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Peça-chave para as cidades

No desenvolvimento e planejamento urbano uma das peças-chaves para a geração de bem estar à população e fluidez no trânsito se relaciona diretamente com o investimento municipal em infraestrutura para a melhoria do transporte urbano.

Malha viária urbana ou transporte público mal planejados ou precarizados por falta de investimentos comumente resultam na ineficiência dos modais de transporte de uma cidade e, por sua vez, na insatisfação das pessoas com um os quesitos que se presta a aferir a qualidade de vida numa cidade: mobilidade urbana.

Aliado a estes aspectos, não há como se falar na criação de ‘smart cities’ ou cidades sustentáveis se as infraestruturas dos centros urbanos não forem constantemente aperfeiçoadas pelos gestores públicos de modo a propiciar funcionalidade aos modais de transporte que tais centros urbanos, com considerável densidade populacional, devem possuir.

Em outras palavras, se trata de falácia dizer que a gestão pública municipal de qualquer cidade almeja realizar bem estar à sua população caso não se ocupe de estruturar bons projetos de mobilidade urbana e de infraestrutura.

Neste contexto é de se afirmar que a criação e concretização de projetos desta natureza é peça-chave para que qualquer gestão pública obtenha sucesso e aprovação junto à população.

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Socialistas caviar

Informa o site O Antagonista que o Senado gastou R$ 127.298,70 para mandar os socialistas Vanessa Grazziotin (PCdoB), Roberto Requião (MDB) e Antonio Carlos Valadares (PSB) para a Coreia do Norte de 20 de novembro a 2 de dezembro, relata a Folha.

Além de cerca de R$ 16 mil em diárias para cada um, também saíram dos cofres públicos (leia-se: do seu bolso) os recursos para pagar seguros de viagem e os deslocamentos de cada senador a Guarulhos.

**Nota do blog — Já é mais do que conhecido pelo cidadão brasileiro o quanto os arautos do socialismo no Brasil e autointitulados defensores dos pobres e oprimidos “apreciam” usufruir das benesses proporcionadas pelo sistema capitalista. Este é apenas mais um exemplo.

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Guerra Cívica – Parte II

A propósito da postagem anterior, cabe ainda ressaltar que a primeira reforma que deve ser implementada, depois da previdenciária, na minha opinião é a reforma política.

Caso ela não seja colocada em prática, com pressão da sociedade e tudo mais, o novo governo, assim como aqueles que o sucederão, padecerá nas garras do “balcão de negócios” chamado de Congresso Nacional, o qual graças ao modelo político atual inviabiliza facilmente  qualquer possibilidade de mudança econômica e de mercado necessários para que o Brasil marche firme como país competitivo internacionalmente.

** Está postagem terá continuidade….

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Hora de guerra cívica

Apesar de estar em período de descanso não resisto em continuar raciocinando:

“Um país que não liberta a sua economia para se desenvolver, gerar riquezas, emprego e renda, torna necessariamente a sua sociedade refém da necessidade de serviços públicos, supostamente gratuitos e de baixa qualidade.

O único caminho para criar bem-estar social e qualidade de vida às pessoas, pela ordem, é com o enxugamento da máquina pública, que, por sua vez, permita menor oneração tributária, aceleração do ciclo produtivo e, assim, geração de empregos e renda.
Todas as nações que assim procederam são prósperas e proporcionam aos seus cidadãos maior autonomia e independência financeira. Ao contrário disso é o que tivemos até agora no Brasil. Estado intervencionista na sua economia, custoso e com população majoritariamente dependente de serviços públicos ruins e sujeita à políticas populistas e eleitoreiras. Verdadeiros grilhões que para serem vencidos há a necessidade de se travar “guerra” no Congresso Nacional para que as reformas libertadoras da nação sejam aprovadas.
É hora de pacificação, mas em certo sentido é hora de “guerra cívica”.”

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‘Moderfrota’ se esgotará rapidamente

ESTADÃO

Ademanda aquecida por financiamento de máquinas agrícolas fará os recursos do Moderfrota, linha com dinheiro do BNDES, se esgotarem antes do término da safra 2018/2019, em junho do ano que vem. A Anfavea, associação das montadoras, estima que faltarão R$ 3 bilhões para atender a todos os produtores interessados. Os R$ 8,9 bilhões destinados ao programa pelo governo federal devem chegar ao fim em março. Desde julho, início do atual ano-safra, até outubro, R$ 4,1 bilhões foram desembolsados, sobrando R$ 4,5 bilhões para os próximos oito meses da temporada.

A Anfavea lembra que os recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste, bastante utilizados por produtores para maquinário, já foram consumidos, e o montante do Banco do Brasil para o Moderfrota está prestes a acabar. “O número de R$ 3 bilhões (de déficit) é bem conservador, considerando o apoio do setor agrícola ao presidente eleito e à nova ministra da Agricultura. Devemos ver mais confiança dos produtores para investir”, diz Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da Anfavea para máquinas agrícolas e rodoviárias. » Toc-toc. Em janeiro, a Anfavea deve levar à futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina (foto), pedido de novo aporte ao Moderfrota. Não fosse a mudança de governo, esse pleito já estaria sobre a mesa, diz Miguel Neto.

Uma solução, adotada em safras anteriores, seria remanejar dinheiro de linhas menos procuradas. “Imaginamos que o governo vai apoiar o setor agrícola, por sua relevância para a economia. Acredito que haverá suplementação do Moderfrota”, afirma.

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Pagamento em qualquer banco

O Fábio Campana informa que a partir de segunda boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco e não apenas na instituição financeira em que foram emitidos.
Outra mudança diz respeito ao comprovante de pagamento, que será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto (juros, multa, desconto, etc) e as informações do beneficiário e pagador.

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