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Brasil, o país da piada pronta

No Brasil, diferentemente de países mais sérios com o trato dado à hierarquia, autoridade e normas legais, aqui todo mundo se mete a dar uma de “sabe tudo”, desde supostos conhecimentos jurídicos até conhecimentos em áreas técnicas que determinados cidadãos sequer sabem do seu bê-a-bá.

Figurinhas que não sabem sequer administrar as cozinhas das suas casas, muito menos analisar com técnica jurídica um texto básico escrito por um advogado, se metem a papagaiar (repetindo o que já vem sendo decantado pelos militantes de determinados partidos políticos) contra os juízes e investigadores da operação Lava Jato.

Figuras que se acham iluminadas pelo simples fato das redes sociais atualmente permitirem que qualquer baboseira ganhe repercussão, atropelam o bom senso e invertem valores morais para defenderem “bandidos de estimação” como se o fato de terem feito algo no passado pelos mais pobres lhes desse carta branca para roubar e saquear o país.

Em resumo, o nosso país é o país da piada pronta, onde cavalo tem chifre e o rabo abana o cachorro.

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Infraestrutura e o batuque populista

Uma reportagem interessante da Gazeta do Povo de ontem (10/6), intitulada “Ferrovias abandonadas no Brasil ligaria São Paulo a Nova Iorque. E com sobra”, assinada por Filipe Albuquerque, informa que aproximadamente 8,6 mil quilômetros de ferrovias no país estão inutilizadas por vários motivos e que mais de 6 mil quilômetros necessitaria de reformas e adequações para voltarem a operar.

É muita coisa para um país de dimensões continentais como o Brasil e que necessita urgentemente de infraestrutura moderna e adequada para escoar a sua gigantesca safra agrícola, somada à sua produção indústrial.

Sem dúvida o problema da infraestrutura no país tem se constituído num dos seus gargalos para o desenvolvimento. Um país com a dimensão continental do Brasil e com atributos naturais e ‘know how’ que o elevam a categoria de um dos maiores produtores de grãos do mundo, não pode se dar ao “luxo” de ser tão pouco estratégico quando o tema se refere a infraestrutura.

Portos antiquados, malha rodoviária em forma de “peneiras” e transporte e armazenagem de grãos relegados a assuntos de somemos importância do que futebol ou carnaval, são ingredientes que somados podem implodir qualquer economia do planeta.

Não adianta os pretensos políticos fazerem batuque populista sobre programas de inclusão social, enquanto o maior e verdadeiro  programa de inclusão social do país, que é a geração de riquezas, emprego e renda vindos do setor produtivo da nação, continua sendo tratado com amadorismo.

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Em Lima reunião institucional com a ALIDE

Semana passada em Lima, capital do Perú, participando de eventos internacionais promovidos pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Associação Latinoamericana de Instituições de Desenvolvimento (ALIDE) estive reunido com Edgardo Alvarez, secretário geral desta associação latina para tratarmos de temas relacionados ao BRDE enquanto membro filiado à associação.

Tive oportunidade de apresentar os números e desempenho do BRDE, bem como falamos sobre alguns projetos futuros conjuntos, dentre os quais a realização, pela ALIDE, a convite do BRDE, de evento de relevância para as instituições de desenvolvimento numa das capitais dos estados do Sul.

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Significado da saída de Parente da Petrobrás

Os analistas vislumbram que com a saída de Pedro Parente da presidencia da Petrobrás esta voltará mais uma vez a ser a alinhadora populista de preços dos combustíveis no Brasil. Em outras palavras, pode significar a volta da utilização da estatal para fins nada republicanos quanto a política de preços.

Por isso digo, onde há monopólio no final dá em ‘caca’. Prática artificial de preços com fins eleitorais (como fez a Dilma em 2014), inexistência de competitividade para a redução de preços e a utilização da respectiva  instituição estatal para fins corruptivos.

Os esquerdopatas querem a continuidade do monopólio da Petrobrás a fim de serem preservadas as benesses para o seu curral eleitoral, que é regiamente remunerado e com planos de carreiras que a iniciativa privada não tem, bem como para o fim de dominar a estatal para lhe impor novamente ferrolho financeiro (com direito a cascatas de corrupção) caso a esquerda volte ao poder.

