Financiamento



BRDE e governo do Paraná apostam no desenvolvimento regional

No último dia 06 (quarta-feira passada) foi apresentado ao governador Beto Richa, no Palácio do Iguaçú, pela diretoria da Jaguafrangos, o projeto de implantação/construção de nova unidade da empresa para abate e processamento de aves em Ivaiporã, região do Vale do Ivaí. Um projeto que após implantado gerará mais de 3.000 empregos diretos e indiretos e oportunizará a criação de aproximadamente 150 criatórios interligados em um raio de abrangência de aproximadamente 100 kilômetros, numa das regiões consideradas de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) “depressivo” (abaixo da média) no estado do Paraná.

Os diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) João Luiz Agner Regiani e Orlando Pessuti, gerentes e assessores do BRDE acompanharam a apresentação e colocaram a instituição financeira à disposição do governo do estado para realizar estudos e análises técnicas visando liderar a estruturação financeira de linha para o financiamento e viabilização do novo empreendimento.

O novo frigorífico em Ivaiporã terá capacidade, ao final da implantação da unidade, para processar 420 mil aves por dia, gerar 3 mil empregos e faturar R$ 1,8 milhão anualmente. O BRDE deverá participar da implantação das duas primeiras fases do projeto, um investimento total de R$ 145 milhões. O investimento deverá contar também com recursos repassados pela Fomento Paraná e BNDES.

“Vamos somar esforços para garantir a viabilidade desse importante projeto para Ivaiporã, que vai mudar a realidade não só do município, mas de toda a região, que precisa de novas indústrias e novos postos de trabalho, ainda mais nesse momento de crise nacional”, disse o governador. “Daremos toda atenção para fomentar o empreendimento”, afirmou o governador Beto Richa.

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“Estamos aqui para levar adiante esse projeto de desenvolvimento perene da região do Vale do Ivaí”, afirmou o diretor de operações do BRDE, João Regiani. “Hoje, os financiamentos a produtores associados da Jaguafrangos no BRDE somam R$ 38 milhões, investimento que movimenta a economia regional, gerando empregos, renda e receita aos municípios”, acrescentou Regiani.

O diretor Regiani fez ainda referência sobre a importância do financiamento público de empreendimentos de abrangência regional em regiões economicamente “depressivas” pelo Sistema Parananense de Fomento (SPE) – composto pelo BRDE e Fomento Paraná -, criado no ano de 2015 por iniciativa do governador Beto Richa, como meio para o desenvolvimento econômico e social duradouro destas regiões.

O vice-presidente e diretor administrativo do banco, Orlando Pessuti, fez um relato histórico da luta dos municípios do Vale do Ivaí para consolidar a avicultura de corte na região. “Esse projeto grandioso da Jaguafrangos implanta definitivamente a avicultura na região”, afirmou Pessuti. “E o BRDE está à disposição para liderar a operação que viabilizará o frigorífico e mudará o perfil econômico da região central do nosso Estado”, arrematou Pessuti.

Projetos que visam o desenvolvimento econômico e regional do estado são as melhores “apostas” para este momento de crise econômica nacional persistente, e neste sentido o Sistema Paranaese de Fomento (BRDE e Fomento Paraná) se constitui como excelente ferramenta para viabilizá-los financeiramente, gerando melhor ambiente econômico no estado e mais emprego e renda à população paranaense e de toda a região Sul do país.

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“Linhas do BNDES não ficarão caras”, diz Mansueto

A mudança na taxa de juros que baliza os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não vai encarecer o crédito aos tomadores de financiamento na instituição, disse nesta terça-feira, 8, o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida. Nos cálculos da equipe econômica, se a nova Taxa de Longo Prazo (TLP) já estivesse em vigor, ela estaria hoje em torno de 8% ao ano, apenas um ponto porcentual acima da atual Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que está em 7% ao ano.

“As linhas do BNDES não ficarão caras com TLP. Hoje não tem praticamente nenhuma linha do BNDES que seja TJLP pura, o banco já empresta acima da TJLP. Não haverá Continue lendo

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Presente para ajudar

Diretor de Operações do BRDE, João Luiz Agner Regiani (O Diário**).

Ontem tivemos a abertura oficial da 45a. Expoingá no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro em Maringá. O evento contou com a presença de representantes dos diversos setores da economia regional e de várias autoridades, dentre as quais do governador Beto Richa e da vice-governadora Cida Borghetti.

Há muita expectativa por um bom resultado da feira  uma vez que a economia nacional vem dando os primeiros sinais efetivos de retomada positiva. Sinal disso foi o crescimento na venda de veículos novos anunciado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotires (Anfavea), no índice de 11% no mês de abril comparativamente ao mesmo mês de 2016.

Neste contexto de recuperação econômica o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) tem atuado intensamente para contribuir e dar vigor financeiro aos empreendimentos urbanos e rurais nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Com a missão de ajudar no estímulo econômico regional e oferecer alternativas de acesso ao crédito mais barato aos empreendedores, o BRDE também está presente na 45a. Expoingá com estande e equipe técnica em frente ao estande da Prefeitura de Maringá.

