alimentos



Consumidor será indenizado por encontrar larva em bombom

A juíza do 3º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a empresa Kraft Foods Brasil S.A., conhecida como Lacta, ao pagamento em favor de um consumidor da quantia de R$ 2 mil a título de danos morais, por ter encontrado uma larva em um bombom. A magistrada entendeu que a venda de produto alimentício deteriorado coloca em injustificável risco a saúde do consumidor.

O consumidor contou que efetuou a compra de algumas unidades de bombom de fabricação da empresa, os quais estavam devidamente embalados e dentro do prazo de validade. Contudo, após consumir alguns dos bombons, encontrou uma larva na superfície de um terceiro bombom, momento em que sentiu grande repulsa e insegurança, em razão da ingestão anterior.

De acordo com a magistrada, o consumidor logrou provar, conforme as fotografias colecionadas, que o chocolate adquirido possuía larvas em sua superfície, fato não impugnado pelo fabricante, que inclusive apresentou laudo quanto ao tipo de inseto capaz de causar o fato. Segundo a juíza, o fornecedor responde pelos vícios que tornem o produto inadequado ao consumo, o que se coaduna com o presente caso, autorizando o consumidor a requerer indenização por perdas e danos. E a venda no mercado de consumo de produto alimentício deteriorado coloca em injustificável risco a saúde do consumidor, vulnerando sua confiança, dignidade e rendendo ensejo, assim, à pretensão indenizatória pelos danos morais decorrentes.

Cabe recurso da sentença.

Fonte: TJDF

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“Pão integral industrializado é pior que o branco”

Problema estaria em substâncias presentes no grão integral que prejudicariam absorção de vitaminas, minerais e proteínas

Em uma afirmação que foge de todas as outras que se ouve hoje em dia, o clínico geral autor de vários livros sobre enxaqueca, Alexandre Feldman, defende que o pão integral industrializado pode ser pior do que o pão branco. A razão principal, explica o médico, seria a presença dos chamados antinutrientes, que impedem a absorção dos nutrientes pelo corpo.

Erra quem pensa que esses antinutrientes vêm dos possíveis aditivos químicos presentes nos pães integrais industrializados. O problema está mesmo no próprio grão integral, como explica Feldman: “Antinutrientes são substâncias naturais presentes dentro das sementes, que impedem a germinação delas”.

No pão integral industrializado, segundo Feldman, esses antinutrientes não são neutralizados – processo que ocorre apenas na produção caseira – prejudicando a absorção das vitaminas, de minerais e proteínas pelo corpo.

Além disso, ele explica que dependendo do tipo de fibras, elas podem “arranhar” o intestino, deixando-o mais permeável, induzindo a absorção de moléculas maiores que o normal, que uma vez dentro da circulação sanguínea são reconhecidas como corpos estranhos, e gerando produção de anticorpos e um estado inflamatório no corpo.  — IG Notícias.

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Justiça do RS mantém multa à empresa de adicionou formol no leite

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou nesta terça-feira recurso da Cooperativa Agrícola Mixta São Roque, com sede em Salvador das Missões (RS), e manteve a multa imposta pela União pela venda de leite com índices de formol acima do permitido. A decisão da 4ª Turma foi tomada em julgamento realizado na última semana.

A cooperativa foi multada em R$ 15.648,52 pela fiscalização sanitária após vistoria realizada no dia 27 de agosto de 2012. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), de 2009 a 2012 a São Roque foi autuada 27 vezes – 17 vezes só em 2012.

Veja mais aqui.

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Consumidor encontra objeto em garrafa de refrigerante

ADECON-PEPSI

Corpo estranho dentro da garrafa de refrigerante ainda lacrada. Foto: Estado de Minas

 Garrafa com corpo estranho ainda estava lacrada, o que torna evidente a denúncia feita pelo consumidor

O consumidor Gladstone Lopes teve uma surpresa. Ao virar uma garrafa de Pepsi para colocar na geladeira da sua casa, um objeto estranho começou a boiar dentro da embalagem. De acordo com o detetive profissional, que mora no Bairro Glória, Região Noroeste de Belo Horizonte, neste domingo ele comprou o refrigerante no supermercado Carrefour, localizado no Bairro Caiçara, e ao chegar em casa quando foi colocar o produto no congelador, sentiu que havia um objeto sólido dentro da garrafa. “Parece um tipo de couro, uma pele de bicho, é muito estranho. Por sorte não bebemos”, afirma Gladston.

