Economia



O Estado máximo da esquerda é um cabidão de empregos

O ESTADO MÁXIMO DA ESQUERDA É UM CABIDÃO DE EMPREGOS. CAMPO FÉRTIL PARA A PROLIFERAÇÃO DA CORRUPÇÃO.

Ao ”incharem” o Estado (estado máximo) e os quadros de servidores públicos dos países que governam, os governos de esquerda não conseguem desenvolver, e comumente quebram, as suas economias, uma vez que é impossível obter os benefícios econômicos que advém da redução da carga tributária em economias excessivamente comprometidas com os gastos públicos e que dependem cada vez mais de arrecadação.

Em outras palavras, quanto maior o estado, menor a probabilidade de contenção tributária e de crescimento econômico, coisas que os esquerdopatas não tem alcance suficiente de raciocínio para entender. Por isso não vale a pena discutir estes aspecto com eles. Eles querem aprender a genuína Economia.

Assim, o modelo de estado sempre defendido pelos governos de esquerda, especialmente por aqueles de matiz comunista, está destinado ao caos econômico.

No vídeo acima, Tim Groseclose, professor de Ciências Políticas e Economia, nos apresenta de maneira simples um conceito muito importante na Economia: a Curva de Laffer. Ele nos explica a real relação entre taxas tributárias e arrecadação, e como altas taxas tributárias podem causar o efeito inverso ao que se espera, ou seja, podem sufocar a economia e diminuir a receita ao invés de aumentá-la.

Sabem porque o esquedólogos são esquerdopatas? Porque eles não entendem nada de economia e enxergam no agigantamento do Estado oportunidade para manter a hegemonia política e seu projeto de poder às custas do dinheiro dos outros (cofres públicos).

 

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As viúvas do poder petista no desespero

Chega a ser cômico, mas digno de muita pena, nos depararmos com o desespero das viúvas do poder petista plantando notícias falsas ao anteverem que o estado do Paraná obterá empréstimo junto ao BID para investimentos em infraestrutura, em razão do equilíbrio das suas contas públicas, promovido de modo muito competente pelo governador Beto Richa.

Agora, sem qualquer fonte informativa, estão alardeando que o presidente Temer estaria a condicionar a concessão de aval da União ao empréstimo do Paraná junto ao BID, ao apoio do governador Beto Richa à reforma da previdência.

Factóide criado tipicamente por quem conta com o desconhecimento da população sobre como funcionam os avais soberanos concedidos pela União aos estados para a obtenção de empréstimos internacionais.

Estes avais, para serem concedidos, são avaliados por equipe técnica colegiada da SEAIN e do COFIEX, composta por servidores de carreira da União, que avaliam TECNICAMENTE as condições de equilíbrio financeiro do estado solicitante.

O Presidente da República não tem ingerência nenhuma sobre o parecer técnico favorável à concessão de avais soberanos da União aaos seus estados.

Alem do que, já se sabe com muita antecedência que o estado do Paraná reúne as condições técnicas e econômicas suficiente para a obtenção do referido aval. Na verdade é o único estado atualmente habilitado pela União a captar fundos internacionais para investimentos com aval da União, justamente em razão da saúde financeira do estado promovida pelo governo Richa, o resto é intriga da oposição e chô-rô-rô das viúvas do PT e do Requião.

 

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Bancos pagarão 10 bilhões a poupadores

Após 30 anos de disputa na Justiça, foram acertadas ontem as bases de um acordo financeiro para a reposição de supostas perdas de poupadores com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. O acerto foi feito entre a Advocacia Geral da União (AGU), a Frente Brasileira dos Poupadores (Febrapo) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O valor inicial das ações é superior a R$ 10 bilhões, montante que está provisionado pelas instituições financeiras, sendo R$ 4,6 bilhões apenas no Banco do Brasil.

A minuta do acordo será apresentada na segunda-feira à AGU para ser submetida ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, deverão constar Continue lendo

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Vendendo lenços porque o chô-rô-rô continua


Enquanto a oposição rançosa ao governador Beto Richa dá continuidade ao seu tradicional chô-rô-rô inventando factóides e “versões” visando fazer colar a falsa idéia de que o Paraná vai de mal a pior (que é o que de fato eles gostariam), Beto Richa segue anunciando obras, investimentos e repasse de verbas aos municípios do Paraná.

