Inflação



Investimentos sem risco e com rendimentos altos ficaram no passado

Os tempos em que era possível investir sem riscos e conseguir retornos de 15% ao ano ficaram para trás. Com a queda consistente da taxa básica de juros, a Selic, os investimentos em renda fixa (aqueles com rendimento pré-acordado) rendem menos neste ano e proporcionam ganhos próximos aos da poupança, a opção mais conservadora do mercado.
A Selic, que estava acima de 14% ao ano até o fim de 2016, sofreu cortes progressivos na medida em que a inflação baixou e está hoje em 9,25%. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o índice geral de preços ficou em 3%.
A taxa básica de juros é uma referência para investimentos no Tesouro Direto e fundos de renda fixa. Ela também influencia o comportamento do CDI, taxa de referência para os fundos DI e para os investimentos nos CDBs, os títulos de dívida emitidos pelos bancos.
“Foi-se a época em que se conseguia 15% [ao ano] de rendimento sem risco, acabou. Isso só volta se a economia piorar muito [e os juros tornarem a subir]”, diz o economista Alexandre Cabral. (G1).

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Índice de correção de aluguel tem deflação

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, teve deflação de 0,72% em julho após encerrar junho com variação negativa de 0,67%. O índice foi divulgado nesta sexta-feira (28) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É a quarta deflação seguida, segundo a entidade.

O índice passou a registrar deflação desde abril deste ano, quando atingiu a menor taxa mensal desde 1989, início da série histórica (-1,1%). (G1).

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Empresas em recuperação judicial preocupam a economia

Radar do Consumidor“Sem dúvida nenhuma esta situação é muito preocupante para a economia, uma vez que ela sinaliza o grau de dificuldade que haverá para a sua recuperação.”

Segundo matéria do dia 23/06, de Fernando Scheller, do Estadão (aqui) as dívidas de empresas em recuperação judicial no país somam em torno de R$ 120 bilhões.

Tal situação reflete o `deficit` financeiro que o setor econômico vem experimentando e que se ampliaram significativamente nos últimos meses, até o ponto de resultar no fechamento de milhares de empresas e, num cenário um pouco menos gravoso mas não menos traumático, o ajuizamento de inúmeros processos judiciais de recuperação judicial por empresas que ainda tentam sobreviver. Sem dúvida nenhuma esta situação é muito preocupante para a economia, uma vez que ela sinaliza o grau de dificuldade que haverá para a sua recuperação.

Na ponta final de todo este cenário econômico de extrema penúria está o desemprego, que atualmente bateu na casa de 11 milhões de pessoas desempregadas.

Vejam a seguir o “mapa” das maiores recuperações judicial em andamento perante o Poder Judiciário no país. Uma calamidade econômica:

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Governo federal autoriza reajuste de 12,5% nos medicamentos

RADARVem mais aumento de preços por aí. Desta vez será nos medicamentos.

O governo federal autorizou o aumento de 12,5% nos medicamentos.

Mais uma vez a população vai arcar com as consequência dos desmandos do governo federal na política econômica.

Enquanto o salário do trabalhador é reajustado uma vez ao ano sempre num percentual que não reflete a realidade, os preços dos diversos produtos e serviços essenciais à população aumentam diversas vezes.

O salário é um “cobertor” cada vez mais curto.

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Cuidado!!! Juro do cartão é o maior em 21 anos

6soqx24pugyy903lutu6vgj6o[1]A taxa de juros do cartão de crédito alcançou em fevereiro o maior patamar desde outubro de 1995, com 419,60% ao ano, segundo a Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

O aumento foi de 0,16 ponto percentual no mês e 8,63 pontos no ano, passando de 14,56% ao mês (410,97% ao ano) em janeiro para 14,72% ao mês (419,60% ao ano) em fevereiro.

De acordo com a Anefac, o conjunto de fatores que tem levado as instituições financeiras a aumentarem suas taxas de juros para compensar prováveis perdas com a elevação da inadimplência engloba inflação alta, aumento de impostos e corrosão da renda das famílias pelo juro mais alto. As perspectivas negativas para esses fatores em 2016 e as recentes turbulências política e econômica também pesam.