No mesmo dia, o detetive Continue lendo

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Pesquisa e cuidados com os alimentos. Porque?

Radar do ConsumidorBom dia e ótima semana de trabalho a todos.

Vamos iniciar a semana trazendo uma matéria sobre alguns assuntos de interesse do consumidor.

A entrevista foi inicialmente visando a pesquisa da cesta básica mas se desdobrou sobre os motivos que tornam a pesquisa de preços de preços muito importante, bem como sobre os cuidados do consumidor sobre a qualidade dos alimentos.

São informações atuais e importantes. Confiram.

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Supermercados precisam rever seus posicionamentos

Radar do ConsumidorJoão Luiz Agner Regiani

**Pela Associação de Defesa do Consumidor de Maringá – ADECON


 

Esta semana uma situação chamou a atenção e, por isso, foi compartilhada com o representante regional da APRAS (Associação Paranaense de Supermercados), Maurício Bendixen. Diz respeito ao tratamento equivocado que supermercados vêm dando ao Termo de Cooperação Técnica que o PROCON-PR e a APRAS assinaram visando estabelecer, em todo o Paraná,  o direito ao consumidor que encontrar produtos alimentícios com validade expirada, de trocá-los por produtos iguais ou similares com validade regular. Este programa recebeu a denominação de “DE OLHO NA VALIDADE”.

Depois da assinatura do referido Termo de Cooperação, passou também a vigorar em Maringá, a Lei Municipal n.º 9.735, de 12/05/2014, que ampliou o direito do consumidor local a ter o direito de trocar produtos vencidos de quaisquer natureza e em quaisquer estabelecimentos comerciais do município.

O programa e, depois, a lei municipal, visaram, acima de tudo, fazer do consumidor um aliado estimulado e ativo na fiscalização da validade dos produtos colocados à venda no comércio, evitando, assim, que estes casos cheguem aos órgãos de defesa do consumidor, os quais possuem prerrogativas para imporem multas altíssimas aos fornecedores; inúmeras multas impostas nestes casos ultrapassam facilmente ao valor de 100 mil reais pelo fato do consumidor ter encontrado tão somente um produto vencido, especialmente quando se trata de fornecedor de grande porte financeiro (p.ex: rede de supermercados), que é o critério coibitivo observado pelos Procons municipais para fixação de multas.

No entanto, em alguns supermercados as gerências estão equivocadamente orientadas a tentarem  impor, em tais situações, que os consumidores levem em troca somente produtos iguais ou similares com validade regular, recusando-se a aceitarem a compensação (abatimento) dos valores dos produtos vencidos na compra de outros produtos que esteja sendo efetuada pelo consumidor naquele momento.

Diante disso faz-se o seguinte alerta às gerências dos supermercados: o consumidor não está obrigado a aceitar tal imposição, mesmo que ela esteja amparada no texto frio do Termo de Cooperação Técnica acima mencionado e da lei municipal (L.M. n.º 9.735), os quais prevêem  expressamente o direito de troca dos produtos vencidos por produtos idênticos ou similares com validade regular.

Afirma-se neste sentido seguindo o simples raciocínio de que se o consumidor não aceitar a imposição de troca direta por produtos iguais ou similares, poderá pagar pelos produtos vencidos no caixa do respectivo estabelecimento comercial a fim de levá-los consigo com o objetivo de requerer – junto ao Procon – a competente imposição de multa a este, cujas multas, conforme foi acima afirmado, são altíssimas.

Daí fica a seguinte indagação: qual é a vantagem ou a inteligência destas gerências de supermercados pretenderem a imposição deste tipo de situação aos consumidores??? Resposta: NENHUMA!

