Pesquisa



Pesquisa e cuidados com os alimentos. Porque?

Radar do ConsumidorBom dia e ótima semana de trabalho a todos.

Vamos iniciar a semana trazendo uma matéria sobre alguns assuntos de interesse do consumidor.

A entrevista foi inicialmente visando a pesquisa da cesta básica mas se desdobrou sobre os motivos que tornam a pesquisa de preços de preços muito importante, bem como sobre os cuidados do consumidor sobre a qualidade dos alimentos.

São informações atuais e importantes. Confiram.

Comente aqui


Diferenças de até 93% na pesquisa da Ceia de Natal

RADARO Procon Maringá realizou entre os dias 4 e 8 de dezembro/2014 uma pesquisa sobre os produtos que compõem a Ceia de Natal em oito supermercados da cidade sendo consultados oitenta e nove produtos.

A pesquisa comparou os preços mínimos e máximos destes e constatou que na média a variação entre os menores e os maiores preços chega a 28,61%, sendo que alguns produtos individualmente apresentaram variações bem acima disso, como por exemplo:

  • Castanha do Pará: 93,27%;
  • Espumante Moscatel: 91,63%;
  • Peru Temperado: 89,39%;
  • Panetone Alpino: 80,17%;

Como se vê a pesquisa do Procon é demonstrativa de que os preços variam muito de um estabelecimento comercial para outro.

Portanto, mais uma vez neste Natal o lema do consumidor dever ser pesquisar, pesquisar e pesquisar.

♦ Pesquisa completa >> Pesquisa do PROCON DE MARINGÁ – Ceia de Natal

Comente aqui


Preços ao consumidor avançam

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) ficou em 0,58% na terceira semana de novembro, alta de 0,08 ponto percentual em relação à segunda semana do mês. Os dados foram divulgados hoje (24) pela Fundação Getúlio Vargas.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa tiveram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição veio do grupo alimentação (0,52% para 0,66%) (Exame.com).

*** Pois é, basta irmos aos supermercados para constatarmos que os preços não param de subir.

 

Comente aqui


Procon divulga 5ª Pesquisa da Cesta Básica de 2014

Atenção aos aspectos quantitativos dos produtos é muito importanteO Procon de Maringá divulgou nesta quarta-feira (29) a 5ª pesquisa da Cesta Básica de 2014. Em relação à pesquisa anterior, os produtos apresentaram uma queda nos preços médios de 0,24%. A pesquisa no mês de outubro apontou que os 72 produtos distribuídos em 4 categorias custam, em média, R$364,76. Já em agosto, a cesta básica custava em média R$365,65.

Realizada entre os dias 23 e 24 de outubro em 8 estabelecimentos de Maringá, a pesquisa apontou os valores dos produtos divididos nas categorias itens de mercearia, higiene e limpeza, hortifrutigranjeiros e carnes.

No segmento mercearia, o Vinagre Castelo foi o que apresentou maior variação entre os preços, com 138,36%.

Na categoria higiene e limpeza, a Água Sanitária Brilhante apresentou variação de 138,76% entre um estabelecimento e outro.

Na área de hortifrutigranjeiros o produto com maior variação foi o Tomate Rasteiro com diferença de preço de 664,29%.

A categoria carnes também teve um aumento do preço médio de 3,41%.  A Costelinha Suína (sem pele) foi o item da sessão que apresentou maior variação entre os supermercados, com 92,26%.

O Procon alerta os consumidores a pesquisarem antes de comprar, pois a pesquisa demonstrou uma variação média de um estabelecimento para o outro de 42,80,% no preço dos produtos que compõem a cesta básica.

Veja a pesquisa aqui>> 5ª Pesquisa Cesta basica 2014 – Procon de Maringá

Fonte: Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Maringá

Comente aqui


Estudo lista franquias mais inovadoras

Pesquisa do Grupo Bittencourt destaca as 25 empresas franqueadoras do país que investem tempo e dinheiro na cultura de inovação

Jonathan Campos/ Gazeta Do Povo / Destaque na pesquisa, rede O Boticário conta com mais de 900 franqueados

Destaque na pesquisa, rede O Boticário conta com mais de 900 franqueados

Alimentação, moda, bebida, perfumaria, formação, idiomas. Não há segmento nem porte de empresa que determine uma maior ou menor cultura inovadora. O que existe é um bom espaço para desenvolver essa cultura, principalmente em processos formalizados e que envolvam toda a cadeia, incluindo clientes e fornecedores. Continue lendo

2 Comentários


Fritadeiras elétricas apenas assam os alimentos

Arno ActiFry e Airfryer Philips Walita, que dispensam óleo, não cumprem a promessa de fritar os alimentos.

