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Eletrodomésticos: principais causadores de acidentes de consumo

Eletrodomésticos são os principais vilões da segurança do consumidor brasileiro, segundo pesquisa inédita realizada pelo Inmetro para mapear o perfil dos acidentes de consumo, identificando os produtos e serviços que mais oferecem risco à saúde e à segurança. Este grupo de produtos foi citado por 23,8% dos consumidores que responderam a questionário no site do instituto. As contribuições foram colhidas entre o fim do ano passado e o dia 28 de janeiro. Embalagens vêm logo em seguida, com 19,2% das citações e depois os utensílios domésticos (13,1%).

Segundo Paulo Coscarelli, assistente da diretoria de Avaliação da Conformidade do Inmetro, os principais problemas relacionados a eletrodomésticos, informados pelos consumidores, são Continue lendo

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Comércio informal em alta: riscos ao consumidor

A maior parte dos brasileiros compra no comércio informal ou adquire produtos falsificados com alguma frequência. É o que mostram os dados de uma pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, 75% dos participantes admitiram que compram de ambulantes ou lojas informais e 71% informaram que adquirem produtos piratas ou imitações de marcas famosas, seja sempre, às vezes ou raramente. Os que nunca compram de comércios informais são 24% e os que nunca adquirem falsificações, 28%.

Entre os que adquirem produtos de ambulantes ou estabelecimentos informais, 13% compram sempre, 37% às vezes e 25% raramente. Já entre os consumidores que compram produtos piratas ou imitações de marcas famosas, seja no comércio formal ou informal, 13% compram sempre, 34% às vezes e 24% raramente. A pesquisa entrevistou 15.414 pessoas em 727 municípios brasileiros.— Informações: Exame.

*** Esta prática, no entanto, traz diversos riscos ao consumidor, tais como: inexistência de garantia dos produtos, riscos de acidentes de acidentes e de intoxicação (uma vez que são produtos que não seguem as diretrizes da legislação protetiva nacional), dentre outros. 

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Consumidor pode relatar acidente de consumo ao Inmetro

RADARO Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) lançou esta semana uma pesquisa sobre acidentes de consumo, para identificar produtos e serviços que oferecem riscos à saúde ou segurança das pessoas. O objetivo é aprimorar os critérios de avaliação e subsidiar a lista do que será analisado pelo instituto nos próximos anos.

A pesquisa tem o mesmo princípio do Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidente de Consumo (Sinmac), que recolhe relatos de consumidores que tenham sofrido acidente utilizando o produto ou serviço conforme indicado pelo fornecedor. De acordo com o chefe da Divisão de Gestão Corporativa (Dgcor) do Inmetro, Silvio Ghelman, a diferença é que o preenchimento da pesquisa é mais fácil, e vai ter os resultados divulgados de forma sistematizada. Continue lendo

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Vai até amanhã operação ´Casa Segura` do INMETRO

RADARO Inmetro realizará até amanhã (9), em todo o país, a operação ‘Casa Segura’. Agentes fiscalizadores dos órgãos delegados do Instituto nos estados vão percorrer o comércio varejista ou atacadista para checar se os produtos atendem aos requisitos estabelecidos na regulamentação, entre eles, panela de pressão; ventilador de mesa, parede, pedestal e circulador de ar; batedeira elétrica; cafeteira e chaleira elétrica; espremedor de frutas; faca elétrica; grill ou grelha elétrica; liquidificador; processador elétrico de alimentos; sanduicheira; e máquina de lavar louça.

Todos devem ostentar o selo de identificação da conformidade do Inmetro. A certificação compulsória desses itens busca atestar que eles atendem aos requisitos mínimos de segurança, reduzindo assim a probabilidade de acidentes domésticos.

Empresas que não cumprirem a regulamentação vigente poderão ser penalizadas, com a apreensão dos produtos, além de multas que podem variar de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, de acordo com o estabelecido na Lei n.° 9.933/99. Empresas que não se adequaram serão penalizadas, de acordo com o artigo 9º, estabelecido na Lei n.° 9.933/99 (IPEM/PR).

