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ANS divulga reajuste dos planos de saúde individuais

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em até 13,57% o índice de reajuste a ser aplicado aos planos de saúde médico-hospitalares individuais/familiares no período compreendido entre maio de 2016 e abril de 2017. O percentual é valido para os planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98 e atinge cerca de 8,3 milhões de beneficiários, o que o que representa 17% do total de 48,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica no Brasil, de acordo com dados referentes a abril de 2016. A decisão será publicada no Diário Oficial da próxima segunda-feira (6/06).

A metodologia utilizada pela ANS para calcular o índice máximo de reajuste anual dos planos individuais/familiares é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos contratos de planos coletivos com mais de 30 beneficiários.

Os beneficiários de planos individuais devem ficar atentos aos seus boletos de pagamento e observar:

se o percentual de reajuste aplicado é igual ou inferior ao definido pela ANS
se a cobrança com o índice de reajuste está sendo feita a partir do mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado.

É importante destacar que somente as operadoras autorizadas pela ANS podem aplicar reajustes, conforme determina a Resolução Normativa nº 171/2008.

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Planos de saúde: novas regras vigorando

ANSA Agência Nacional de Saúde (ANS) editou a Resolução Normativa (RN) n.º 395, a qual começou a vigorar ontem (15/05 – domingo) estabelecendo algumas novidades na relação entre clientes e planos de saúde.

Referida resolução traz a denominada “qualificação no atendimento” do usuário da saúde complementar.

Alguns critérios novos a serem adotados pelas operadoras: Continue lendo

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Cartilha ajuda consumidor a escolher plano de saúde

ANSA Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou uma cartilha para orientar os consumidores interessados em obter informações ou adquirir um plano de saúde.

O material explica, de maneira clara, quais são os tipos de planos e as especificidades de cada um, ajudando a escolha do serviço mais adequado.

São abordados aspectos relativos à abrangência geográfica, segmentação, cobertura e rede de prestadores, entre outros. A cartilha está disponível no portal da ANS na área de publicações (aqui).

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Como evitar surpresas com o plano de saúde na aposentadoria

ANSQuem não se planeja desde cedo para manter o plano de saúde durante a aposentadoria corre o risco de enfrentar um grande problema no futuro.
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As leis que asseguram ao ex-funcionário o direito de manter-se no plano da empresa depois de se aposentar ou que impedem reajustes abusivos nos preços de planos de saúde particulares nessa fase da vida têm efeitos limitados.
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Na prática, isso significa que se você não pensar com antecedência nas despesas médicas que terá no futuro, fatalmente terá de enfrentar um aumento de gastos relevante no seu orçamento.
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Quem tem um plano de saúde coletivo empresarial passa a pagar o valor integral do plano ao se aposentar, sem os subsídios oferecidos pela empresa. Para completar, o ex-funcionário somente terá o direito de manter o benefício até o final da vida se tiver feito as contribuições ao plano por um período superior a dez anos.

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ANS considera ilegal taxa de disponibilidade de parto

Radar do ConsumidorAtenção mamães gestantes!

Esta é para vocês, pois relembrar nunca é demais.

ANSA Agência Nacional de Saúde Suplmentar (ANS), órgão federal controlador do setor de saúde suplementar do país (planos de saúde), considera abusiva e, portanto, ilegal a cobrança pelo médicos da denominada taxa de disponbilidade de parto.

Veja diretamente da página da ANS por AQUI.

Se o seu médico fizer a imposição da cobrança desta taxa DENUNCIE!

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Planos de saúde: o que fazer quando exames são negados

ANSLuana Rodrigues, de 24 anos, precisou se submeter a exames pré-operatórios antes de uma cirurgia odontológica. A contadora se surpreendeu ao descobrir que seu plano de saúde somente cobriria o raios X do tórax — necessário à operação ortognática (para a correção de um problema ósseo na face) —, caso o procedimento fosse pedido por um médico.

A exigência descumpre a Norma 11, de 2007, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), segundo a qual os planos devem autorizar internações e exames requeridos por cirurgiões-dentistas.

Essa negativa, porém, é uma Continue lendo

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ANS obriga médicos justificarem cesáreas

ANS publica resolução para estimular parto normal na saúde suplementar

ANS-PARTO

O percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publica nesta quarta-feira (7/1) resolução que estabelece normas para estímulo do parto normal (veja aqui>>RN-368-2015)  e a consequente redução de cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. As novas regras ampliam o acesso à informação pelas consumidoras de planos de saúde, que poderão solicitar às operadoras os percentuais de cirurgias cesáreas e de partos normais por estabelecimento de saúde e por médico. As informações deverão estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data de solicitação. Atualmente, 23,7 milhões de mulheres são beneficiárias de planos de assistência médica com atendimento obstétrico no país, público-alvo dessas medidas. As regras foram apresentadas pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e os diretores da ANS nesta terça-feira (6/1), em Brasília, e passam a ser obrigatórias em 180 dias.

Atualmente, no Brasil, o percentual de partos cesáreos chega a 84% na saúde suplementar. Na rede pública este número é menor, de cerca de 40% dos partos. A cesariana, quando não tem indicação médica, ocasiona riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados a prematuridade. Continue lendo

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Planos terão que substituir descredenciados em 30 dias

Radar do ConsumidorJoão Luiz Agner Regiani

Uma boa notícia para os usuários dos planos de saúde, que serve para minimizar os problemas na área de saúde suplementar do país.

Digo minimizar porque resolver totalmente não vai, mas diminuirá as inúmeras reclamações que há anos os consumidores vem fazendo em relação a não substituição rápida e adequada, pelas operadoras de saúde, dos seus prestadores de serviços não hospitalares descredenciados (clínicas, ambulatórios, centros de imagens e profissionais de saúde).

A nova regulamentação divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nesta sexta (12) obriga que os planos de saúde substituam os seus prestadores de serviços não hospitalares descredenciados por prestadores equivalente num prazo máximo de 30 dias, bem como comuniquem amplamente aos seus clientes-consumidores pelos meios cabíveis (portal do plano, central de atendimento ao consumidor, impressos e meios eletrônicos).

A medida visa garantir o nível de atendimento contratado pelos consumidores.

O plano de saúde que não cumprir a regra estará sujeito à multa de R$ 35 mil por infração.

Vamos ver se agora as operadoras de saúde efetivamente vão passar a respeitar mais os consumidores com a manutenção do mesmo nível de atendimento prometido na ato da assinatura dos contratos.

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ANS alerta para venda de cartões pré-pagos de saúde

RADARO anúncio é atraente: por parcelas de apenas R$ 18,90 por mês, é possível ter acesso a consultas médicas e exames da rede particular de saúde. Para o consumidor desavisado, pode parecer uma oportunidade barata para substituir o plano de saúde. Mas este tipo de serviço representa um risco quando o usuário precisa fazer tratamentos e exames mais complexos.

Terça-feira, a Agência Nacional de Saúde (ANS) lançou uma cartilha em que esclarece a diferença em relação aos planos de saúde. Os serviços de cartões de desconto e pré-pagos parecem um convênio médico, mas não são. Funciona da seguinte forma: o contratante recebe um cartão e, mediante o pagamento de uma mensalidade, pode fazer consultas e exames na rede particular, com preços mais baixos do que os valores cobrados normalmente.

Antes da consulta, o cliente faz recarga do cartão, da mesma forma que acontece na telefonia celular. A Vale Saúde, por exemplo, oferece consultas a R$ 63 e exames com desconto. Além do valor da mensalidade e da consulta, o cliente paga uma taxa de R$ 2,50 no momento da recarga (Portal do Consumidor).

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