Linha de crédito  Taxa anual Maior taxa desde:
Cartão de crédito 419,60% outubro de 1995
Cheque especial 255,94% julho de 1999
 Empréstimo pessoal – financeiras 157,47% março de 2012
 Juros comércio 94,49% maio de 2011
 Empréstimo pessoal – bancos 70,17% agosto de 2011
 CDC – bancos – financiamento de automóveis 31,68% julho de 2011

A taxa de juros média geral para pessoa física avançou de 0,10 ponto no mês e 2,72 pontos no ano, passando de de 7,67% ao mês (142,74% ao ano) em janeiro para 7,77% ao mês (145,46% ao ano) em fevereiro, no maior patamar de juros desde fevereiro de 2005.

Fonte: MSN

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AZUL diminui atividades e devolve 20 aviões

A companhia tem reduzido a oferta de rotas como forma de reduzir custos de operaçãoApós navegar anos em céu de brigadeiro, a aviação civil brasileira atravessa forte turbulência. A Azul Linhas Aéreas admitiu a devolução de 20 aeronaves até junho deste ano. O encolhimento na oferta de rotas pegou em cheio o Aeroporto da Pampulha, que, a partir de 4 de abril, deixará de receber os voos da companhia.

Hoje, a Azul opera diariamente dois voos para o Rio de Janeiro (Santos Dumont) e dois para São Paulo (Campinas) com saída da Pampulha. Os clientes serão realocados para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN) ou ressarcidos. A operação no aeroporto de Rio Branco, no Acre, também será encerrada em abril.

Os funcionários da Azul na Pampulha serão remanejados para outras bases. As informações são do blog Tudo Viagem (www.tudoviagem.com) e foram confirmadas pela assessoria de imprensa da companhia.

Válido para o Brasil

Além de reduzir os voos no país, no comunicado interno da companhia ao qual o Hoje em Dia teve acesso, a empresa anunciou aos comissários e pilotos um programa de “licença não remunerada”. Continue lendo

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Gasolina, gás, água e luz vão subir

ECONOMISTAS PREVEEM ANO DIFÍCIL

A previsão dos especialistas é de que 2016 será um ano economicamente muito difícil

O ano de 2015 vai ficar marcado para os brasileiros como um dos períodos recentes em que houve maior elevação de impostos e tarifas, além de reajustes de preço da gasolina, no gás, no pão, nas mensalidades escolares e de outros serviços. Com tudo isso, aliado a inflação de 10,8% e a projeção de um 2016 pessimista, segundo economistas, os paraibanos devem se preparar para continuidade do aperto financeiro.

A preparação para um 2016 de elevação de preços começou ainda em dezembro de 2015. No dia 14, os Correios elevaram em 8,89% as tarifas de entrega de cartas e telegramas, deixando as postagens das cartas comerciais e não-comerciais R$ 0,10.

O gás de cozinha deve ficar até Continue lendo

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Pessoas físicas apostam em títulos do governo

wpid-capa_defesa_viagens.jpgMontar uma estratégia de investimento com foco no longo prazo e que, ao mesmo tempo, possa ser uma alternativa para garantir uma renda no momento da aposentadoria vem se tornando um hábito comum no segmento de pessoa física.

Apesar de a aquisição de um plano de previdência privada fazer parte do portfólio de muitos investidores, a evolução de educação financeira está tornando mais frequente a formação de carteiras de pessoas físicas baseadas em títulos do governo atrelados à inflação, também um dos ativos prediletos dos gestores de fundos de previdência. — Valor Econômico.

*** Mesmo com o governo federal capengando e a situação financeira caótica do país, os títulos do governo sempre são considerados investimento seguro face a sua liquidez, desde que atrelados à inflação. Melhor do que a poupança que perde em muito para a inflação.

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Inflação é a maior desde 2003 e ultrapassa 10%

Puxada pelos preços dos alimentos e dos combustíveis, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou para 1,01% em novembro, após alta de 0,82% em outubro, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em novembro do ano passado, o índice avançou 0,51%. A taxa é a maior para o mês desde 2002, quando o IPCA subiu 3,02%.

Com o resultado, o índice oficial de inflação do país acumulou alta de 9,62% no ano, a maior para o período desde 2002 (10,22%). A taxa acumulada em 12 meses, de 10,48%, é a maior desde os 12 meses encerrados em novembro de 2003 (11,02%). Desde 2003 o IPCA não rompia a marca dos dois dígitos.

O IPCA mede a inflação para as famílias com rendimentos mensais entre um e 40 salários mínimos. — Valor Econômico.

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