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ANVISA proíbe queijo relado PARMÍSSIMO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta sexta-feira (9) a distribuição e comercialização de 22 lotes de queijo parmesão ralado da marca Parmíssimo. Fabricados pela empresa Parmíssimo Alimentos LTDA., os lotes não teriam garantia de qualidade e inocuidade, portanto não seriam seguros ao consumo.

Agora, a responsável pela marca, cuja fábrica se localiza em Viamão (RS), deve recolher os estoques que estão fora do padrão nas embalagens de 50g, 100g, 500g e 5000g. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (9). — Gazeta do Povo.

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Anvisa interdita lote de CAPTOPRIL 25 mg

CAPTOPRIL_25mgA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou na segunda feira (21/12) a interdição cautelar do lote n° L627883, com validade até abril de 2016, do medicamento Captopril 25MG Comprimidos, produzido pela empresa E M S, de São Paulo.

Uma análise realizada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) detectou teor do componente dissulfeto de captopril em desacordo com as especificações do registro do produto.A interdição cautelar é uma medida preventiva e temporária, necessária à obtenção de informações adicionais para confirmação do desvio, que pode exceder o prazo de 90 dias, findo o qual o produto ou o estabelecimento está automaticamente liberado.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), por meio daResolução RE 3.514.

(Anvisa)

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Produtos IMECAP tem publicidade suspensa pela Anvisa

Nesta quinta -feira (26/11) a Anvisa determinou a suspensão de todas as publicidades dos produtos IMECAP, IMECAP Cellut Cápsula, IMECAP Redutor de Medidas Cápsula, IMECAP Hair e IMECAP Antissinais Cápsula, produzidos pela empresa Vidfarma Indústria de Medicamentos Ltda.

As propagandas alegam que os produtos possuem propriedades funcionais ou de saúde não comprovadas pela Agência.

A medida está na Resolução 3.235/2015 publicada quinta-feira  (26/11) no Diário Oficial da União (DOU). — Informações de Anvisa

*** Portanto quem encontrar estes produtos a venda nas farmácias deve denunciar imediatamente ao Procon da sua cidade ou, na ausência deste, denunciar à Secretaria de Saúde ou Vigilância Sanitária da sua cidade.

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ANVISA suspende lote de anticoncepcional

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda e o uso do do lote 90602 do anticoncepcional Harmonet. O medicamento fabricado em novembro de 2013 por Pfizer Ireland Pharmaceuticals e embalado por Wyeth Indústria Farmacêutica seria válido até junho deste ano.

A decisão foi tomada após o comunicado de recolhimento voluntário encaminhado pela empresa Wyeth, que recebeu reclamações de consumidoras sobre problemas na embalagem das pílulas anticoncepcionais. — Anvisa.

ANVISA
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Anticoncepcional é suspenso pela ANVISA

A Anvisa suspendeu a distribuição, comércio e uso do lote AR 877 do medicamento Carbamazepina 200 MG comprimido da empresa Sanval Comércio e Indútria Ltda e dos lotes nº 320399 e nº 325252 do medicamento anticoncepcional Algestona Acetofenida + Enantato de Estradiol solução injetável da Eurofarma Laboratórios S.A.

O lote de Carbamazepina foi suspenso por apresentar resultado insatisfatório no ensaio de dissolução. O laudo foi emitido pela Fundação Ezequiel Dias. O laboratório fará o recolhimento do produto.

Já o anticoncepcional foi suspenso por apresentar corpo estranho na ampola. A empresa já iniciou o recolhimento voluntário dos lotes.

As medidas estão nas Resoluções nº 720 e nº 721, publicada nesta quarta-feira (11/3) no Diário Oficial da União (DOU)

Confira a resolução no DOU LINK

(Anvisa)

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Anvisa suspende venda de produtos de anticelulite

A Anvisa suspende em todo território nacional a divulgação e a comercialização dos produtos da empresa Saúde em Equilíbrio Ltda., por não possuírem Autorização de Funcionamento da Agência.

A empresa divulgava e vendia os produtos listados abaixo que não eram cadastrados e que apresentavam alegações de efeitos terapêuticos, de embelezamento e correção estética.