Hoje, por exemplo, o governador anúnciou em Curitiba a distribuição de mais R$ 100 milhões para 250 municípios do Paraná (aqui). Por estas e outras notícias boas para os paranaenses é que as viúvas do Lula, Dilma e Requião estão entrando em convulsão em praça pública por estes dias.

Podem notar, sempre que o governador Richa vem a público para anunciar conquistas favoráveis para o estado e sua população, surge na “mídia marrom” os arautos da desgraça inventando versões mirabolantes na tentativa de se compensarem psicologicamente pelo impacto psicológico que sofrem a cada vez que são golpeados pelas notícias positivas que vêm das bandas do Palácio Iguaçú.

Como já diziam os meus avós, “uns gostam dos olhos, outros da remela”.

E digo mais, o chô-rô-rô é livre. Falando nisso, estou vendendo lenços.

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Bem menos do que em outros

Segundo dados consolidados do IBGE o Paraná apresenta índice de desempego de 8,4%. Bem menos do que a média nacional que ultrapassa a 12%.

A conjuntura econômica no Paraná converge de um modo diferente do que em outros estados. A confiança na economia local e nas condições de desenvolvimento dos negócios, somado a uma política de governo que valoriza a competência na gestão pública, tem se constituído em fatorei determinantes para uma maior oferta de vagas de empregos e na retomada mais rápida da economia local frente à crise.

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Ação milionária questiona conduta de gestora financeira

No mercado financeiro existem regulações que podem colocar na berlinda gestores financeiros que prestam serviços como administradores de investimentos. Vejam este caso específico.

Circula nos noticiosos do meio financeiro, dentre eles no Valor Econômico, o caso envolvendo a administradora de investivmentos BTG Pactual e a sua cliente, empresa varejista Leader, da empresária Ester Panarello, de Gioânia (GO). As informações dão conta de que esta empresa se voltou contra o BTG em uma ação milionária de R$ 47 milhões, que tem como fundamento a acusação de que o banco e outras empresas, como gestoras de seus investimentos, teriam violado, em tese, deveres de diligência e lealdade com o cliente, de conflito de interesses e conluio para obter vantagens indevidas.

A questão relacionada a responsabilidade civil, especialmente na prestação de serviços de gestão financeira, é muito delicada e sujeita a questionamentos que em não raras vezes resultam em ações judiciais reparatórias vultosas.

Eis aí um filão de mercado interessante a ser estudado com especialidade pelos nosso colegas advogados. Fica a dica.

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Investimentos e desenvolvimento econômico

Entrevista que concedi no dia 29/09 (sexta) como Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) ao jornalista Luiz Ribeiro para o programa ECONOMIA EM DEBATE, da TV Sinal (Assembléia Legislativa do Paraná), e na qual  foram abordados os seguintes temas importantes e técnicos: 1) – tratamento tributário diferenciado às instituições de desenvolvimento, 2) – criação de fundos de investimentos para o fomento econômico, 3) – fundo de desenvolvimento para a região Sul (FDS), e, 4) – captação de recursos internacionais para diversificação de `founding` e investimentos na região Sul do Brasil.

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Na TV Sinal

Nesta manhã estive na TV Sinal, da Assembléia Legislativa do Paraná, para ser entrevistado por Luiz Ribeiro no programa Economia em Debate, a fim de falarmos sobre o modelo do sistema de fomento econômico existente no Brasil, tratamento tributário dado pela União às instituições de fomento/desenvolvimento do país e sobre a necessidade da criação de fundos financeiros de investimento visando ampliar a atuação do BRDE na região Sul do Brasil.

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Comunidade escolar comemora investimentos recebidos

As escolas da rede estadual de ensino do Paraná passam este ano por uma transformação. Reformas em salas de aula, quadras esportivas, banheiros, serviços de pintura, reparos nas redes elétrica e hidráulica, calçamento, troca de telhados e forros, entre outros serviços. As melhorias são executadas com recursos do Escola 1000, programa do Governo do Estado que investe R$ 100 milhões em mil escolas – cada uma recebeu R$ 100 mil para intervenções definidas por diretores, professores, funcionários, alunos e pais.


