Investimento



Investimentos, empreendedorismo e agricultura em Angola

Aproveitando período de férias estou a visitar algumas regiões da Angola e cumprindo agenda em diversos setores do governo na capital Luanda.

Ontem estive com o Ministro da Agricultura da Angola Marcos Alexandre Nhunga (ao centro na foto) e com o consultor de governo para assuntos agrários, engenheiro Sambeny (direita).

Tive a oportunidade de conhecer alguns aspectos relacionados a oportunidades para os brasileiros investirem na agricultura da Angola, bem como aspectos interessantes da economia do país.

Hoje terei audiência com o presidente do Banco Nacional de Angola e diretores de sete instituições financeiras angolanas, dentre as quais do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) a fim de compreendermos melhor o sistema de fomento angolano e as possibilidade de auto-financiamento existente no país.

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Em Luanda, capital da Angola, hoje pela manhã

Imagem de hoje pela manhã do capitólio do parlamento da Angola, na capital Luanda. Foto: João Regiani.

Cheguei hoje pela manhã em Luanda, capital da Angola, na África. Trânsito congestionado, mas recebido por pessoas de largos sorrisos e amabilíssimas.

Por estes dias terei diversas agendas com autoridades e Ministros de Estado da Angola para discutirmos a possibilidade de investimentOs de empreendedores brasileiros neste país, bem como sobre parcerias econômicas internacionais visando o desenvolvimento de Angola e da região Sul do Brasil.

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Informaçōes que enlouquecem os adversários de Richa

PARA OS ADEPTOS DO “QUANTO PIOR MELHOR” ESTAS INFORMAÇÕES SÃO ENLOUCEDOURAS. ELES SÃO CONSTANTEMENTE FLAGRADOS EM MENTIRAS ENSANDECIDAS NA TENTATIVA DE DESQUALIFICAR O MELHOR GOVERNO ESTADUAL QUE HÁ NO PAÍS NA ATUALIDADE. SÓ NOS RESTA SORRIR.

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O governador Beto Richa aumentou em R$ 2,23 bilhões o volume de recursos repassados aos 399 municípios paranaenses em 2017 na comparação com 2016. Até o fim de dezembro, as transferências alcançam R$ 11,86 bilhões ante R$ 9,63 bilhões de 2016, crescimento de 23%.

“Neste ano, ampliamos a capacidade de investimento do Estado e formalizamos parcerias quase que semanalmente com as prefeituras, atendendo praticamente todos os municípios com recursos para obras e ações para melhoria da qualidade de vida da população. Conseguimos destinar este volume de recursos graças ao ajuste fiscal iniciado há dois anos”, disse Richa.

 
O maior montante, de R$ 500 milhões, foi transferido para infraestrutura urbana, que abrange investimentos e manutenção nos municípios. Os recursos foram usados em obras de pavimentação e recape, calçamento, postos de saúde e praças, além de aquisição de equipamentos. O incremento na área foi de 366%.

A saúde também recebeu atenção especial, com repasses de R$ 457 milhões, 88% mais que em 2016. Os valores foram transferidos como forma de auxílio aos fundos municipais e foram empregados na atenção básica à saúde, além de assistência hospitalar e ambulatorial, suporte profilático e terapêutico e vigilância epidemiológica. Continue lendo

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Investimentos: qual será a próxima Bitcoin?

O designer baiano Gabriel Mattos Vaz, de 31 anos, nunca havia investido até junho de 2017. Naquele momento, porém, a valorização da Bitcoin chamou sua atenção. Durante o primeiro semestre, a moeda virtual havia se valorizado 160,9%. Vaz decidiu, então, apostar algum dinheiro no negócio. Não se arrependeu. Desde seu aporte, a Bitcoin valorizou-se mais 560%. No acumulado de 2017, até o dia 20 de dezembro, a alta é de 1.609%. Isso o incentivou a fazer algo que começa a se tornar uma febre no mercado de criptomoedas: procurar descobrir qual será a próxima Bitcoin. “Hoje, eu vislumbro um retorno mais alongado quando invisto”, diz ele. “Compro as moedas que acredito terem o maior potencial de valorização nos próximos meses.” (Isto É Dinheiro)

Veja mais.

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BRDE propōe fundo para investimentos no Sul em reunião do CODESUL

Nesta terça-feira se realizou no Palácio Piratini, em Porto Alegre, reunião do Conselho de Desenvolvimento e Integração da Região Sul (CODESUL). A reunião contou com a presença de toda a diretoria do BRDE, em especial dos diretores do banco pelo Paraná Orlando Pessuti e João Luiz Regiani, bem como dos governadores José Ivo Sartori (RS), governadora em exercício Cida Borghetti (PR), Raimundo Colombo (SC) e Reinaldo Azambuja (MS).

O tema de maior importância discutido pelos governadores e que foi proposto pelo BRDE, foi a criação de fundo orçamentário para região Sul, cuja região é a única no país que não conta com Fundo Constitucional tal como as demais regiões possuem para investimentos em desenvolvimento.

O diretor de operações do BRDE João Luiz Regiani estima que a criação de um fundo financeiro para investimentos nos três estados do Sul poderia movimentar mais de R$ 1 bilhão em investimentos de infraestrutura e de estruturação econômica e social para estes estados, gerando milhares de postos de trabalhos justamente numa época em que há a necessidade de se reforçar as políticas d empregabilidade no país.

