investigação



O peixe morre pela boca

.. As bravatas do petista vem repercutindo muito mal junto ao Judiciário e à sociedade.. (Foto: Rafael Arbex/Estadão)

ESTADÃO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem pouquíssimas chances de vitória no Superior Tribunal de Justiça (STJ), de acordo com avaliação de ministros do tribunal ouvidos reservadamente pelo Estado. No STJ, a percepção é de que a situação do petista se complicou após o placar unânime de 3 a 0 na 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que aumentou a pena de prisão do ex-presidente em regime fechado no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Tanto no STJ quanto no Supremo Tribunal Federal (STF), os votos dos três desembargadores do TRF-4 foram considerados bem fundamentados, técnicos e consistentes, enquanto as declarações de Lula no sentido de que não respeitará decisão judicial provocaram péssima repercussão. Para um ministro do STF, uma coisa é a briga política, outra é a batalha judicial, que tem de ser técnica.

Segundo o Estado apurou com seis integrantes do STJ, as chances de o petista conseguir uma liminar favorável do ministro Felix Fischer (relator de casos da Lava Jato no STJ) é vista como pouquíssima e até mesmo improvável.  Fischer é considerado um ministro de perfil técnico, rigoroso e um dos maiores nomes da área penal do tribunal. Nascido na Alemanha pós-guerra e naturalizado brasileiro, Fischer atuou como procurador de Justiça do Ministério Público do Paraná e foi nomeado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso ao STJ, onde está há 21 anos. Para um colega, o ministro defende com muita firmeza seus pontos de vista e conhece em profundidade o direito penal.

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88% dos brasileiros querem a continuidade da Lava Jato

Mais de três anos após seu início, a Operação Lava Jato ainda tem o apoio de nove em cada dez brasileiros (88%) para continuar nas ruas, porque acreditam que ainda há muitos nomes a serem investigados, segundo pesquisa Ipso.Para 91% dos entrevistados, as investigações devem continuar até o fim custe o que custar. A instabilidade política e a instabilidade econômica não devem ser motivos para encerrar a operação para mais de 80% dos respondentes. As informações são do Diário do Poder.

Além disso, 71% dos entrevistados acreditam que a Lava Jato vai fortalecer a democracia no país. Em contrapartida, 80% acreditam que as grandes lideranças políticas do Brasil estejam tentando acabar com a Operação Lava Jato.

**Nota do blog – Esta constatação joga por terra o discurso dos aliados de Lula que tentam desqualificar a operação Lava Jato perante a opinião pública, atribuindo-lhe suposta culpa pela instabilidade política que vive o país, assim como demonstra que a opinião pública está direcionada à vontade de que o país seja passado a limpo. Estes novos tempos ainda não foram bem assimilados por algumas lideranças políticas do nosso país que ainda insistem em inverter a ordem e os valores das coisas

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Novo bloqueio de bens

Procuradoria Federal pediu junto à 10ª Vara Federal de Brasília, dentro da Operação Zelotes, em que Lula é processado por tráfico de influência na compra de caças suecos, bloqueio de bens de Lula e seu filho Luis Cláudio. Sim, um de seus filhos, Luis Claudio Lula, também está envolvido.

Os procuradores pedem para confiscar R$ 21,4 milhões de Lula e R$ 2,5 milhões de Luis Claudio.

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Após Palocci PT e aliados já discutem eleições sem Lula

Terra de ninguém Sob impacto do depoimento de Antonio Palocci, dirigentes de siglas que são aliadas históricas do PT decidiram iniciar, ainda em reserva, discussões sobre o rumo que tomarão em 2018. Eles não veem chances de o ex-presidente Lula ser candidato à Presidência e argumentam que não há substituto — nem mesmo um nome ungido pelo petista — que consiga unificar a esquerda. A ordem agora é pensar no próprio plano B. Sem Lula no páreo, argumentam, todos largam do mesmo patamar.

Não para Os aliados do PT avaliam que o pior não é o que Palocci disse a Sergio Moro, na quarta (6), mas o que ele ainda vai falar. Para esses políticos, o que o ex-ministro e integrante da cúpula do PT fez “foi uma ‘avant-première’” do arsenal que possui.

Frio e calculado Diversas expressões que causaram furor público no testemunho de Palocci — entre elas o famoso “pacto de sangue” da propina — já haviam sido ditas por ele aos procuradores com quem negocia uma intrincada delação premiada, em Curitiba.

Tem quem queira Um trote do deputado Fábio Faria (PSD-RN) no colega Dudu da Fonte (PP-PE) foi a sensação de Brasília neste Sete de Setembro. O potiguar, famoso na Câmara pelas imitações, telefonou ao pernambucano fingindo ser Lula. (Folha UOL).

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Quadro Negro: se esfarela a delação do picareta

A delação premiada do picareta proprietário da empreiteira Valor (Eduardo Lopes), realizada na operação Quadro Negro na tentativa de enredar no lamaçal o governador Beto Richa, tendo aquele afirmado que a maior parte dos desvios das construções de escolas públicas estaduais se prestaram a financiar a campanha eleitoral de Richa ao governo em 2014, começou a se esfarelar, a virar pó.

