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Piraquara: fuga de 28 presos aterroriza moradores

Dezenas de bandidos fortemente armados explodiram o muro do Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP I), na região metropolitana de Curitiba, na madrugada desta terça-feira (11). Em uma contagem inicial, a administração do presídio contabilizou que 28 presos fugiram. Durante a ação, ruas e rodovias de acesso ao presídio foram bloqueadas e houve uma intensa troca de tiros entre bandidos e policiais militares, segundo informações da Banda B.

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Lula será preso

A decisão unânime dos desembargadores da oitava turma, inclusive na dosimetria da pena, deixa a defesa de Lula sem saída.

Ele apenas poderá, em dois dias, apresentar embargos de declaração, que deverão ser julgados em um mês.

O TRF-4 decidiu que a pena de 12 anos e 1 mês de cadeia para Lula deve ser executada imediatamente após os recursos. (O Antagonista).

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Bendine: a prisão do braço direito de Dilma

O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (27) no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Suspeito de receber R$ 3 milhões da Odebrecht, Bendine foi preso na casa da filha, em Sorocaba (SP). A ação foi batizada de Cobra.

A PF prendeu outras duas pessoas, que são suspeitas de operar a propina da empreiteira para Bendine: os irmãos André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior, sócios em uma agência de publicidade, a Arcos Propaganda. Eles foram presos no Recife.

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que, quando comandava o Banco do Brasil, Bendine pediu R$ 17 milhões à Odebrecht para rolar uma dívida da empresa com a instituição, mas não recebeu o valor. Na véspera de assumir a Petrobras, pediu mais R$ 3 milhões para não prejudicar os contratos da estatal com a empreiteira. O valor foi pago em 2015.

Naquele ano, Bendine era braço direito da então presidente Dilma Rousseff. E havia deixado o banco com a missão de acabar com a corrupção na petroleira, alvo da Lava Jato. Mas, segundo delatores da Odebrecht, ele já cobrava propina no Banco do Brasil e continuou cobrando na Petrobras (G1).

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