Poupança



Bancos pagarão 10 bilhões a poupadores

Após 30 anos de disputa na Justiça, foram acertadas ontem as bases de um acordo financeiro para a reposição de supostas perdas de poupadores com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. O acerto foi feito entre a Advocacia Geral da União (AGU), a Frente Brasileira dos Poupadores (Febrapo) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O valor inicial das ações é superior a R$ 10 bilhões, montante que está provisionado pelas instituições financeiras, sendo R$ 4,6 bilhões apenas no Banco do Brasil.

A minuta do acordo será apresentada na segunda-feira à AGU para ser submetida ao Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, deverão constar Continue lendo

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Poupança tem captação positiva pelo terceiro mês

A caderneta de poupança marcou o terceiro mês consecutivo com captação líquida de recursos. Segundo o Banco Central (BC), os ingressos líquidos somaram R$ 2,335 bilhões em julho, após entrada de R$ 6,089 bilhões em junho. Esse é o melhor resultado para o mês desde de 2014, quando o ingresso somou R$ 4,028 bilhões. Também é a primeira vez desde 2014 que a poupança tem três meses seguidos de captação. (Valor).

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Menos do que deveria

Brasileiro poupa menos do que deveria

Em meio às discussões para a reforma da Previdência, o brasileiro aumentou a sua reserva para a aposentadoria, mas ainda poupa menos do que o necessário para manter a sua renda e qualidade de vida, segundo uma pesquisa mundial da gestora americana Legg Mason. No recorte de Brasil, disponibilizado para o Valor, a instituição ouviu 900 investidores, separando-os por grupos geracionais, de gênero e classes de renda. A percepção geral dos entrevistados é que um ano de salário seria suficiente para viver os anos da velhice fora do trabalho, e mesmo nas classes de renda mais alta se observa esse tipo de ilusão financeira.

Ao redor do mundo, os entrevistados têm poupado entre 3,7% e 14,6% do que precisariam, de fato, para prover um sustento estimado em 70% do que tinham na ativa por 20 anos, como recomenda a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Brasil fica perto da ponta mais baixa, com uma reserva de 5,3% do valor considerado adequado (Valor).

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Poupança tem o pior resultado desde 2011

A caderneta de poupança registrou uma captação líquida (diferença entre depósitos e saques) de 2,53 bilhões de reais em novembro, o pior resultado para o mês desde 2011, quando o saldo havia ficado positivo em apenas 30,7 milhões de reais. 

No acumulado do ano até o mês passado, a captação líquida da poupança está em 18,60 bilhões de reais. O saldo é 69% menor do que o verificado em idêntico período de 2013, quando somou 59,845 bilhões de reais. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, pelo Banco Central (BC) (Portal do Consumidor).

*** Este é mais um sinal ruim do momento econômico delicado que o país vem atravessando. Isso significa que as pessoas vem poupando menos em razão da necessidade de suprir economicamente fontes de rendas que vão se extinguindo ou escasseando neste momento em virtude do desemprego e endividamento, dentre outros.

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Planos econômicos: STF adia julgamento

Radar do ConsumidorDecisão mantém travado andamento de cerca de 390 mil processos em todo o País

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (28) adiar novamente o julgamento sobre as alegadas perdas causadas à poupança pelos planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2.

A decisão atende a pedidos feitos nos últimos dias pelos bancos e pelo governo, que podem ser impactados negativamente por uma decisão favorável aos poupadores. O procurador-geral da República, Rodrigo Janto, chefe do Ministério Público Federal (MPF), também pediu o adiamento.

Os ministros aceitaram a solicitação de Janot, que deseja refazer o parecer sobre o caso que apresentou ao STF em 2010. Esse parecer foi questionado pelo governo e pelos bancos em fevereiro deste ano, mas o MPF só fez o pedido na última terça-feira (27).

A disputa começou há cerca de 20 anos, chegou ao STF em 2008 a pedido dos bancos e começou a ser julgada em novembro de 2013. A análise, porém, foi suspensa com a promessa de ser reiniciado no início deste ano, o que não aconteceu (IG Notícias).

*** Lamentável as manobras que o governo federal está fazendo no STF em desfavor do consumidor brasileiro. Prenúncio claro de que a decisão será mais política do que jurídica, contrária aos interesses dos consumidores poupadores.

 

 

 

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STF julga na quarta correção da poupança

Radar do ConsumidorO STF (Supremo Tribunal Federal) vai retomar na próxima quarta-feira o julgamento das ações que questionam perdas na caderneta de poupança decorrentes dos planos Bresser (1987), Verão (1989), Collor 1 (1990) e Collor 2 (1991). Caso a maioria dos ministros aceite os argumentos dos investidores quem tinham dinheiro guardado na poupança entre 1987 e 1991, todos poderão receber uma bolada dos bancos.

A conta total, segundo as próprias instituições financeiras, poderia chegar a R$ 340 bilhões – os bancos falam, no caso de derrota, que poderá haver um colapso financeiro no país. Do outro lado, os autores da ação, entre eles o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), calculam que as ações de ressarcimento vão chegar a Continue lendo

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STF julgará correção de planos econômicos dias 26 e 27

O STF (Supremo Tribunal Federal) julgará nos próximos dias 26 e 27 de fevereiro as ações que questionam o índice de correção das cadernetas de poupança devido aos planos econômicos.

O julgamento foi iniciado em novembro do ano passado.

O caso foi apresentado pelos ministros e advogados que representam bancos, e poupadores foram ouvidos.

Por um lado, os bancos alegam que o pagamento pedido pelos poupadores resultaria em perdas potenciais de R$ 150 bilhões.

A defesa dos poupadores, por outro lado, diz que os valores, na verdade, somam cerca R$ 18 bilhões, uma vez que esse montante é o que teria sido preparado pelos bancos para uma eventual derrota na Justiça (Gazeta do Povo).

*** Vamos aguardar para ver no que vai dar, torcendo para que os poupadores sejam beneficiados pela decisão que vier a ser dada pelo STF.

 

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