(**destaque dado na edição de hoje do jornal O DIÁRIO, coluna da Pathy Silva, p. D4)

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Cartão de crédito: Caixa reduz o juro do rotativo

A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou a redução das taxas de juros do rotativo do cartão de crédito em até 7,7 pontos percentuais, a depender da modalidade. De acordo com o banco, as taxas — que iam de 11,15% a 17,12% ao mês — agora variam entre 8% e 11% ao mês. Continue lendo

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BRDE financia os empreendedores da região Sul

Em entrevista concedida ao Paraná Portal o Diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento da Região Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, falou sobre as diversas áreas atendidas pela instituição financeira de desenvolvimento, com especial ênfase ao financiamento do agronegócio, indústria, comércio, área de serviços, inovação e projetos socioambientais.

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Financiamentos de até 1,5 mi com FGTS vale a partir de hoje

Começa a valer a partir de hoje (20) a nova regra que permite o financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) de imóveis de até R$ 1,5 milhão.

Outra alteração importante diz respeito a possibilidade de utilização de valores do FGTS do mutuário para o pagamento de imóveis deste valor, algo até então vedado e que a partir de agora contribuirá para a redução dos custos efetivos dos financiamentos imobiliários.

Segundo especialistas do setor as medidas não terão  impacto suficiente para alterar os preços no mercado imobiliário, mas contribuirão ao menos para uma melhora parcial no otimismo do seguimento.

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Política de desenvolvimento que dá certo

Com atuação nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o BRDE foi o principal operador da linha BNDES Automático no país, com R$ 525,2 milhões em financiamentos em 2016 somente em relação a esta linha de crédito.

No Paraná, o BRDE alcançou a marca de R$ 1,2 bilhão em operações de crédito ao setor produtivo. O resultado é particularmente especial em função da situação econômica do país.

Pertencente aos três estados do Sul, o BRDE injetou em 2016 aproximadamente R$ 3 bilhões nas economias do PR, SC e RS, auxiliando no desenvolvimento, geração de empregos e renda na região Sul do país.

São números importantes que refletem a preocupação dos governos destes três estados, e especialmente do governador Beto Richa, atual presidentente do Codesul, em criar ambiente favorável para investimentos no Paraná num período de crise econômica nacional, constituindo, o BRDE, numa valiosa ferramenta de estímulo econômico para o Paraná, enquanto outros estados da nação atravessam por severos desequilíbrios financeiros.

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Caixa Econômica suspende financiamentos da casa própria

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A linha de financiamentos da Caixa Econômica Federal (CEF) denominada “Pró-Cotista”, utilizada em 85% dos financiamentos da casa própria, foi suspensa esta semana – sem previsão de retorno – por falta de recursos federais.

A suspensão pegou de surpresa solicitantes que estavam com toda a papelada em andamento, cujo próximo passo era apenas assinar o contrato de financiamento.

Esta linha mais popular de financiamento da casa própria foi suspensa em fevereiro passado e voltou a ser ofertada no mês de março após receber um aporte financeiro de 8,2 bilhões de reais. Só que agora o “leite” secou novamente, assim como tem acontecido ou está na eminência de acontecer com diversos programas sociais do governo federal (aqui).

Os reflexos da desastrosa política econômica estabelecida pela afastada Dilma ainda serão sentidos por muito tempo, e quem arcará com o custo social por estes efeitos danosos será a população, como sempre.

Volto a observar, como já o fiz em matérias anteriores aqui no blog, precisa o presidente Temer acabar ou reduzir os programas sociais do governo federal, como foi exaustivamente afirmado pela presidente afastada que aquele faria?

Não. O governo afastado se encarregou de deixar como herança um prejuízo bilionário nos programas sociais federais, com reduções que superam a 40 bilhões de reais.

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Marina diz que PIB é lamentável

A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, classificou como “lamentável” o resultado do produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no segundo trimestre, que caiu 0,6% e levou o país a entrar em recessão técnica pela primeira vez desde a crise financeira global de 2008.

Veja mais aqui.

 

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Empréstimo consignado: confira as dicas

creditoconsiguinadoDe acordo com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimentos (Acrefi), o consumidor o brasileiro tem preferido usar o crédito consignado no lugar de outras modalidades de crédito como, por exemplo, os financiamentos para vendas de veículos e o de cartões. Desde dezembro de 2011, o consignado subiu 36,8%.

Vantagens como menos burocracia na hora da contratação, mais comodidade para pagar as parcelas e juros mais baixos (próximos a 1%) são alguns atrativos que podem levar o consumidor  a optar por esse segmento.  Entretanto, é preciso ter cuidado para  não se endividar. Sendo assim, reunimos algumas dicas para quem pretende fazer um empréstimo consignado: Continue lendo

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