Serviços



“Febre” do WhatsApp modifica telefonia

MENSAGEM

O aplicativo WhatsApp vem mudando o costume do consumidor em relação à telefonia

Cada vez mais populares, aplicativos de mensagens para smarpthones têm assumido a dianteira como principal meio de comunicação do país e afetado a receita das empresas de telefonia com os serviços “tradicionais”, como voz e SMS. Estudo da consultoria Teleco mostra que o tempo médio que o brasileiro passa falando ao celular, via operadora, diminuiu 15% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior – a média mensal por usuário foi de 111 minutos.

A queda no uso de voz pelo celular tem afetado todas as operadoras e se mostra ainda mais acentuada em comparação com os anos anteriores – no final de 2013, por exemplo, a média mensal chegava a 140 minutos (veja infográfico). Para a Teleco, o uso mais intenso de aplicativos como o WhatsApp, Messenger, Viber e outros, que hoje também disponibilizam ligações por voz via internet, está tornando obsoleto parte dos serviço das operadoras. O que, por consequência, afeta o caixa das empresas –no primeiro trimestre do ano, a receita média mensal por usuário com o serviço de voz no país foi de R$ 11,60, contra R$ 13,60 no mesmo período de 2014. — Com informações da Gazeta do Povo.

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Usuários de TV paga e internet terão que ser ressarcidos por interrupções

Determinação da Anatel dá prazo de 6 meses para empresas se adaptarem.
Descumprimento da decisão poderá render multas de até R$ 20 milhões.

Anatel: operadoras têm seis meses para ressarcir usuários de TV paga e internet Ricardo Wolffenbüttel/Agencia RBS

Anatel baixou determinação que começa vigorar em 6 meses

 A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que os usuários de TV por assinatura e internet fixa sejam ressarcidos automaticamente após interrupções nos serviços, independente de solicitação do cliente, da quantidade de usuários atingidos ou da causa da interrupção.  A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (18).

A empresas terão seis meses para regularizar os processos de ressarcimentos a fim de que os créditos sejam concedidos automaticamente. A decisão vale para os grupos Algar Telecom, Oi, Vivo, Net/Claro/Embratel, TIM, GVT, Sercomtel e Sky.     Continue lendo

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Cursinho pré-vestibular: mensalidade vai de R$-0 a R$-2.340

Radar do Consumidor

Por João Luiz Agner Regiani

Uma reportagem do Último Segundo (AQUI) traz matéria interessante em relação a diferença no custo mensal dos cursinhos pré-vestibulares de São Paulo. As mensalidades vão de zero a mais de dois mil reais.

Aqui em Maringá não é diferente. Os preços das mensalidades dos cursinhos pré-vestibulares apresentam diferenças que ultrapassam a 500%.

A pesquisa de preços nesta área também é fundamental ao consumidor. No entanto, como se trata de uma área especial, que trata da difusão de conhecimentos, a qualidade na prestação dos serviços educacionais e a estrutura oferecida pelo prestador de serviços educacionais (cursinho) deve ser analisada cuidadosamente pelo consumidor.

No velho e bom brocardo popular quer dizer que “qualidade tem preço”. Mas não custa o consumidor, ao menos, fazer um comparativo entre os preços cobrados pelos cursinhos nas suas mensalidades , aliado à análise comparativa quanto o que cada cursinho pré-vestibular pode oferece em termos de qualificação do quadro de docentes, estrutura e equipamentos oferecidos visando um melhor aprendizado.

Não se esqueçam disso.

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Valor de pacotes bancários está limitado à soma das tarifas

RADARO valor cobrado mensalmente pelo pacote de serviços oferecido pelos bancos não pode ultrapassar a soma das tarifas individuais que o compõem. Esse é um dos esclarecimentos que está na nona edição do Boletim Consumo e Finanças, divulgado ontem pelo Banco Central (BC) e Ministério da Justiça.

O boletim destaca também que a adesão a um pacote não é obrigatória e que o cliente tem a opção de utilizar serviços individualizados. Para saber qual a melhor alternativa, diz o BC, é preciso comparar o que se pagaria em tarifas avulsas com o valor do pacote.

O BC e o ministério lembram que há serviços que não podem ser cobrados, como cartão de débito, quatro saques e dois extratos mensais. Além disso, informações sobre os pacotes de serviços devem ser divulgadas em local e formato visíveis ao público (Gazeta do Povo).

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MP-PR: Justiça proíbe ofertar serviços de telefonia sem garantia

A empresa de telefonia Oi foi proibida, pela Justiça, de ofertar serviços de comunicação multimídia sem que haja a garantia prévia ao consumidor do pleno atendimento, no endereço do cliente e nas condições anunciadas pela operadora. A decisão, em caráter liminar, foi concedida no último dia 24, pela juíza Ana Lúcia Ferreira, em ação ajuizada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Curitiba.