Não se esqueçam os incautos que os combustíveis estão com os preços absurdos do jeito que estão porque como estatal a Petrobrás foi saqueada por quem  lhe  devia cuidados (componentes do próprio governo federal), e agora para se reestruturar e reequilibrar as suas contas precisa fazer com que o consumidor brasileiro “pague a conta” mediante a fixação de preços elevados dos combustíveis.

Tivesse o monopólio caído lá atrás nada disso teria acontecido e as virtuais petroleiras estariam disputando o mercado brasileiro com atratividade nos preços, afinal em empresa privada político não se mete a besta de por a mão e não se deixa fazer o que se fez com a Petrobrás nos governos Lula e Dilma.

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Pedro Parente caiu porque ….

“Pedro Parente caiu porque tentou fazer o certo”, disse Miriam Leitão.

E mais:

“Pedro Parente deixará o cargo da Petrobras pelo mesmo motivo que Maria Silvia Bastos saiu do BNDES. Ambos tentaram implementar uma gestão empresarial sem interferências políticas, em um país acostumado com o jeitinho e os subsídios setoriais não contabilizados no Orçamento. (O Antagonista)

Nota do blog: neste momento somente estão aplaudindo a saída de Parente os ideólogos sanguessugas do Estado brasileiro. Para eles estatais servem para fazer políticas polpulistas e sem base econômica, como a Dilma fez em 2014 se utilizando eleitoralmente da Petrobrás para controlar artificialmente os preços dos combustíveis. Depois todos sabem no que deu.

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Em evento no Perú BRDE discute “green bonds”

No evento João Regiani (BRDE) esteve com Philippe Szymczak, Chefe da Divisão dos Parceiros Globais do BEI

O diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), João Luiz Agner Regiani, participou desde ontem, em Lima, no Perú, do Workshop “Green & Sustainable Bonds”, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

O evento se encerrou hoje e discutiu sobre mercado de ‘green bonds’, experiências no financiamento da sustentabilidade e diversos aspectos relacionados a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Estiveram presentes, além de agentes do BID, representantes do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KFW), da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e do Banco Europeu de Investimentos (BEI).

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BRDE, uma instituição geradora de empregos

O jornal O Diário de Maringá veiculou na sua edição de hoje, p. A5, o balaço do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em 2017, com especial destaque para os mais de 33 mil empregos diretos gerados por meio dos financiamentos promovidos pela instituição financeira.

Outros assuntos importantes são abordados na matéria, como captações internacionais, controle de risco, compliance e acesso ao crédito. Vale muito a leitura.

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Empreendedorismo: Pe. Joãozinho na ACIM

Hoje pela manhã o Padre João Carlos Almeida, o conhecedíssimo Pe. Joãozinho, esteve na Associação Comercial e Industrial de Maringá (ACIM) para proferir palestra sobre a recém criada Pastoral do Empreendedor da Igreja Católica.

Foi um momento de importante reflexão sobre o papel do empreendedor nas mudanças que podem ser realizadas na sociedade, bem como sobre a visão conciliadora entre o capital e o trabalho onde um não exclui o outro, pelo contrário, são reciprocamente importantes na sua coexistência.

Quando se propõe o diálogo desapaixonado e com foco na fé sobre as questões que permeiam o tema a discussão fica leve, produtiva e com conteúdo positivo e propositivo.

O evento foi organizado pelo grupo de Empreendedores Católicos de Maringá, sob a coordenação do jornalista Everton Barbosa e o comunicador Rafael Soares.

Com o Padre Joãozinho hoje de manhã na ACIM

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Eleição de 2014 foi fraude, diz Marina

Marina Silva participou do programa Roda Viva nesta segunda-feira. Disse que diante de todas as “atrocidades relativas à corrupção” reveladas pela Lava Jato é possível afirmar que as eleições de 2014 foram “uma fraude”.

Disse que o resultado foi fruto do uso de financiamento ilegal originado com o roubo na Petrobras, nos fundos de pensão, em Belo Monte, na Caixa, no Banco do Brasil e no BNDES. As informações são do BR18/ Estadão.

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