeiro quadrimestre de 2016, enquanto em todo o Brasil houve queda de 4,9% na mesma comparação. (AEN)

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**NOTA DO BLOG – Estes números, neste momento de crise econômica nacional, comprovam o que venho afirmando com base na análise da economia do nosso estado: a economia do estado do Paraná vai melhor do que a de outros em razão do ajuste fiscal realizado pelo governador Beto Richa, dos estímulos a investimentos que este vem realizando e da ótima qualidade de gestão da equipe de governo, inclusive reconhecido por organismos nacionais e internacionais especializados em economia e gestão pública, o que tem oportunizado maior segurança da classe empreendedora em investir no estado e vem resultando em maior reação na retomada econômica do Paraná em meio a crise econômica nacional.

Mais prova disso?

Em setembro/2016 o Paraná recebeu o prêmio `Destaque Internacional de Competitividade dos Estados`, concedido pelo grupo britânico `The Economist`, como segundo colocado no ranking nacional de competitividade dos estados em relação à atração de investimentos, ficando somente atrás de São Paulo.

Instrumentos de governo para o desenvolvimento econômico do estado, como a FOMENTO PARANÁ e o BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL (BRDE), instituições estaduais que se ocupam de investimentos visando estimular a nossa economia local também têm se constituído em grandes aliados para que a retomada econômica no Paraná e na região Sul do País se dê de modo mais rápido e amplo.

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Estímulo à economia do Paraná

Ontem (13/6) a Diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), em reunião ordinária na sede da instituição em Porto Alegre, aprovou operações de crédito no valor de R$ 241 milhões para investimentos nos 3 estados da região Sul (PR, SC e RS). Foram enquadrados, também, R$ 48 milhões em novos financiamentos.

Os trabalhos foram presididos pelo Diretor- Presidente, Odacir Klein, com as presenças do Vice-Presidente e Diretor de Administração, Orlando Pessuti, e dos Diretores Financeiro, Renato Vianna, de Planejamento, Luiz Noronha, de Operações, João Luiz Agner Regiani, e de Acompanhamento e Recuperação de Créditos, Neuto De Conto.

Somente se fortalece a economia com investimentos no setor produtivo, de onde se originam empregos e renda que melhoram a qualidade de vida das pessoas e neste sentido o BRDE tem sido um forte aliado da economia do estado do Paranà e da retomada econômica da região Sul do país.

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Governo estadual investe mais R$ 6,6 milhões

Enquanto há choradeira e ranger de dentes em diversos estados da nação, que se encontram literalmente quebrados, aqui no Paraná a máquina estatal não para de investir em diversas frentes, desde Infraestrutura até saneamento, segurança e educação.

Certamente por isso a oposição capitaneada por Requião volta e meia apronta suas gritarias e batidas de bumbo na tentativa de enganar incautos, pois para eles as coisas vão mal quando o estado vai bem.

Hoje em Foz do Iguaçu, no transcorrer da realização da Conferência da União Nacional dos Legisladores  (UNALE), o Banco Regional De Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que conjuntamente com a Fomento Paraná são os braços de estímulo econômico do estado, assinou com a presença do governador Beto Richa, R$ 6,6 milhões em contratação para ampliação da Nefroclínica de Foz, dedicada ao tratamento de pessoas portadoras de câncer.

Desse jeito a Gleise, o Requião e a camarilha vermelha continuarão descontrolados.

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Vídeo: Fomento ao desenvolvimento e conjuntura econômica

Vídeos dos dois blocos da entrevista que concedi no dia 13/05 enquanto Diretor de Operações do Banco de Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) a Fernando Ripoli no programa Cidade Entrevista da Rede Massa de Maringá.

Na entrevista foi abordado sobre os fins institucionais do BRDE, conjuntura atual da crise econômica nacional e seus reflexos na economia local, mecanismos de fomento ao desenvolvimento utilizados pelo governo do estado para estimular a economia local e a retomada econômica no país e no estado.

BLOCO 01:

BLOCO 02:

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Rebaixamento da nota de risco: o que significa?

No ‘post‘ anterior, bem como em outros em que periodicamente tenho abordado sobre o assunto, falei sobre a colocação do Brasil em observação, pela agência avaliadora de risco Moody’s, para possível rebaixamento da sua nota de risco.

O que isto significa e quais efeitos práticos isto traz para o país e à vida das pessoas? Estas são indagações que surgem nestes momentos e que precisam ser esclarecidas, mesmo que de modo sucinto.

As agências avaliadoras de risco ou de ‘rating‘ têm como objetivo estabelecer a aferição dos níveis de confiabilidade dos países e empresas em honrarem suas dívidas e emissões de títulos de dívidas perante o mercado nacional e internacional, visando, com isso, dar indicações ao mercado investidor em relação aos níveis de risco de inadimplência nos investimentos.

Internacionalmente as principais agências avaliadoras de risco são: a Fitch Rating, Moody’s e a Standad & Poor’s.

Portanto, a elevação ou rebaixamento da nota de risco de crédito, por estas empresas avaliadoras, das empresas ou dos países avaliados, significa, respectivamente, melhor ou pior conceito de crédito (de acreditar, acreditação) pelo mercado financeiro, de que estes honrarão com os seus compromissos financeiros nos prazos estipulados na negociação financeira, em curto, médio ou longo prazo.

Desse modo, o rebaixamento da nota soberana de crédito de um país, por significar pior avaliação das condições econômicas, políticas, dentre outros, que este possui para honrar com seus compromissos financeiros, resulta em maior desconfiança no mercado financeiro interno e externo em realizar investimentos no país, retraindo, e até inibindo, a aplicação de investimentos, bem como tornando mais caro, para os países com notas rebaixadas, os juros de créditos eventualmente a serem prospectados por este no mercado financeiro.

Consequência disso, é que como em “efeito cascata”, o encarecimento do acesso ao crédito pelo país e a menor acreditação do mercado financeiro de que o país honrará pontualmente com os seus compromissos, tornará também mais caro o crédito às empresas nacionais e às pessoas, inibindo investimentos, o consumo de bens e serviços, dentre outros efeitos negativos que se espalham por toda a economia do país e na vida das pessoas.

Estes são apenas alguns exemplos do quanto interessa a cada um de nós individualmente a imediata retomada da estabilidade econômica e política no Brasil, uma vez que estes interferem diretamente na avaliação do “risco-país” e, por consequência, oferece efeitos diretos nas economias das famílias, nos níveis de (des)emprego e na retomada do crescimento econômico do país.

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