Agronegócio



SHOW RURAL: BRDE entrega mais de 40 milhões em financiamentos

O Diretor de Operações do BRDE João Luiz Agner Regiani, e o Presidente Orlando Pessuti no ato de entrega de cheque simbólico a um dos clientes do banco

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) liberou nesta quinta-feira (8), durante o Show Rural Coopavel, R$ 45,2 milhões em financiamentos a cooperativas, empresas e produtores rurais das regiões Oeste e Noroeste do Paraná. Os recursos serão investidos em armazenagem, construção de aviários e ampliação e modernização de unidades produtivas.

“Estamos solenizando hoje os bons resultados alcançados pelo BRDE em 2017, apesar da crise econômica, política e moral que o país atravessa”, disse o diretor-presidente do Banco, Orlando Pessuti. “Os recursos liberados aqui fazem parte do total de R$ 2,3 bilhões investidos pelo BRDE em projetos de desenvolvimento nos três estados do Sul”, acrescentou.

O diretor de Operações do BRDE, João Luiz Regiani, disse que o Banco está sempre ao lado do setor produtivo, mas que, sozinha, a instituição não conseguiria cumprir a missão de facilitar o acesso ao crédito de agricultores, empresas, indústria e comércio. “Por isso a importância dessa parceria com vocês, produtores, cooperativas e empreendedores”.

“O BRDE tem sido um grande parceiro nesses 40 anos da cooperativa”, disse o diretor vice-presidente da Coagru Cooperativa Agroindustrial União, Cavalini Carvalho. Ele e o diretor-presidente da cooperativa, Áureo Zampronio, receberam um cheque simbólico no valor de R$ 11 milhões. O valor contratado pela Coagru será investido na ampliação da unidade de recebimento e beneficiamento de grãos em Ubiratã, sede da cooperativa.

Diretor de Operações do BRDE, João Luiz Agner Regiani, assinando os cheques simbólicos a serem entregues aos clientes

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Show Rural: o show do bilhão paranaense

Foto: Gazeta do Povo

A feira, que está na 30ª edição, é uma das maiores da América Latina, ao lado da Agrishow, que acontece no começo de maio, em Ribeirão Preto (SP); e da Expointer, no fim de agosto, em Esteio (RS). Juntas, as três feiras movimentam mais de R$ 8 bilhões em negócios que vão desde vendas de máquinas agrícolas até fertilizantes. Metade dos recursos circulados em todas as feiras agrícolas espalhadas ao longo do ano no país.

Segundo a organização do evento, são esperados 250 mil visitantes até sexta-feira (9). Ao todo, são 530 expositores espalhados por 720 mil metros quadrados. A expectativa de movimentação financeira é de R$ 1,5 bilhão.

“Devemos alcançar ou até superar a essa marca, que é a mesma do ano passado”, diz Dilvo Grolli, presidente da Coopavel. Segundo Grolli, igualar a marca não significa que o agronegócio vai mal. “No ano passado, tínhamos a expectativa de atingir apenas R$ 1,2 bi e ultrapassamos esse patamar” recorda. O índice chegou próximo a R$ 2 bilhões em 2017.

Na feira, os bancos e cooperativas de crédito Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Santander, BRDE, Sicredi, Sicoob Credicapital, Cresol e Credicoopavel oferecem mais de R$ 2,5 bilhões em linhas de financiamento (Gazeta do Povo).

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Angola se prepara para o agronegócio

Hoje (02) pela manhã aqui na Angola, continente africano, visitei o “Projeto Quiminha”, localizado a 50 quilômetros de Luanda (capital), planejado e organizado pelo Ministério da Agricultura da Angola, e que abrigará progressivamente mais de 300 famílias angolanas preparando-as para o agronegócio.

É um ‘projeto piloto’ muito bem estruturado e que será replicado em outras regiões de Angola, preparando-a para abrigar uma nova fronteira do agronegócio, com excelência técnica, no continente africano.