MENSAGEM

 

Fonte: Anvisa.

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Anvisa proíbe comercialização de suplementos vitamínicos

RADARA Anvisa proibiu a distribuição e comercialização de três suplementos vitamínicos em todo território nacional. A razão é que os produtos não têm segurança e eficácia comprovada da Anvisa e as composições dos produtos não estão especificadas na Farmacopeia Brasileira ou em outras Farmacopeias oficiais e ou do Food Chemical Codex, compêndio internacional de qualidade aprovada para alimentos.

Os suplementos proibidos são Suplemento Mineral Cromo da fábrica Maxinutri Laboratório Nutraceutico Ltda-ME, o Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus e Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus Sênior da fábrica Eurofarma Laboratórios S.A.

No caso do Suplemento Mineral Cromo a proibição foi motivada pela presença da substância cromo glicina complexado. No Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus foi encontrada a substância nicotinato glicinato de cromo e selênio glicina. No terceiro Suplemento Vitamínico Mineral Quelatus Sênior havia a substância nicotinato glicinato de cromo e glicinato de selênio. Nenhuma da substâncias têm comprovações de segurança para o consumo humano. — Anvisa.

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ANVISA suspende 5 lotes de anticoncepcional

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta quinta-feira (5) a distribuição, comercialização e uso do anticoncepcional Yaz, fabricado pela Bayer. A interdição se refere aos lotes BS01A9H, BS01A70, BS01AA5, BS01AA6 e BS01AK9.

A medida foi motivada por um pedido de recolhimento feito pela própria farmacêutica, que identificou uma marcação incorreta do prazo de validade dos lotes. A marcação era de três anos, quando o registro vigente do medicamento na Anvisa prevê dois anos.

Segurança — A Bayer informa que o produto não oferece qualquer risco às pacientes, uma vez que a fabricação dos anticoncepcionais é recente (a partir de outubro de 2014) e que estudos concluídos provaram que ele tem validade de três anos. “De todo modo, a empresa reforça a orientação para que o produto com a data de validade estampada de três anos seja retornado, para imediata substituição por unidade que esteja de acordo com o registro vigente do medicamento”, informa a empresa em comunicado.

Também está suspensa a distribuição, comercialização e uso do lote 1574 do gel antisséptico Hygipart, frasco de 500 ml/440g, da empresa Kelldrin Industrial Ltda, fabricado em 01/2014. O produto apresentou resultado insatisfatório no teste de teor de álcool etílico, realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal. — Fonte: Veja

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ANVISA fará nova reunião sobre liberação do canabidiol

Maconha: o composto canabidiol não tem efeitos alucinógenos e nem provoca dependência (Reuters/VEJA)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retomará nesta semana o debate que pode excluir o canabidiol, substância derivada da maconha, da lista de substâncias proibidas e reclassificá-lo como medicamento. A reunião da diretoria colegiada está marcada para esta quarta-feira.

Decisões — No ano passado, a Anvisa simplificou os trâmites necessários para a importação de produtos à base de canabidiol, por pessoa física e para uso próprio. Com a mudança, a documentação entregue pelos interessados tem validade de um ano, sendo necessária apenas a apresentação da receita médica a cada novo pedido de importação.

Já o Conselho Federal de Medicina autorizou no mês passado neurocirurgiões e psiquiatras a prescrever remédios à base de canabidiol para crianças e adolescentes com epilepsia, cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito.

Atualmente, como o canabidiol ainda não é aprovado pela Anvisa, um paciente que deseja ser tratado com a substância precisa importá-la. Para isso, é preciso que ele, munido da receita médica, entre com pedido na agência, que analisa cada caso individualmente.

Substância — O canabidiol é um dos 80 componentes da cannabis. Sozinho, ele não provoca dependência nem desencadeia efeitos psicoativos, que são provocados por outra substância da maconha, o THC. Estudos têm demonstrado o potencial do composto em diminuir a frequência de crises convulsivas entre pacientes com doenças neurológicas graves. Outras pesquisas apontam que a substância também pode ajudar no tratamento de doenças como Parkinson e esquizofrenia. — Com informações da Anvisa.

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