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Ovos de Páscoa: brinquedos devem ser certificados pelo INMETRO

Radar do ConsumidorCom a aproximação da Páscoa, o Inmetro alerta os consumidores para a necessidade de observar se os brinquedos oferecidos como brindes dos ovos de chocolate são certificados pelo Instituto. Obrigatório para brinquedos nacionais e importados, o selo de identificação da conformidade indica que o produto é certificado, que passou por uma série de ensaios técnicos e atende aos requisitos mínimos de segurança estabelecidos na regulamentação, o que reduz o risco de acidentes com crianças. É importante ressaltar que, de acordo com a regulamentação da Portaria nº 321/2009, o selo do Inmetro não pode ser apresentado na embalagem do ovo e, sim, no brinquedo ou na embalagem do brinquedo, com a seguinte mensagem: “ATENÇÃO: contém brinquedo certificado no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade” (Inmetro).

Veja AQUI as orientações completas do INMETRO aos consumidores que vão adquirir ovos de Páscoa que estejam acompanhados ou contenham brinquedos.

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Coca-cola terá que pagar R$ 15 mil por objeto em produto

O  juiz da 20ª Vara Cível de Belo Horizonte Renato Luiz Faraco sentenciou a Spal Indústria Brasileira de Bebidas, que produz e distribui o refrigerante Coca-Cola no Estado, a pagar 15 mil reais a um consumidor por danos morais. A indenização se deve pela presença de um “corpo estranho assemelhado a um plástico” em uma garrafa de vidro de 290 mililitros da bebida em março de 2009. O cliente chegou a consumir parte do líquido e, mais tarde, tentou contato com o serviço de atendimento ao cliente da Spal, mas não obteve resposta.

A empresa afirma ser Continue lendo

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Consumidora engole metal ao tomar Nescau

Nestlé é condenada a indenizar mulher em R$ 3 mil; ela queria R$ 72,4 mil

A Nestlé foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar R$ 3 mil a uma consumidora que engoliu pedaços de metal ao tomar o achocolatado Nescau Actigen-E. A mulher queria 100 salários mínimos – o equivalente a R$ 72,4 mil atualmente –, mas os ministros rejeitaram o pedido.

De acordo com o STJ, após ingerir o achocolatado, a consumidora sentiu fortes dores abdominais. O exame de raio-x identificou a presença dos pedaços de metal próximo à coluna lombar da mulher, que só conseguiu expelir o material 11 dias depois.

A Nestlé afirmou que o produto foi mandado para a perícia fora de sua embalagem original, e que em meio ao achocolatado foi encontrado um brinco. Segundo a fabricante, essa contaminação seria impossível de acontecer em sua linha de produção (IG Notícias).

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Recibo de cartão de crédito pode ser contaminante

De acordo com estudo, segurar esse tipo de papel eleva a concentração de bisfenol A na urina. Composto já foi associado a diversos danos à saúde

Manusear papeis térmicos — como os usados em máquinas de cartão de crédito ou de emissão de nota fiscal — pode prejudicar a saúde de uma pessoa. De acordo com uma nova pesquisa, o contato prolongado com o papel contamina o corpo com bisfenol A, substância química que já foi associada a uma série de problemas, entre eles alterações no sistema endócrino e risco de alguns tipos de câncer.

O estudo foi feito no Hospital Infantil Cincinnati, nos Estados Unidos, com 24 pessoas. Os voluntários foram orientados a Continue lendo

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Inmetro define regras para Isofix em cadeirinhas infantis

RADARO Inmetro definiu requisitos mínimos de segurança do sistema de fixação de cadeirinhas infantis alternativo ao cinto de segurança e utilizado em parte da frota brasileira de automóveis, chamado Isofix. Com a certificação compulsória do Inmetro, conforme portaria publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União, o instituto tem o obejtivo de aperfeiçoar o regulamento de dispositivos de retenção infantil.

Para utilizar o Isofix, tanto as cadeirinhas como os veículos precisam ter pontos de ancoragem para o sistema especial de fixação rápida. Fabricantes nacionais, importadores e o comércio de cadeirinhas que dispõem do sistema Isofix, exclusivo ou como alternativa à fixação por meio do cinto de segurança, terão um prazo, ainda a ser estabelecido, de 6 a 12 meses para adequação às novas regras. Quem apresentar produtos não conformes após o prazo estará sujeito às penalidades previstas na lei (Portal do Consumidor).

 

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