Finanças



Política de desenvolvimento que dá certo

Com atuação nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o BRDE foi o principal operador da linha BNDES Automático no país, com R$ 525,2 milhões em financiamentos em 2016 somente em relação a esta linha de crédito.

No Paraná, o BRDE alcançou a marca de R$ 1,2 bilhão em operações de crédito ao setor produtivo. O resultado é particularmente especial em função da situação econômica do país.

Pertencente aos três estados do Sul, o BRDE injetou em 2016 aproximadamente R$ 3 bilhões nas economias do PR, SC e RS, auxiliando no desenvolvimento, geração de empregos e renda na região Sul do país.

São números importantes que refletem a preocupação dos governos destes três estados, e especialmente do governador Beto Richa, atual presidentente do Codesul, em criar ambiente favorável para investimentos no Paraná num período de crise econômica nacional, constituindo, o BRDE, numa valiosa ferramenta de estímulo econômico para o Paraná, enquanto outros estados da nação atravessam por severos desequilíbrios financeiros.

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Retomada difícil e planejamento

Apesar da melhora de alguns indicadores econômicos a indústria e o comércio seguem demitindo.

Em 18 estados brasileiros o nível de desemprego supera a 10%. Um caos.

Para 2017 as previsões de crescimento oscilam entre 1,5% a 1,8%, sendo que  nenhuma aponta crescimento no patamar de 2%.

Pela percepção do mercado a retomada econômica será lenta e gradual, ou seja, a retomada será árdua e muito difícil.

Por este cenário um dos bens mais preciosos a ser cuidado é o planejamento estratégico e de curto e médio prazo, pelo empreendedor, e o das finanças pessoais pelo consumidor.

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Dicionário da crise econômica

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 Não se fala de outro assunto. A situação da economia no Brasil é destaque nas manchetes de 2015.

A expressão ajuste fiscal aparece a todo momento. Mas qual é o seu significado? Por que o Brasil está tão preocupado com o grau de investimento? Se o Fed, nos Estados Unidos, subir os juros, qual será a consequência para o País? No dicionário da crise econômica você descobre os significados das expressões do momento.

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Menos famílias endividadas e inadimplentes este mês

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que em janeiro o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros alcançou 57,5%, o que representa uma queda de 1,8 ponto percentual em relação aos 59,3% observados em dezembro de 2014 e de 5,9 pontos percentuais em relação aos 63,4% de janeiro do ano passado.

Acompanhando a queda  do percentual de famílias endividadas, o índice de famílias com dívidas ou contas em atraso diminuiu na comparação mensal, de 18,5% para 17,8% do total. Também houve queda no percentual de famílias inadimplentes em relação a janeiro de 2014, quando esse indicador alcançou 19,5% do total. O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes apresentou alta apenas na comparação mensal, recuando em relação ao mesmo período do ano anterior e alcançando 6,4% em janeiro de 2015, ante 5,8% em dezembro de 2014 e 6,5% em janeiro de 2014. — Jornal do Brasil

*** Esta pequena redução no endividamento das famílias brasileiras, contudo, não significa que o problema do endividamento do consumidor esteja a caminho de ser resolvido; significa, tão somente, neste momento, uma maior cautela do consumidor nos gastos gerais. Ou seja, uma maior preocupação com o ano de 2015 que promete ser de arrocho nas contas da família.

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Crise financeira? Veja o que não fazer nesta situação

CONSUMIDOR PREOCUPADO

É muito importante estabelecer uma estratégia adequada à realidade familiar

Por mais incrível que isso pareça, muitas vezes quando se enfrenta uma crise financeira é melhor não fazer nada do que tomar uma atitude impensada, que possa prejudicar ainda mais sua situação financeira.

É bem verdade que a perspectiva de assistir passivamente à evolução do seu saldo devedor lhe pareça impossível, mas é preciso cautela na hora de agir. Para ajudá-lo a não cometer erros nesta fase delicada de sua vida, listamos abaixo algumas das decisões que você deve evitar quando estiver enfrentando uma crise financeira.