A reclamação que deu origem à ação chegou ao Ministério Público por meio de um consumidor. Ele relatou que adquiriu o plano Oi/Velox no qual constava, além dos serviços de telefonia, os de internet ADSL, já inclusa a instalação, que ocorreria em até sete dias, conforme acertado com a empresa. Passado esse prazo, o consumidor entrou em contato com a fornecedora, mas foi informado que a instalação não seria realizada por inviabilidade técnica.
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Saiba quais serviços os bancos não podem cobrar

RADARCobrança irregular de tarifas bancárias foi terceira maior causa de queixas ao Banco Central

Já parou para pensar que você pode estar pagando por serviços bancários que deveriam ser gratuitos? A cobrança irregular de tarifas foi a terceira maior causa de reclamações fundamentadas contra os bancos no Banco Central (BC) em junho. Só ficou atrás de débitos não autorizados em conta e restrição à portabilidade no crédito consignado.

Conheça os 10 serviços gratuitos para a utilização de conta corrente:

1. Até quatro saques por mês, no caixa, inclusive cheque ou cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento.

2. Serviço de compensação de cheques. Continue lendo

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Bancos já cortaram 3.600 empregos este ano

Radar do ConsumidorNos primeiros sete meses de 2014, as instituições bancárias já cortaram 3.600 empregos. Enquanto os bancos privados e o Banco do Brasil eliminaram postos de trabalho, a Caixa Econômica Federal abriu 1.595 novas vagas no mesmo período.

 Os dados são da Pesquisa de Emprego Bancário (PEB), divulgada hoje  pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que faz o estudo em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.

De acordo com o levantamento, além do corte de vagas, a rotatividade continuou alta no período. Os bancos contrataram 20.075 funcionários e desligaram 23.675 (Band Notícias).

*** As demissões no setor bancário tem “colaborado” muito para que a qualidade dos serviços bancários prestados ao consumidor percam ainda mais qualidade.

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Prazo para devolução de produtos

RADAR“Eu posso cancelar uma compra ou mesmo um serviço e ter meu dinheiro de volta? Existe um prazo para devolução do produtos?”

Sim! Segundo o Código de Defesa do Consumidor, aquele que estiver insatisfeito com o produto adquirido ou mesmo um serviço prestado por alguma empresa poder ter o dinheiro restituído. Mas é claro que a desistência só é possível dois casos, como os descritos abaixo.

O primeiro caso é quando o consumidor adquire um produto fora da loja (internet, telefone ou “ao domicílio”). Nesse caso, o pessoa tem um prazo máximo de 7 dias para cancelar o negócio, contados a partir do recebimento do produto, serviço ou até mesmo assinatura de contrato e pedir o seu dinheiro de volta, independente do motivo. Esse direito está prevista no Artigo 49, do capítulo seis, sobre a Proteção Contratual, do Código de Defesa do Consumidor e não pode gerar nenhum tipo de custo à pessoa.

O segundo caso acontece justamente quando a compra é realizada dentro de um estabelecimento comercial. Nesse caso, o prazo para devolução do produto/serviço que está com defeito ou inadequado ao consumo varia de acordo com Continue lendo

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Guerra dos postes: consumidor é quem sai perdendo

Marcelo Andrade/ Gazeta do Povo /

Moradores do Paraná que têm sofrido com cortes inesperados no telefone fixo, TV a cabo ou internet podem estar no meio de um fogo cruzado. A batalha pela regularização do uso compartilhado de postes, movida pela concessionária de energia elétrica Copel, ajudou a somar desde o ano passado R$ 2,3 milhões em multas para empresas de telecomunicação e internet – R$ 1,7 milhão apenas no primeiro semestre de 2014, um recorde.

Na maioria dos casos, as multas da Copel se referiram a atrasos no religamento dos serviços de telecomunicações, seja por causa da fiscalização ou de obras, como troca de postes. Em quantidade menor, foram multadas também empresas que não tinham alvará ou projetos de engenharia para o uso de postes elétricos. A situação se acirra em Curitiba, onde a distribuidora atua com a prefeitura, preocupada com o mau uso de postes de iluminação pública.

A conta maior da briga tem ficado com os consumidores. Em regiões de Curitiba em que ocorreram fiscalização ou obras da distribuidora, há clientes que ficaram cerca de um mês sem serviços. A dona de casa Maria Lucia Villella, 56 anos, que mora no bairro Mossunguê, na capital, passou 26 dias sem telefone fixo entre junho e julho. Ficou sabendo pela TV que a Oi estava demorando para restabelecer cabos após uma troca de postes na região. “Falavam que mandariam um técnico em 48 horas, o que nunca ocorria. E nunca deram satisfação”, diz.

Entre as empresas multadas estão cinco teles (Oi, GVT, Embratel, Net e TVA, a Vivo Net) e seis provedores de internet. Como o contrato de aluguel de postes prevê confidencialidade, a Copel não divulgou o valor de cada multa, mas adiantou que GVT, Embratel e Net já pagaram. Para multar, a distribuidora se sustentou nas punições previstas nos contratos de aluguel dos pontos nos postes. De acordo com o contrato, operadoras têm de 15 a 30 dias para restabelecer serviços interrompidos.