 

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Vendendo lenços porque o chô-rô-rô continua


Enquanto a oposição rançosa ao governador Beto Richa dá continuidade ao seu tradicional chô-rô-rô inventando factóides e “versões” visando fazer colar a falsa idéia de que o Paraná vai de mal a pior (que é o que de fato eles gostariam), Beto Richa segue anunciando obras, investimentos e repasse de verbas aos municípios do Paraná.

Hoje, por exemplo, o governador anúnciou em Curitiba a distribuição de mais R$ 100 milhões para 250 municípios do Paraná (aqui). Por estas e outras notícias boas para os paranaenses é que as viúvas do Lula, Dilma e Requião estão entrando em convulsão em praça pública por estes dias.

Podem notar, sempre que o governador Richa vem a público para anunciar conquistas favoráveis para o estado e sua população, surge na “mídia marrom” os arautos da desgraça inventando versões mirabolantes na tentativa de se compensarem psicologicamente pelo impacto psicológico que sofrem a cada vez que são golpeados pelas notícias positivas que vêm das bandas do Palácio Iguaçú.

Como já diziam os meus avós, “uns gostam dos olhos, outros da remela”.

E digo mais, o chô-rô-rô é livre. Falando nisso, estou vendendo lenços.

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Inclusão financeira das micro e pequenas empresas

 

Diretor de Operações do BRDE João Regiani participou de painel no Congresso Empresarial Paranaense 2017 da FACIAP

Nesta semana entre os dias 19 e 21 foi realizado em Foz do Iguaçu, Paraná, o “Congresso Empresarial Paranaense 2017” organizado pela Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e pela Federação das Associações Comerciais do Paraná (FACIAP).

No evento participei, representando o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE),  de painel de discussão voltado a abordar o tema “História da Inclusão Financeira da Micro e Pequena Empresa no Paraná”. Participaram conjuntamente do painel representantes do Sebrae, Sicoob, Banco do Brasil, Fomento Paraná e Bancoob.

O congresso reuniu representantes das associações comerciais de todas as regiões do estado e do Brasil,  e houve oportunidade para falarmos sobre as ações que o BRDE vem executando a fim de cada vez mais realizar a inclusão financeira das micro e pequenas empresas (MPEs) mediante a utilização de estratégias criativas e específicas, como por exemplo,  a formação de fundos financeiros para tal finalidade e captação de recursos financeiros internacionais.

Foram demonstrados, ainda, o números e índices de desempenho do BRDE em relação aos diversos portes financeiros do seguimento econômico do Paraná e que receberam investimentos do banco, com enfoque especial nas MPEs da região Sul e do Paraná, bem como abordamos sobre as políticas de fomento financeiro que o governo Beto Richa vem desenvolvendo para o estímulo econômico do estado.

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Aeroportos regionais: investimentos de R$ 38 milhões

Os aeroportos regionais paranaenses receberam, desde 2011, R$ 38 milhões em recursos para a contratação de estudos e obras de infraestrutura e aumento de capacidade. Os valores consideram investimentos já consolidados ou em andamento, viabilizados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística.

Entre as ações em tramitação neste segundo semestre estão as licitações para as obras de reforma dos aeroportos de Pato Branco e Umuarama. Em ambos serão feitas melhorias na pista e nos terminais de embarque e desembarque de passageiros para atender padrões técnicos exigidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
“Estamos intensificando nossas ações para ampliar a oferta de voos comerciais e atender toda população paranaense com mais conforto e agilidade. Além de Pato Branco e Umuarama, também pretendemos viabilizar recursos para a adequação do aeroporto de Guarapuava”, destaca o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho.
Os aeroportos de Castro, Maringá, Toledo, Londrina, Cascavel e Ponta Grossa foram contemplados em anos anteriores.

Todas as ações são resultado do Continue lendo

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Investimentos sem risco e com rendimentos altos ficaram no passado

Os tempos em que era possível investir sem riscos e conseguir retornos de 15% ao ano ficaram para trás. Com a queda consistente da taxa básica de juros, a Selic, os investimentos em renda fixa (aqueles com rendimento pré-acordado) rendem menos neste ano e proporcionam ganhos próximos aos da poupança, a opção mais conservadora do mercado.
A Selic, que estava acima de 14% ao ano até o fim de 2016, sofreu cortes progressivos na medida em que a inflação baixou e está hoje em 9,25%. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o índice geral de preços ficou em 3%.
A taxa básica de juros é uma referência para investimentos no Tesouro Direto e fundos de renda fixa. Ela também influencia o comportamento do CDI, taxa de referência para os fundos DI e para os investimentos nos CDBs, os títulos de dívida emitidos pelos bancos.
“Foi-se a época em que se conseguia 15% [ao ano] de rendimento sem risco, acabou. Isso só volta se a economia piorar muito [e os juros tornarem a subir]”, diz o economista Alexandre Cabral. (G1).

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Porque eles são eles e nós somos nós

A delação de Joeseley Batista da JBF continua e continuará a causar impacto ainda por muito tempo. Talvez se constitua num marco temporal que nunca mais seja esquecido pelos brasileiros.

Interessante notar que dos mais de 1.800 mencionados na sua delação nenhum, umzinho sequer, é dos Estados Unidos (americano), país onde a JBS possui 56 indústrias ligadas ao ramo de proteína animal.

Entenderam por que os Estados Unidos é os Estados Unidos e o Brasil é o Brasil?

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