Veja as dicas.  Continue lendo

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Poupar em 2015: ainda é possível?

Começa um novo ano e temos menos dinheiro na carteira depois da época festiva. Como assumir daqui para a frente o controle das nossas despesas?

Plants of money

Eis 2015. Renova-se a esperança de que este pode ser um ano melhor que os anteriores. É todos os anos assim. Acredita-se que tudo pode ser diferente quando começa a contagem decrescente para o ano novo. Três, dois, um… Viva 2015! E… tudo permanece igual, os dias vão passando e nada parece mudar (só as rugas que vão aparecendo e os quilos a mais depois das comezainas das festas alteram alguma coisa – mas mudanças dessas, quase todos dispensam).

Ainda há dias se multiplicavam os votos para que o novo ano fosse próspero e… por ora, não há grandes sinais de prosperidade. Mas o que se começou a fazer para alterar o rumo do ano? Agora que começou 2015, está na altura de se pensar em propósitos de vida para os meses vindouros. «A poupança tem de ser um objetivo de vida, mas também tem de ter um objetivo ou vários», sublinha Natália Nunes, coordenadora do Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado (GAS), criado pela DECO.

O ano será mais frutífero se as sementes forem lançadas à terra no tempo certo. Janeiro é a altura ideal para se Continue lendo

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46% querem gastar menos no Natal

RADARBrasil tem maior porcentual de pessoas dispostas a gastar menos em grupo de seis países latino-americanos

Na América Latina, o Brasil ocupa o 1.º lugar de uma lista de seis países cuja população pretende gastar menos no Natal deste ano em relação à mesma data de 2013. Neste ano, 46% dos brasileiros informaram que vão desembolsar menos com compras em relação a 2013, revela pesquisa consultoria Deloitte, com 3,5 mil pessoas. Na sequência estão Chile (32%), Argentina (30%), México (29%), Colômbia(26%) e Peru (14%).

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“Exceto no caso do Chile, no México e na Argentina a menor disposição às compras de fim de ano reflete a situação econômica”, diz Reynaldo Saad, sócio líder da Consultoria para área de varejo na América Latina e responsável pela pesquisa. Continue lendo

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Endividamento e a falta de consistência das rendas

Por JOÃO LUIZ AGNER REGIANI

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Um dos grandes vilões do endividamento das famílias brasileiras é a inadequada análise do consumidor sobre a consistência das suas fonte de rendas.

No 1º Curso de Educação e Organização Financeira Familiar do Procon de Maringá que ministrei nesta semana passada este foi um dos temas abordados que mais chamou a atenção dos participantes presentes ao encontro, sendo que grande parte destes admitiram que não observam corretamente a necessidade de analisar tal aspecto – a consistência individualizada das fontes de renda do núcleo familiar – antes de assumirem dívidas de médio e longo prazo.

Para o mês de dezembro estão agendados dois cursos para serem ministrados na área de economia familiar e gestão de finanças domésticas que me foram solicitados por comunidades locais, nestes vamos reforçar as orientações aos consumidores em relação a necessidade da correta identificação dos perfis das fontes de renda familiar, a fim de que as pessoas que participem do curso e as suas famílias não padeçam economicamente por falta de conhecimentos nesta área.

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Endividamento: o 13º para equilibrar contas em novembro

Serasa realiza dois feirões em novembro; instituições credoras oferecem vantagens exclusivas aos clientes que desejam negociar o pagamento de pendências financeiras

O consumidor que está com o nome sujo tem duas oportunidades para fazer acordo com o credor e fechar o ano sem dívidas. A SerasaConsumidor organiza dois feirões em novembro para ajudar os endividados a limpar o nome – um na zona Sul de São Paulo e a outro pela internet.

As datas são facilitadoras do pagamento porque estão próximas ao prazo máximo final para o pagamento da primeira parcela do 13º salário, dia 30 de novembro. A segunda parcela deve ser paga até dia 20 de dezembro, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego. Continue lendo

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