Limpeza visual

As notificações por atrasos aumentaram assim que começaram as operações para mapear fiação irregular e o esforço de manutenção do sistema antes da Copa do Mundo. Na capital, a Copel foi pressionada pela prefeitura a resolver cabeamentos que ofereciam risco a pedestres ou poluição visual. Cerca de 80 postes clandestinos foram retirados após decreto municipal que tirou das empresas o direito à propriedade de cabos e postes, em 2013. Até a Copel Distribuidora e a Copel Telecomunicações foram multadas pelo município.

A partir daí, a distribuidora repassou a dor de cabeça às locatárias dos postes. “Temos os contratos que dizem que, por força de lei, a responsabilidade por manter os cabos em ordem é das operadoras”, explica José Zancanella, gestor do compartilhamento de postes na Copel. “Elas cobram isso do cliente e não executam, não fazem a manutenção necessária.”

O outro lado

Consultadas pela Gazeta do Povo, Vivo Net, GVT, RDS Bortoluzzi e Horizons garantiram que a multa da Copel nada teve a ver com interrupção de serviços. Sem citar multa, a Embratel disse que religamentos dependem da autorização da distribuidora, e que busca solucionar problemas imediatamente. A Oi – que também não citou multa, cujo prazo de pagamento já expirou, segundo a Copel – diz que investiu R$ 65 milhões na rede paranaense no primeiro trimestre. InfoServic e BR Fibra não comentaram o assunto. A Level 3 negou que tivesse sido multada, mas a Copel reitera a notificação. Net, VESX e Thielke não se manifestaram até o fechamento desta edição.

Compensação

Consumidor prejudicado pode procurar direitos na Justiça

Clientes que tiveram prejuízo e penaram com prazos não cumpridos por operadoras podem buscar compensação pela Justiça. A ação é cada vez mais comum, diz Andressa Jarletti de Oliveira, presidente da Comissão de Direito do Consumidor da OAB-PR. É preciso reunir provas como números de protocolo de atendimento e testemunhas.

Pessoas físicas podem buscar juizados especiais para pleitear indenizações de até 20 salários mínimos sem advogado. A exceção são empresas, que buscam a Justiça comum. Os prejuízos delas, porém, podem ser maiores do que de clientes comuns.

Dona de mercearia no bairro Mossunguê, Maria Aparecida Francisquetti, 39 anos, ficou desde o início de junho sem poder aceitar cartão de crédito, após um corte na linha. “Só consegui depois do último dia 16, quando vieram instalar a máquina sem fio. Na quinta-feira (17), liguei para a Oi pedindo para cortar o telefone, mas me ofereceram um plano melhor e disseram que o técnico viria em 48 horas. Até agora [ontem], não veio ninguém”, conta.

A Copel reitera que manutenções fazem parte do sistema e o religamento é de responsabilidade das empresas. A prefeitura de Curitiba afirma que avisa comerciantes e moradores das regiões que serão alvo de fiscalização. As próximas serão na Avenida das Torres, em agosto.

Decisão

Resolução vai estipular regras para aluguel de postes

O compartilhamento de postes gera tanta polêmica no Brasil que as reguladoras Anatel, de telecomunicações, e Aneel, de energia, pretendem votar resolução conjunta sobre o assunto em setembro. O principal problema são os preços cobrados por concessionárias, que variam de R$ 2 a R$ 15 por ponto. Além disso, a concorrência acirrada nos setores de telecomunicação e de internet geram reclamações sobre privilégios para clientes antigos. Há ainda empresas que mantém pontos inativos para impedir competição nos grandes centros.

Até agora, o texto estipula um valor de referência para o aluguel, de R$ 2,44, para tentar solucionar embates. A decisão desagrada empresas, que queriam esse valor pré-fixado. “Como todos pagam mais caro, tudo vai virar conflito. Vai abarrotar a arbitragem das reguladoras e a Justiça”, diz Basílio Perez, da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint).

Em relação a questionamentos sobre as ações nos postes de Curitiba terem ocorrido na sequência da criação da Copel Telecomunicações, a distribuidora garante que age com “isonomia”, diz José Zancanella, gestor do compartilhamento de postes na companhia. “A Copel cobra de R$ 2,46 a R$ 4,60 e a Telecom paga o mesmo preço das outras”.

Fonte: Gazeta do Povo

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TV por assinatura: ponto principal, ponto extra e ponto de extensão

TV-ASSINATURANa TV por assinatura é comum ouvir os termos ponto principal, ponto-extra e ponto de extensão. Você sabe a diferença entre eles?

O ponto principal do serviço é o primeiro ponto de acesso à programação contratada com a prestadora de TV por assinatura e instalado em seu endereço. Se houver disponibilidade técnica, as prestadoras têm obrigação de comercializar apenas o ponto principal do serviço.

Já o ponto-extra é definido como um ponto adicional ativado no mesmo Continue lendo

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