Portanto, fica a dica para que as gerências dos supermercados revejam os seus posicionamentos nestes casos, a fim de não enfrentarem grandes dissabores com o consumidor que, por justas razões, saíra do estabelecimento comercial amplamente descontente com este tipo de situação e, ainda, munido de prova material indiscutível (produtos vencidos) que poderá levar o estabelecimento a sofrer penalizações financeiras (multas) que poderiam ter sido evitadas.

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Diferenças de até 93% na pesquisa da Ceia de Natal

RADARO Procon Maringá realizou entre os dias 4 e 8 de dezembro/2014 uma pesquisa sobre os produtos que compõem a Ceia de Natal em oito supermercados da cidade sendo consultados oitenta e nove produtos.

A pesquisa comparou os preços mínimos e máximos destes e constatou que na média a variação entre os menores e os maiores preços chega a 28,61%, sendo que alguns produtos individualmente apresentaram variações bem acima disso, como por exemplo:

  • Castanha do Pará: 93,27%;
  • Espumante Moscatel: 91,63%;
  • Peru Temperado: 89,39%;
  • Panetone Alpino: 80,17%;

Como se vê a pesquisa do Procon é demonstrativa de que os preços variam muito de um estabelecimento comercial para outro.

Portanto, mais uma vez neste Natal o lema do consumidor dever ser pesquisar, pesquisar e pesquisar.

♦ Pesquisa completa >> Pesquisa do PROCON DE MARINGÁ – Ceia de Natal

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Congelados e resfriados devem ter atenção do consumidor

RADAR-DO-CONSUMIDOR-2 - Blog Dica básica mas que é sempre bem-vinda à saúde do consumidor diz respeito a alguns cuidados que este deve adotar ao comprar produtos congelados e resfriados. Com o aumento médio das temperaturas os alimentos congelados e resfriados se tornam ainda mais perecíveis, aumentando significativamente os riscos de transporte, armazenamento e exposição à venda realizados de modo inadequados.

Para se ter uma alimentação saudável o consumidor precisa se preocupar com a qualidade dos alimentos comprados.

Abaixo seguem algumas dicas Continue lendo

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FGV: alimentos puxam preços ao consumidor

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) divulgado, hoje (8), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), apresentou variação de 0,77% acima da taxa da última divulgação.

De acordo com a apuração as oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

A principal contribuição para o avanço da taxa do índice partiu do grupo Alimentação que passou de 0,65% para 0,88%, com destaque para as hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 10,67% para 13,12%.

Veja mais.

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PROCON de Maringá entrega ao PROVOPAR alimentos doados

PROVOPAR

Da esq. p/ dir.: Edno Fernando, Silvana Azevedo, Luíza Pupin (Pres. Provopar), Eduardo Esteves, João Luiz Regiani (Dir. Procon) e Thiago Burin

A Presidente do Provopar, Luiza Pupin, recebeu do Procon, nesta quinta-feira (27), mais de 100 quilos de alimentos arrecadados durante o  1º Curso de Educação e Organização Financeira Familiar, promovido nos dias 18 e 20 de novembro. Os alimentos serão destinados às entidades assistenciais de Maringá, moradores de rua e famílias em necessidade emergente.

Luiza Pupin agradeceu à equipe do Procon pela doação destacando a importância desse repasse de alimentos próximo às comemorações de natal. “Esses alimentos farão a diferença na ceia de natal de muitas famílias de Maringá e também das entidades assistenciais. Agradeço ao Procon por unir solidariedade e educação financeira em uma mesma atividade”.

O diretor do Procon, João Luiz Regiani, conversou com a presidente do Provopar sobre a ideia promover mais arrecadações nos próximos cursos de educação financeira. “Queremos arrecadar aquilo que as entidades assistenciais necessitam, por isso estaremos sempre em contato com o Provopar para saber qual é a necessidade de arrecadação, seja alimentos ou produtos de higiene”. 

Regiani também comentou sobre a grande adesão dos maringaenses no primeiro curso. “Devido o interesse da população em aprender a equilibrar o orçamento familiar, já estamos programando outro curso para o dia 6 de dezembro na Igreja Presbiteriana Renovada do Jardim Quebec (Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Maringá)

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