Informa Fábio Campana no seu blog que a sequência das investigações está a comprovar que os valores desviados pelo esquema criminoso investigado foi incorporado ao patrimônio de Eduardo e de terceiros laranjas utilizados por ele  para acobertar o objeto do crime praticado.

Como já falei aqui no blog anteriormente, já foi aberta a contagem regressiva para a prisão do pseudo empresário que mentiu descaradamente para se livrar momentaneamente da prisão.

Novas frustrações se avizinham aos esquerdopatas e oposicionistas de plantão que teimam na tentativa de igualar o governador Beto Richa aos seus meliantes de estimação.

Veja mais:

– A leviandade dos acusadores de Richa;

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Joesley vai a NY buscar extratos das contas LULA e DILMA

Sem alarde, Joesley Batista voltou a Nova York. Ele foi pessoalmente ao banco J.P. Morgan para buscar os extratos das contas “Lula” e “Dilma”. O material já está com os procuradores. O acordo da JBS com as autoridades americanas está bem encaminhado.

A exemplo da leniência celebrada aqui, a pena vai se restringir a uma multa. As informações são da revista Veja.

Quem anda cantarolando que inexistem provas materiais diretas contra Lula e Dilma, que literalmente coloque as suas BARBAS de molho, pois pelo visto em breve teremos novidades interessantes e comprometedoras.

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Avanços da Lava Jato

A revista Exame perguntou ao procurador Deltan Dallagnol quais os avanços institucionais que a Lava Jato permitiu. Ele citou dois: 1) Proibição do financiamento empresarial das campanhas eleitorais; 2) Possibilidade de execução da pena após a confirmação da condenação criminal em segunda instância;

Deltan tem esperança de que um terceiro se cumpra: a redução do foro privilegiado ao mandato vigente dos políticos. (Fabio Campana)

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Porque eles são eles e nós somos nós

A delação de Joeseley Batista da JBF continua e continuará a causar impacto ainda por muito tempo. Talvez se constitua num marco temporal que nunca mais seja esquecido pelos brasileiros.

Interessante notar que dos mais de 1.800 mencionados na sua delação nenhum, umzinho sequer, é dos Estados Unidos (americano), país onde a JBS possui 56 indústrias ligadas ao ramo de proteína animal.

Entenderam por que os Estados Unidos é os Estados Unidos e o Brasil é o Brasil?

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A desconstrução de um país

A revelação da delação de Joesley Batista da JBS ontem pelo jornal O Globo colocou fogo em Brasília e deixou o país mais uma vez de joelhos para as incertezas do futuro

A reportagem traz como matérias principais o aval de Temer para Joesley comprar o silêncio de Cunha, o envolvimento de pessoas ligadas diretamente ao presidente no transporte da propina e a solicitação de Aécio de R$ 2 milhões e outros detalhes nada republicanos nas relações público-privadas envolvendo personagens principais da política nacional.

Enquanto a classe empreendedora e trabalhadora do país faz a sua parte na reconstrução do estrago econômico causado pelo aperfeiçoamento do sistema corruptivo azeitado nos 13 anos do PT à frente do Planalto, pelo visto muitos da nossa classe política não se emendam sobre a necessidade de mudança de postura ética e moral e estão nem aí para o clamor de mudança vindo da sociedade.

Seja “Pedro ou Paulo ” que se faça justiça. O povo brasileiro já não suporta mais este processo de desconstrução incessante do país causado pela classe política, à contra-mão do sacrifício que a sociedade vem pagando mediante desemprego, miséria e insegurança.

Querem saber como se descontrói um país? Basta olhar para o Brasil.

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LULA: O mito morreu

Em pouco mais de três anos a Operação Lava Jato revelou a verdadeira face da classe política brasileira que dominou o país por décadas. Desmascarados e impotentes diante do povo pela primeira vez, políticos de todos os partidos se queixam da aniquilação generalizada dos principais quadros predominantes da política em nível regional e nacional.

A quantidade de políticos que tiveram suas reputações destruídas é enorme, mas não há como culpar a força-tarefa baseada em Curitiba. Foram eles próprios que perpetraram crimes diversos de lavagem de dinheiro, corrupção ativa, passiva, falsidade ideológica e ocultação de patrimônio. A Lava Jato não é culpada por toda esta devastação. É apenas a catalisadora de uma tragédia anunciada há décadas. Mesmo ciente do risco, a classe política não se emendou, e deu no que deu.

A maior vítima da revolução promovida pela Lava Jato é o ex-presidente Lula, que nem mesmo em um cenário de total desolação como o atual, onde as principais lideranças políticas foram todas dizimadas, o petista não conseguiu se projetar mais nas pesquisas. A avaliação no PT é a de que a candidatura de Lula só servirá como elemento de defesa política diante das dificuldades que o petista enfrenta no campo judicial. Correntes internas da legenda questionam a candidatura de Lula, apesar do petista ter imposto seu próprio nome como plano A, plano B e plano C durante entrevista recente. Lula e a cúpula do partido têm números desanimadores sobre suas mesas, mas não querem que o desânimo contagie a militância, artistas e jornalistas que ainda insistem em sua candidatura. Continue lendo

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