O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), já autorizou projetos enviados por 368 unidades atendidas pelo Escola 1000. As obras começaram em 170 escolas e 78 terão os contratos e ordens de serviço assinados ainda nesta semana em diferentes regiões do Estado. Nas demais 120 escolas, outras etapas estão na fase final – como a avaliação técnica das prioridades definidas pela comunidade escolar e análise de documentos – e serão as próximas a terem as reformas liberadas.


Os trabalhos começaram em todo o Paraná no início deste ano e parte já foi concluída. “Nas escolas que estão com obras já é possível Continue lendo

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BRDE firma com a AFD intenção de captar 50 milhões de euros

Evento realizado hoje na sede do BRDE em Curitiba reuniu diversas autoridades e a imprensa do estado

A Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinaram nesta quinta-feira (14), em Curitiba, memorando de entendimentos, cumprindo uma das etapas do acordo de cooperação financeira entre as duas instituições. O BRDE está captando 50 milhões de euros na AFD, que serão investidos em projetos voltados à produção e consumo sustentáveis.

O diretor do BRDE João Luiz Agner Regiani assinou o Memorando de Intenções com a AFD representando a área operacional do banco

A assinatura foi na Agência Paraná, com a presença do diretor-geral da Agência, Rémy Rioux; do presidente do BRDE, Odacir Klein; do vice-presidente e diretor-administrativo do Banco, Orlando Pessuti; dos diretores João Luiz Agner Regiani, Luiz Corrêa Noronha e Renato de Mello Vianna. Participaram também os conselheiros do Banco, Ogier Buchi e Valmor Weiss; o secretário do Codesul, Antonio Carlos Bettega; secretários estaduais e representantes do setor produtivo do Estado.

O diretor Regiani do BRDE com Remi Rioux, presidente da AFD na Aliança Francesa de Curitiba após o evento de assinatura do memorando

Rémy Rioux disse ser uma honra para a Agência Francesa de Desenvolvimento ser a primeira instituição internacional a fechar uma parceria com o BRDE e destacou a importância econômica da Região Sul nas relações da França com o Brasil.

O diretor anunciou que até o final do ano será assinada a liberação dos 50 milhões de euros ao BRDE. “Nesta relação, a Agência também poderá conduzir o BRDE aos fundos europeus de desenvolvimento, especialmente os fundos verdes”, acrescentou.

“Estou convencido de que só com a colaboração entre os bancos de desenvolvimento seremos capazes de enfrentar grandes desafios mundiais, como a questão das mudanças climáticas”, destacou Rioux. Ele veio ao Brasil para comemorar os 10 anos de atuação da AFD no país. “Além da comemoração, vamos também fazer uma reflexão sobre a atuação da Agência nos próximos 10 anos”.

“Esse momento poderia ser apenas para assinatura de um memorando. Mas estamos assinando um memorando com intenções e consequências, lembrando que teremos até o fim do ano a liberação do financiamento solicitado”, destacou o presidente do BRDE, Odacir Klein. “Damos início a uma longa e proveitosa relação com a AFD, instituição que reconhece a importância do BRDE”, acrescentou.

O diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, destacou a importância dos valores captados na AFD, que serão destinados a projetos sustentáveis. “São cinco grandes eixos de investimentos: água, agronegócio sustentável, tratamento de dejetos, cidades-sustentáveis e energias renováveis”, anunciou o diretor. “Hoje o BRDE trabalha com a visão do desenvolvimento com sustentabilidade”, afirmou Odacir Klein.

“Com os valores captados na Agência, o BRDE dá um importante passo para ampliar suas fontes de recursos, garantindo novos investimentos nos setores produtivos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, disse o diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani.

A contratação definitiva  com a AFD – em breve – viabilizará ao BRDE ampliar financiamentos de projetos de Produção e Consumo Sustentáveis (PCS)

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