Fui recebido e conduzido de modo muito cortez pelos Engenheiros Agrônomos angolanos Pedro Silveira (esq.)  e Vieira Dias (dir.), competentes profissionais que fazem a gestão do projeto.

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Feira agropecuária de Paranavaí terá formato aprimorado

O PRESIDENTE DA SRNP FOI RECEBIDO HOJE NO BRDE

Na tarde de hoje o presidente da Sociedade Rural do Noroeste do Paraná (Paranavaí)(SRNP), Mário Helio Lourenço (centro), visitou o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e foi recebido pelo presidente da instituição Orlando Pessuti e pelo diretor de operações João Luiz Agner Regiani.

Foi discutido sobre a feira agropecuária que será realizada em Paranavai no próximo mês de março e sobre o novo formato que será dado a ela.

A SRNP promete muitas novidades para a feira de 2018, dentre as quais está se alinhando a possibilidade do BRDE ter, pela primeira vez na feira, estande para a sua equipe técnica atender diretamente os empreendedores urbanos e rurais de Paranavaí e toda a região.

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BRDE na Cocamar

Na sexta-feira estive em visita à COCAMAR, em Maringá, e fui recebido pelo seu Presidente Divanir Higino da Silva (dir.) e pelo seu Superintendente de Operações Osmar Liberato.

Na oportunidade tratamos de diversos assuntos relacionados ao cooperativismo e sobre o projeto de produção de energias renováveis da cooperativa. O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) poderá ser o parceiro financeiros deste projeto socioambiental com recursos captados pelo banco junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), cujos recursos se destinarão para o financiamento de projetos  “amigos da natureza” ou projetos verdes.

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Minoritários acionarão JBS

O escândalo envolvendo as delações de altos executivos da J&F Investimentos, holding dona da JBS, reacende o debate sobre prejuízos causados a acionistas em decorrência de atos ilícitos da administração.

Desta vez, o embate ganhou contornos expressivos, com a sinalização da BNDESPar de que apoiará um pedido de processo para que os controladores e administradores Wesley e Joesley Batista sejam obrigados a indenizar a companhia, fato que animou a Associação dos Investidores Minoritários (Aidmin) a abrir uma ação civil contra os irmãos Batista. (Valor Econômico).

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Previsão da safra em alta e o reflexo nos preços

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) refez as contas e estimativas e elevou os números da previsão da safra de grãos 2016/2017.

A Conab elevou a previsão na safra atual em 1,79% em relação aos números previstos em abril próximo passado, e em 24,3% em relação a safra 2015/2016, prevendo, assim, uma produção total de 232,02 milhões de toneladas, assim distribuídos em relação às principais commodities:

– Soja: 113 mi/tons;

– Milho: 92 mi/tons;

– Algodão: 1,5 mi/tons;

– Arroz: 11 mi/tons;

– Feijão: 3,33 mi/tons;

Outra expectativa que existe é em relação à interferência da super-safra, para o segundo semestre, nos preços de produtos que compõem a cesta básica do trabalhador. Por exemplo, em relação às carnes que possuem como insumo principal o milho, como é o caso do frango, o qual depende de rações derivadas deste cereal, espera-se que com a colheita desta commoditie prevista em 39,5% maior que a safra 2015/2016, o milho experimente uma redução de preços no mercado e, assim, o preço final do frango, por consequência, fique mais competitivo na oferta do produto para exportações e, especialmente, para o mercado interno.

Em outras palavras, aguarda-se que os números positivos da safra recorde possa interferir na descompressão dos preços de diversos itens da cesta básica, beneficiando especialmente as classes “c” e “d”.

Somente por este único exemplo pode-se ver como o agronegócio, a princípio tão mal compreendido e criticado por correntes ideológicas desconectadas da realidade, pode influenciar positivamente na vida das pessoas localizadas nestas categorias econômicas.

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