Quem gosta de uma alimentação saudável e dispensa o óleo pode contar com as fritadeiras elétricas para incrementar as receitas. Mas é preciso ter atenção: apesar de não sujar a cozinha e não engordurar as panelas, esses produtos não deixam os alimentos com o aspecto crocante de uma verdadeira fritura.

Carol Herling mostra as primeiras impressões da Proteste sobre esses aparelhos.

Vejam aqui.

Comente aqui
 

Carne de boi sobe 16% em Maringá, revela pesquisa do Procon

RADARO preço das carnes de boi vendidas nos supermercados de Maringá subiu 16% de abril para julho de 2014, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (18) pelo Procon. A maior alta foi no acem, que passou de R$ 9,21 para R$ 12,39, em média.

Em seguida, estão o músculo dianteiro, com aumento de 28,80%, e a ponta de alcatra em bife, 25,65% mais cara. A carne com menos variação no preço foi a picanha, com apenas 3,75% de alta.

A diferença de preço entre um mercado e outro também foi descrita na pesquisa. A desigualdade entre o menor e maior preço encontrado nas prateleiras foi de 48,6%, em média. No filé mignon, por exemplo, a variação foi de 66,95% entre um lugar e outro.

Segundo o órgão, os fiscais visitaram 12 estabelecimentos da cidade, entre 15 e 16 de julho. Os resultados foram comparados às pesquisas feitas nos mesmos lugares em abril. A pesquisa completa está no site do Procon (G1).

Comente aqui


27 produtos com sódio diferente do informado

Segundo o levantamento do Idec, dez itens têm nível até 66% maior do que o divulgado:

De 291 alimentos industrializados, de 90 marcas, testados pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), entre março e abril, 27 deles apresentam variação de mais de 20%, para mais ou para menos, do teor de sódio declarado em seus rótulos. Para o teste, foram selecionados produtos de todas as categorias de alimentos incluídas nos acordos voluntários para redução de sódio firmados entre a indústria e o Ministério da Saúde. Os casos mais graves, obviamente, são os que apresentarem teor de sódio maior de 27,8% a 66,3% do informado na rotulagem do alimento, por se tratar de uma questão de saúde pública, e inclui dez produtos fabricados por Frigor Hans, Ceratti, Batavo, Seara, Renata, Elegê, Panco e Aurora (Portal do Consumidor).

Comente aqui


Cesta básica acumula alta de 6%

Radar do ConsumidorVariações mais expressivas ocorrem entre os hortigranjeiros; tomate varia acima de 400%. Classes C, D e E são as que mais sofrem com a alta dos preços, especialmente da cesta de alimentos

De janeiro a junho, os preços dos produtos da cesta básica acumulam alta de 6,29%. A informação é do Procon de Maringá, que divulgou, ontem, a terceira pesquisa do ano. Os 72 produtos distribuídos em quatro categorias custam, em média, neste mês, R$ 362,15. Em abril, a segunda pesquisa apontou R$ 358,10. Na primeira do ano, ficou em R$ 342,94. Entre os itens que forçam a alta, estão os hortigranjeiros. O tomate saladete, por exemplo, tem variação acima de 400%, entre um supermercado e outro, de acordo com o levantamento mais recente.

A pesquisa do Procon foi feita entre sexta e terça-feira, em oito supermercados da cidade: Angeloni, Big, Bom Dia, Camilo, Cidade Canção, Condor, Mercadorama e Muffato. Foram apontados os valores de 72 produtos divididos em quatro categorias: 31 itens de mercearia; 22, de higiene e limpeza; sete, de hortifrutigranjeiros; e 12, de carnes.

“A pesquisa traz algumas preocupações. Há uma variação grande em alguns produtos, como o tomate saladete e o vinagre. Com essa ascendência se consolidando, temos a possibilidade de fechar o ano com mais de 12% de aumento”, destaca o diretor do Procon, João Luiz Agner Regiani (O Diário Online)

  • Veja AQUI a matéria completa editada pelo O Diário Online.
  • Para ver a pesquisa completa do PROCON de Maringá clique AQUI.
Comente aqui